Como não ser “um juiz de merda!”

Esta história resume bem como funciona a nossa Suprema Corte. Portanto é um erro acreditar que o Supremo Tribunal Federal é um tribunal técnico e imparcial. Não é na sua concepção e na sua função. É um tribunal político e seus membros julgam politicamente de acordo com as diretrizes do momento, ditadas pela mídia.

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O que significa “vamos com Lula até o final”? O certo é: “resistiremos! Como fez De Gaulle”

A hora é de resistência, de marcarmos uma posição firme e concreta sem vácuo na democracia! É Lula ou nada! Quão ridículo será aparecer para dizer o que está explícito na apatia, falta de luta pela liberdade de Lula, dispersão do povo com falsas defesas, etc. “Tentamos! Lamentavelmente não conseguimos tirar Lula da prisão e sustentar a sua candidatura. Agora queremos o seu voto para este candidato aqui, ele é “Fofinho” vai dialogar com o mercado, vai dizer amém aos desmandos do Regime Temer, vai fazer você sofrer, mas será legitimado pelo seu voto”. Será este o discurso?

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A cortina de fumaça da Folha e a fritura de Sérgio Moro

É consenso entre as pessoas com pelo menos dois neurônios que depois daquele domingo Dia 8 de Julho, dia em que a justiça mostrou as suas vísceras, ficou claro para o Brasil e para o mundo que o ex-presidente Lula está sequestrado e é um preso político. Isso é DITADURA! Não venha a Folha com a versão 2.0 da “ditabranda”, pois em tempos de internet isso não se sustenta.

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EUA: O mito da neutralidade da Suprema Corte 

Há nos EUA mito poderoso e persistente, que foi afinal detonado quando a Suprema Corte encerrou os trabalhos no final de 2017. Falo do mito segundo o qual haveria marcada separação entre a lei e a política, ou, pelo menos, que a lei poderia conter as escolhas políticas.
O mito da lei foi bem descrito por um autor do século 19, Alexis DeTocqueville, que escreveu em Democracy in America: “Pode-se dizer que absolutamente não há questão política nos EUA, que, mais cedo ou mais tarde, não seja convertida em questão judicial.” A frase captura dois aspectos do mito da lei.



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Felix Fischer – O Himmler da Lava Jato, dono da “Câmara de Gás” do STJ (Parte I)

O dono da “Câmara de Gás” do STJ da quinta turma é alemão. Calma! Este texto não fala sobre a turma do SS, mas da versão tupiniquim dela, que – de tão intocável que é – ficou conhecida como a “câmara de gás” do Felix Fischer. É este alemão de Hamburgo, naturalizado brasileiro, relator da Lava Jato, quem decide o destino dos seus réus. Um dissimulado que faz o papel de “durão” para justificar a fama de “implacável”, mas que é apenas uma das peças desta justiça carcomida pela corrupção que caracteriza o poder judiciário do Brasil.

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Prestidigitação: A Arte de Iludir

Enquanto festejamos a Gleisi Hoffman inocentada em um processo farsesco e absurdo, passarinhos assoviam nos ouvidos para olharmos para os lados: o que está acontecendo enquanto me encanto com esses lenços coloridos e atraentes saindo das mangas? O que o mestre embusteiro (e não o artista ilusionista) prepara como próxima atração? É preciso treinar o olhar. Quando novos mágicos surgem, propondo uma renovação no elenco e na forma de se trabalhar é preciso estar esperto. Falsos artistas andam propondo o “fim da corrupção” como plataforma de novos partidos. “Senhor, mas como é essa mágica?” “Não posso entregar o meu segredo”. E assim se encerra a discussão sobre plataformas políticas.

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Regime mira em Gleisi para acertar Lula. Restou o grito!

O STF comanda um judiciário viciado em praticar crimes. A completa parcialidade e o apreço pelo papel de sabujo do mercado financeiro desmoralizam a cada dia esta ditadura da toga que já não se envergonha de assim ser identificada. Não foi suficiente o arbítrio de prender Lula sem crime, agora querem calar quem foi eleita por Lula para ser a sua voz fora do Guantánamo de Curitiba: Gleisi Hoffmann.

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Requião denuncia “politização das denúncias do Ministério Público contra Gleisi”

Não há moralidade em um sistema judiciário que faz da licença hermenêutica a lei, que acusa, processa e condena segundo a visão de mundo dos juízes, segundo simpatias ou antipatias, segundo o direito e os interesses de outros países a que se vincularam e prestam vassalagem.

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“Direito ao ponto” #10 – “Para todos os Lulas do Brasil, Liberdade!”

Desde a sua estreia como comentarista do Duplo Expresso, a graduanda em direito Maria Eduarda Freire se revelou uma jovem engajada na luta contra a ditadura da toga, caracterizada pela meganhagem. “Duda”, como é chamada pela equipe, é dedicada à luta pela restauração do Estado de Direito. Por isso, é uma vencedora. Está do lado certo da história.
Neste décimo vídeo temos um resumo do que foi dito até aqui e a mensagem de que a luta continua: “Para todos os Lulas do Brasil, liberdade!”.

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“Direito ao ponto” #9 – Sequestro da (nossa!) Soberania Popular

Nesta semana, Maria Eduarda Freire trata da soberania popular, fundamento do Estado – democrático – de direito, nos termos da Constituição de 1988. A criminalização da política, em tempos de Lava Jato, é a tática adotada pela Finança – por meio da mídia – para alienar o povo do seu poder sobre decisões de Estado. Para tanto, a mídia, a boca do capital financeiro, reforça o complexo de vira-latas: “entreguemos tudo para os EUA pois, diferentemente de nós, eles são honestos, capazes e trabalhadores”;“privatize-se tudo para acabar com a roubalheira (dos nossos representantes… eleitos!)”.

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Mário Maéstri – Ofensiva Imperialista Mundial e Golpe Institucional no Brasil

No Brasil, a operação golpista foi longa e cuidadosamente planejada pelas centenas de analistas de órgãos estadunidenses como a CIA, NSA, Departamento de Estado, etc.. Implementada através de “revolução de veludo” contra a “corrupção petista”, o golpe teve como instrumentos fundamentais a Justiça e o Parlamento, já totalmente nas mãos do conservadorismo. Para tal, foi necessário a aprovação ou adaptação às suas necessidades de leis e instrumentos jurídicos

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Advocacia surreal: “O Crime do Padre Amaro” – para (muito) além da literatura ‘realista’

Infelizmente, o caso desse padre Amaro é mais trágico do que cômico. É o prenúncio do que havíamos alertado diuturnamente no Duplo Expresso: a “Escola de Direito” de Moro, de Curitiba. O Estado que prende e depois processa, criminalizando os movimentos sociais e buscando a condenação, não a justiça.
Foi impetrado um HC “Habeas Corpus”, o “tal”, aquele, igual do Lula, etc.
Mas o pobre Padre Amaro não é Lula. Não haverá multidões à porta de sua cela. E então, o que fazer?

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A aposta: Cordão humano para desmoralizar os empregados dos EUA e da Globo na “justiça”

Lula tem algumas horas para decidir se vai permitir que a sua popularidade seja usada para libertar o Brasil e os brasileiros ou se, sem a máquina de comunicação, tentará sair vitorioso através da compaixão de uma sociedade que será ainda mais manipulada pela Globo e pelas redes sociais norte-americanas no incitamento ao ódio e à distorção da verdade.

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