Lava Jato, Máfia, Corrupção e Judiciário – Parte I

A corrupção é o sinal de Estado fraco. O que é Estado fraco? Aquele que a elite que o dirige está comprometida com a manutenção do “status quo”, com o imobilismo – econômico, social, cultural -, no caso brasileiro, com manutenção da escravidão e com o modelo exportador de produtos primários, contra a industrialização.

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Análise: “paz armada” entre STF e Lava Jato à vista? – Temer, Moreira Franco, Eduardo Cunha e Paulo Preto

É possível que o principal desdobramento na política brasileira das últimas semanas – o enfrentamento da Lava Jato pelo Supremo – venha a ser descontinuado a partir de um dado momento. Conversando, todos se entendem, não é mesmo? Vejamos se o preço chega a 2.5 bi ou se rola um desconto…

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Duplo Expresso 15/mar/2019

Para assistir, curtir as páginas e compartilhar, temos no Programa Duplo Expresso desta sexta-feira, 15/03, os seguintes destaques:
– O artista visual e ativista político Sama fala sobre “A Sociedade do Espetáculo Hardcore”
– O PhD em Antropologia João de Athayde comenta “Fora Bolsonaro, fora Mourão | Fora Yankees da minha nação”
– O jurista Luiz Moreira participa e comenta sobre “O fundo priva(tiza)do da Lava-jato”
– Romulus Maya e Carlos Krebs fazem a análise da conjuntura política.

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Duplo Expresso 12/mar/2019

Para assistir, curtir as páginas e compartilhar, temos no programa Duplo Expresso desta terça-feira, 12/03, os seguintes destaques:
– O presidente do Instituto de Estudos Latino Americanos Nildo Ouriques comenta: “Bolívia e Socialismo Andino”
– A socióloga Thais Moya fala sobre: “Derrota ao quadrado: Esquerda abraça o capeta ao defender jornalismo golpista”
– O antropólogo Piero Leirner acrescenta: “Derrota ao cubo: Esquerda perdida entre a Guerra Híbrida e a Lava-Jato”
– Romulus Maya e Carlos Krebs fazem a análise da conjuntura política.

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A infame Lava Jato agora como política penal

O juiz “combatente do crime” é a expressão máxima desse autoritarismo contínuo. A “Justiça Policial” brasileira se assemelha à justiça da Alemanha Nazista, onde os juízes nazistas declaravam que seriam “duros com o crime” e que “os prisioneiros não estariam em situação melhor que os desempregados alemães”. Ora, se o juiz existe para prender é prescindível a existência da figura do próprio juiz, basta a polícia. A subordinação do processo penal a esfera política do poder punitivo é a instauração do Estado Policial que vitima todos os dias a população pobre brasileira nos nossos presídios ilegais, população esta, que nunca conheceu o processo como proteção da cidadania contra o arbítrio Estatal, garantido na Constituição.

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Da toga à carapuça de político – Moro precisa explicar ao povo o que quer fazer

O ministro terá de convocar uma nova Constituinte para remover a presunção de inocência do condenado até o trânsito em julgado.  Será que o o ex-juiz – agora ministro da justiça – pretende convocar uma nova Constituinte? Moro pareceu decidido a lutar por isso, pois no seu discurso de posse também falou que “pretende-se deixar mais claro na lei, como já decidiu diversas vezes o Plenário do Supremo Tribunal Federal, que, no processo criminal, a regra deve ser a da execução da condenação criminal após o julgamento da segunda instância”. Ora, Moro! O STF não recebeu voto do povo. Pare de fingir não saber que a sua imposição é um crime, pega mal para um “ministro da justiça”.

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PT garantirá que caso Queiroz não dê em nada. Insólito? Entenda

Ei, você que está compartilhando as tags #OndeEstáQueiroz e #FalaQueiroz:
-Cuidado porque, daqui a pouco, quem chega é a *Elisângela*!
Não sabe quem é?
Pois é.
Informe-se.
Assessora na ALERJ – do PT.
Movimentou 22 vezes mais: R$ 26,5 milhões!
*
Em suma: o caso “Queiroz” não dará em nada.
Isso porque não pode dar em nada.
E quem vai garantir que não dará em nada é, entre todos os outros, o próprio PT.

