Carta a Haddad

Desejo-te honestamente sorte, força, coragem, sensatez e coerência para que, dessa vez, consiga ser Lula, não para vencer “o coiso e o mau fascista”, mas para derrotar nosso real inimigo: o Golpe, que, inclusive, forjou meticulosamente seu adversário com intuito de destruir seu partido e os direitos sociais do povo brasileiro.

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Exclusivo: Lula recusa encarnar cabo eleitoral “fake” e Golpe salva “PT Jurídico” calando ex-Presidente

Lula não vê como provável, no contexto do Golpe, a hipótese de Haddad vencer a “eleição”. Acreditaria, ao contrário, que o afunilamento na “reta final” da campanha haverá de revelar que Haddad teria sido usado – assim como Bolsonaro – como um cavalo paraguaio. Ambos seriam em realidade instrumentos, deliberadamente ou não, da mais escancarada fraude eleitoral da História: a “vitória” do – sem voto – Geraldo Alckmin.
Ao longo do dia de ontem passou a haver a desconfiança de que, nas entrevistas que fora autorizado a conceder, Lula não interpretaria o papel que esperavam dele: o de cabo eleitoral. Mais do que isso, o de um cabo eleitoral crédulo, estilo Poliana, apto a contribuir para o esforço – notem: “suprapartidário”! – de normalização destas “eleições 2018” (sic). O “PT jurídico” e o Golpe (i.e., a sua face mais ostensiva) passaram a temer que, ao contrário, transparecesse a ideia de que Lula não acredita em uma disputa honesta, em que o PT pudesse, de fato, sair vitorioso.
Uma entrevista de Lula com tal conteúdo – a poucos dias do pleito – seria nitroglicerina pura.
O esforço para apagar tal incêndio potencial foi, uma vez mais, “suprapartidário”. Com uma mão o “PT jurídico” deu – através do “bom policial” Ricardo Lewandowski. E, com a outra, o Golpe (i.e., a sua face mais ostensiva) tirou – com o “mau policial” Luis Fux. No final, na foto saíram bem tanto o “mocinho” como o “bandido”: de novo!

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Confirmado: caminhamos para maior fraude eleitoral de todos os tempos

Possibilidade de cenário com “empate quádruplo” – ou próximo disso, replicando primeiro turno da eleição francesa de 2017. Assim, não seriam originais em nada na operação “Macron Brasil 2018”. Nesse caso, restaria à Finança/ Globo/ Juristocracia, o triunvirato não eleito que substituiu a soberania popular, escolher qual segundo turno prefere: Haddad vs. Bolsonaro; Alckmin vs. Bolsonaro; Haddad vs. Alckmin. E o vencedor, obviamente. Em leilão reverso: quem dá mais… à Finança. Ou melhor, quem for capaz de criar as condições, no arranjo político de 2019, para que Finança extraia mais. Quem? Alckmin ou Haddad?

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“Civilização contra a barbárie”: a versão 13.0 do Golpe

Índice:
(I). “Civilização contra a barbárie”: a versão 13.0 do Golpe
(II). Desfechos possíveis para o “Golpe 13.0”
(III). Como a “Mensagem ao Partido”/ “PT Jurídico” tomou a sigla de Lula; e o que isso prenuncia de um governo Haddad
(IV). Como evitar o golpe militar já depois do Carnaval
(V). Resumo audiovisual

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“Juristocracia”: o novo regime vai se impor por W.O.?

Se estivesse atrás de curtidas, de “lacrar” nas redes sociais, ela não entraria em dividida. Bastaria a Maria Eduarda Freire seguir expondo, da forma competente que o faz, a escalada do estado de exceção comandado pelo Juristocracia…
MAS SEM estender a mesma visão crítica – e lógico-sistêmica – a quem, como resposta, está pronto para se “HaddaPTar” a uma… ditadura.
Como sua luta pela democracia e pelo Estado de direito segue encadeamentos lógicos, leva pedradas – inclusive de baixíssimo nível (ver prints) – de quem, em vez disso, escolheu ficar anestesiado até chegar a sua vez na fila do abate no matadouro, num transe permitido pela flauta mágica da vez:
– “Sim, é Golpe. Mas esse mesmo Golpe, que é Golpe, vai organizar, realizar, apurar e julgar ‘eleições’ em que, de forma magnânima, permitirá a própria derrota” (!)

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“Bom policial, mau policial”: TSE revelou querer “Plano B”. Em “eleição” normalizada. E aí?

