#LulaVivo – por que devemos seguir lutando pelo “cara”

Tenho plena consciência das melhoras sociais e econômicas que testemunhei na sociedade como um todo durante o período de governo dos presidentes Lula e Dilma. Também sei que mais de 60% da população brasileira pensa como eu e queria o presidente Lula de volta em 2018. E por isso temos que lutar pela vida e pela libertação do presidente Lula, pois é ele quem representa os anseios de todos nós, brasileiros.

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As diferenças entre Ciro e Haddad

As diferenças entre Ciro Gomes e Fernando Haddad podem ser sintetizadas em suas opiniões sobre a criminalização da política promovida por alguns dos membros do Judiciário.
Ciro sempre condenou a criminalização da política, referindo-se à necessidade de respeito à divisão dos poderes como retorno às respectivas atribuições, como retorno às “caixinhas”.
Bem, já Haddad não se limitou a elogiar Joaquim Barbosa, mas reiterou que ele, caso eleito, seria seu conselheiro. Ora, o que tornou Joaquim Barbosa célebre foi sua atuação contra quadros dirigentes de seu partido, inaugurando a narrativa segundo a qual seria o PT “organização criminosa”.

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A estreia do articulista Henrique Matthiesen, novo colunista do Duplo Expresso

Nada é mais importante, para a cúpula do partido da estrela, do que o seu projeto hegemônico e sua soberba com as forças progressistas.
Messiânicos, conjecturam ser uma organização casta, portadora da salvação nacional e da verdade absoluta no campo da esquerda.
Cobram, inadvertidamente, o que são incapazes de praticar; afinal, para alguns iluminados do ABC, eles são as gêneses da história, a reencarnação da virtude, e desta forma, aqueles que não entendem isso são condenados à rotulação de traidores e indignos de coexistir no debate nacional

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Sérgio Moro, ministro de Bolsonaro

Sérgio Moro viola os princípios mais elementares de uma democracia que se pretendeu constitucional.
No exercício do cargo de magistrado, viaja ao Rio de Janeiro para discutir sua lotação em cargo no Executivo.
Discute abertamente sua lotação como se pertencesse à iniciativa privada, sem observar nenhuma restrição por ser membro do Judiciário.
Trata-se de óbvio conflito de interesse entre a imparcialidade do Judiciário e adesão de juiz a programa de governo.

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Aberto o alistamento de nacionalistas – A chave do recomeço

A vitória de Bolsonaro é a vitória da Guerra Híbrida imposta ao Brasil e aos brasileiros. Desde o final da Guerra Fria os colapsos das democracias ocorrem não mais com as figuras dos soldados e generais, mas através de governos eleitos. O caso do Brasil é ainda mais emblemático: ao prenderem Lula sem crime, os piratas do petróleo e a banca internacional escolheram não apenas o próprio candidato (que acabou como vencedor), mas também o adversário que traiu Lula e inicia o processo de destruição do maior partido do Brasil, o PT.

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Por que Haddad não defende Lula?

A candidatura de Fernando Haddad à presidência da República não deixou claro para a população brasileira que o ex-presidente Lula é um preso político. Ao contrário, Haddad, ao longo do processo eleitoral, faz questão de esconder e minimizar o fato do ex-presidente Lula ser vítima da mais cruel e covarde perseguição política que o impediu de exercer a sua candidatura. Haddad em diversas declarações afirmou que “o problema de Lula não é político, mas jurídico” e que “não existe conspiração contra Lula, mas erro jurídico”, essas afirmações levam ao entendimento de que o processo de Lula e a sua condenação são legítimas, quando não são.

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Carta a Haddad

Desejo-te honestamente sorte, força, coragem, sensatez e coerência para que, dessa vez, consiga ser Lula, não para vencer “o coiso e o mau fascista”, mas para derrotar nosso real inimigo: o Golpe, que, inclusive, forjou meticulosamente seu adversário com intuito de destruir seu partido e os direitos sociais do povo brasileiro.

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Rejeição a Haddad provoca debandada pró-Ciro e “racha” do PT na reta final

A impossibilidade de transferir votos de Lula para Haddad e o crescimento do número de pobres de direita, eleitores de Bolsonaro, na população pobre nos permite afirmar que sem Lula o pobre migra o seu voto. Dessa forma, Bolsonaro, mesmo escondido para não abrir a boca e botar tudo a perder, é visto como alguém que assumirá a pauta moralista e conservadora.

