Avaliação do primeiro debate da Band

Fiquei impressionado com a pobreza do debate. Isso só fez destoar a ausência forçada e ilegal do ex-presidente Lula. A lei eleitoral obriga que haja igualdade entre os candidatos na cobertura da imprensa e nos debates que ela promove.
Não podemos nem culpar os candidatos pela miséria do debate, porque essa pobreza é culpa da limitação do modelo escolhido pela Band. Um minuto e pouco para responder e 45 segundos para réplica e tréplica é tempo insuficiente para desenvolver qualquer ideia, por mais simples que seja.
O máximo que se consegue fazer é obrigar os candidatos a repetir frases decoradas e preparadas pelos seus marqueteiros para caber em uma janela de poucos segundos.

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Até um cego vê quem é Bolsonaro

O quadro semanal “Até um cego vê!”, apresentado por Leonardo Lobo, reafirma o que temos dito sobre na nossa página sobre o programa Roda Viva e também sobre o comportamento de certos setores da esquerda.
Primeiro que o Roda Viva tem audiência ínfima e ganha mais repercussão por conta dos comentários dos “especialistas em tudo” nas redes sociais. Segundo porque algumas alas da esquerda ocupa muito o tempo com o entretenimento da direita. Comentar Bolsonaro, por exemplo, pode ser um desses elementos de dispersão.

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Fraude: Bolsonaro já vendeu vaga no segundo turno a Alckmin?

Hipótese: Alckmin contrataria Bolsonaro como “cavalo paraguaio” deliberado. Um candidato bomba-relógio, com detonação já programada na largada. Faria um “esquenta” galvanizando o anti-petismo durante a campanha, apenas para, nas últimas semanas, entrega-lo de bandeja para Geraldo Alckmin.
Nesse caso, três tipos de fraude (retro) alimentar-se-iam:
(1) A partir de determinado momento, Bolsonaro daria tiro no pé atrás de tiro no pé;
(2) Os institutos de pesquisa – i.e., os do esquema – calibrariam as “margens” com que trabalham para acentuar uma tal “tendência de desidratação” de Bolsonaro; e
(3) Na abertura das urnas, a infame “totalização” – secreta – revelaria, pela quinta vez consecutiva desde 2002 (!), uma “surpreendente” (sic) “disparada na reta final” do candidato do PSDB.
P.S.: Resta saber que papel o PT desempenhará nessa farsa. Resta saber se o “com STF, com TUDO” de Jucá também incluirá o partido, segundo relatos (não contestados) satisfeito com a derrota no segundo turno (também já acertada?), que seria o suficiente para garantir a sua “hegemonia na esquerda”. E na “oposição” (?)… parlamentar.

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Carta Aberta da Comunidade Árabe-Brasileira

A comunidade árabe-brasileira, composta por todos(as) os(as) brasileiros(as) de origem árabe, fora surpreendida ao tomar conhecimento de veiculação em órgão de comunicação nacional acerca de um encontro entre a mesma e o deputado federal Jair Messias Bolsonaro, um dos anunciados pré-candidatos à Presidência da República, o qual ocorreria em Foz do Iguaçu no próximo dia 28.
Entretanto, há contradições que tornam este hipotético encontro carecedor de elementos de realidade. Leia a seguir algumas considerações.

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Os Hitlers já estão entre nós!

Falar de fascismo é falar sobre o aspecto humano da liberdade e sobre a conjuntura histórica-social que favorece a renuncia individual à liberdade e a assunção do caráter autoritário, pois ao contrário do que muitos pensam, o fascismo não é uma patologia dentro de um corpo social saudável, nem muito menos, um momento de loucura em um contexto de sanidade, mas uma característica própria da condição humana à espreita de todo indivíduo saudável.

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Mercado vs. Lula vs. Bolsonaro: sinais trocando?

É possível que a Folha finalmente tenha detectado que o antes “espantalho de Lula” chamado Bolsonaro agora tem o interesse direto da Casa Branca. Podemos suspeitar também que para a Finança Internacional é interessante esse tipo de gente governando em pontos localizados, assim cada Macron que aparece por aí se torna uma espécie de miragem de esquerda, sem sê-lo. Trata-se de controlar criando frações, estratégia tão antiga quanto aquela dos imperadores romanos que dividiam o senado de propósito. Está cada vez mais claro que Trump agora vê no Brasil uma possibilidade de ter um espelho, o que não é pouca coisa. De maneira bastante sutil, o embaixador chinês deu o sinal para que o povo acorde por aqui. Talvez a Folha tenha começado.

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STF joga para – abortar – Bolsonaro na cadeira de Presidente?

Previsão feita pelo Duplo Expresso no ano passado vem a se confirmar: o Golpe, com projeto econômico para apenas 20 milhões de pessoas (em vez de 200), e com Lula liderando todas as pesquisas, tentará sequestrar a eleição com temas “morais”/ “comportamentais”.
O STF, destacado braço do Golpe, arma a arapuca.

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A ressaca da Copa, o “complexo de vira-lata” e as Eleições 2018

O que a ressaca da Copa, o “complexo de vira lata” e as eleições 2018 têm em comum? A resposta está em você. Ela é um teste para que você mesmo possa medir o seu grau de alienação ou capacidade de resistência ao massacre midiático que um receptor, vítima do monopólio da comunicação social, está exposto diariamente.
Agora, vivemos aquele momento onde o espólio da ressaca pela “derrota do Brasil” tem sido disputado a tapas por esta mesma mídia hegemônica que ajuda a criar no imaginário do cidadão brasileiro uma série de conceitos, sentimentos e emoções no bojo de uma estrutura que controla e usa esses sentimentos e emoções para atender aos próprios interesses e conveniências.

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Golpe (transnacional): é “com Bolsonaro, com tudo”

Está se copiando no Brasil um modelo já testado nos EUA, onde Trump é um bufão e quem governa mesmo é o Deep State.
Possivelmente, inclusive, a fórmula foi montada lá fora. Se bobear a estratégia de Bolsonaro está vindo exatamente desse mesmo lugar, que há alguns anos vem atuando no Brasil.
A via de entrada deles no jogo político no Brasil foi o Judiciário, mais especificamente feita sob o controle do TRF-4/ Moro.
Não é surpresa, portanto, que esses “operadores locais” – militares e Judiciário – estejam se aproximando.

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Atenção: antes (apenas) desprezado, Bolsonaro passa a ser visto como fantoche potencial pelo establishment

“Folgávamos” todos na certeza de que, quando o jogo efetivamente começasse, Bolsonaro – já tendo cumprido o seu propósito de acirrar o antipetismo – seria desmontado pelo establishment. Tal qual boi rufião (estéril), usado para excitar a vaca, deixando-a em ponto de bala, seria descartado na hora H, para dar lugar à fertilização pelo touro de predileção do dono. Ou seja, o PSDB.
Bem, esse era, de fato, o plano dos aprendizes de feiticeiro. Quer dizer, o “Plano A” dos mesmos. No entanto, dada a resiliência política de Lula, casada com a inviabilidade eleitoral do programa econômico do Golpe, um “Plano B”, de “B’ufão”, deixa de ser algo inimaginável.
Portanto, chegou a hora de pararmos de subestimar Bolsonaro. Ele em si pode não passar mesmo de um bufão. Mas é justamente essa posição que permite que uma série de agentes estejam vendo nele um fantoche em potencial: (i) Lavajateiros do MPF, PF e Judiciário; (ii) o tal “mercado”; e ainda (iii) os militares.

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