Somente as refinarias da Petrobras podem garantir diesel a preços justos para os caminhoneiros

Não é verdade o que informou a administração da Petrobras com relação à “rigorosa” observância da paridade internacional. O diesel no Brasil só é 13% menor que a média global por causa da reduzida carga tributária. Se a carga tributária fosse a mesma, o País do Pré-sal e do extraordinário parque de refino cobraria pelo diesel muito mais que a média global, onde quase todos os países são dependentes de petróleo ou derivados importados. Já o Brasil, é grande exportador de petróleo.
Óleo diesel e frete caros não atendem aos interesses do País. A Petrobras estatal e gerenciada com espírito público é a garantia de diesel e frete baratos, o que contribui para a competitividade da agricultura brasileira.

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Vodu judicial e “meta-cidadania”: urge fazer greve e manifestação pelo direito de fazer… greve e manifestação!

Mais uma vez estamos diante dos mesmos (aprendizes de) feiticeiros vestidos de preto (togas), com sortilégios pronunciados em uma língua morta (latim) e seus “assustadores” bonecos de vodu (decisões judiciais ilegais).
Os alvos da vez: caminhoneiros, petroleiros e o PT/ CUT. Se esses últimos derem fé (FÉ!) ao “poder” (?) dos bruxos nesta rodada (2018), terão suas espinhas dorsais quebradas. E, assim, não poderão sequer voltar para novas disputas.
Perguntem aos mineiros do norte da Inglaterra – onde o desemprego PERPÉTUO passa de pai para filho já há 3 gerações! – o que foi que Margareth Thatcher fez com eles.
Que poder – real – tem um Ministro do STF para impor uma multa de mais de meio bilhão a transportadores grevistas? Se eles pararem novamente, vai ele fazer hora extra como motoboy e entregar combustível e víveres Brasil afora?
Na ausência de Lei, que é certa, apenas a FÉ (má-fé?) “pode” (?) conferir tal “poder” – manifestamente arbitrário – a “juizecos”.
Novamente: é vodu judicial!

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Caminhão de intervenções: a geleia ideológica dos caminhoneiros e os militares

O discurso mais à direita, de caminhoneiros clamando por “intervenção militar”, vem de áreas com grande contingente do Exército, acompanhado de um conjunto de institutos e associações que juntam principalmente professores, advogados e militares dessa Força. Note-se que a Marinha e a Aeronáutica não andam distribuindo tuítes à vontade por aí, como faz o Comandante do Exército. Não é difícil perceber por que a capilaridade que isso tudo gera vai de encontro e passa a andar de mãos dadas com o setor Agro – e agora com a adesão do setor Trans. Aliás, hoje não há dois setores mais dependentes um do outro que esses.
Essas coincidências se casam com uma noção ancestral de que, enfim, o Estado deve se resumir à segurança. “Contra os impostos altos e a roubalheira”. Trata-se de trocar a ideia de que o Estado possui o monopólio da violência legítima pela ideia de que o monopólio da violência legítima possui o Estado!
Às favas com a ideia de um domínio nacional sobre a cadeia do Petróleo, da Engenharia Pesada, da Energia, do Setor Nuclear, etc. Basta – apenas – descer o pau em “comunista” (sic). E, é claro, cobrar pouco dos ricos pelo serviço.

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“Novidade” direto da Antiguidade: o ‘Caminhoneiro’ de… Troia!

Existem denúncias de peleguismo nos sindicatos dos caminhoneiros empregados, assim como denúncias de ações violentas por parte dos proprietários de Transportadoras. Trata-se, portanto, de um lockout, e NÃO HÁ A MENOR POSSIBILIDADE de que tal movimento seja isoladamente instrumentalizado pela esquerda. A reação da esquerda deveria ser APROVEITAR o momento para chamar uma greve geral e “engolir” essa paralisação do setor dos transportes. Diluí-la como uma gota num oceano de paralisações. Deixada como está, essa paralisação serve a múltiplos objetivos que serão descortinados com o passar dos dias. NENHUM deles tem o caráter de luta contra o Golpe.

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