Volta dos militares: a carta – não na manga – mas no coturno

Um ótimo livro está na praça. Trata-se de “Carta no Coturno”, de André Ortega e Pedro Marin. Lançado muito recentemente, e escrito no calor da hora, é um conjunto de ensaios, intuições e pesquisas que não tem paralelo organizado em uma só tacada. Tudo junto, forma um diagnóstico – que não dá para ser resumido, pois é profundo. Mas sem querer dar um spoiler, basta seguir o próprio subtítulo para ver qual é o horizonte que ele aponta: a volta do “partido fardado” no Brasil.

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Exclusivo – como Dilma e os militares ultrapassaram a linha (no pré – e pós! – Golpe)

Não basta dizer que há antipetismo nas Forças Armadas, é preciso entender como esse viés ganhou “materialidade” e galvanizou o apoio dos militares ao projeto do Golpe.
Há, aí, uma boa pista para que se entenda por que, do ponto de vista militar, não se trata necessariamente de “entreguismo” o que ora está acontecendo (sob Temer e Bolsonaro) — mesmo que se discorde, frontalmente, dessa sua “interpretação” da realidade.

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Exclusivo: a manipulação do Intercept para proteger Moro & Dallagnol

Exclusivo: a manipulação do Intercept para proteger Moro & Dallagnol
Prefácio por Romulus Maya:

Exclusivo: batom na cueca! O malabarismo “editorial” do Intercept para induzir leitores a erro na tentativa de proteger Moro & Dallagnol, principais suspeitos de serem os vazadores dos diálogos, tirando-os do foco. Editores Glenn Greenwald e Leandro Demori devem explicações.
Se foi Dallagnol, ou Moro, esses não passam de peões sem efetiva relevância; “serviçais” do imperialismo. Mas o que “Rei e Rainha do vazamento” (a saber, Deep State norte-americano) querem operar no tabuleiro politico brasileiro, e, ainda mais importante, mundial?
Quando experientes e calejadas lideranças esquerdistas fazem coro à narrativa que serve, na prática, aos interesses do Deep State (“ataque russo ao governo e às instituições brasileiras”), significa que são ingênuas e despreparadas ou que estariam convenientemente fazendo jogo-duplo para emplacar um roteiro acordado e ensaiado?
E nós? Seremos apenas telespectadores boçais desse grande “Big Brother Brasil”? Ou, na verdade, de um “Big Brother… America”? Bem, Glenn Greenwald — e seu “mecenas”, o “polêmico” multi-bilionário Pierre Omidyar –, certamente, sabem a resposta para essa pergunta.

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“Melhores inimigos”: falso “duelo” entre Intercept & Moro (made in CIA) está fazendo água

Dia agitado hoje. O artigo que publicamos na quarta-feira, “Exclusivo: militares usarão #VazaJato, Greenwald e “russos” para dar golpe?”, apesar de tamanho, densidade e choque com o senso comum, estourou. Assim como os programas “Duplo Expresso” desta semana. Tentaram, mas não houve como manter decisão tático-editorial à la Globo de fingir que não existiu. A partir daí, um acúmulo de recibos passados. Seja dos dois editores do Intercept diretamente envolvidos (Glenn Greenwald e Leandro Demori), tentando justificar o injustificável, e seguir numa cada vez mais clara enrolação diversionista, seja de quem, por malícia ou total ausência dela, nos partidos de esquerda e no “PIGuinho vermelho” embarcou nessa nova “flauta mágica” – com partituras made in CIA.

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Exclusivo: militares usarão #VazaJato, Greenwald e “russos” para dar golpe?