O resultado da encenação que o Brasil – e o mundo, neste caso – testemunharam ontem era esperado por todos. Afinal, todos lêramos, com antecedência, a sinopse do espetáculo. No entanto, como em outras etapas determinantes do processo do Golpe, que é continuado e gradual, certas adaptações, improvisos e lapsos – em cima daquele roteiro há tanto traçado – acabaram por revelar bem mais do que os produtores do espetáculo gostariam de entregar.
O timing era fundamental. E os agentes trabalharam bem. Assim como na antevéspera do registro da candidature de Lula – e Vice! –, a dobradinha Golpe + agentes (“da” vítima) agiu para impor o Plano B a Lula e ao PT. Ontem tentaram repetir a dose com uma reprise da operação “choque e terror” (shock and awe) – devidamente combinada com o outro lado.
Há entre os agentes (“da” vítima), inclusive, alguém que vendeu a alma por uma cadeira no STF. Ontem, presente no Plenário do TSE, entregou mais uma parcela da mercadoria. E a entes bem mais terrenos que “Mefistófeles”, digamos.

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Seita, ligada à CIA, para a que trabalha marido de Raquel Dodge: Baha’i

Extrato do Duplo Expresso de hoje, com comentário do Prof. Lejeune Mirhan, analista de política internacional especializado em Oriente Médio.

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PCO, Duplo Expresso e Nocaute explicam lugar de Haddad na traição a Lula dentro do PT

“Plano B”: quem armou a cama de gato política e jurídica para Lula?
Resposta: a tendência “Mensagem ao Partido” dentro do PT.
Análise de Rui Costa Pimenta, do PCO, Romulus Maya, do Duplo Expresso, e José Arbex, do Nocaute. Além de depoimentos reveladores de Gleisi Hoffmann, João Pedro Stédile e do próprio Lula.
Da tal facção “Mensagem ao Partido” fazem parte (i) José Eduardo Cardozo, o laranja podre do PT; (ii) Tarso Genro, algoz da tendência de Lula dentro do PT, atual CNB, durante o “Mensalão”; (iii) o Dep. Paulo Teixeira, que nada fez pela defesa – real – de Lula no Congresso (assim como tampouco o fizeram os Deps. Paulo Pimenta e Wadih Damous); e (iv) o próprio Fernando Haddad (!), até outro dia.

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Golpe vs. Haddad: destino de Lula – e do Brasil – estão selados?

Se o Plano B vier a ser um desastre, é bom que tenhamos em mente que esse trem parece já ter saído da estação. Ou assim quer fazer crer. Isso porque a entrevista ontem à noite de Fernando Haddad à TV Bandeirantes foi uma entrevista “normal”, de um candidato “normal”, que disputa eleições também “normais”. Tudo no melhor figurino “as instituições funcionam normalmente”. Tirando o primeiro bloco, em que se discute a substituição de Lula por Haddad e o destino do primeiro num governo do segundo (notem: o que ficou sem resposta!), nada mais ali daria a entender que o Brasil vive sob um Golpe. Seguiram-se exposições “programáticas”, no melhor estilo sabatina de candidato.
Se ao menos o tal “programa” refletisse um esboço de reação ao Golpe…
Que nada! Não surgiram, em momento algum, as palavras “Golpe”, “Pré-sal”, “EUA”, “Lava Jato”/ “invasão da política pelo Judiciário”.
Percebem como a medida acautelatória concedida pelo Comitê de Direitos Humanos da ONU em favor de Lula veio a fazer marola num mar sobre o qual o rumo (do Golpe/ Plano B) já estava bem delineado?

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Golpe é… Golpe! – Brasil descumprirá decisão da ONU em favor de Lula. E aí?

A decisão da ONU hoje significa que, mesmo antes de se pronunciar sobre se há ou não perseguição a Lula pelo Judiciário brasileiro, o Comitê reconhece que haverá prejuízo irreparável caso o ex-Presidente seja impedido de concorrer até que o mérito seja decidido. Mal comparando, é uma espécie de decisão “liminar”.
Trata-se de uma importante vitória. Mas que é eminentemente moral, e (portanto) política, dada a ausência de mecanismo de execução. Em vista disso, é na arena da política que pode – e deve – ser explorada:
– ” O mundo reconhece que Lula é perseguido! E, para perseguir Lula, o Judiciário brasileiro, parte do Golpe, passa por cima até de decisão da ONU!”
Mais do que nunca, em consequência do pronunciamento da ONU, o PT tem a obrigação – política – de casar discurso e ação. Tratar o que, acertadamente, chama de Golpe como… Golpe. E levar às últimas consequências a (até aqui apenas…) palavra de ordem “eleição sem Lula é fraude”.
A verdade é que a decisão da ONU não afeta, muito, a linha de ação do Golpe. Apenas aumenta, um tantinho, o preço em desgaste de imagem que eles terão que pagar. E, certamente, estarão dispostos. Afinal, Golpe é… Golpe. No entanto, sobre as cabeças dos conspiradores do Plano B, ela cai como uma B’omba. Viva!

