A raposa que nos falta em 2018: como Getúlio, malandro, passou todos para trás

Em um dos cenários para o futuro imediato do Brasil possíveis traçados usamos como referência a grande trapaça de que Vargas se valeu para poder estar em posição de dar o bote na República Velha em 1930. Contudo, fatos anteriores à etapa “nacional” de Vargas, ainda no RS, dão conta, igualmente, da capacidade que tinha de sublimar as pulsões oriundas da vaidade e do ego, permitindo que “camuflasse” a sua genialidade de todos. E assim, por não darem muito por ele, ficou livre para se acercar. E armar os seus botes, todos eles fatais.

Ler mais

La Jetée a Rio…

Em tempos de bilhetes (e “biletes”) para lá e para cá, na maravilhosa ciranda encantada das eleições vermelhas, segue uma micro-crõnica-sci-fi de autoria do ativista Sama. Ela trata de uma carta escrita no passado que poderia ser escrita hoje. Ou que foi escrita hoje para ser lida naquela época.

Ler mais

Ao contrário de Getúlio, Lula mostra que está vivo e faz carta para chamar o povo às ruas

O Brasil tem a sua própria lógica na política e, exatamente por isso, nele a lógica da repetição da história pode transcender tanto à tragédia, como à farsa, ambas vaticinadas por Karl Marx. Getúlio Vargas escreveu uma carta que levou o povo às ruas após a sua morte. Lula repete o mesmo gesto, mas para corrigir um dos únicos erros de Getúlio, o erro de não usar o seu poder de líder para convocar o povo numa reação contra os avanços dos inimigos do Brasil e dos brasileiros.

Ler mais