“Fake news” – plantada – de “Lula no Tribunal da Haia”: Golpe está passeando na Europa?

Como não acreditamos em coincidências “fortuitas” numa guerra (ainda mais híbrida), além de tudo tão precisas como no caso presente, cremos que as seguidas perguntas dos espectadores nas últimas semanas sobre uma suposta iniciativa de levar o caso Lula a um tal “tribunal na Haia” tenham tudo a ver com a casca de banana que foi jogada para que HispanTV e TeleSur escorregassem e dessem essa enorme barriga.
Quem terá plantado essa “informação”, falsa, nesses veículos, tão importantes e atuantes na desmoralização internacional do Golpe no Brasil?
Quais os seus objetivos?
O Duplo Expresso traz as hipóteses.

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Análise: Facebook grita “MBL” e (patos?) vermelhos cavam a própria cova

*Atualizado 29/jul/2018 – 11:20*
No caso do MBL, o Facebook alega, vejam só, “uso de nome falso”.
E o militante de esquerda que está no Brasil? O nacionalista? Aquele que, temendo retaliações, prudentemente protege a si – e aos seus – por detrás de um pseudônimo?
Que poderá ele fazer quando o Facebook expuser sua identidade a traficantes e assassinos (incidentalmente com mandato e/ ou disputando cargos eletivos)?
Que poderá ele fazer quando o “tribunal” – privado e obscuro – de um monopólio americano próximo às NSA da vida fechar sua conta porque usa “nome falso” (sic)?
Poderá “recorrer ao Judiciário (nota: o Judiciário da Lava Jato!), como em qualquer outra quebra de contrato” – como sugere o (“globalista” e entusiasta das redes sociais americanas) Sakamoto?
Aproveita-se certo reflexo pavloviano, na sua modalidade “vermelho” vs. “azul”. Grita-se: “MBL… MBL… MBL…”!
E patos vermelhos, cegados pela rivalidade, correm para o despenhadeiro (pior: com sorriso nos lábios!).

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Liberalismo: “fake news” ou “bad news”?

O Estado, por ter a prerrogativa de captador de rendas, emissor de meio circulante, além de indutor e criador de rendas pela sua capacidade de investir ou induzir investimentos, é sempre eficaz no longo prazo e fundamental na solução dos riscos sistêmicos. É conhecida sua atuação anticíclica nas crises capitalistas, sendo exemplos expressivos “a queima de café” por Vargas e o “New Deal” de Roosevelt.
Na crise de 2008, a intervenção do Estado – resgatando da quebra em série os grandes bancos privados – salva o mundo do colapso financeiro especulativo. Ou seja, mais uma vez o Estado (“mínimo”?), como em 1929, intervém, reduzindo a tese do liberalismo/neoliberalismo, novamente, a uma “fake news”.

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