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Plano B: há estratégia? Ou é a capitulação exigida pelo Golpe?

Não ganhamos nada e perdemos tudo ao continuar adiando – como vimos fazendo até aqui – um enfrentamento incontornável com o Judiciário.
Se é para perder, em ambos os casos, que seja pelo menor número de gols. Tática do empate.
Mas não… esse “Deus proverá” continuará sendo o álibi para quem não quer lutar (por “n” razões, inclusive a cooptação, mas não apenas) e/ ou acha que vai sobreviver à continuação do expurgo do PT.
Com Plano B não só deixamos entrar a goleada como concordamos com a amputação das nossas pernas.
Que militantes rasos já tenham esquecido os padrões de tudo o que aconteceu até 2 semanas atrás – afinal, é Golpe ou não é? – e já tenham entrado no frenesi de “Fla-Flu” eleitoral, entre vermelhos e azuis, eu compreendo. E condoo-me até. Imaginar uma “eleição”, totalmente controlada pelo Golpe, em que o Golpe sairia derrotado…
Mas numa discussão estratégica, em que se tenta ultrapassar as armadilhas dos (reconfortantes) vieses cognitivos, não há como não reconhecer que o Plano B é a capitulação que o Golpe há muito esperava.

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Haddad contraria PT e adota discurso da direita sobre Venezuela. Sobre os EUA? Nada diz

Impressiona a falta de traquejo político – e até de sagacidade – daquele que almeja substituir (não outro que…) Lula (!) como o candidato do PT à Presidência da República. A quantidade de tiros no pé disparados em pouco mais de 1 semana por Fernando Haddad, o “FH” desta geração, é fabulosa. Imaginemos o que ocorreria numa campanha em plena marcha, com escalada da tensão.
Na redução que o “globalismo progressista” promove da política a uma oposição entre (pós-) “modernos” e “reacionários”, o conflito capital vs. trabalho, fundamental desde sempre no ideário de esquerda, passa a um segundo plano. Mais que isso, suprime-se o outro eixo definidor no mapeamento (geo-) político: o conflito, dentro da lógica de “império”, entre os interesses do centro e da periferia do capitalismo.
Quando perguntado sobre se a Venezuela e a Nicarágua não seriam “ditaduras”, Fernando Haddad tenta ensaiar um murismo. Acaba, contudo, entregando-se e dizendo, por exemplo, que o “regime” (sic) venezuelano, com uma “sociedade conflagrada” (sic), não seria uma democracia. Repete ainda a asneira plantada pelos EUA de que a Nicarágua viveria uma “guerra civil”. Isso quando, na realidade, tenta-se uma nova “primavera”: o pequeno país centro-americano é a bola da vez nas operações de desestabilização patrocinadas pelos EUA.

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Exclusivo: “Mercado”, lá fora, não dá Lula como morto!

O Duplo Expresso é, e seguirá sendo, “Lula de A a Z”; “Lula até as últimas consequências”. Para o Duplo Expresso, não se troca de palavra de ordem como se troca de roupa íntima usada, de um dia para o outro. Portanto, eleição sem Lula é – e continuará sendo – fraude.
Mais do que por Lula, por quem temos enorme respeito e gratidão, mantemos a nossa palavra pensando no Brasil. O país – e os seus pobres – têm na sua única liderança popular a sua, também única, esperança de derrotar o Golpe. Seja na sua vertente mais ostensiva (Globo/ Judiciário/ direita/ EUA/ Finança), seja na sua vertente intra-PT.
O Duplo Expresso é Lula. Se de todo impossível, defendemos uma anti-candidatura. Uma que chame a farsa pelo que ela é – fraude –, adotando uma tática de empate.
Em ambos os casos, defendemos que se promova uma totalização paralela à do TSE, baseada nos boletins em papel emitidos por cada urna eletrônica. Exatamente como fez Brizola no RJ em 1982.

