“Kompromat”: sexo, crime, dinheiro, chantagem – o explosivo submundo da disputa pelo PT

O termo “Kompromat” refere-se ao jargão da inteligência russa, de uso já universalizado, para denotar operações de coleta de informações comprometedoras sobre determinado indivíduo para utilização em chantagem e manipulação, tipicamente com finalidades políticas. E não seria muito diferente no relato abaixo. A diferença é que sai de cena a fria Rússia dos romances de espionagem e entra, no seu lugar, a grande São Paulo. E o calor da disputa pela Presidência do PT, maior partido de oposição no Brasil, a ser decidida em apenas quatro semanas, no congresso nacional do partido.
O relato do “kompromaPT”, e o acerto subsequente, foi apurado e checado com (i) fontes no Sindicato dos Metalúrgicos do ABC, onde o caso é de amplo conhecimento; (ii) dirigente da CNB, a tendência de Lula, onde também é bastante conhecido; e (iii) fontes na Segurança Pública do Estado de São Paulo.

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Crime e sua relação complementar com as atividades estatais – elementos históricos

Quando se considera a existência de ação e coordenação de setores de inteligência (obtenção de dados, investigação, avaliação de cenários e soluções) de outros países, ou de organizações internacionais, a colaborar com negócios ilícitos em nossa região, sobretudo em um cenário de submissão de nossa soberania e fragilização institucional no mesmo tempo em que se observa o avanço de facções criminosas como o PCC e o Comando Vermelho (por todo o país e sub região continental), há que se considerar que o narcotráfico regulado pelo Estado já foi, no passado, ferramenta utilizada pelo Reino Unido para equilibrar sua balança comercial frente a China. Em 1839 e entre 1856 e 1860, foi estabelecida uma política com duplo efeito e que fazia utilização do narcotráfico como ferramenta geopolítica de guerra para provocar tensões internas sem o controle dos governos, e ao mesmo tempo como ferramenta de pressão política e de comércio exterior.
Neste ensaio trataremos sobre o narcotráfico e sua relação complementar (inclusive oficialmente em alguns casos) com as atividades estatais , como também, casos históricos em que ele foi parte do manejo de ações de guerra econômica.

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Exclusivo: o organograma do “Evangelistão do Pó” — do PCC a Bolsonaro

Desde junho, os — bem informados — gringos já tiraram da Bovespa mais de R$ 24 bilhões, enquanto jogadas mantêm artificialmente as cotações, como a brutal diferenças no tamanho do giro financeiro na desova (grande) e na recompra (bem menor). O que faz o cotação que forma o índice Bovespa é o preço de compra e de venda da ação. E não o volume que muda de mãos. Fácil, assim, mascarar a desova, com a manutenção dos preços (por ora). Fora isso, o desvio da classe média da renda fixa para a variável — com auxílio das “Betina da Empiricus” no Youtube — ajuda a manter esse “recorde de pontos da Bovespa” — enquanto os gringos vão, discretamente, embora. O problema é quando a música parar de tocar… aí as sardinhas, fritas, mais uma vez terão feito a festa dos tubarões.

Da frigideira para as chamas — É interessante considerar que as organizações criminosas mais poderosas na América Latina possuem organização complexa e descentralizada setorialmente, formalmente similar a operações de guerras não convencionais. O PCC, por exemplo, possui diferentes ‘sintonias’ (setores) descentralizados na execução (dos gravatas, de comunicação, de tráfico nas bocas, de logística), mas que respondem a um comando central verticalizado. É também bastante surpreendente verificar que nesse mesmo ano, o JP Morgan se viu implicado em uma situação bastante constrangedora: um flagrante de tráfico de drogas em um navio de sua propriedade. De “apenas” 1 bilhão de dólares em cocaína: 18 toneladas. Curiosamente, com poucos dias de diferença, deu-se a interceptação de droga dentro da comitiva presidencial de Bolsonaro, quando essa passava por território espanhol.

