A (falsa!) “subida de Alckmin” nas “pesquisas”: Duplo Expresso acerta de novo!

De tão previsíveis as jogadas do Golpe, está ficando repetitivo registrar o papel de Cassandra que vem sendo exercido pelo Duplo Expresso até aqui.
Dissemos ainda em julho: “veremos, como em TODAS as eleições desde 2002, os institutos de pesquisa (do esquema) relatarem uma alegada ‘disparada na reta final’ do candidato tucano nas últimas semanas antes do primeiro turno, que vai casar, ‘providencialmente’, com a dianteira – ‘surpreendente’ – que o candidato do PSDB ‘vai abrir’ – i.e., na apuração – com relação ao ‘terceiro colocado’ (entre aspas mesmo)”.
Pois adivinhem?
Desta vez, como o salto a “ser dado” por Alckmin é grande demais e a eleição mais curta, os defraudadores resolveram começar a tal “subida” ainda antes do início do – “redentor” (sic) – horário eleitoral gratuito (o álibi a que os “analistas” sempre recorrem para explica-la).
Registrem: no dia de ontem foi dada a largada da fraude 2018. E nas páginas da Veja!
Mas e o PT, hein? Que papel desempenhará em toda essa farsa?

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Exclusivo: “Mercado”, lá fora, não dá Lula como morto!

O Duplo Expresso é, e seguirá sendo, “Lula de A a Z”; “Lula até as últimas consequências”. Para o Duplo Expresso, não se troca de palavra de ordem como se troca de roupa íntima usada, de um dia para o outro. Portanto, eleição sem Lula é – e continuará sendo – fraude.
Mais do que por Lula, por quem temos enorme respeito e gratidão, mantemos a nossa palavra pensando no Brasil. O país – e os seus pobres – têm na sua única liderança popular a sua, também única, esperança de derrotar o Golpe. Seja na sua vertente mais ostensiva (Globo/ Judiciário/ direita/ EUA/ Finança), seja na sua vertente intra-PT.
O Duplo Expresso é Lula. Se de todo impossível, defendemos uma anti-candidatura. Uma que chame a farsa pelo que ela é – fraude –, adotando uma tática de empate.
Em ambos os casos, defendemos que se promova uma totalização paralela à do TSE, baseada nos boletins em papel emitidos por cada urna eletrônica. Exatamente como fez Brizola no RJ em 1982.

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Fraude: Bolsonaro já vendeu vaga no segundo turno a Alckmin?

Hipótese: Alckmin contrataria Bolsonaro como “cavalo paraguaio” deliberado. Um candidato bomba-relógio, com detonação já programada na largada. Faria um “esquenta” galvanizando o anti-petismo durante a campanha, apenas para, nas últimas semanas, entrega-lo de bandeja para Geraldo Alckmin.
Nesse caso, três tipos de fraude (retro) alimentar-se-iam:
(1) A partir de determinado momento, Bolsonaro daria tiro no pé atrás de tiro no pé;
(2) Os institutos de pesquisa – i.e., os do esquema – calibrariam as “margens” com que trabalham para acentuar uma tal “tendência de desidratação” de Bolsonaro; e
(3) Na abertura das urnas, a infame “totalização” – secreta – revelaria, pela quinta vez consecutiva desde 2002 (!), uma “surpreendente” (sic) “disparada na reta final” do candidato do PSDB.
P.S.: Resta saber que papel o PT desempenhará nessa farsa. Resta saber se o “com STF, com TUDO” de Jucá também incluirá o partido, segundo relatos (não contestados) satisfeito com a derrota no segundo turno (também já acertada?), que seria o suficiente para garantir a sua “hegemonia na esquerda”. E na “oposição” (?)… parlamentar.

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Promiscuidade brasiliense: PT rifará Lula para entrar no “com STF, com TUDO” do Jucá?

Resta saber que papel o PT desempenhará nessa farsa. Resta saber se o “com STF, com TUDO” de Jucá também incluirá o partido, segundo relatos (não contestados) satisfeito com a derrota no segundo turno (também já acertada?), que seria o suficiente para garantir a sua “hegemonia na esquerda”. E na “oposição” (?)… parlamentar. De onde poderia esperar, calmamente, o Golpe fazer todo o trabalho sujo de destruição da soberania nacional e de inviabilização definitiva de um projeto de desenvolvimento autônomo, com a desnacionalização completa das riquezas naturais, a consolidação da reprimarização da economia e o fim dos direitos sociais.

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Família do Presidente do TRF-4, sequestrador de Lula, já mata os “da Silva” desde Canudos

A família Thompson Flores tem expertise em ataque à democracia, violação de direitos humanos, genocídio de pobres e, principalmente, conchavos com o poder.
Após protagonismo no massacre de Canudos, passou também com destaque pelos anos de chumbo da ditadura civil-militar que governou o Brasil de 1964 a 1985. O clã foi, então, agraciada pelo regime com uma vaga no STF, bem como com a prefeitura, “biônica”, de Porto Alegre.
Mais: são também parte da máfia que frauda a totalização e vende votos na Justiça Eleitoral.

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Fraude Eleitoral 3.0 – Pesquisas que criam o fato consumado e a eleição dos ricos e “Tiriricas”

A excrescência do TSE de dar permissão praticamente ilimitada de autofinanciamento, antecipa de maneira incontornável os resultados das eleições, onde ricos e “Tiriricas” (conhecidos, famosos, manjados, etc.) terão uma vantagem tão absurda sobre os demais candidatos que sequer será necessário muito investimento para que sejam eleitos, ainda que possam fazê-lo se necessário for.

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Fraude eleitoral: partes da máfia, STF e PGR fazem confissão ao mentirem para negar impressão do voto

É certo que a fraude nas urnas eletrônicas não é feita de forma amadora e displicente. As fraudes nas urnas eletrônicas brasileiras acontecem principalmente no voto proporcional, o voto para deputados e vereadores. Como não há pesquisas, em especial pesquisas de boca de urna para voto proporcional, os fraudadores deitam e rolam.
Mas isso não significa que não haja fraude em eleição majoritária. Apenas, nessa hipótese, ela não pode afrontar em demasia as pesquisas de boca de urna, indo muito além das suas margens de erro. Caso contrário, levantar-se-iam suspeitas gravíssimas, conduzindo necessariamente à impressão do voto.
Nesse caso, um salto muito maior do que as pernas poderia colocar em risco o multimilionário mercado de compra e venda – pela Justiça Eleitoral – de cadeiras nas Câmaras e Assembleias Legislativas Brasil afora.

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