Os militares usarão #VazaJato, Glenn Greenwald e os “russos” para dar o golpe no Brasil?
Com apoio dos EUA?
É por isso que estão usando Greenwald para queimar Sergio Moro?
Que papel os partidos de esquerda – e os veículos ligados aos mesmos – desempenham nessa farsa?
O de “idiotas úteis”?
Ou algo mais sinistro?
Aliás, para além do principal, o timing sincrônico dos ubíquos “agentes russos”, qual seria o evento detonador do “reboot”? Algo com a Venezuela? Uma nova “fake-ada”? Em Moro desta feita, talvez? Ou, um ataque em larga escala à infra-estrutura brasileira (e.g., derrubar Itaipu)? “Casualmente”, por exemplo, amanhã, no dia da “greve geral” – convocada pela esquerda? “Provando”, “em definitivo”, que a esquerda brasileira é, “sim”, a “cabeça de ponte” da “invasão russa ao Brasil”? Justificando o seu expurgo? Ou o catalisador seria um HC concedido a Lula pelo “corrupto” STF, causando “grave comoção social” de “cidadãos de bem” – devidamente plantados – Brasil afora? Enfim, os milicos têm um leque de opções à sua disposição.
Americanos, chineses e russos: para o bem e para o mal, o Brasil, sem sair do lugar, foi para o centro do mundo desde o último domingo. Briga de cachorro grande. Infelizmente, com prognóstico nada positivo.

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Quem vai derrubar Bolsonaro? Eis a resposta

Presidente fraco é um manjar. Não só em Brasília, onde os contra-poderes – na política e nas instituições – aproveitam para aumentar o valor do pedágio, mas também em São Paulo (na verdade, em Nova York e Londres): quanto mais fraco um Presidente, menos capacidade tem para resistir à imposição – sem lubrificante – da agenda da Finança transnacional. Ou seja, Presidente fraco convém tanto ao varejo (brasiliense) como ao atacado (transnacional).

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Teatro e cortina de fumaça: tem até falso “fogo amigo” para esconder a entrega do pré-sal

Enquanto liberais fingem debater Reforma da Previdência e até a Lava Jato volta ao centro do desvio de foco, o petróleo segue como a verdade escondida do verdadeiro debate.
Em mais um texto, Piero Leirner desnuda o conjunto de farsas que ocupa os noticiários e impedem que os brasileiros saibam o que realmente acontece contra o próprio país

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Nacionalismo é o caminho da unidade nacional e reconstrução pós-guerra híbrida

O elo para acabar com a estratégia do entretenimento da “direita” e da “esquerda”, aquela bobagem da “civilização contra a barbárie”, é o nacionalismo. O eleitor arrependido de Bolsonaro ou o militante de esquerda que está cansado das micaretas e cirandas precisam dialogar sem intermediários. Precisamos construir um autêntico movimento nacionalista (sem xenofobia), capaz de colocar o Brasil dos (e para os) Brasileiros acima de todos os outros interesses. Temos um país rico e estamos a testemunhar uma rendição que inclui as Forças Armadas na condição vergonhosa de “porteiro de puteiro”. Precisamos resgatar o Brasil e construir uma sociedade consciente das suas responsabilidades em relação ao próprio futuro e ao futuro do nosso país.

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O estanho “sincericídio” (sic) de Bolsonaro – e a esquerda “bobinha”

Bolsonaro, estranhamente, “deixou escapar” que o General Vilas Boas “tem responsabilidade por ele estar ali”. Ora, Bolsonaro sabe que o General não teria como desmentir.
E a parte da esquerda ingênua/ mal-intencionada resolve dar crédito, pelo valor de face, a Bolsonaro como fonte confiável, “historiográfica”, não mais que de repente. Quando convém, some o discurso de “fake news”, “ele fala qualquer coisa”, “diz e depois desdiz”.
No entanto, tal “inconfidência” (sic) não bate com nenhuma das informações prévias acerca da relação entre ambos. Na verdade, parece que Bolsonaro quis vender pra dentro das Forças Armadas (FFAA) – e também para fora – que ele foi uma escolha da – e operacionalizada pela – instituição Exército. E não por um grupo dentro dele (que de qualquer forma não foi impedido de agir mesmo). Quis se ungir “unanimidade”.
Interessante notar que tal leitura não deixa de convir para alguns: reforça a narrativa “nós vs. eles” entre esquerda e FFAA. O que beneficia Bolsonaro, permitindo que ele siga mascarando medidas realmente antinacionais com um discurso falsamente dicotômico, mofado, vindo da Guerra Fria/ Regime Militar. Note-se que isso não deixa de fortalecer o discurso da ala da esquerda anti-FFAA, seus antípodas necessários.