Tais elementos encontram relevância à medida em que se considere que um Estado fragilizado, como o brasileiro neste momento, pode gerar riscos de degeneração e infiltração de atividades fora de seu escopo normativo e constitucional, inclusive incorporando o crime organizado para fazer funcionar sua própria estrutura (legal e ilegal). Abaixo, gráfico detalha as dinâmicas de ações criminógenas incorporadas a atividades do sistema financeiro. Essa atuação dinamiza-se à medida em que o Estado se faça fragilizado em sua ação fiscalizadora. No cenário atual de crise institucional no país, e de vários indícios de fortalecimento e unificação de setores do crime organizado no Brasil, principalmente PCC e Comando Vermelho, parece ser mais que necessário que todos tenham entendimento desse processo.

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Sim: Lava Jato usa Mantega para desnacionalizar petroquímica! (e o D.E. acerta mais uma, hein?)

Lava Jato rompeu pacto secreto com a Banca. Foi pra cima de Guido Mantega para forçar Bradesco e demais a aceitar perder garantia do empréstimo multi-bilionário à Odebrecht: a Braskem.
Ou seja, é a Lava Jato mais uma vez operando para os EUA para desnacionalizar um setor inteiro da economia brasileira: a petroquímica.
Previmos o movimento ainda em 22 de agosto. Chega a ser transparente quase. E é por isso que o D.E., infelizmente, não erra uma.

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Lava Jato rompe “pactos secretos” e prepara grande armação. Para cima de quem?

Em suma: vem aí uma grande armação em Curitiba.
Palavras-chave: “Braskem”, “pastas secretas” – retroativas (!) – com nomes de “recebedores de propina” (sic), Guido Mantega – alguém ao mesmo tempo “do PT” mas também “ex-Ministro da Fazenda” (bancos/ compra de informação privilegiada).
Há, portanto, dois alvos potenciais bastante óbvios: PT (Lula?) e bancos.
Haverá outros?
Quais nomes entrarão, retroativamente!, nas tais “pastas secretas” (sic)?
Armação da grossa, minha gente!

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Entre pombos e pavões – A “ameaça Russa” e o caso do jornalismo dourado

Enquanto a “mídia progressista” brasileira tapa os olhos, bocas e ouvidos sobre as ligações internacionalmente conhecidas entre o The Intercept e as organizações Pierre Omidyar, dizendo inclusive que essas ligações são “teorias da conspiração”, a “extrema e nova direita alternativa” aposta exatamente na ligação entre Omidyar e suas operações de desestabilização governamentais pelo mundo. Para essa direita, Omidyar é quem promove os grandes flancos de “guerra cultural” no mundo nos últimos anos. A ironia desse ponto é que essa “contra-informação” levantada pelas redes dessa direita midiática atrela as intervenções culturais das organizações Omidyar aos Russos! Sendo que, na verdade, as corporações Omidyar operam em conjunto com inúmeras instâncias da inteligência e contra inteligência norte americana (CIA, NSA, FBI).

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Para entender o rolo – viral – do dia: Telegram/ Moro/ Intercept (& Duplo Expresso)

Diante dessa armação latente, ainda antes de Globo e Sergio Moro saírem a campo nesta manhã, o Duplo Expresso mostrou o que os demais jornalistas brasileiros deveriam estar fazendo: apuração. Em vez de ficarmos girando nossos pescoços para (apenas) acompanhar – e repercutir (passivamente) – a “bola de tênis” ser passada de um lado para o outro da quadra, ora da raquete de Glenn Greenwald, ora da de Sergio Moro, num grande espetáculo, fomos diretamente ao Telegram.
O resultado?
O furo que hoje viralizou no Brasil.

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“Vazamento Seletivo” e todos salvos, menos o Brasil e o povo

O Duplo Expresso sabe que enquanto as piranhas atacam o boi doente, a boiada passa pelo outro lado do rio. Por isso, esse “vazamento seletivo” é o novo “estupro de Neymar” ou a “cadeirinha de bebê de Bolsonaro”. Novo desvio de foco para a entrega das riquezas do Brasil. Lula Livre é o “prêmio de consolação” e, de quebra, Dilma, Zé Cardozo e Aragão seguirão “intactos”.
Além disso, EUA não aparecem e – para todos os efeitos – não tem nenhuma responsabilidade sobre “tudo isso que está aí”.
E a “Globosfera” terá assunto até 2020, quando voltará a falar sobre política como “guerra de torcidas” em mais uma eleição.
DUPLOEXPRESSO.COM – A verdade chega primeiro!
Assista ao vídeo e compartilhe.

