Para onde vai o Chile?

Mais de 200 mil pessoas permanecem diariamente em protestas permanentes. Existem milhares de ações que não são relatadas.
Embora a situação objetiva tenda a não ser animadora como uma perspectiva real de triunfo, a menos que ocorra um evento de desequilíbrio. Esta seria a entrada em cena em massa da classe trabalhadora.

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As Narcoprimaveras latino-americanas

Primeiro há que aclarar o que significam estas narco-primaveras. O conceito é decorrente da rearticulação das condições de dependência regional (extração de mais valia e transferência de riquezas de forma permanente para países imperialistas globais). E a mesma é resultante da articulação de estados ocos (em que a burocracia ou órgãos do estado deixam de atuar, sendo limitados, extintos ou agindo contra a lei) em estados que já eram falidos, ou incompletos (típicos de nações de terceiro mundo, em que o estado não ocupa todo o território e sociedade) e gera a possibilidade de consolidação de sistemas não legais e ilegais como forma de normatização e assimilados por setores burocráticos do estado.

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O estado narco-policial-militar a mando do imperialismo

Por trás do aumento do tráfico de drogas está o seu desenvolvimento em toda a região. As coincidências entre os processos na América Latina estão por trás de uma política do imperialismo nore-americano. O objetivo é desenvolver esse negócio lucrativo, que, juntamente com o mercado de armas, são os únicos dois setores da economia capitalista mundial que não enfrentam crises. E eles estão interligados.

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Perspectivas do levante popular no Chile

O governo de direita de Sebastián Piñera tentou romper os enormes protestos por meio da força brutal, com o exército pinochetista nas ruas. Há mais de 25 mortos oficialmente reconhecidos, 60 pessoas que perderam os olhos, 12 mulheres estupradas pelas forças armadas, 125 desaparecidos, 6.460 presos, invasões de residências ilegais.
Leia, compartilhe, debata.

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América Latina Insurrecta Encurrala o Brasil Liberal

É um exagero dizer que a América Latina insurrecta encurrale o Brasil liberal. Mas é forte, sim, a pressão das atuais lutas populares no continente sobre o golpismo brasileiro.  Já nos últimos tempos, havia indícios de viragem dos ventos que começava a alimentar a rebeldia popular ao sul do rio Grande. A primeira lufada forte antiliberal foi a vitória, em junho de 2018, do oposicionista moderado López Obrador, nas eleições presidenciais do México.
Mais um texto de Mário Maestri, não deixe de ler.

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Um levante popular no Chile

No próximo período, os levantes populares tendem a transformar-se na norma e não serem mais a exceção. Um ascenso operário começou a acontecer nos Estados Unidos desde a greve dos educadores de fevereiro de 2018. A crise capitalista se aprofunda rapidamente rumo ao maior colapso da história.

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