Félix Fischer e a conspiração contra o nordestino Lula

O ex-presidente Lula, que se encontra preso e incomunicável em Curitiba, enfrenta um verdadeiro paredão de juízes como Moro, Gebran, Felix Fisher e Edson Fachin. Esses “magistrados” cometem todas as ilegalidades e firulas jurídicas para manter Lula encarcerado e psicologicamente torturado, sem provas, cerceando todos os seus direitos e garantias fundamentais, para mantê-lo longe das eleições de 2018.
Em menos de um mês o ex-presidente Lula teve os seus quatro recursos negados pela “câmara de gás” (enquanto juristas seguem escrevendo livrinhos e evitando ações mais efetivas) de Felix Fischer que é sustentada com dinheiro do contribuinte. Pagamos para manter juízes nitidamente fascistas, que servem aos interesses estranhos às leis. Juízes visivelmente ocupados com a defesa das próprias tramóias, conchavos, acordos e principalmente interesses internacionais e que, para isso, rejeitam a justiça e o direito, cerceando a liberdade de um inocente, um preso político. São esses juízes que aumentam os próprios salários em 16%, enquanto milhares de brasileiros morrem de fome e milhões voltaram à miséria.

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A “Câmara de Gás” de Félix Fischer – Parte II

Transformaram os trabalhos da justiça em uma novela. O roteiro parecia perfeito, mas o “telhado de vidro” dos envolvidos foi uma arma contra eles mesmos. É revoltante concluir que graças ao monopólio midiático foi possível criar no imaginário dos cidadãos que nada no Brasil prestava e que tudo era “corrupção”. Isso mesmo quando todos viviam em um país de situação de pleno emprego, investimentos em educação, saúde, pesquisa científica, etc. Como o abuso de autoridade foi, e ainda é, utilizado por uma estrutura montada para que o Brasil chegasse ao atual nível de degradação em todos os níveis.

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Felix Fischer – O Himmler da Lava Jato, dono da “Câmara de Gás” do STJ (Parte I)

O dono da “Câmara de Gás” do STJ da quinta turma é alemão. Calma! Este texto não fala sobre a turma do SS, mas da versão tupiniquim dela, que – de tão intocável que é – ficou conhecida como a “câmara de gás” do Felix Fischer. É este alemão de Hamburgo, naturalizado brasileiro, relator da Lava Jato, quem decide o destino dos seus réus. Um dissimulado que faz o papel de “durão” para justificar a fama de “implacável”, mas que é apenas uma das peças desta justiça carcomida pela corrupção que caracteriza o poder judiciário do Brasil.

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