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Exclusivo: Lula recusa encarnar cabo eleitoral “fake” e Golpe salva “PT Jurídico” calando ex-Presidente

Lula não vê como provável, no contexto do Golpe, a hipótese de Haddad vencer a “eleição”. Acreditaria, ao contrário, que o afunilamento na “reta final” da campanha haverá de revelar que Haddad teria sido usado – assim como Bolsonaro – como um cavalo paraguaio. Ambos seriam em realidade instrumentos, deliberadamente ou não, da mais escancarada fraude eleitoral da História: a “vitória” do – sem voto – Geraldo Alckmin.
Ao longo do dia de ontem passou a haver a desconfiança de que, nas entrevistas que fora autorizado a conceder, Lula não interpretaria o papel que esperavam dele: o de cabo eleitoral. Mais do que isso, o de um cabo eleitoral crédulo, estilo Poliana, apto a contribuir para o esforço – notem: “suprapartidário”! – de normalização destas “eleições 2018” (sic). O “PT jurídico” e o Golpe (i.e., a sua face mais ostensiva) passaram a temer que, ao contrário, transparecesse a ideia de que Lula não acredita em uma disputa honesta, em que o PT pudesse, de fato, sair vitorioso.
Uma entrevista de Lula com tal conteúdo – a poucos dias do pleito – seria nitroglicerina pura.
O esforço para apagar tal incêndio potencial foi, uma vez mais, “suprapartidário”. Com uma mão o “PT jurídico” deu – através do “bom policial” Ricardo Lewandowski. E, com a outra, o Golpe (i.e., a sua face mais ostensiva) tirou – com o “mau policial” Luis Fux. No final, na foto saíram bem tanto o “mocinho” como o “bandido”: de novo!

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Lula, a face do povo: “voltará para de onde nunca deveria ter saído”?

É com profunda tristeza e imenso estarrecimento que assisto às manifestações públicas de amigos íntimos e não tão próximos assim, às de ex-professores de graduação e pós-graduação de uma das universidades federais mais antigas do Brasil, de eleitores de esquerda, do PT. Em muitos momentos, buscava compreender os reais motivos de todos os que se dizem de esquerda e que, até há pouco tempo defendiam a liberdade de Lula, como em um passe de mágica, cegos, agarrarem-se à candidatura de Haddad como tábua de salvação. Talvez por ser doloroso demais compreender a gravidade da situação de nosso país? Ou talvez porque não consigam ter uma visão mais complexa da realidade mundial? Foram essas e tantas as perguntas que me fiz. Não deixam de ser, até certo nível, aceitáveis. Coube-me, como louca, bradar nas redes sociais: “É golpe ou não é golpe?”, “Rasgaram ou não a nossa Constituição?”. Daí, o mais perverso e cruel, entre os que me cercam, revelaram-se, nos inúmeros comentários, postagens dia a dia, e era eu quem não queria enxergar o que, de fato, está por trás da não luta por Lula. E, nesse caso especificamente, recai uma singularidade da construção histórica e sociocultural do Brasil.

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“Civilização contra a barbárie”: a versão 13.0 do Golpe

Índice:
(I). “Civilização contra a barbárie”: a versão 13.0 do Golpe
(II). Desfechos possíveis para o “Golpe 13.0”
(III). Como a “Mensagem ao Partido”/ “PT Jurídico” tomou a sigla de Lula; e o que isso prenuncia de um governo Haddad
(IV). Como evitar o golpe militar já depois do Carnaval
(V). Resumo audiovisual

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O canto da sereia e a sua responsabilidade nas urnas

Escrevo este texto após ter participado no final da tarde do domingo (23) de um bom debate onde os juristas Luiz Moreira e Romulus Maya (meu parceiro no projeto Duplo Expresso) convidaram a nossa comentarista Maria Eduarda Freire e falaram de uma maneira inquestionável: Haddad representa a vitória do PT Jurídico. Foi assessor de Tarso Genro no Ministério da Justiça e, também por isso, assim como Cardozo e Dilma se comporta como um “vaselina” nas questões delicadas. Tem como filosofia a substituição da soberania popular pelos plenos poderes punitivistas dos quadros da justiça.
Não falo da pessoa Fernando Haddad. Não tenho nada contra ele, pois sequer sei quem ele é como pessoa. Como político ele está exposto.

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La Jetée a Rio…

Em tempos de bilhetes (e “biletes”) para lá e para cá, na maravilhosa ciranda encantada das eleições vermelhas, segue uma micro-crõnica-sci-fi de autoria do ativista Sama. Ela trata de uma carta escrita no passado que poderia ser escrita hoje. Ou que foi escrita hoje para ser lida naquela época.

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PRÉ-SAL: De ‘Inviável’ em 2007 a ‘Queridinho’ em 2018!

