Venezuela: polarizar ou ser “isentão”?

Perguntam “como podem pessoas comprometidas com o Estado de direito e a libertação do Lula no Brasil comemoram a eleição na Venezuela”. Talvez porque em ambos os casos tais pessoas lutem contra o imperialismo e o ataque às respectivas soberanias, não necessariamente aprovando toda e qualquer medida tomada. Nem por Maduro, nem por… Lula! É possível apoiar criticamente, diante de um mal maior (como, aliás, ocorre numa votação de segundo turno, a não ser que se anule o voto!). Ainda mais quando a oposição venezuelana é o que é: golpista. Eles respeitam Estado de direito? Aliás, os EUA respeitam o direito internacional?

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ALERTA: “identitarismos” e a esquerda feita refém – o “case” da “ejaculação-estupro”

ALERTA: “identitarismos” radicais e a esquerda feita refém – o “case” da “ejaculação-estupro” – “Esquerda(s) e “identitarismo” (e ainda “isentões”,

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“Ejaculação-estupro”: “case” de como identitarismos radicais fazem esquerda de refém

“EJACULAÇÃO-ESTUPRO”, “ESQUERDA(S)”, “IDENTITARISMO” (E AINDA “ISENTÕES”, “AUSENTES” E “GRILOS FALANTES”): UM “CASE” DE COMO A ESQUERDA FOI FEITA REFÉM PELOS

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