Privatizações nas Centrais Elétricas Brasileiras – Eletrobras

O Programa de Desinvestimento do Sistema Eletrobras – PDSE tem como objetivo propor a alienação de ativos e abordar os pontos necessários para que o processo de desinvestimento seja implementado.
A sua finalidade é desenvolver o processo de alienação de ativos, apresentar as metas de desinvestimento, os segmentos prioritários da operação, a oportunidade e a conveniência da alienação de ativos, suas razões, seu escopo e o arcabouço legal que ampara a atividade de desinvestimento de ativos.
O foco da estratégia do desinvestimento, segundo o PDSE, é a redução da relação entre dívida líquida e Ebitda.¹ Essa relação representa a geração de caixa versus o total da dívida a ser paga. Quanto maior a relação, mais endividada está a empresa.

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As duas faces do Exército

E vendo a entrega de bens naturais insubstituíveis, que não podem ser repostos, como o petróleo, o nióbio, terras raras e outros minérios, e bens construídos com os investimentos e a competência brasileira, como a Embraer, a base de lançamento de foguetes em Alcântara (Maranhão), a tecnologia de ponta em produção marítima de petróleo, o Exército prefere se manifestar politicamente para impedir o ex-Presidente Lula de sair da prisão, de ser candidato à Presidência.

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Raquel Dodge – O elo entre a Lava Jato e os EUA

Dodge mordeu a isca da CIA (plano antigo, usado desde a Guerra Fria) e casou com um agente norte-americano Bradley Lay Dodge – um mórmon, do time do principal concorrente, à época, de Barack Obama, o conservador Mitt Romney. Como sabemos, entre outras coisas, os mórmons não consomem bebida alcoólica, café ou chá. Os homens são extremamente machistas e misóginos, praticam a poligamia, mas o governo dos EUA faz de conta que não vê. Não é possível encontrar uma única foto na internet (sobretudo no Google dos EUA) deste agente norte-americano, o mórmon marido de Dodge.

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Com engenharia nacional já destruída, Golpe recria caixa preta ($$$) para contratação (de gringos) pela Petrobras

Na semana passada, a Câmara dos Deputados aprovou projeto de lei duplamente lesivo ao interesse nacional. Em primeiro lugar, entrega as jazidas de área que é o filé mignon do Pré-sal a petroleiras estrangeiras em um regime que paga menos ao Estado (“cessão onerosa”) do que aquele criado pelo pai da privataria nos anos 1990, Fernando Henrique Cardoso (“concessão”).
Mas isso não é tudo. Os deputados acabaram com a obrigação de a Petrobras ter de realizar licitações, transparentes e competitivas, para a contratação de bens e serviços a serem adquiridos para a exploração do Pré-sal. Agora passa a valer o “convite”, feito a meia dúzia de fornecedores já conhecidos – da Petrobras e/ ou de associadas estrangeiras – para a apresentação de propostas.
Ora, foi falta de controle e transparência parelha que deu à luz a Lava Jato, depois devidamente instrumentalizada politicamente por interesses anti-nacionais. Pois agora, com a engenharia nacional já devidamente destruída pela tal “Car Wash”, abolem-se novamente os controles republicanos adotados em 2016.
Sem problemas: agora com empresas americanas como fornecedoras, é certeza que o Departamento de Justiça dos EUA não mais voltará a nos perturbar. Afinal, como muito bem ensina Deltan Dallagnol, nos EUA, colonizado por pios peregrinos puritanos, nunca houve corrupção (!)

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