Os franceses voltam a se levantar

As enormes mobilizações nas ruas contra a reforma trabalhista, em 2015 e 2016, foram controladas pela retirada do projeto de Lei, que acabou passando posteriormente, por meio de um decreto, durante o governo de Emmanuelle Macron. O trator Macron, o filhote dos Rothschild, uma das 148 famílias que domina o mundo, parecia que iria passar por cima de tudo para reduzir o déficit fiscal do 2,2% do PIB para o 1,2%, com o objetivo de aumentar os repasses para os monopólios. Quando aumentou o preço dos combustíveis, veio uma surpresa: as enormes revoltas dos chamados coletes amarelos. Para controla-los, o governo Macron precisou aumentar o déficit público para o 3,2% do PIB; e situações similares aconteceram em vários países vizinhos ameaçados pelo contágio.

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Duplo Expresso 22/fev/2019

Para assistir, curtir as páginas e compartilhar, temos no Programa Duplo Expresso desta sexta-feira, 22/02, os seguintes destaques:
– O politólogo e analista internacional Eduardo Jorge Vior comenta sobre “Venezuela: as implicações internacionais da crise e a luta pelo poder nos EUA“.
– O PhD em Antropologia João de Athayde e a PhD em Administração de Empresas Patrícia Vauquier analisam “Coletes Amarelos: a luta pelo domínio do discurso na França – o que ocorre entre governo, mídia e população”.
– O artista visual e ativista político Sama fala sobre “o regresso ao complexo Planeta dos Ex-Macacos”.
– Romulus Maya e Carlos Krebs fazem a análise da conjuntura política.

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Decodificando o hipersônico Putin num dia de remembrança

No 100º aniversário do Armistício da Primeira Grande Guerra, em Paris, Putin e Trump ocupam o centro do palco, esvaziando o anúncio do anfirtrião, François Macron, da eventual criação de um exército europeu autônomo e fora da estrutura da OTAN. Putin vê a medida com bons olhos, pois fortalece um mundo multipolar.
Putin parece ter deixado claro para Trump que, com o advento do Avangard, o veículo planador hipersônico, a Rússia passa a contar com um armamento que a livra de pressões por parte de Washington.
Além disso, Rússia e China não permitirão nenhum avanço por parte dos EUA no sentido de estrangular economicamente o Irã, país fundamental para a integração eurasiana. Qualquer medida mais temerária por parte de Trump contra o Irã poderá levar a um conflito mundial de consequências catastróficas.

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Um ano de Emmanuel Macron: O tamanho do golpe

Emmanuel Macron era o candidato que se dizia “ao mesmo tempo, nem de direita nem de esquerda“. Ao contrário de Temer, ascendeu ao poder eleito pelo povo francês. Mas, assim como Temer, tem o Congresso em suas mãos. Qual o tamanho do golpe após o primeiro ano do novo presidente?

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