USA -China: a guerra está próxima?

Analistas internacionais propõem comumente o confronto USA versus China como choque de duas super-nações, com os mesmos objetivos, mas de regimes políticos opostos. As contradições se agudizariam devido à incapacidade-resistência da direção chinesa de abraçar práticas liberal-globalizadas gerais, na economia e na política. Criticam um dirigismo que sequer aboliu os planos quinquenais [o 13º abrange 2016-20]. Em geral, não se ressalta a essência distinta entre esse confronto e aquele que opôs, após a II Guerra, os USA e a URSS, país de economia planificada e nacionalizada, rico em matérias primas. URSS que jamais disputou mercados com os USA e perseguiu a impossível convivência entre ordens econômico-sociais em oposição visceral, já que o modo de produção capitalista necessita, por sua natureza, expandir suas fronteiras econômicas, sobretudo em sua fase imperialista.
Neste artigo Maestri apresenta um mapa geral do cenário global que pensa encontrar resolução nos próximos anos, não deixe de ler, compartilhar, debater em diversas redes sociais.

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Como as falhas de jornais e jornalistas complicam as conversações nucleares com a Coreia do Norte

Recentemente a Coreia do Norte novamente pediu que o governo Trump mantenha-se no marco dos três passos acordados na Declaração de Cingapura.


Para Josh Rogin, colunista do Washington Post o pedido da Coreia do Norte seria “beligerante”.
Reuters amplificou a suposta “beligerância”, ao manchetar: “Trump cancela viagem de Pompeo à Coreia do Norte, depois de carta beligerante”
Reuters sabe evidentemente que Josh Rogin não “noticia”. Não é jornalista. Não passa de preposto neoconservador, com acesso direto a John Bolton. Publica seus chiliques na seção de Opinião do jornal, não nas páginas de notícias.



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Metais sexy: peça que faltava no quebra-cabeça coreano

Tudo sugere que o xis da questão no abraço que o governo Trump oferece a Kim Jong-un tenha tudo a ver com um dos maiores depósitos de terras raras (ing. rare earth elements, REEs) do mundo, a apenas 150km ao norte de Pyongyang que vale, parece, vários bilhões de EUA-dólares.



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Qual o verdadeiro interesse dos EUA com a “desnuclearização” da Coreia do Norte?

Há aqui uma verdade que não pode ser escamoteada: os EUA querem ter o monopólio das armas nucleares e com isso poder dominar o mundo usando meios de persuasão com os seus aliados, nomeadamente UE, Israel e Arábia Saudita. Esses meios de persuasão têm a ver com embargos econômicos, tornando insustentável as economias dos “países alvo” de forma a pararem o desenvolvimento do programa nuclear.

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Trump, Coreia do Norte e (mais?) “excesso” de “politicamente correto identitário”: “oriental” vs. “asiático”

Publicado 22/09/2017 – 23:12 Atualizado 23/09/2017 – 20:09 Trump, Coreia do Norte e (mais?) “excesso” de “politicamente correto identitário”: “oriental”

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