Etapas da tecnologia social do genocídio em tempos de Bolsonaro

Neste texto Luiz Ferreira Jr apresenta as várias fases do processo de genocídio como tecnologia social e alguns vestígios de seu desenvolvimento no atual cenário brasileiro. Não deixe de ler.

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Genocídio tupiniquim e o comportamento de indiferença e anestesia 

Época da eliminação. É possível pensar que passamos por um tempo assim: tempo de precariedade material, simbólica e nas relações humanas, seria melhor para entender o tema. Tratemos desse tema delicado para evitar que seus vestígios agora presentes se convertam em uma triste tragédia. Neste artigo apresenta-se a noção de genocídio como técnica social de construção, destruição e reorganização das relações sociais como base para o domínio político e para a constituição de novas formas de hegemonia e de organização do espaço de trabalho.
Não deixe de ler, debater e compartilhar.

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Preparando o Estado para Soberania – História de Terror do Século XXI

“Hoje, à medida que a falência de nosso sistema financeiro atual se torna cada vez mais aparente, um número crescente de críticos ataca o que eles chamam de “transformação de nosso sistema financeiro em uma economia de cassino”. Muitos se opõem à recente farra de especulação financeira e aos excessos de globalização para o que eles professam ser o funcionamento “normal” dos mercados financeiros e da economia. Mas eles estão errados. A especulação, os saques econômicos e a disseminação do trabalho escravo são a natureza do Império e sua representação moderna no sistema britânico de livre comércio”.
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A Autocracia Genocida de Witzel

No Rio de Janeiro, o governador eleito, Wilson Witzel, solicitou uma pesquisa às tropas das polícias do Estado que apresente o número de atiradores de elite a disposição para trabalhar no que ele chamou de “abate de criminosos”. Wilson Witzel pretende autorizar a policia a assassinar pessoas nas favelas que estejam portando fuzis, sem que os policiais respondam penalmente por homicídio, mas enquadrados na legítima defesa, resgatando a proposta de segurança pública feita pelo presidente eleito do Brasil, Jair Bolsonaro, que é “metralhar a favela inteira”.

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Maria Eduarda Freire denuncia o Estado de Exceção que vivemos no Brasil

Maria Eduarda Freire em seu comentário denuncia o Estado de Exceção que vivemos no Brasil relativamente ao sistema carcerário que funciona como instituição de exclusão dos grupos humanos em situação de vulnerabilidade social, os jovens pobres negros moradores das favelas.
Ela denuncia o maior crime contra a humanidade que é o genocídio dessa população inteira pelo Estado aplaudido por uma sociedade punitivista que tem a mídia como mentora de incitamento do ódio contra os marginalizados.

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