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Guerra “civil”: Lava Jato apunhala (clã) Bolsonaro. E os militares nisso aí?

– Hipóteses (não excludentes):
(1) Assim como Moro, Bretas quer carimbar passagem – só de ida – pra Brasília. Tribunal Superior?
(2) Mais um lance na disputa entre os segmentos do consórcio que sustenta Bolsonaro. O vazamento vem da Juristocracia. E atinge o clã Bolsonaro. Até aqui não parecia haver conflito entre esses núcleos. Há, sim, conflitos – publicizados até – entre o clã e a ala militar. Certo?
Então… a Juristocracia fez isso em coordenação com a ala militar?
– A disputa entre Mourão e os filhos – “herdeiros”, afinal – já prenuncia sucessão?
De vivo??
De “vivo”…
– Nota: são “eles” que estão nos fartos dossiês…
Mas reféns, mesmo, são o Brasil (e suas riquezas); e os brasileiros (e suas misérias).

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Ceci Juruá – Geisel e o Fortalecimento das Empresas Nacionais no Mercado Internacional

As políticas de incentivo às nossas empresas brasileiras para que participassem do mercado internacional, são originadas no penúltimo governo militar do regime de exceção anterior – o de Ernesto Geisel (1974-1979). A partir de tão acertada política de estímulo, viu-se o surgimento de campeãs nacionais. Entre elas, talvez a mais importante seja a ODEBRECHT que, por isto, parece ter atraído a ira dos grupos entreguistas, aqueles que pregam a vassalagem dos brasileiros frente aos estadunidenses. Até quando serviremos como vassalos no feudo da economia internacional?

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2018: “A Coalizão do Caos” | A fala de Felipe Quintas

A transcricão da fala de Felipe Quintas apresenta como os financistas, as forças armadas (FFAA), a Lava-Jato e evangélicos (ou uma parte expressiva de todos esses), fazem parte dessa grande coalizão que, no final das contas, está levando o Brasil ao caos. As forças que estão no governo Bolsonaro já estavam no governo Temer, e estão aí na política desde o impeachment. E todos ou foram aliados de governos do PT, ou foram favorecidos pelos governos do PT – como no caso da Lava-Jato –, ou então começaram como aliados do governo do PT mas progressivamente, por uma série de razões, se descolaram e tornaram-se oposição a eles.

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O Mercado Precisa Explicar

O mercado criou empresas de investimento, poderosos fundos de aplicação, coletando desde fortunas de famílias, lucro de traficantes, subornos de dirigentes privados e públicos, salários de magistrados e barnabés, e, se for possível, as esmolas caridosamente dadas, para estes trilionários, em dólares, fundos de investimentos.

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Sérgio Moro, ministro de Bolsonaro

Sérgio Moro viola os princípios mais elementares de uma democracia que se pretendeu constitucional.
No exercício do cargo de magistrado, viaja ao Rio de Janeiro para discutir sua lotação em cargo no Executivo.
Discute abertamente sua lotação como se pertencesse à iniciativa privada, sem observar nenhuma restrição por ser membro do Judiciário.
Trata-se de óbvio conflito de interesse entre a imparcialidade do Judiciário e adesão de juiz a programa de governo.

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Haddad e Joaquim Barbosa: visita da saúde? Ou a volta do Ceifador?, por Luiz Moreira

A transformação de Joaquim Barbosa de algoz do PT a responsável pela política jurídica de eventual governo Haddad é verdadeira alquimia, que merece profunda reflexão, pois se sua atuação interditou quadros históricos do PT e possibilitou criminalizar a política, parece inquestionável que trouxe benefícios vários a outras figuras.
Ainda voltarei a essa questão, mas após o segundo turno.

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Rabo preso e extorsão: como Lava Jato atua para que PT rife Lula (e o Brasil!)