O PRÉ-SAL , na época da descoberta de Lula/Guilherme Estrella/Petrobras, era dito como delírio, devaneio, mico, imprestável, impensável, inviável por estar a 7 km de profundidade e ter custos mais altos que o “promissor shale gás”.
Verdade???
Agora na época da doação, é super cobiçado pelo seu enorme potencial, custos baixos e alta produtividade.
“Inocentemente” nós os BRASILEIROS, em 2008, achávamos que junto com o acordo institucional BNDES/TESOURO estávamos rumo a Soberania/Pleno Emprego e Cidadania.

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Dirceu: “ônus de impedir Lula tem que ficar com a Justiça; não pode ser decisão nossa (PT)”

Dirceu em 3/set: “ônus de impedir @LulaOficial tem q ficar c/Justiça; ñ pode ser decisão nossa (PT)”
8/set: @ptbrasil livra cara do @STF_oficial ao desrespeitar, ele, decisão da @ONUBrasil trocando Lula p/@Haddad_Fernando
Sem Lula, sobrou a… vaselina!

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O traço comum entre Tancredo, Lula, Bolsonaro (e outros!): “Vice Lobisomem” vs. “Vice Pirigueti”

O Brasil de 2018 periga viver uma militarização do regime de exceção, ainda que dissimulada. Trata-se, com efeito, do pior dos mundos: desta feita os “gorilas” fardados são, além de tudo, entreguistas!
Como revelamos no Duplo Expresso de ontem, temos administrado há meses relatos, vindos de fontes em agências de inteligência estrangeiras, sobre planos para a inoculação de agentes tóxicos nos – poucos – quadros nacionalistas brasileiros que restam. Imaginem o nosso desespero.
Tanto com relação a Lula como a Bolsonaro, golpeados pelos respectivos Vices na semana que passou, o Duplo Expresso avisou. E com meses de antecedência. Para eles não há mais tempo. Para outras lideranças, esperemos que sim. Isso porque, tal qual Cassandra, é sem nenhum regozijo que vimos a saber o que haveria de acontecer – sem, contudo, poder evitar o pior. Muitas vezes, tal qual a amaldiçoada princesa troiana, resta apenas arrancar os cabelos e rasgar as vestes, enquanto Ílio queima ao fundo.
Aconselhamos aos (poucos) nacionalistas que restam: sigam a tática Requião – “Vice Lobisomem”!

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Em choque, Globo não consegue decifrar estratégia de Lula

Resumo político do Duplo Expresso de hoje. Mais o comentário de “Nota Bene”, membro sagaz da comunidade Duplo Expresso, sobre: (i) “Em choque, Globo não consegue decifrar estratégia de Lula”; e (ii) “Ala do PT que defende Plano B também tem tática bem definida: saturação no assédio moral a Lula”.

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“Juristocracia”: o novo regime vai se impor por W.O.?

Se estivesse atrás de curtidas, de “lacrar” nas redes sociais, ela não entraria em dividida. Bastaria a Maria Eduarda Freire seguir expondo, da forma competente que o faz, a escalada do estado de exceção comandado pelo Juristocracia…
MAS SEM estender a mesma visão crítica – e lógico-sistêmica – a quem, como resposta, está pronto para se “HaddaPTar” a uma… ditadura.
Como sua luta pela democracia e pelo Estado de direito segue encadeamentos lógicos, leva pedradas – inclusive de baixíssimo nível (ver prints) – de quem, em vez disso, escolheu ficar anestesiado até chegar a sua vez na fila do abate no matadouro, num transe permitido pela flauta mágica da vez:
– “Sim, é Golpe. Mas esse mesmo Golpe, que é Golpe, vai organizar, realizar, apurar e julgar ‘eleições’ em que, de forma magnânima, permitirá a própria derrota” (!)

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“Bom policial, mau policial”: TSE revelou querer “Plano B”. Em “eleição” normalizada. E aí?

O resultado da encenação que o Brasil – e o mundo, neste caso – testemunharam ontem era esperado por todos. Afinal, todos lêramos, com antecedência, a sinopse do espetáculo. No entanto, como em outras etapas determinantes do processo do Golpe, que é continuado e gradual, certas adaptações, improvisos e lapsos – em cima daquele roteiro há tanto traçado – acabaram por revelar bem mais do que os produtores do espetáculo gostariam de entregar.
O timing era fundamental. E os agentes trabalharam bem. Assim como na antevéspera do registro da candidature de Lula – e Vice! –, a dobradinha Golpe + agentes (“da” vítima) agiu para impor o Plano B a Lula e ao PT. Ontem tentaram repetir a dose com uma reprise da operação “choque e terror” (shock and awe) – devidamente combinada com o outro lado.
Há entre os agentes (“da” vítima), inclusive, alguém que vendeu a alma por uma cadeira no STF. Ontem, presente no Plenário do TSE, entregou mais uma parcela da mercadoria. E a entes bem mais terrenos que “Mefistófeles”, digamos.

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Rabo preso e extorsão: como Lava Jato atua para que PT rife Lula (e o Brasil!)