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Making of: como Haddad – e o Golpe – deram o bote em Lula e nas bases do PT

O Duplo Expresso avisou…
(há 6 meses!)
Nossa primeira publicação – e, sem muita surpresa, da internet brasileira – alertando para as movimentações de uma conspiração para impor o Plano B “de fora para dentro” do PT foi publicado em 3/fev/2018. Naquele texto, curto, relatávamos o que ouvíramos de fontes bem situadas na direção do partido.
Três semanas depois, trazíamos análise mais elaborada das movimentações. E, no final do novo artigo, mostrávamos a farsa que tentava repetir uma tragédia: um subprojeto de Emmanuel Macron tupiniquim, mesmo que sem a articulação e o talento – inegáveis – do original.
Tratamos, dias depois, do futuro (distópico) de um PT – já sem Lula – sob Haddad. Publicaríamos, então, “‘Meninos, eu vi’: síntese Macron/ Hollande, Haddad matará PT como dupla matou PS”.
Parabéns, conspiradores do Plano B (e do Golpe). Ou, como se diz em francês, chapeau!
Ah, como é dura a síndrome de Cassandra…

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Como uma luva: Haddad, “Manu” e o lugar do identitarismo na estratégia do Golpe

Quem acompanha o nosso trabalho há mais tempo sabe a atenção que vimos dando à relação simbiótica entre as franjas radicalizadas do chamado “identitarismo” – movimentos monotemáticos representativos das minorias (LGBTs, mulheres, negros, pessoas com deficiência) – e a extrema-direita midiática, estilo MBL. Um não brilha sem o contraste do outro. E, juntos, dominam a parada das “descoladas” hashtags. Não é só na física que os opostos se atraem.
Mais que isso, ambos os lados muitas vezes contam com o apoio de patronos e/ ou plataformas de comunicação (igualmente) americanos: do lado do “globalismo descolado”, George Soros. Do do conservadorismo “politicamente incorreto”, os irmãos Koch. E, assim, a tática da pinça – manipulando a resultante do debate público com o controle dos polos opostos – se fecha.
Tão ocupados temos estado expondo os últimos desdobramentos da conspiração do “Plano B”, que agora chega ao seu clímax, que nem tínhamos atentado para o papel que essa pauta tão cara ao Duplo Expresso pode desempenhar no enredo do Golpe. Se não for obra do acaso, é do arco da velha. E, no final, tudo se encaixaria como uma luva.

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Ética, política e a sedução do “Plano B”: o dia em que o Duplo Expresso disse não estar à venda

Gênio político deliciosamente desbocado na intimidade, o Presidente Lula conseguiu compor um verdadeiro tratado de política de dar inveja a gregos clássicos e italianos renascentistas: “companheira fulana, política é a gente saber quando pode meter na bunda do outro e quando é a gente quem tem que levar a piroc…da”.
A traição no PT ao indivíduo Lula e à obra do Lulismo é, mais que imoral para a axiologia do indivíduo, imoral mesmo diante da ética política mais maquiavélica: a do próprio Maquiavel. Sem nenhuma virtù, esses traidores rifam o bem comum, da sociedade, por trinta moedas de prata. Mais que abstencionistas, tornam-se agora coautores, indispensáveis, do Golpe. Ao se venderem receberam, com superfaturamento que certamente hão de conhecer, muito mais do que valiam.
Já nós, do Duplo Expresso, seguimos fora dessa feira livre. Meses atrás, quando provocávamos danos à estratégia do Plano B desnudando-lhe a traição, fomos procurados por emissário de um certo líder petista, idolatrado pela militância. Esse, que publica sob pseudônimo em outros blogs, oferecia de tornar-se fonte do Duplo Expresso, com acesso a informações exclusivas.
O preço?

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Plano B: a degola de Lula combinada por “amigos” com o STF (e o fim do Brasil)

EM SÍNTESE:
(1) Advogados da vítima trocando notinhas com os algozes na Folha de S. Paulo, para plantar álibis recíprocos…
(2) Deputados do PT que acertam com Sergio Moro e Eduardo Cunha a exclusão de depoimento que ajudaria Lula de Relatório de CPMI…
(3) Fernando Haddad a ponto de ser sagrado Plano B. Isso, com a sua derrota para Geraldo Alckmin já estando acertada. Tendo como álibi, inclusive, a sua debilidade política. E, como garantidor, a fraude na totalização dos votos.
Diante de tudo isso que vai acima, podem esperar tudo do Duplo Expresso…
– … menos compactuar com essa farsa!
Pior:
– Para horror dos conspiradores, dentro e fora do Brasil, seguiremos aqui dizendo quem é quem.

