A decisão da ONU sobre Lula, a confusão Democracia x Eleições e como usar a nova arma

O certo é que a confusão que alguns políticos medíocres da esquerda permitiram ser criada foi por não terem separado a luta por democracia da campanha eleitoral. Antes a frouxidão era escondida ao não separarem a luta jurídica da luta política. Agora não têm mais como enganar o povo com live no Facebook ou papéis na mão “denunciando” o que todo o mundo já sabe. Vão ter que dizer se estão com Lula e o povo ou se querem legitimar o golpe com o famigerado “Plano B”.

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Plano B: a degola de Lula combinada por “amigos” com o STF (e o fim do Brasil)

EM SÍNTESE:
(1) Advogados da vítima trocando notinhas com os algozes na Folha de S. Paulo, para plantar álibis recíprocos…
(2) Deputados do PT que acertam com Sergio Moro e Eduardo Cunha a exclusão de depoimento que ajudaria Lula de Relatório de CPMI…
(3) Fernando Haddad a ponto de ser sagrado Plano B. Isso, com a sua derrota para Geraldo Alckmin já estando acertada. Tendo como álibi, inclusive, a sua debilidade política. E, como garantidor, a fraude na totalização dos votos.
Diante de tudo isso que vai acima, podem esperar tudo do Duplo Expresso…
– … menos compactuar com essa farsa!
Pior:
– Para horror dos conspiradores, dentro e fora do Brasil, seguiremos aqui dizendo quem é quem.

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Viva! Defesa ouve Duplo Expresso e impede golpe (de misericórdia) do STF em Lula

O Duplo Expresso nunca patenteia as ideias aqui veiculadas. Ao contrário: fica extremamente contente com o fato de os advogados de Lula, incluindo Cristiano Zanin e Eugênio Aragão, terem demonstrado a humildade necessária para remediar um equívoco. Ainda mais um que geraria consequências tão graves para a luta, que é coletiva, da brasilidade.
Numa barbeiragem, a defesa tinha usado (i) o fato de Lula pretender ser candidato nas próximas eleições como fundamento (ii) do pedido para sua soltura imediata, em caráter liminar. A proximidade da eleição era aludida para caracterizar “urgência”, com perigo de dano irreparável (Lula não ser eleito) caso houvesse demora (com Lula não podendo fazer campanha).
Ora, era tudo que o STF pedira a Deus! A oportunidade de se pronunciar – já na semana que vem – numa “questão prejudicial”, sobre se Lula pode ou não… ser candidato!
Ou seja, ainda antes do registro da candidatura, no dia 15!
Com isso, dariam um duro golpe no moral das bases. E, ademais, respaldariam – antecipadamente – o previsível veto do TSE ao registro da candidatura de Lula, posto que dessa decisão caberia recurso ao mesmo… STF. Sim, justamente a corte que já deixaria claro previamente, dessa maneira, que o indeferiria lá na frente.
Antes tarde do que nunca!

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Moro, Cunha, Messer (o doleiro) e o pacto para decapitar Lula

*Atualizado em 24/jul/2018 – 12:12*
Armistício: a guerra – de quadrilhas – está suspensa. O doleiro Dario Messer e o ex-deputado Eduardo Cunha parecem ter chegado a uma repactuação clandestina, mafiosa, com a Lava Jato. E isso após a dramática virada de mesa do esquema Moro, antes vítima de chantagem por parte de ambos em vista da propina paga para o enterro do caso Banestado.
E onde isso nos deixa?
Bem, com menos possibilidades de explorar fissuras.
E é exatamente por isso que “não” é possível compreender por que indivíduos supostamente engajados na defesa jurídica – e política – de Lula dedicam-se a exibições de “Telecatch”, em vez de usar munição de verdade contra o esquema Moro.
Será por conta da extensa ramificação da rede de chantagens e/ ou cooptação que o resguarda? Politicamente “ecumênica”, compromete também elementos supostamente do “nosso lado”. A cooptação, inclusive por atuação direta de inteligência estrangeira, é ampla. Não apenas em partido político mas também em instituições. Recentes publicações aqui do Duplo Expresso, como “Incógnito ‘Mr. Dodge’: Raquel, a PGR, vive com ‘espião que veio do frio’?” (20/jul/2018), ajudam a compreender o exato contexto em que nos encontramos. Há diversos outros de onde Dodge saiu. E sem “sotaque” tão aparente, digamos…

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“Telecatch”: defesa de Lula é para valer? Ou simulação circense?

A nós do Duplo Expresso em nada “surpreende” ou causa “estranhamento” o jogo ensaiado entre o TRF-4 e o Min. Fachin. E ainda, possivelmente, com OUTROS membros da Segunda Turma do (com) STF (com tudo). Esses receberam “de graça” um álibi para, mais uma vez, não garantirem a liberdade de Lula. I.e., novamente, depois daquele julgamento de habeas corpus em que se cassou a liminar que o mantinha em liberdade e permitiu-se a sua prisão, apenas virando o (sempre frágil) voto de Rosa Weber.
“Revoltados”, alguns Ministros despejaram bastante retórica contra aquele “absurdo”, “inconstitucional”, não foi? No entanto, nenhum deles parou tudo aquilo com um singelo pedido de vista, sabe… ¬¬
O que, sim, surpreende é a defesa de Lula, cosmopolita e viajada, seguir desempenhando o seu papel nesse… script.
Por que não levou ao processo a oitiva secreta de Tacla Durán na Espanha?
Por que não vem à Suíça pedir acesso às provas, negado por Sergio Moro?
Telecatch? Resta determinar até onde se estende, no mundo jurídico, o “colorido” “circo” de “combates simulados” – “contra” a Lava Jato – com “resultado pré-determinado”. Este, sim, sempre contrário aos interesses de Lula.
Os milhões de brasileiros engajados – genuinamente – na libertação do ex-Presidente aguardam a resposta.

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