O estupro do Brasil e a (ultra!) camuflagem: onde se esconde o último militar nacionalista?

“Guerra híbrida”: guerra baseada em operações de dissimulação, cujo objetivo máximo é produzir no inimigo um conjunto de ações divergentes para que este sempre esteja um passo atrás na leitura do “real”. Certos grupos de militares começaram a fabricar uma verdadeira guerra híbrida dizendo que o PT produz uma… “guerra híbrida” (!)
Nela, “o PT caminharia para um processo de ‘subversivação’”, com ligações com “as FARCs”, “setores militares da Venezuela”, “células terroristas” do Oriente Médio, “o PCC”, etc. Mais que isso, o pano de fundo seria um “novo comunismo internacional”, com novas “potências invasoras” – i.e., China e Rússia! – e suas ambições mineralistas e energéticas. Os aliados dos BRICS reavivariam assim, na cabeça dos que ainda vivem na Guerra Fria, um “comunismo 2.0”, disposto a colocar a ordem internacional de ponta-cabeça, com o Brasil numa posição de capacho sul-americano da Rússia.
E, então, por que as FFAA não reagem ao assalto que se faz ao pré-sal?
Ora, porque dizem “antes dar para os yankees (com duplo sentido mesmo!) a dar pra russo e chinês!”
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Bônus – Comissão Nacional da Verdade e revisão da Lei da Anistia: mais uma vez o que começa com a dupla Cardozo-Dilma termina com o… MPF!
E, sem surpresa, enfraquecendo a posição do PT!
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Veremos o desfecho dessa barafunda com a sucessão de Villas-Boas no Comando do Exército, já 2 meses atrasada?
Ou ela também está engasgada nas “eleições” (?) de outubro?

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