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Brasil: a pior elite do mundo tem a ‘esquerda’ que pediu a Deus

Sem medo de cara feia, dada a gravidade da hora, ousamos criticar a adesão de um partido de trabalhadores à onda global de precarização do trabalho, com a criação pelo mesmo de nova modalidade de terceirização: a da greve de fome (!)
Animados pelo depoimento de uma monja nesta semana, editamos vídeo irrefutável contendo, além do mesmo, as palavras de Gleisi Hoffmann, João Pedro Stédile e de Lula. Prova, de forma definitiva, a existência de um círculo de traidores dentro do PT. No qual brilha, quase sem rival, o laranja podre do partido, José Eduardo Martins Cardozo.
Por fim, abordamos a promiscuidade entre golpistas e goleados na Corte brasiliense. Essa que desmoraliza, de forma contundente, a narrativa de que “foi Golpe”.
Mais do que isso, ao final da semana acabamos por nos perguntar se todos esses elementos – terceirização da luta; traição; e promiscuidade entre golpistas e “golpeados” – e ainda outros de igual calibre, como o caráter suprapartidário da máfia que frauda votações no Brasil, não constituem justamente aquilo que já nos permite antever o papel que essa mesma “esquerda” anseia desempenhar na grande fraude de 2018.

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Promiscuidade brasiliense: PT rifará Lula para entrar no “com STF, com TUDO” do Jucá?

Resta saber que papel o PT desempenhará nessa farsa. Resta saber se o “com STF, com TUDO” de Jucá também incluirá o partido, segundo relatos (não contestados) satisfeito com a derrota no segundo turno (também já acertada?), que seria o suficiente para garantir a sua “hegemonia na esquerda”. E na “oposição” (?)… parlamentar. De onde poderia esperar, calmamente, o Golpe fazer todo o trabalho sujo de destruição da soberania nacional e de inviabilização definitiva de um projeto de desenvolvimento autônomo, com a desnacionalização completa das riquezas naturais, a consolidação da reprimarização da economia e o fim dos direitos sociais.

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“Fake news” – plantada – de “Lula no Tribunal da Haia”: Golpe está passeando na Europa?

Como não acreditamos em coincidências “fortuitas” numa guerra (ainda mais híbrida), além de tudo tão precisas como no caso presente, cremos que as seguidas perguntas dos espectadores nas últimas semanas sobre uma suposta iniciativa de levar o caso Lula a um tal “tribunal na Haia” tenham tudo a ver com a casca de banana que foi jogada para que HispanTV e TeleSur escorregassem e dessem essa enorme barriga.
Quem terá plantado essa “informação”, falsa, nesses veículos, tão importantes e atuantes na desmoralização internacional do Golpe no Brasil?
Quais os seus objetivos?
O Duplo Expresso traz as hipóteses.

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“Eleições” vs. Golpe: e se Celso Amorim fosse “o embaixador do Lula”?

E se Celso Amorim, a cada intervenção sua no debate da Rede Globo, dissesse “quem deveria responder à pergunta que aqui me é feita é o ex-Presidente Lula. Contudo, o verdadeiro candidato do povo brasileiro se encontra preso ilegalmente, justamente para não poder estar aqui diante de vocês hoje. Tudo isso como parte de um golpe transnacional patrocinado pela Finança e pelos EUA. E operado localmente pelos irmãos Marinho, donos desta emissora, que, assim como na ditadura militar, usam mais uma vez uma concessão pública – esta TV – para trair o Brasil e massacrar os pobres deste país”?
Celso Amorim estaria disposto a encarnar o anti-candidato?
Aquele que rasga a fantasia – dos demais?
E mela a farsa?
Justo ele, o homme d’état por excelência?
Estaria Celso Amorim disposto, de fato, a ser… “o embaixador do Lula”?

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Luta pelo Brasil: Senador resume roubo do filé do Pré-Sal

Ganhamos um importante fôlego para articularmos as frentes de resistência, o que é muito importante: 3 semanas. Por isso, é indispensável que nesse breve período nos esforcemos ao máximo para que cada brasileiro e cada brasileira – que, afinal, renovarão 2/3 do Senado em outubro próximo – entendam perfeitamente o que está em jogo. A tentativa de entrega do filé mignon do Pré-sal às petroleiras estrangeiras que consegue propor termos ainda mais lesivos ao Estado e ao povo do que aqueles estabelecidos por FHC quando Presidente (!)

