Revolução democrática para vencermos a guerra híbrida

Os primeiros efeitos visíveis da guerra híbrida contra o Brasil, com maior intensidade dos ataques nos últimos quinze anos, nos permitem refletir sobre os caminhos a seguir. Como os objetivos maiores dos piratas das nossas riquezas ainda não estão consumados na sua totalidade, mas já sabemos quem são eles e o que querem, chega o momento de convocarmos os brasileiros (dentro e fora do país) e também cidadãos com empatia com o nosso povo e preocupados com os rumos da nação para que possamos vencer esta guerra.

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(Paulo) 🌶Pimenta🌶 no rabo dele mesmo: quem ri por último?

A verdade chegou primeiro no Duplo Expresso – de novo! Avisamos que o Deputado Paulo Pimenta, inexplicavelmente reconduzido à Liderança do PT na Câmara, tinha o rabo preso. Que era, por isso, mais um refém da Juristocracia.
Daí o acordo que celebrou com a Lava Jato, junto com Wadih Damous, para trair Lula. Fingia defendê-lo, mas enterrava qualquer iniciativa que pudesse, de fato, ajudar a desmascarar Sergio Moro.
Agora, um ano depois – quando o farsante já perdeu a utilidade para o Golpe –, seus “esquema$” começam a vir à tona. Anotem: é só o começo…

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Exclusivo: a escala e a duração da infiltração no PT (de Lula!)

Live especial levada ao ar nesta tarde, com informações exclusivas sobre a ascensão “meteórica” da corrente “Mensagem ao Partido” dentro do PT, em prejuízo da de Lula, popular e sindical (CNB). Dá-se na base da tática “pedagógica” do porrete combinado com a cenoura: de um lado, garantia de perseguição do Judiciário a quem não adere; e, do outro, financiamento abundante para quem, ao contrário, adere.

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Incógnito “Mr. Dodge”: Raquel, a PGR, vive com “espião que veio do frio”?

A única foto disponível do Sr. Dodge encontra-se no site da instituição em que tem a sua ocupação… hmmm… “mais ostensiva”, digamos…
Trata-se da Escola das Nações, em Brasília. Entidade que educa – numa filosofia “globalista” – filhos de altas autoridades da República. Do quilate, por exemplo, de Michelzinho e Jucá-zinho.
É inusitado que alguém com o invejável currículo de Bradley, com graduação em tecnologia da informação (!) e mestrado em administração em Harvard, com “emprego ostensivo” numa escola que atende à elite do centro do poder no país, casado, como sabemos, com alguém com salário elevadíssimo, ainda tenha necessidade de fazer bico como “professor particular de inglês”.
(de VIPs!)
Hmmm… será para poder exercitar o seu – auto-atribuído – talento em “comunicação inter-cultural”? Com VIPs da República??

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