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Bolsorão Temer Rousseff da Silva – O Frankenstein brasileiro que “toca o terror” contra o povo

Quando falamos sobre terrorismo, devemos lembrar que o PT no governo Dilma também deixou mais um presente para Jair Bolsonaro e seu governo civil-militar: apesar do Brasil já contar com instrumentos legais para punir atos terroristas, o governo Dilma sancionou em 2016 a Lei Antiterrorismo na esteira da realização das Olimpíadas no país. O objetivo original era supostamente conter os Black Blocs presentes em diversas manifestações na época.

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Mourão, o pigmeu tupiniquim com complexo de Deus

Mourão (Morurinho) é um gigante para falar de quem tem como refém, mas é do próprio tamanho (um pigmeu) quando não fala da corrupção dos bancos, dos juros, da sonegação de impostos ou da auditoria cidadã da dívida. No sentido oposto, tenta convencer de que tudo de ruim está no Estado. O mesmo Estado que deu e dá aos militares brasileiros uma condição que poucos militares do planeta possuem. Para fazer o quê? Entregar as nossas riquezas e escravizar o nosso povo?

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Guerra “civil”: Lava Jato apunhala (clã) Bolsonaro. E os militares nisso aí?

– Hipóteses (não excludentes):
(1) Assim como Moro, Bretas quer carimbar passagem – só de ida – pra Brasília. Tribunal Superior?
(2) Mais um lance na disputa entre os segmentos do consórcio que sustenta Bolsonaro. O vazamento vem da Juristocracia. E atinge o clã Bolsonaro. Até aqui não parecia haver conflito entre esses núcleos. Há, sim, conflitos – publicizados até – entre o clã e a ala militar. Certo?
Então… a Juristocracia fez isso em coordenação com a ala militar?
– A disputa entre Mourão e os filhos – “herdeiros”, afinal – já prenuncia sucessão?
De vivo??
De “vivo”…
– Nota: são “eles” que estão nos fartos dossiês…
Mas reféns, mesmo, são o Brasil (e suas riquezas); e os brasileiros (e suas misérias).

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Ceci Juruá rejeita o entreguismo e dá aula sobre a defesa dos interesses brasileiros

Ceci Juruá fez um oportuno e cirúrgico paralelo entre a “França de Vichy” e a postura que tentam definir para o Brasil nos dias de hoje. A comentarista do Duplo Expresso rejeita o entreguismo e invoca o nacionalismo como saída para a atual crise vivida no nosso país.

Assista ao vídeo e compartilhe com os seus contatos.

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2018: “A Coalizão do Caos” | A fala de Felipe Quintas

A transcricão da fala de Felipe Quintas apresenta como os financistas, as forças armadas (FFAA), a Lava-Jato e evangélicos (ou uma parte expressiva de todos esses), fazem parte dessa grande coalizão que, no final das contas, está levando o Brasil ao caos. As forças que estão no governo Bolsonaro já estavam no governo Temer, e estão aí na política desde o impeachment. E todos ou foram aliados de governos do PT, ou foram favorecidos pelos governos do PT – como no caso da Lava-Jato –, ou então começaram como aliados do governo do PT mas progressivamente, por uma série de razões, se descolaram e tornaram-se oposição a eles.