? C.Q.D. do D.E.!
(de novo, outra vez)
Matéria de hj da Folha vs. matéria do @duploexpresso de 2 meses (!) atrás:
– O q houve, companheiro “Daniel” Dirceu?
Rendição ñ combina c/sua biografia.
Ainda é tempo de voltar p/luta!
@LulaOficial preso, exigem do @ptbrasil rendição c/@Haddad_Fernando.

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PCO, Duplo Expresso e Nocaute explicam lugar de Haddad na traição a Lula dentro do PT

“Plano B”: quem armou a cama de gato política e jurídica para Lula?
Resposta: a tendência “Mensagem ao Partido” dentro do PT.
Análise de Rui Costa Pimenta, do PCO, Romulus Maya, do Duplo Expresso, e José Arbex, do Nocaute. Além de depoimentos reveladores de Gleisi Hoffmann, João Pedro Stédile e do próprio Lula.
Da tal facção “Mensagem ao Partido” fazem parte (i) José Eduardo Cardozo, o laranja podre do PT; (ii) Tarso Genro, algoz da tendência de Lula dentro do PT, atual CNB, durante o “Mensalão”; (iii) o Dep. Paulo Teixeira, que nada fez pela defesa – real – de Lula no Congresso (assim como tampouco o fizeram os Deps. Paulo Pimenta e Wadih Damous); e (iv) o próprio Fernando Haddad (!), até outro dia.

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Carmen Lúcia responderá por mortes com greve de fome

A eventual morte desses brasileiros será responsabilidade exclusiva da Ministra Carmen Lúcia, que, na qualidade de Presidente do STF, está cedendo a chantagem que se vale até mesmo da ameaça de difusão de registros em imagem da sua orientação homossexual. Há outras alavancas a pressioná-la, como a aquisição subfaturada de uma mansão em Brasília das mãos de um bicheiro, bem como suspeita de venda de voto e de “pedidos de vista” (sem fim) em casos envolvendo bilhões.

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Golpe vs. Haddad: destino de Lula – e do Brasil – estão selados?

Se o Plano B vier a ser um desastre, é bom que tenhamos em mente que esse trem parece já ter saído da estação. Ou assim quer fazer crer. Isso porque a entrevista ontem à noite de Fernando Haddad à TV Bandeirantes foi uma entrevista “normal”, de um candidato “normal”, que disputa eleições também “normais”. Tudo no melhor figurino “as instituições funcionam normalmente”. Tirando o primeiro bloco, em que se discute a substituição de Lula por Haddad e o destino do primeiro num governo do segundo (notem: o que ficou sem resposta!), nada mais ali daria a entender que o Brasil vive sob um Golpe. Seguiram-se exposições “programáticas”, no melhor estilo sabatina de candidato.
Se ao menos o tal “programa” refletisse um esboço de reação ao Golpe…
Que nada! Não surgiram, em momento algum, as palavras “Golpe”, “Pré-sal”, “EUA”, “Lava Jato”/ “invasão da política pelo Judiciário”.
Percebem como a medida acautelatória concedida pelo Comitê de Direitos Humanos da ONU em favor de Lula veio a fazer marola num mar sobre o qual o rumo (do Golpe/ Plano B) já estava bem delineado?

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Golpe é… Golpe! – Brasil descumprirá decisão da ONU em favor de Lula. E aí?

A decisão da ONU hoje significa que, mesmo antes de se pronunciar sobre se há ou não perseguição a Lula pelo Judiciário brasileiro, o Comitê reconhece que haverá prejuízo irreparável caso o ex-Presidente seja impedido de concorrer até que o mérito seja decidido. Mal comparando, é uma espécie de decisão “liminar”.
Trata-se de uma importante vitória. Mas que é eminentemente moral, e (portanto) política, dada a ausência de mecanismo de execução. Em vista disso, é na arena da política que pode – e deve – ser explorada:
– ” O mundo reconhece que Lula é perseguido! E, para perseguir Lula, o Judiciário brasileiro, parte do Golpe, passa por cima até de decisão da ONU!”
Mais do que nunca, em consequência do pronunciamento da ONU, o PT tem a obrigação – política – de casar discurso e ação. Tratar o que, acertadamente, chama de Golpe como… Golpe. E levar às últimas consequências a (até aqui apenas…) palavra de ordem “eleição sem Lula é fraude”.
A verdade é que a decisão da ONU não afeta, muito, a linha de ação do Golpe. Apenas aumenta, um tantinho, o preço em desgaste de imagem que eles terão que pagar. E, certamente, estarão dispostos. Afinal, Golpe é… Golpe. No entanto, sobre as cabeças dos conspiradores do Plano B, ela cai como uma B’omba. Viva!

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