Dez razões que você deve anotar na mão para repudiar o “Plano B”

É uma questão pura e simples de separar democracia e eleições. No caso de Lula, estaremos lutando – além da democracia – pelas soberanias nacional e popular. Por isso, fomos, somos e seremos contra a normalização do Regime Temer. Somos frontalmente contra o “Plano B” e o abandono de Lula na cadeia.

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A Reorganização do Estado Brasileiro (Parte V)

Cabe ressaltar algumas qualidades que darão legitimidade às funções de polícia e de justiça. O administrativista Diogo de Figueiredo Moreira Neto (1933-2017), em sua vasta bibliografia, trata alguma vezes desta questão. Duas qualidades, ele ressalta para estes organismos: segurança no cumprimento normativo e a estabilidade normativa.

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Decisão da ONU (Parte II) – A necessária reação popular e os incontáveis motivos

Precisamos resgatar a democracia. Precisamos resgatar as soberanias nacional e popular. A esquerda brasileira tem o povo ao seu lado. Quem nega o poder do povo o faz por medo, covardia ou conveniência própria. Não há como excluir o povo desta importante luta pela democracia. Líderes não nascem do marketing eleitoral e não são substituídos por imposição de partidos.

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Decisão da ONU (Parte I) – A direita sempre foi golpista. E a esquerda?

A sofisticação deste golpe em curso está no fato de ter sido possível até sexta-feira (17) instaurar e manter o Regime Temer com ares de normalidade. A repetição do mantra “as instituições estão funcionando normalmente” era uma prática à direita e à esquerda, por via da mídia hegemônica – uma concessão estatal a serviço dos interesses internacionais – ou na “Globosfera”, segmentos apresentados como “de esquerda” para “pacificar” o militante ávido por atos que ponham um ponto final neste cenário circense de normalidade.

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A Reorganização do Estado Brasileiro (Parte IV)

Em conhecida e respeitada obra: “Cidadania, Classe Social e Status” (Zahar) o sociólogo britânico Thomas H. Marshall (1893-1981) divide cidadania pelos “direitos conquistados”: os civis – a liberdade em face do Estado, no século XVIII –, os políticos – a participação na formação e decisão do Estado, no século XIX, com o voto – e os sociais – que chegam com as reivindicações do século XX, principalmente após a vitória comunista em 1918. Mas peca pela ausência da compreensão sistêmica. A soma de direitos conquistados não forma o todo do direito cidadão.

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A Reorganização do Estado Brasileiro (Parte I)

Proponho que se discuta a nova organização do Estado Nacional Brasileiro. Ou seja, que a Constituição que vier a ser aprovada pelo povo contemple um Brasil diferente, com nova estrutura organizacional, com nova repartição de poder e com objetivos nacionais específicos que impeçam qualquer governo de alienar bens nacionais, naturais ou resultado do esforço produtivo e do desenvolvimento tecnológico, com a pífia razão da necessidade de caixa ou outra de igual jaez.

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Anistia Geral para pacificar o Brasil e gerar empregos: Parte 3 de “MDB e a governabilidade”

Manuel López Obrador propõe a anistia para acabar com a Guerra às drogas no México. O povo mexicano sabiamente aprovou essa iniciativa através da massiva votação que ele recebeu ontem.
Todos sabemos que o impeachment foi um golpe. Todos sabemos quem participou e a responsabilidade de cada um. Toda a classe política brasileira participou. Toda classe judiciária brasileira participou. Todos os órgãos de controle participaram. Todos os sindicatos empresariais participaram. A maioria dos partidos, incluindo o maior partido do país.
Alguém acha que é possível punir toda essa gente pelo crime de golpear a democracia?
Se algo acontecer à saúde de Lula, os responsáveis por esse crime acabarão sendo caçados, primeiro pelo povo, depois pelos próprios mentores do golpe, na busca de um bode expiatório que acalme o povo.
Melhor unir o país em torno de um líder conciliador e que sabe que a vingança não é mais importante do que as crianças na escola e os pais construindo um futuro melhor para todos.

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“Direito ao ponto” #10 – “Para todos os Lulas do Brasil, Liberdade!”

Desde a sua estreia como comentarista do Duplo Expresso, a graduanda em direito Maria Eduarda Freire se revelou uma jovem engajada na luta contra a ditadura da toga, caracterizada pela meganhagem. “Duda”, como é chamada pela equipe, é dedicada à luta pela restauração do Estado de Direito. Por isso, é uma vencedora. Está do lado certo da história.
Neste décimo vídeo temos um resumo do que foi dito até aqui e a mensagem de que a luta continua: “Para todos os Lulas do Brasil, liberdade!”.

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Nicolás Maduro convoca o IV Congresso do Partido Socialista Unido da Venezuela (PSUV)

Após a vitória eleitoral do último dia 20 de maio o chavismo garantiu-se a frente da presidência do governo venezuelano por mais seis anos, se consolidando como a primeira força política do país. Além da presidência da república, o Partido Socialista Unido da Venezuela (PSUV) tem também a maioria dos governos estaduais, prefeituras e representantes na Assembleia Nacional Constituinte.

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Entenda como funciona o Sistema de Garantias Eleitorais da Venezuela

A cobertura que os grandes meios de comunicação fazem sobre as eleições na Venezuela apresenta uma visão segundo a qual se busca construir no imaginário coletivo das pessoas a ideia de que nunca se oferecem garantias nos processos eleitorais realizados no país. Não por acaso, dissemina-se de forma rápida e massiva na imprensa internacional uma narrativa bastante semelhante às ideias centrais contidas nos pronunciamentos de Mike Pence, vice-presidente dos EUA, no sentido de se criar um clima de desconfiança com relação ao processo eleitoral venezuelano.

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Inglaterra: “derrota vitoriosa” da direita e tragédia (democrática?) do voto distrital

Publicado 8/6/2017 – 11:49 Atualizado 9/6/2017 – 12:10 Inglaterra: “derrota vitoriosa” da direita e tragédia (democrática?) do voto distrital Por

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