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Como a pequeno-burguesia petista jogou os militares – e o Brasil – no colo dos EUA

O “expressonauta” O.G.M. é acadêmico de exatas que conhece o PT desde o seu nascimento. E que vem observando, desde então, as implicações políticas da tensão ideológica existente entre, de um lado, os elementos sindicais do partido – capitaneados por Lula, é claro – e, do outro, os pequeno-burgueses. A seguir, ele explica como o desequilíbrio nessa soma de vetores a partir do governo Dilma seria DETERMINANTE para o fim, de fato, do Estado nacional brasileiro (a partir de 2016).
Partindo dos comentários do antropólogo Piero Leirner sobre o posicionamento dos militares brasileiros na quadra atual, OGM faz um belo apanhado de como a moralidade pequeno-burguesa de boa parte do PT – e da esquerda brasileira em geral –, bem como a sua proximidade (inclusive pecuniária) com a China, contribuiu de forma decisiva para o estranhamento dos militares com relação ao partido. E mais: também com relação aos próprios chineses.

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Tensão entre Generais e “empreendedores” de Bolsonaro? – a semana em análise

No Brasil atual, os insights do antropólogo Piero Leirner, professor da UFSCar, tornaram-se incontornáveis para quem quer decifrar o subtexto do noticiário político, especialmente quando esse tangencia a lógica e o ethos militares. Aliás, não apenas para quem está dentro do Brasil, como atesta citação do analista de política internacional Pepe Escobar, em artigo seu recente.
Por isso, além de termos Leirner comentando no Duplo Expresso de Domingo logo mais, juntamente com o jurista Luiz Moreira, reunimos a seguir alguns apontamentos do antropólogo diante das ações – e reações – nesta primeira semana pós-resultado eleitoral.

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Sobre militares no Brasil | A fala do professor Piero Leirner

“A fala do professor Piero Leirner é o que de mais interessante e importante encontramos até hoje sobre militares. Deve ser ouvido, visto, transcrito, impresso, lido, discutido, de cabo a rabo, em todo o Brasil, em todas as frentes. Principalmente a parte sobre o projeto do golpe militar já estar em construção há muito tempo”.

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“Civilização contra a barbárie”: a versão 13.0 do Golpe

Índice:
(I). “Civilização contra a barbárie”: a versão 13.0 do Golpe
(II). Desfechos possíveis para o “Golpe 13.0”
(III). Como a “Mensagem ao Partido”/ “PT Jurídico” tomou a sigla de Lula; e o que isso prenuncia de um governo Haddad
(IV). Como evitar o golpe militar já depois do Carnaval
(V). Resumo audiovisual

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Exclusivo: Aeronáutica impediu entrega da Embraer a estrangeiros

Ao ser notificado sobre tal negociação, já com contrato – assinado – de compra pelos estrangeiros das ações antes detidas pelos controladores brasileiros, o Comando da Aeronáutica insurge-se. E faz gestões – em total sigilo, levantado apenas agora com o presente vazamento – para impedir que tal negócio se realize. Há registro, inclusive, de como o Comandante enquadrou o Ministro da “Defesa” (?) e o Presidente entreguista.
A História, até aqui oculta, mostra como os brigadeiros nacionalistas lograram tal êxito.
Apresentamos – com exclusividade – as provas documentais do veto do Comandante à desnacionalização da Embraer.

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Viva! Há nacionalistas nas Forças Armadas!

Entre outras coisas, leia: Levando em conta o imperativo de preservar e ampliar a autonomia tecnológica da indústria militar, a única solução possível seria exigir da Boeing que mantenha no Brasil todas as atividades de P&D e manutenção da sua futura filial. E o principal: exigir que as tecnologias duais sejam patenteadas no Brasil sob propriedade da Embraer Defesa & Segurança. O Memorando acena com a concessão “licenças recíprocas de propriedade intelectual”, mas esta é uma garantia muito frágil, visto que tais contratos estariam sujeitos à ingerência do ‘Bureau of Political-Military Affairs’ do Departamento de Estado dos EUA.

