Por que Haddad não defende Lula?

A candidatura de Fernando Haddad à presidência da República não deixou claro para a população brasileira que o ex-presidente Lula é um preso político. Ao contrário, Haddad, ao longo do processo eleitoral, faz questão de esconder e minimizar o fato do ex-presidente Lula ser vítima da mais cruel e covarde perseguição política que o impediu de exercer a sua candidatura. Haddad em diversas declarações afirmou que “o problema de Lula não é político, mas jurídico” e que “não existe conspiração contra Lula, mas erro jurídico”, essas afirmações levam ao entendimento de que o processo de Lula e a sua condenação são legítimas, quando não são.

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Sobre a Pesquisa Globo/IBOPE

Breves apontamentos sobre o que se está dizendo e o que deveríamos questionar dentro do processo eleitoral. Será que a esquerda continuará abanando o rabinho cada vez que a Globo acenar com um osso, ou será que continurá com ele entre as pernas por medo que seja varrida do cenário político? Aliás, talvez fosse melhor escrever: cenário “eleitoral”…

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O canto da sereia e a sua responsabilidade nas urnas

Escrevo este texto após ter participado no final da tarde do domingo (23) de um bom debate onde os juristas Luiz Moreira e Romulus Maya (meu parceiro no projeto Duplo Expresso) convidaram a nossa comentarista Maria Eduarda Freire e falaram de uma maneira inquestionável: Haddad representa a vitória do PT Jurídico. Foi assessor de Tarso Genro no Ministério da Justiça e, também por isso, assim como Cardozo e Dilma se comporta como um “vaselina” nas questões delicadas. Tem como filosofia a substituição da soberania popular pelos plenos poderes punitivistas dos quadros da justiça.
Não falo da pessoa Fernando Haddad. Não tenho nada contra ele, pois sequer sei quem ele é como pessoa. Como político ele está exposto.

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Os “5 pontos” do programa Haddad: apertem os cintos, o piloto sumiu

Sexta-feira passada nos deparamos com os tais “5 pontos”, lançados por Fernando Haddad e, pelo que diz o site do PT, aprovados por unanimidade na reunião da executiva nacional do PT. “Também participam da elaboração Sergio Gabrielli (coordenador-geral-executivo), os ex-ministros Ricardo Berzoini (coordenador de finanças), Luiz Dulci e Gilberto Carvalho, o presidente do Instituto Lula, Paulo Okamotto, além de Renato Simões e Márcio Pochmann”. Gente pensante: só queria saber por que essas cabeças resolveram elaborar o “plano Al-Qaeda” de governabilidade, colocando Lula dentro do avião que está em rota de colisão com o WTC.

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