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Lava Jato: a prova do crime (e da traição)

Atualizado 25/mai/2019 – 13:00 – mais sobre #DarioMesser, sua longa relação com Sergio Moro e… drogas! Mais a postagem original, de janeiro de 2018, que vai muito além do que agora “revela” a (desintere$$ada?) Revista VEJA.
*
– Toda a “Blogosfera (dita) progressista” silenciou.
(na verdade, tentou desacreditar nos bastidores)
– Todo o PT silenciou.
(na verdade, tentou desacreditar nos bastidores (2))
– Todos os advogados silenciaram.
(não sei se tentaram desacreditar nos bastidores também)
Pergunta:
– Não existe tradução de Sun Tzu à venda no Brasil?
Traidor é paredão!

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Dirceu preso – análise: depois de chupar sumo, Golpe joga fora bagaço

“Indignado com prisão, Dirceu se entrega à polícia no Paraná”
O sapo faz acordo com escorpião e depois reclama da ferroada?
Dirceu foi solto para ajudar a fazer o “Plano B” descer goela abaixo do PT.
Entregou.
E perdeu a serventia.
(para o Plano B, que já tem total controle do PT, e para o Golpe)
Não julgamos, mas tiramos lições e consequências políticas.

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Aprenda tudo sobre “macrocriminalidade”. Palestrantes com experiência prática

Sabemos todos que palestras e seminários têm sido usados para a lavagem de dinheiro. Eu gostaria muito que apenas pela via da ironia fosse possível fazer o povo brasileiro despertar sobre os riscos que essas figuras nefastas causam ao nosso país e ao povo brasileiro. A Lava Jato e alguns tentáculos do Ministério Público e da Polícia Federal formam hoje o maior esquema de corrupção do mundo.

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Dança das Cadeiras

O pau está comendo solto no Planalto. Aliás, o pau está comendo solto em todo Brasil. Muita gente está achando que somos um país que vai para frente, mas na verdade, vamos além. Vamos para todos os lados. Geralmente correndo da polícia. Aproveitando o Sábado de Aleluia, Sama mostra que há um plano em curso para unir as esquerdo(patias), as direita(tardias) e os isentões em volta de um mesmo Judas: as instituições. Jogar pedras nelas enquanto se dança em torno das cadeiras não permite que se veja o óbvio: todas as que restam tem apenas três pernas. E avião monomotor, veículo sobre duas rodas e cadeiras com três pernas não são confiáveis…

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Teatro e cortina de fumaça: tem até falso “fogo amigo” para esconder a entrega do pré-sal

Enquanto liberais fingem debater Reforma da Previdência e até a Lava Jato volta ao centro do desvio de foco, o petróleo segue como a verdade escondida do verdadeiro debate.
Em mais um texto, Piero Leirner desnuda o conjunto de farsas que ocupa os noticiários e impedem que os brasileiros saibam o que realmente acontece contra o próprio país

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O Eterno Carnaval – Os Poderes Comandando as Farsas

Além do habitual diversionismo, esta Operação, que muito corretamente deverá ficar para a história como “Nos braços do Tio Sam”, também está expondo uma briga de quadrilhas por dinheiro e poder (ou também correrá sexo, para a trinca mágica das motivações?). Como escrevi recentemente, estamos procurando a oposição.E a contrarreforma da previdência, de interesse unicamente bancário, talvez tenha um aumento de custo no Congresso renovado.

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Lava Jato, Máfia, Corrupção e Judiciário – Parte II

Leonel Brizola dizia que as práticas políticas da “oposição” com os “governos militares” geraram um mar de cumplicidades.Estamos mais uma vez submersos, quase afogados, sem poder respirar, nesta globalizante pressão ideológica e financeira desde 1990.