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A hora de evitar o caos e a falência completa das instituições

Sob ordens dos invasores estrangeiros, o cenário real é de um presidente ladrão, Câmara e Congresso ocupados por uma maioria corrupta e vendilhona, um poder judiciário parcial e que rasga a Constituição todos os dias. Como receber ordens desses poderes quando todos sabem se não é ao Brasil e aos brasileiros que estão a servir? Se na Ditadura de 1964 houve o uso excessivo da força, no atual regime o papel dos militares poderá ser reduzido ao de um porteiro de prostíbulo.

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Alerta: Carmen Lúcia é resposta do Golpe para queda de Temer

Por incrível que pareça, a queda de Temer – se caísse sozinho – seria pior para a resistência democrática do que a sua manutenção com o seu atual estado de debilidade. Dessa forma, a luta tem que ser contra o Golpe, como um todo. Com especial ênfase no seu programa econômico, financista e entreguista. Programa esse cuja aplicação levou a, entre outras coisas, a atual conflagração com os caminhoneiros.
A “fulanização” da crise na pessoa de Temer pode levar o comando transnacional do Golpe a, caso as coisas piorem ainda mais, simplesmente apertar o botão “ejetar”. E manda-lo para os ares. Mas, aí, quem de fato cairia de paraquedas seria Carmen Lúcia. E na Presidência da República! Isso significaria que o Judiciário e a Globo assumiriam o comando do país diretamente, sem sequer a mediação da ala direita da política – muitas vezes, para nosso benefício, disruptiva, com seguidos curtos-circuitos (vide “JBS” e a prisão dos “operadores” de Temer, p.e.).
Notem: essa ala direita – ao contrário do comando transnacional do Golpe – vai, ela também, precisar de votos – da “plebe” – em outubro próximo.
Em suma, é “abaixo o Golpe”/ “Brasil soberano”/ “Lula livre”. E não “Fora, (só) Temer”!

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O estupro do Brasil e a (ultra!) camuflagem: onde se esconde o último militar nacionalista?

“Guerra híbrida”: guerra baseada em operações de dissimulação, cujo objetivo máximo é produzir no inimigo um conjunto de ações divergentes para que este sempre esteja um passo atrás na leitura do “real”. Certos grupos de militares começaram a fabricar uma verdadeira guerra híbrida dizendo que o PT produz uma… “guerra híbrida” (!)
Nela, “o PT caminharia para um processo de ‘subversivação’”, com ligações com “as FARCs”, “setores militares da Venezuela”, “células terroristas” do Oriente Médio, “o PCC”, etc. Mais que isso, o pano de fundo seria um “novo comunismo internacional”, com novas “potências invasoras” – i.e., China e Rússia! – e suas ambições mineralistas e energéticas. Os aliados dos BRICS reavivariam assim, na cabeça dos que ainda vivem na Guerra Fria, um “comunismo 2.0”, disposto a colocar a ordem internacional de ponta-cabeça, com o Brasil numa posição de capacho sul-americano da Rússia.
E, então, por que as FFAA não reagem ao assalto que se faz ao pré-sal?
Ora, porque dizem “antes dar para os yankees (com duplo sentido mesmo!) a dar pra russo e chinês!”
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Bônus – Comissão Nacional da Verdade e revisão da Lei da Anistia: mais uma vez o que começa com a dupla Cardozo-Dilma termina com o… MPF!
E, sem surpresa, enfraquecendo a posição do PT!
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Veremos o desfecho dessa barafunda com a sucessão de Villas-Boas no Comando do Exército, já 2 meses atrasada?
Ou ela também está engasgada nas “eleições” (?) de outubro?

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Boas intenções no inferno: como o PT jogou militares no colo dos EUA

A depender do que acontecer hoje, podemos ter certeza de que vai ter muito militar pregando intervenção em SP, causada por desobediência civil conduzindo a estado de sítio. É hora de o PT explorar ao máximo estar fazendo resistência ao fato de que “PF/ MPF/ juízes querem sucatear as defesas brasileiras, inviabilizando o submarino e a construção dos caças Gripen NG”. Mais: o PT deve apelar ao Exército para que se mantenha longe dessa história, pois o problema não seria com ele: “pelo contrário”.

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