Retrospectiva do Duplo Expresso é “a novidade” nas outras publicações

Quem acompanha o Duplo Expresso sabe que entre os nossos desafios está a superação de uma perversa, preconceituosa e – em alguns casos – criminosa perseguição contra a nossa página, através de sabotagens infinitas contra o nosso trabalho.
Desde carta aberta de deputados e comparsas, passando por ligações ou abordagens que beiram o assédio para que alguns nomes não participem das nossas transmissões online, o Duplo Expresso tem o esforço dobrado de mostrar o que é e lutar para provar que não é o que os inimigos dizem por aí.

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Na minha terra tem palmeiras onde canta o eu sabia já

Os olhos do observador distante inspiram o antropólogo João de Athayde a ousar a composição de uma nova Canção do Exílio. Neste texto é estabelecido um paralelo entre os seus sentimentos – na condição de brasileiro residente no exterior – e a poesia romântica “Canção do Exílio” de Gonçalves Dias, escrita em 1843. No entanto, se com Gonçalves Dias houve uma clara demonstração de exaltação aos sentimentos nacionalistas, temos na intervenção de Athayde uma ácida crítica ao complexo de vira-latas que caracteriza o atual cenário político brasileiro.

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