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Lava Jato, Máfia, Corrupção e Judiciário – Parte I

A corrupção é o sinal de Estado fraco. O que é Estado fraco? Aquele que a elite que o dirige está comprometida com a manutenção do “status quo”, com o imobilismo – econômico, social, cultural -, no caso brasileiro, com manutenção da escravidão e com o modelo exportador de produtos primários, contra a industrialização.

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Análise: “paz armada” entre STF e Lava Jato à vista? – Temer, Moreira Franco, Eduardo Cunha e Paulo Preto

É possível que o principal desdobramento na política brasileira das últimas semanas – o enfrentamento da Lava Jato pelo Supremo – venha a ser descontinuado a partir de um dado momento. Conversando, todos se entendem, não é mesmo? Vejamos se o preço chega a 2.5 bi ou se rola um desconto…

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Duplo Expresso 15/mar/2019

Para assistir, curtir as páginas e compartilhar, temos no Programa Duplo Expresso desta sexta-feira, 15/03, os seguintes destaques:
– O artista visual e ativista político Sama fala sobre “A Sociedade do Espetáculo Hardcore”
– O PhD em Antropologia João de Athayde comenta “Fora Bolsonaro, fora Mourão | Fora Yankees da minha nação”
– O jurista Luiz Moreira participa e comenta sobre “O fundo priva(tiza)do da Lava-jato”
– Romulus Maya e Carlos Krebs fazem a análise da conjuntura política.

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Duplo Expresso 12/mar/2019

Para assistir, curtir as páginas e compartilhar, temos no programa Duplo Expresso desta terça-feira, 12/03, os seguintes destaques:
– O presidente do Instituto de Estudos Latino Americanos Nildo Ouriques comenta: “Bolívia e Socialismo Andino”
– A socióloga Thais Moya fala sobre: “Derrota ao quadrado: Esquerda abraça o capeta ao defender jornalismo golpista”
– O antropólogo Piero Leirner acrescenta: “Derrota ao cubo: Esquerda perdida entre a Guerra Híbrida e a Lava-Jato”
– Romulus Maya e Carlos Krebs fazem a análise da conjuntura política.

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A infame Lava Jato agora como política penal

O juiz “combatente do crime” é a expressão máxima desse autoritarismo contínuo. A “Justiça Policial” brasileira se assemelha à justiça da Alemanha Nazista, onde os juízes nazistas declaravam que seriam “duros com o crime” e que “os prisioneiros não estariam em situação melhor que os desempregados alemães”. Ora, se o juiz existe para prender é prescindível a existência da figura do próprio juiz, basta a polícia. A subordinação do processo penal a esfera política do poder punitivo é a instauração do Estado Policial que vitima todos os dias a população pobre brasileira nos nossos presídios ilegais, população esta, que nunca conheceu o processo como proteção da cidadania contra o arbítrio Estatal, garantido na Constituição.

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Da toga à carapuça de político – Moro precisa explicar ao povo o que quer fazer

O ministro terá de convocar uma nova Constituinte para remover a presunção de inocência do condenado até o trânsito em julgado.  Será que o o ex-juiz – agora ministro da justiça – pretende convocar uma nova Constituinte? Moro pareceu decidido a lutar por isso, pois no seu discurso de posse também falou que “pretende-se deixar mais claro na lei, como já decidiu diversas vezes o Plenário do Supremo Tribunal Federal, que, no processo criminal, a regra deve ser a da execução da condenação criminal após o julgamento da segunda instância”. Ora, Moro! O STF não recebeu voto do povo. Pare de fingir não saber que a sua imposição é um crime, pega mal para um “ministro da justiça”.

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PT garantirá que caso Queiroz não dê em nada. Insólito? Entenda

Ei, você que está compartilhando as tags #OndeEstáQueiroz e #FalaQueiroz:
-Cuidado porque, daqui a pouco, quem chega é a *Elisângela*!
Não sabe quem é?
Pois é.
Informe-se.
Assessora na ALERJ – do PT.
Movimentou 22 vezes mais: R$ 26,5 milhões!
*
Em suma: o caso “Queiroz” não dará em nada.
Isso porque não pode dar em nada.
E quem vai garantir que não dará em nada é, entre todos os outros, o próprio PT.

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Guerra “civil”: Lava Jato apunhala (clã) Bolsonaro. E os militares nisso aí?

