Brasil: a pior elite do mundo tem a ‘esquerda’ que pediu a Deus

Sem medo de cara feia, dada a gravidade da hora, ousamos criticar a adesão de um partido de trabalhadores à onda global de precarização do trabalho, com a criação pelo mesmo de nova modalidade de terceirização: a da greve de fome (!)
Animados pelo depoimento de uma monja nesta semana, editamos vídeo irrefutável contendo, além do mesmo, as palavras de Gleisi Hoffmann, João Pedro Stédile e de Lula. Prova, de forma definitiva, a existência de um círculo de traidores dentro do PT. No qual brilha, quase sem rival, o laranja podre do partido, José Eduardo Martins Cardozo.
Por fim, abordamos a promiscuidade entre golpistas e goleados na Corte brasiliense. Essa que desmoraliza, de forma contundente, a narrativa de que “foi Golpe”.
Mais do que isso, ao final da semana acabamos por nos perguntar se todos esses elementos – terceirização da luta; traição; e promiscuidade entre golpistas e “golpeados” – e ainda outros de igual calibre, como o caráter suprapartidário da máfia que frauda votações no Brasil, não constituem justamente aquilo que já nos permite antever o papel que essa mesma “esquerda” anseia desempenhar na grande fraude de 2018.

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A grande disputa geopolítica do século XXI: mobilidade, meio ambiente e inteligência artificial – Série em 10 artigos

Dada a velocidade da expansão chinesa nos carros elétricos, pode-se esperar que a indústria automobilística vigente estará decadente em menos de 12 anos. Muitos sucumbirão em razão da depreciação de seus ativos. Os governos, mais uma vez, salvarão suas marcas e Campeões Nacionais, para salvar o seu próprio futuro. Enquanto se adaptam ao carro elétrico e aos asiáticos, muitos campeões serão estatais, para-estatais ou simplesmente viverão à custa do Estado. O governo americano, francês, japonês e inglês já anunciaram pesados subsídios à pesquisa. A indústria automobilista vive uma grande corrida em busca do Santo Graal elétrico. Há quem preveja que 86% das vendas de automóveis em 2030 será de carros elétrico.

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Argentina com o pires na mão

O que impressionou na análise do comentarista do Duplo Expresso foi a possibilidade de ouvirmos com riqueza de detalhes os elementos da grave crise na qual o Presidente Macri, em menos de um mandato de quatro anos, mergulhou o país. Pior, foi possível entender, para o nosso lamento, que o Brasil segue invariavelmente destino semelhante. Um cenário de rendição ao FMI e de redução do país à condição de mero exportador de commodities.

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A falsa necessidade de Privatização da ELETROBRAS

Em suma, criou-se no Brasil a falsa necessidade de privatização da Eletrobrás e suas subsidiárias para, aparentemente, fazer com que um patrimônio, com valor da ordem de R$ 300 bilhões, gere lucros privados. Nesse processo, o Estado receberia irrisórios R$ 12,2 bilhões e os consumidores brasileiros seriam os geradores dos lucros privados, a partir do aumento da tarifa de energia elétrica.

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