? C.Q.D. do D.E.!
(de novo, outra vez)
Matéria de hj da Folha vs. matéria do @duploexpresso de 2 meses (!) atrás:
– O q houve, companheiro “Daniel” Dirceu?
Rendição ñ combina c/sua biografia.
Ainda é tempo de voltar p/luta!
@LulaOficial preso, exigem do @ptbrasil rendição c/@Haddad_Fernando.

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PCO, Duplo Expresso e Nocaute explicam lugar de Haddad na traição a Lula dentro do PT

“Plano B”: quem armou a cama de gato política e jurídica para Lula?
Resposta: a tendência “Mensagem ao Partido” dentro do PT.
Análise de Rui Costa Pimenta, do PCO, Romulus Maya, do Duplo Expresso, e José Arbex, do Nocaute. Além de depoimentos reveladores de Gleisi Hoffmann, João Pedro Stédile e do próprio Lula.
Da tal facção “Mensagem ao Partido” fazem parte (i) José Eduardo Cardozo, o laranja podre do PT; (ii) Tarso Genro, algoz da tendência de Lula dentro do PT, atual CNB, durante o “Mensalão”; (iii) o Dep. Paulo Teixeira, que nada fez pela defesa – real – de Lula no Congresso (assim como tampouco o fizeram os Deps. Paulo Pimenta e Wadih Damous); e (iv) o próprio Fernando Haddad (!), até outro dia.

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A Petrobras, o setor petroquímico e a Braskem

Este artigo visa informar sobre fatos considerados relevantes ocorridos no setor petroquímico nacional, com destaque para a Petrobras e a Braskem.

A Petrobras Química S.A. – Petroquisa, a primeira subsidiária da Petrobras, nasceu em 1967 para articular o setor estatal e privado na implementação da indústria petroquímica brasileira. Para se ter uma ideia da importância deste momento, basta lembrar a presença dos produtos petroquímicos produzidos a partir de derivados do petróleo ou do gás natural no nosso cotidiano. É praticamente impossível existir uma atividade sem materiais como o plástico, o náilon e a borracha, produzidos a partir desses produtos. A Petroquisa marcou o início da história do setor petroquímico brasileiro.

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Delegada Marena – “A Fera de Florianópolis”

“A Fera de Florianópolis”, se sentido talvez ferida no seu narcisismo, volta a atacar! Manda abrir inquérito para investigar o professor de jornalismo Aureo Mafra Moraes, chefe de gabinete da reitoria, depois de tomar conhecimento de um vídeo com entrevistas dadas por ele num evento da universidade. Quem abriu o inquérito contra o jornalista? Os comparsas de “Macarena” que ficaram em Santa Catarina.

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Recordar para Entender (Parte II) – A “Liga da ‘Justiça’” dos aloprados

Nós brasileiros ainda sentiremos muita vergonha deste período da Lava Jato no Brasil. É um espetáculo dantesco, onde homens despreparados e patéticos foram alçados à condição de heróis, através de uma mídia cada vez mais corrompida e vendida aos interesses internacionais.

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Recordar para Entender (Parte I) – Dilma na Globo como “garota propaganda” da Lava Jato e as sementes do mal

Dilma não apenas acreditou como afirmou que “investigações da Lava Jato podem mudar o país para sempre”. Numa coisa a ex-presidente tinha razão, a Lava Jato realmente mudou o pais para sempre, mas foi para pior! Fomos assaltados por uma quadrilha jeca de Curitiba, que, é sempre bom lembrar, promoveu o desmonte da indústria nacional, solapando a nossa economia, destruiu empregos e empresas estratégicas, amargaremos muitos anos essas perdas. Além disso, a Lava Jato foi transformada em uma indústria de delação e venda de sentenças.

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Incógnito “Mr. Dodge”: Raquel, a PGR, vive com “espião que veio do frio”?