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STF joga para – abortar – Bolsonaro na cadeira de Presidente?

Previsão feita pelo Duplo Expresso no ano passado vem a se confirmar: o Golpe, com projeto econômico para apenas 20 milhões de pessoas (em vez de 200), e com Lula liderando todas as pesquisas, tentará sequestrar a eleição com temas “morais”/ “comportamentais”.
O STF, destacado braço do Golpe, arma a arapuca.

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Globo/ CBF: por que brasileiros bons – na Europa – sofrem blecaute na Copa

Algo há de errado quando o mundo passa a contar como variável chave para o resultado uma alegada “vulnerabilidade psicológica” de atletas – de elite – brasileiros em partidas decisivas da Copa do Mundo. O que diferenciaria o tipo de pressão sobre os jogadores brasileiros na Copa e nos campeonatos europeus, onde eles não sofrem “blecautes”?
Desde a – esquisitíssima – “derrota” de 3×0 para a França na final da Copa do Mundo de 1998 – ou seja, há exatos 20 anos – há grande desconfiança, para dizer o mínimo, sobre os bastidores da escalação do time brasileiro. Bem como sobre o real objetivo estratégico da equipe nessas competições: ganhar ou perder?
(i.e., “perder” na hora “certa”! – $$$)
Certo estava o jornalista do The Guardian que, dia atrás, confidenciou no Twitter que, por razões alheias ao país e mesmo aos atletas (mas por causa dos inconvenientes “colegas” da Globo!), torcia pela eliminação do “Brasil” (i.e., da Globo) da Copa.
Aliás, ele fez mais do que apenas “torcer”, no caso… trata-se justamente de quem escreveu (para a Bélgica…) o manual sobre como derrotar – aquele… – “Brasil”. Ou seja, a (seleção da) Globo!
E nós, hein? Quando é que vamos, finalmente, eliminar a Globo – mas do Brasil?

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Algumas palavras sobre uma foto – Mesmo que uma foto fale mais que mil palavras

Para muitas pessoas a realidade desta foto pode parecer sair de um filme de ficção ou de uma montagem do livro Vidas Secas de Graciliano Ramos. É por isso que alguns ainda não entendem o amor que o povo sente por Lula. É por isso que muitos odeiam quem ama Lula e dizem odiar Lula porque precisam dos votos dessas mesmas pessoas.
Na soleira da porta vemos de cabeça baixa um Lula jovem que talvez nem imaginasse que um dia se tornaria (por duas vezes, por enquanto) o presidente do Brasil e que iria mudar essa realidade de fome e miséria dos excluídos do nosso país.
O triste desta história é que hoje milhões de brasileiros estão retornando à época desta foto, 15 milhões de pessoas estão vivendo na extrema pobreza, 55% dessas pessoas estão no Nordeste.

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Lula, Povo e o Sabujo – Quem ama o Brasil?

Impossível perder o contato através de vídeo com um público que até abriu “contagem regressiva” para a volta do programa. A nossa página segue firme! Apenas o programa matinal está em “gozo de férias”.
Neste vídeo, faço uma rápida análise sobre a mensagem de Lula e também sobre o 4 de Julho. Lamentavelmente muitos brasileiros sentem orgulho do papel de sabujo dos EUA que estão a cumprir.

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Anistia Geral para pacificar o Brasil e gerar empregos: Parte 3 de “MDB e a governabilidade”

Manuel López Obrador propõe a anistia para acabar com a Guerra às drogas no México. O povo mexicano sabiamente aprovou essa iniciativa através da massiva votação que ele recebeu ontem.
Todos sabemos que o impeachment foi um golpe. Todos sabemos quem participou e a responsabilidade de cada um. Toda a classe política brasileira participou. Toda classe judiciária brasileira participou. Todos os órgãos de controle participaram. Todos os sindicatos empresariais participaram. A maioria dos partidos, incluindo o maior partido do país.
Alguém acha que é possível punir toda essa gente pelo crime de golpear a democracia?
Se algo acontecer à saúde de Lula, os responsáveis por esse crime acabarão sendo caçados, primeiro pelo povo, depois pelos próprios mentores do golpe, na busca de um bode expiatório que acalme o povo.
Melhor unir o país em torno de um líder conciliador e que sabe que a vingança não é mais importante do que as crianças na escola e os pais construindo um futuro melhor para todos.

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