A infame Lava Jato agora como política penal

O juiz “combatente do crime” é a expressão máxima desse autoritarismo contínuo. A “Justiça Policial” brasileira se assemelha à justiça da Alemanha Nazista, onde os juízes nazistas declaravam que seriam “duros com o crime” e que “os prisioneiros não estariam em situação melhor que os desempregados alemães”. Ora, se o juiz existe para prender é prescindível a existência da figura do próprio juiz, basta a polícia. A subordinação do processo penal a esfera política do poder punitivo é a instauração do Estado Policial que vitima todos os dias a população pobre brasileira nos nossos presídios ilegais, população esta, que nunca conheceu o processo como proteção da cidadania contra o arbítrio Estatal, garantido na Constituição.

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Direito ao Ponto – “Justiça Louis Vuitton- Audiência de Custódia: ‘Ó vós que entrais, abandonai toda a esperança'”

No vídeo de hoje, Maria Eduarda Freire, escancara a realidade das audiências de custódia- garantia fundamental- que na prática é impossibilitada de cumprir o seu objetivo de assegurar a presunção de inocência e combater o encarceramento em massa provisório pela cultura jurídica autoritária e fascista que impede a efetivação dos nossos direitos fundamentais garantidos na nossa Constituição de 1988 e nos tratados internacionais de direitos humanos que o Brasil é signatário.

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“Direito ao ponto” #7 – Lutar por Lula Livre é lutar por Direitos Humanos

Com a necessária indignação, Maria Eduarda Freire apresenta dados estatísticos que revelam a predominância do desejo de linchamento entre os brasileiros, onde o atropelo às leis e direitos fundamentais, resguardados pela atual constituição, dão lugar ao ódio que ganha cada vez mais espaço na rotina das pessoas.

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