A única foto disponível do Sr. Dodge encontra-se no site da instituição em que tem a sua ocupação… hmmm… “mais ostensiva”, digamos…
Trata-se da Escola das Nações, em Brasília. Entidade que educa – numa filosofia “globalista” – filhos de altas autoridades da República. Do quilate, por exemplo, de Michelzinho e Jucá-zinho.
É inusitado que alguém com o invejável currículo de Bradley, com graduação em tecnologia da informação (!) e mestrado em administração em Harvard, com “emprego ostensivo” numa escola que atende à elite do centro do poder no país, casado, como sabemos, com alguém com salário elevadíssimo, ainda tenha necessidade de fazer bico como “professor particular de inglês”.
(de VIPs!)
Hmmm… será para poder exercitar o seu – auto-atribuído – talento em “comunicação inter-cultural”? Com VIPs da República??

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Os Hitlers já estão entre nós!

Falar de fascismo é falar sobre o aspecto humano da liberdade e sobre a conjuntura histórica-social que favorece a renuncia individual à liberdade e a assunção do caráter autoritário, pois ao contrário do que muitos pensam, o fascismo não é uma patologia dentro de um corpo social saudável, nem muito menos, um momento de loucura em um contexto de sanidade, mas uma característica própria da condição humana à espreita de todo indivíduo saudável.

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A cortina de fumaça da Folha e a fritura de Sérgio Moro

É consenso entre as pessoas com pelo menos dois neurônios que depois daquele domingo Dia 8 de Julho, dia em que a justiça mostrou as suas vísceras, ficou claro para o Brasil e para o mundo que o ex-presidente Lula está sequestrado e é um preso político. Isso é DITADURA! Não venha a Folha com a versão 2.0 da “ditabranda”, pois em tempos de internet isso não se sustenta.

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A bola está na marca do pênalti, sem goleiro. A esquerda vai fazer este gol?

O que farão os partidos de esquerda? Vão insistir no discurso – da direita – “as instituições estão funcionando normalmente” ou vão partir com tudo para o necessário confronto? Vão perder a chance de escrever na história uma revolução inteligente, sem mortes, sem sangue? Ou deixarão o fascismo crescer ainda mais?

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“Bilionário leu o Duplo Expresso e também pede anistia a Lula? – Parte 4 de MDB e a governabilidade”

O golpe não é mais aquele. Há 2 anos o golpe era uma unanimidade absoluta nas elites políticas, jurídicas e empresariais brasileiras.
Hoje não mais. Uma parte do STF quer a volta da legalidade e da democracia. Sabemos que a democracia só poderia pensar em voltar depois da liberdade da candidatura Lula, porque não é Lula que está preso, mas sua candidatura, impedi-la sempre foi o maior objetivo da Lava-Jato, que controla o Judiciário.

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Globo e Lava Jato e os cafetões do Brasil

Neste domingo de horror para a democracia brasileira o judiciário brasileiro mostrou, para quem ainda tinha 1% de crença, a sua “cara”. Mais especificamente, expôs as vísceras dessa justiça de Curitiba que está desmoralizada dentro e fora do Brasil. Em poucas horas foram praticados várias violações contra a democracia e o nosso estado democrático de direito.

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A “Câmara de Gás” de Félix Fischer – Parte II

Transformaram os trabalhos da justiça em uma novela. O roteiro parecia perfeito, mas o “telhado de vidro” dos envolvidos foi uma arma contra eles mesmos. É revoltante concluir que graças ao monopólio midiático foi possível criar no imaginário dos cidadãos que nada no Brasil prestava e que tudo era “corrupção”. Isso mesmo quando todos viviam em um país de situação de pleno emprego, investimentos em educação, saúde, pesquisa científica, etc. Como o abuso de autoridade foi, e ainda é, utilizado por uma estrutura montada para que o Brasil chegasse ao atual nível de degradação em todos os níveis.

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Felix Fischer – O Himmler da Lava Jato, dono da “Câmara de Gás” do STJ (Parte I)

O dono da “Câmara de Gás” do STJ da quinta turma é alemão. Calma! Este texto não fala sobre a turma do SS, mas da versão tupiniquim dela, que – de tão intocável que é – ficou conhecida como a “câmara de gás” do Felix Fischer. É este alemão de Hamburgo, naturalizado brasileiro, relator da Lava Jato, quem decide o destino dos seus réus. Um dissimulado que faz o papel de “durão” para justificar a fama de “implacável”, mas que é apenas uma das peças desta justiça carcomida pela corrupção que caracteriza o poder judiciário do Brasil.