– Hipóteses (não excludentes):
(1) Assim como Moro, Bretas quer carimbar passagem – só de ida – pra Brasília. Tribunal Superior?
(2) Mais um lance na disputa entre os segmentos do consórcio que sustenta Bolsonaro. O vazamento vem da Juristocracia. E atinge o clã Bolsonaro. Até aqui não parecia haver conflito entre esses núcleos. Há, sim, conflitos – publicizados até – entre o clã e a ala militar. Certo?
Então… a Juristocracia fez isso em coordenação com a ala militar?
– A disputa entre Mourão e os filhos – “herdeiros”, afinal – já prenuncia sucessão?
De vivo??
De “vivo”…
– Nota: são “eles” que estão nos fartos dossiês…
Mas reféns, mesmo, são o Brasil (e suas riquezas); e os brasileiros (e suas misérias).

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Ceci Juruá – Geisel e o Fortalecimento das Empresas Nacionais no Mercado Internacional

As políticas de incentivo às nossas empresas brasileiras para que participassem do mercado internacional, são originadas no penúltimo governo militar do regime de exceção anterior – o de Ernesto Geisel (1974-1979). A partir de tão acertada política de estímulo, viu-se o surgimento de campeãs nacionais. Entre elas, talvez a mais importante seja a ODEBRECHT que, por isto, parece ter atraído a ira dos grupos entreguistas, aqueles que pregam a vassalagem dos brasileiros frente aos estadunidenses. Até quando serviremos como vassalos no feudo da economia internacional?

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2018: “A Coalizão do Caos” | A fala de Felipe Quintas

A transcricão da fala de Felipe Quintas apresenta como os financistas, as forças armadas (FFAA), a Lava-Jato e evangélicos (ou uma parte expressiva de todos esses), fazem parte dessa grande coalizão que, no final das contas, está levando o Brasil ao caos. As forças que estão no governo Bolsonaro já estavam no governo Temer, e estão aí na política desde o impeachment. E todos ou foram aliados de governos do PT, ou foram favorecidos pelos governos do PT – como no caso da Lava-Jato –, ou então começaram como aliados do governo do PT mas progressivamente, por uma série de razões, se descolaram e tornaram-se oposição a eles.

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O Mercado Precisa Explicar

O mercado criou empresas de investimento, poderosos fundos de aplicação, coletando desde fortunas de famílias, lucro de traficantes, subornos de dirigentes privados e públicos, salários de magistrados e barnabés, e, se for possível, as esmolas caridosamente dadas, para estes trilionários, em dólares, fundos de investimentos.

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Sérgio Moro, ministro de Bolsonaro

Sérgio Moro viola os princípios mais elementares de uma democracia que se pretendeu constitucional.
No exercício do cargo de magistrado, viaja ao Rio de Janeiro para discutir sua lotação em cargo no Executivo.
Discute abertamente sua lotação como se pertencesse à iniciativa privada, sem observar nenhuma restrição por ser membro do Judiciário.
Trata-se de óbvio conflito de interesse entre a imparcialidade do Judiciário e adesão de juiz a programa de governo.

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Haddad e Joaquim Barbosa: visita da saúde? Ou a volta do Ceifador?, por Luiz Moreira

A transformação de Joaquim Barbosa de algoz do PT a responsável pela política jurídica de eventual governo Haddad é verdadeira alquimia, que merece profunda reflexão, pois se sua atuação interditou quadros históricos do PT e possibilitou criminalizar a política, parece inquestionável que trouxe benefícios vários a outras figuras.
Ainda voltarei a essa questão, mas após o segundo turno.

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Rabo preso e extorsão: como Lava Jato atua para que PT rife Lula (e o Brasil!)

? C.Q.D. do D.E.!
(de novo, outra vez)
Matéria de hj da Folha vs. matéria do @duploexpresso de 2 meses (!) atrás:
– O q houve, companheiro “Daniel” Dirceu?
Rendição ñ combina c/sua biografia.
Ainda é tempo de voltar p/luta!
@LulaOficial preso, exigem do @ptbrasil rendição c/@Haddad_Fernando.

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