O elo entre Eduardo Cunha, Paulo Pimenta, Wadih Damous e Luis Nassif: xeque do Duplo Expresso

– Tudo começou quando, no final de 2017, Wellington Calasans e Romulus Maya abordaram com bastante ceticismo um pequeno “artigo” de Luis Nassif publicado com toda a discrição (sem qualquer destaque em seu site) em que esse reforçava algo que ambos os apresentadores sabiam – e provaram (com documentos e imagens) – ser mentira: Eduardo Cunha estaria, naquele momento, “preso” em Curitiba. Mais que isso, “humilhado e ofendido”, não mandaria mais nada na política brasileira (segundo Nassif!).
– Foi justamente diante de pressões – vindas de onde menos esperávamos! – para que não mais abordássemos o tema da “prisão” (fake) de Eduardo Cunha – e também o “Caixinha unificado suprapartidário da ALERJ” – que Wellington Calasans e Romulus Maya, um par de semanas depois, criaram página própria: este Duplo Expresso. Com total independência e ausência de rabo preso.
– E, nessa mesma pegada, que venha 2019! Estamos todos juntos, na mesma trincheira. E já sabemos quem, nela, está na realidade trabalhando para o outro lado. Pelo menos para isso valeu 2018, não é mesmo?

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Documento da ONU sepulta Luis Nassif: o caso Duplo Expresso/ Romulus Maya

– Agora é de papel passado: Luis Nassif é o rei das fake news no Brasil. E quem é que diz isso? “Apenas” a ONU!
– Ao longo de meses o Duplo Expresso foi a Genebra, Lisboa e Luanda para desmontar uma das mais vis tentativas de assassinato de reputação da história do jornalismo brasileiro na era digital: aquela dirigida por Luis Nassif – a mando de Paulo Pimenta – contra Romulus Maya, editor do Duplo Expresso.
– Começamos pelo final, apoteótico: o pronunciamento, por escrito, de funcionário das Nações Unidas em Genebra encarregado de comunicação e relações exteriores chamando Luis Nassif do que ele é, um mentiroso, caluniador.
– Na sequência rememoramos como chegamos até aqui. E contextualizamos o episódio Luis Nassif/ Romulo Brillo – nome de batismo por trás do pseudônimo “Romulus Maya” – no roteiro que nos levará, em breve, ao ano 4 do Golpe no Brasil.
– Aprenda, Luis Nassif: dossiê se faz com documento. Se for da ONU, melhor ainda!

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Duplo Expresso: antes ser “ingênuo” a ser “sabido” (com rabo preso!)

Exatamente um ano atrás – no programa de 20 de dezembro de 2017 – nossa “ingenuidade”, como bem classificou o Marc Nt, ficava evidente.
“Inocentes”, fomos fortemente surpreendidos, ao ponto do choque, com a constatação do tamanho da infiltração do Golpe na (suposta) “esquerda” brasileira.
“Dissonância cognitiva” e “vieses (ou defeitos) cognitivos”, em especial viés de confirmação, viés de representatividade, viés de otimismo e viés retroativo (hindsight bias). Junte isso às bolhas algorítmicas das redes sociais, ao comportamento de manada e ao anonimato na rede e…
– … sente no chão e chore.
Ou então…

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Análise: Facebook grita “MBL” e (patos?) vermelhos cavam a própria cova

*Atualizado 29/jul/2018 – 11:20*
No caso do MBL, o Facebook alega, vejam só, “uso de nome falso”.
E o militante de esquerda que está no Brasil? O nacionalista? Aquele que, temendo retaliações, prudentemente protege a si – e aos seus – por detrás de um pseudônimo?
Que poderá ele fazer quando o Facebook expuser sua identidade a traficantes e assassinos (incidentalmente com mandato e/ ou disputando cargos eletivos)?
Que poderá ele fazer quando o “tribunal” – privado e obscuro – de um monopólio americano próximo às NSA da vida fechar sua conta porque usa “nome falso” (sic)?
Poderá “recorrer ao Judiciário (nota: o Judiciário da Lava Jato!), como em qualquer outra quebra de contrato” – como sugere o (“globalista” e entusiasta das redes sociais americanas) Sakamoto?
Aproveita-se certo reflexo pavloviano, na sua modalidade “vermelho” vs. “azul”. Grita-se: “MBL… MBL… MBL…”!
E patos vermelhos, cegados pela rivalidade, correm para o despenhadeiro (pior: com sorriso nos lábios!).

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“GloBosfera” ameaça com “horror” para empurrar Haddad-Ciro – e enterrar (literalmente?) Lula

– Colocando Ciro na berlinda Nassif em realidade joga o Coronel de Sobral-CE às feras, já que todos os que se mantêm fiéis a Lula – a maioria – encontram-se totalmente incendiados. Muy amigo, Nassif! Pinta Ciro como a hiena oportunista que ri diante da carcaça de Lula, quando na verdade, pela via retórica da contraposição a um “bom moço”, quer impulsionar o “Plano B” – Fernando Haddad. “B” de B’ola nas costas – nas costas de Lula e do povão; “B” de B’ancos; e, pior de tudo, “B” de B’astardo… do Golpe!
– Desafiando lógica que a nós resta clara – “rei posto, rei morto” – bem como todas as abundantes evidências de ser transnacional o comando do Golpe, articulistas do quilate do Professor Wanderley Guilherme dos Santos e Ricardo Cappelli limitam essa que é uma verdadeira guerra de sobrevivência do Brasil enquanto ente soberano a uma mera briga paroquial entre esquerda e direita tupiniquins.
– Círculo dos traidores no PT: mais uma vez “a verdade chegou primeiro”, via Duplo Expresso. O recibo – agressivo – passado pela tropa de choque do grão-mestre do círculo traidor, José Eduardo Cardozo, mostra que mais uma vez acertamos… no olho.
– A traição está exposta. A GloBosfera está nua. Em vista disso, é de se perguntar de que adianta o Senador Lindbergh Farias, ainda afastado da maioridade política, ir ao Conversa Afiada externar a sua justa indignação diante do escândalo ocorrido em São Bernardo. Apenas para vê-la canalizada por Paulo Henrique Amorim em favor de Ciro Gomes. E, incrível, em desfavor do próprio Lula! Ai ai ai…
– Dúvida: ao que visa, no jogo, Rui Costa Pimenta, do PCO? Certamente não escapa a alguém com tamanha capacidade analítica a valiosa credibilidade que o Brasil 247 – a descarada central do “Plano B” – busca auferir junto ao público de esquerda mantendo a sua presença lá.

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O estranho caso do jornalista – tucano – que virou ídolo petista

Paulo Pimenta – Líder da bancada do PT na Câmara! – é o mandante da tentativa – vã – de assassinato da reputação de Romulus Maya, com o “dossiê” fajuto.
O que terá oferecido a Luis Nassif para esse destruir a própria credibilidade? Aliás, ela sempre esteve à venda?
Na hipótese de “cooptação por inteligência estrangeira”, será que o Deputado Paulo Pimenta bateu – ele – a carteira e grita “pega ladrão”?

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