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Anistia Geral para pacificar o Brasil e gerar empregos: Parte 3 de “MDB e a governabilidade”

Manuel López Obrador propõe a anistia para acabar com a Guerra às drogas no México. O povo mexicano sabiamente aprovou essa iniciativa através da massiva votação que ele recebeu ontem.
Todos sabemos que o impeachment foi um golpe. Todos sabemos quem participou e a responsabilidade de cada um. Toda a classe política brasileira participou. Toda classe judiciária brasileira participou. Todos os órgãos de controle participaram. Todos os sindicatos empresariais participaram. A maioria dos partidos, incluindo o maior partido do país.
Alguém acha que é possível punir toda essa gente pelo crime de golpear a democracia?
Se algo acontecer à saúde de Lula, os responsáveis por esse crime acabarão sendo caçados, primeiro pelo povo, depois pelos próprios mentores do golpe, na busca de um bode expiatório que acalme o povo.
Melhor unir o país em torno de um líder conciliador e que sabe que a vingança não é mais importante do que as crianças na escola e os pais construindo um futuro melhor para todos.

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“Telecatch”: defesa de Lula é para valer? Ou simulação circense?

A nós do Duplo Expresso em nada “surpreende” ou causa “estranhamento” o jogo ensaiado entre o TRF-4 e o Min. Fachin. E ainda, possivelmente, com OUTROS membros da Segunda Turma do (com) STF (com tudo). Esses receberam “de graça” um álibi para, mais uma vez, não garantirem a liberdade de Lula. I.e., novamente, depois daquele julgamento de habeas corpus em que se cassou a liminar que o mantinha em liberdade e permitiu-se a sua prisão, apenas virando o (sempre frágil) voto de Rosa Weber.
“Revoltados”, alguns Ministros despejaram bastante retórica contra aquele “absurdo”, “inconstitucional”, não foi? No entanto, nenhum deles parou tudo aquilo com um singelo pedido de vista, sabe… ¬¬
O que, sim, surpreende é a defesa de Lula, cosmopolita e viajada, seguir desempenhando o seu papel nesse… script.
Por que não levou ao processo a oitiva secreta de Tacla Durán na Espanha?
Por que não vem à Suíça pedir acesso às provas, negado por Sergio Moro?
Telecatch? Resta determinar até onde se estende, no mundo jurídico, o “colorido” “circo” de “combates simulados” – “contra” a Lava Jato – com “resultado pré-determinado”. Este, sim, sempre contrário aos interesses de Lula.
Os milhões de brasileiros engajados – genuinamente – na libertação do ex-Presidente aguardam a resposta.

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STF: quem é quem na derrota que Gleisi – e Lula – impuseram à Lava Jato

Gleisi foi absolvida da acusação de caixa 2 eleitoral pelo placar, apertado, de 3×2. Um voto apenas de diferença. Acreditem: de Gilmar Mendes!
Na semana passada, quando as perspectivas eram desfavoráveis, silêncio eloquente gritava. No site do PT, depois de (longas) 12h, apenas o discurso de Roberto Requião em defesa de Gleisi. Mais “inusitado” ainda, repercutido – em vez de por políticos da sigla – apenas pelo Ministro Marco Aurélio Mello.
Onde? No Plenário do STF. Em plena sessão. Claramente visando a persuadir seus pares a não subirem mais um degrau na escalada do arbítrio. Medida extrema tomada, obviamente, por necessidade.
Dessa forma, o Duplo Expresso celebra esta importante vitória de Gleisi – e de Lula – na certeza de que, em vez de arrefecer seus ânimos, em verdade fortalecerá ainda mais a determinação de ambos de lutar para derrotar o Golpe. Já em 2018. Porque o Brasil tem pressa.

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