Dossiê: por que Moro teme delação de Eduardo Cunha – live especial

Por que Moro teme delação de Eduardo Cunha — o dossiê. Dada uma série de rabos presos — inter-cruzados — ultrapassando linhas tanto partidárias como entre os Poderes da República, trata-se de tema que segue sendo tratado com exclusividade pelo Duplo Expresso. E não é de hoje: estamos de olho nisso desde meados de 2017. Razão pela qual, aliás, vimos desde lá sofrendo pesados ataques. Em síntese, #Banestado e #DarioMesser sempre foram a principal chave para desconstruir Sergio Moro. Algo utilizado pelo notório Eduardo Cunha, o rei dos dossiês, para chegar aos termos de uma “paz armada” com o “juiz ladrão”. Ou pacto mafioso, se preferir: um rabo prende o outro; uma mão lava a outra.

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Análise: “paz armada” entre STF e Lava Jato à vista? – Temer, Moreira Franco, Eduardo Cunha e Paulo Preto

É possível que o principal desdobramento na política brasileira das últimas semanas – o enfrentamento da Lava Jato pelo Supremo – venha a ser descontinuado a partir de um dado momento. Conversando, todos se entendem, não é mesmo? Vejamos se o preço chega a 2.5 bi ou se rola um desconto…

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O elo entre Eduardo Cunha, Paulo Pimenta, Wadih Damous e Luis Nassif: xeque do Duplo Expresso

– Tudo começou quando, no final de 2017, Wellington Calasans e Romulus Maya abordaram com bastante ceticismo um pequeno “artigo” de Luis Nassif publicado com toda a discrição (sem qualquer destaque em seu site) em que esse reforçava algo que ambos os apresentadores sabiam – e provaram (com documentos e imagens) – ser mentira: Eduardo Cunha estaria, naquele momento, “preso” em Curitiba. Mais que isso, “humilhado e ofendido”, não mandaria mais nada na política brasileira (segundo Nassif!).
– Foi justamente diante de pressões – vindas de onde menos esperávamos! – para que não mais abordássemos o tema da “prisão” (fake) de Eduardo Cunha – e também o “Caixinha unificado suprapartidário da ALERJ” – que Wellington Calasans e Romulus Maya, um par de semanas depois, criaram página própria: este Duplo Expresso. Com total independência e ausência de rabo preso.
– E, nessa mesma pegada, que venha 2019! Estamos todos juntos, na mesma trincheira. E já sabemos quem, nela, está na realidade trabalhando para o outro lado. Pelo menos para isso valeu 2018, não é mesmo?

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Plano B’ola nas costas: como BTG Pactual, Eduardo Cunha e doleiro Dario Messer entram na campanha por Haddad

Mais uma vez preparamos um condensado do Programa Duplo Expresso de hoje. Nele tratamos das desastradas – e desastrosas – declarações que Fernando Haddad deu ontem à Finança, na sede do Banco BTG Pactual. Teve de correr depois à imprensa (amiga) para tentar apagar o incêndio. Mas já era tarde: a declaração de que poderia apoiar “sem preconceitos” Alckmin num segundo turno contra Bolsonaro já se espalhara pelas redes. Inclusive petistas.
Mais que isso, num gesto de gentileza “PTucana” que só a USP explica, concordou em gravar a primeira peça a ser usada como spot de TV pela campanha de Geraldo Alckmin (!): um atestado da honestidade do (suposto) “adversário” (!)
Mas há um link a mais entre os articuladores do Plano B dentro do PT e o mesmo banco BTG Pactual, devidamente explorado neste programa…

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Moro, Cunha, Messer (o doleiro) e o pacto para decapitar Lula

*Atualizado em 24/jul/2018 – 12:12*
Armistício: a guerra – de quadrilhas – está suspensa. O doleiro Dario Messer e o ex-deputado Eduardo Cunha parecem ter chegado a uma repactuação clandestina, mafiosa, com a Lava Jato. E isso após a dramática virada de mesa do esquema Moro, antes vítima de chantagem por parte de ambos em vista da propina paga para o enterro do caso Banestado.
E onde isso nos deixa?
Bem, com menos possibilidades de explorar fissuras.
E é exatamente por isso que “não” é possível compreender por que indivíduos supostamente engajados na defesa jurídica – e política – de Lula dedicam-se a exibições de “Telecatch”, em vez de usar munição de verdade contra o esquema Moro.
Será por conta da extensa ramificação da rede de chantagens e/ ou cooptação que o resguarda? Politicamente “ecumênica”, compromete também elementos supostamente do “nosso lado”. A cooptação, inclusive por atuação direta de inteligência estrangeira, é ampla. Não apenas em partido político mas também em instituições. Recentes publicações aqui do Duplo Expresso, como “Incógnito ‘Mr. Dodge’: Raquel, a PGR, vive com ‘espião que veio do frio’?” (20/jul/2018), ajudam a compreender o exato contexto em que nos encontramos. Há diversos outros de onde Dodge saiu. E sem “sotaque” tão aparente, digamos…

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Companheiro Dirceu, o Brasil não pode hibernar 6 anos

Colocado em xeque com a constatação cabal da mentira empregada para induzir Lula a erro em São Bernardo, o círculo de traidores no PT tenta capitalizar a entrevista de José Dirceu à Folha de S. Paulo para a sua causa. Erra quem supõe poder haver alguma censura da parte do Duplo Expresso a tais colocações – públicas e publicadas – de José Dirceu. Em vez disso, apenas solidariedade e compreensão. Mas que em nenhum momento diminuem a revolta diante de exercícios de coerção perpetrados por quem passou a ter o poder de vida e morte – política e civil – no Brasil.

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Eduardo Cunha (clandestino!): o elo entre “Plano B”, de bola nas costas (de Lula!), e Sergio Moro

Atendendo a pedidos, o registro da canastrice de Sergio Cabral na sua “chegada” – (mal) roteirizada – ao Paraná:
(garantido contra censura por Vladimir “76%!” Putin)

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Não basta não estar preso: Eduardo Cunha zomba da nossa cara – e da de seu refém: Sergio Moro

Atualizado 22/mar/2018 – 8:59 – Po, Moro/ Globo! Já disse: “menos é mais”! Na arquitetura mas também na mentira!
É “curioso” todo o esforço que a “inusitada” confraria midiática formada por PIG (partido da imprensa golpista) e “Globosfera” em favor dos interesses de Eduardo Cunha (!) faz para enganar o público com relação ao histórico “prisional” (entre aspas mesmo) do ex-Deputado, expert em chantagem e extremamente genero$o com aliados. Moro, Gebran, Vallisney, Fachin, MPF de primeiro e segundo grau, num pacto mafioso que os vincula desde então à omertà (o código de silêncio), acabaram por deixar as suas digitais – todos eles – no crime de ocultação de Eduardo Cunha (com fraudes processuais, obstrução da justiça, frustração da instrução e da execução penal, formação de quadrilha).

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