Lava Jato, Máfia, Corrupção e Judiciário – Parte II

Leonel Brizola dizia que as práticas políticas da “oposição” com os “governos militares” geraram um mar de cumplicidades.Estamos mais uma vez submersos, quase afogados, sem poder respirar, nesta globalizante pressão ideológica e financeira desde 1990.

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Lava Jato, Máfia, Corrupção e Judiciário – Parte I

A corrupção é o sinal de Estado fraco. O que é Estado fraco? Aquele que a elite que o dirige está comprometida com a manutenção do “status quo”, com o imobilismo – econômico, social, cultural -, no caso brasileiro, com manutenção da escravidão e com o modelo exportador de produtos primários, contra a industrialização.

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A Árvore Cheia da Jabutis

Vivemos, como no Império, a farsa do Poder. Uma família que vivia faustamente às custas do povo que a aplaudia. Hoje somos uma nação escrava, votando e apoiando o opressor. Com o descaramento que borda o cinismo, ouvimos que o País exige a “reforma da previdência” que nos levará, daqui a 15/20 anos, a encontrar o nirvana. Eu retruco, estatizem o sistema financeiro e, em um ano, o Brasil estará crescendo como nunca.

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Novos Alvos da Banca: Militares, Magistrados e Promotores

Vivemos a guerra híbrida do sistema financeiro internacional contra a humanidade. Os argumentos são envolvidos nas mais atraentes embalagens e se apresentam sempre a favor da banca, como abrevio este sistema demolidor.Pelas redes sociais foi divulgada a seguinte tabela de valores médios de aposentadorias, onde logo encontramos inconsistências, incoerências, além da anônima autoria. É o fake da banca em ação. Com que propósito?

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Direita ou Esquerda – Para a banca tanto faz…

São tempos de par ou ímpar, segundo Pedro Pinho. Herege ou religioso. Romano ou bárbaro. Católico ou protestante. Comunista ou capitalista. Por todos os tempos, o Poder sempre procurou simplificar as diversidades de qualquer natureza, em especial as ideológicas ou as que o pudessem enfrentar (ou apenas assumir) suas diferenciações. Uma carga com as polaridades do tipo: nós ou eles.

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A Farsa da Previdência e Outras Fraudes da Banca

A partir dos anos 1970 entrou na pauta das academias e das instruções, inclusive militares, a ideologia neoliberal. As comunicações de massa passaram a divulgar, de modo sempre favorável, o denominado “mercado”. As notícias restringiam-se apenas ao “mercado financeiro”, e aos indicadores que favorecessem as demandas vinculadas a este, como se fossem as principais referências para a avaliação do Brasil. O Estado, por outro lado, era ineficiente e corrupto. Jamais associou o corruptor – a Banca – aos corrompidos. Os corruptores ficaram restritos a alguns poucos empresários que atuavam na industrialização do País. Todos sabemos que a Banca se opõe à industrialização.

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A Petrobras e a Próxima Crise

Olhar a perspectiva histórica a partir de crises econômicas insufladas pela banca permitirá que se anteveja o que vem pela frente, no Brasil e no mundo. Pedro Augusto Pinho apresenta o atual momento como de ebulição controlada, onde distintas chaves serão acionadas conforme a conveniência econômica. Tomando como base as crises do petróleo ao longo da segunda metade do século XX, é demonstrada a passagem do poder econômico do sistema geopolítico para o sistema financeiro apátrida. O mesmo sistema sedento pelo Pré-sal e que força a inviabilização da Petrobras como player mundial na áea de energia. Agora, já finalizando a segunda década do século XXI, ele mostra os reflexos da última série de crises: consolidação do poder da banca e extensão da sua dominação ao mundo da comunicação, da política, do psicossocial e de diversos governos nacionais.

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Que bom! Sou um idiota!

Pedro Augusto Pinho explica como a “banca” faz uso de sua expertise para que todos nós, de forma voluntária e engajada, trabalhemos como verdadeiros militantes para que ela amplie a concentração de renda no mundo. Replicamos a vontade dela e ampliamos seu poder de convencimento cada vez que a alimentamos com nossos metadados. Para isso, a banca precisa apenas daquele instrumento de dominação que carregamos no bolso: o nosso próprio celular…

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O Comunismo chegou ao Brasil

Nas palavras do autor: “Este artigo é dirigido para os expressonautas. Expande a notável palestra de terça-feira, 13/11, deste genial Felipe Quintas, para a conformação da banca – a dona do Brasil.” O que se coloca na mesa é a discussão das velhas ordens internacionais travestidas como algo novo neste momento, com o incremento de que agora o que chega no Brasil de Bolsonaro é o sistema financeiro transnacional, um apátrida patrimonialista que chega dizendo “…dane-se o Estado Nacional!”

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O Mercado Precisa Explicar

O mercado criou empresas de investimento, poderosos fundos de aplicação, coletando desde fortunas de famílias, lucro de traficantes, subornos de dirigentes privados e públicos, salários de magistrados e barnabés, e, se for possível, as esmolas caridosamente dadas, para estes trilionários, em dólares, fundos de investimentos.

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Democracia e Ditaduras No Cardápio Eleitoral

No Brasil, já fragilizado pelas ações do Governo Temer e pelas ações parlamentares e da própria Dilma Rousseff, em seu segundo e incompleto mandato, com reservas em dólares estadunidenses, que deverão ser desvalorizadas no curso da crise, com qualquer dos dois grupos no comando da Nação, só poderá naufragar. Antevejo ondas de desempregados e saques e violência urbana aumentando. Uma insegurança de toda ordem: pessoal, patrimonial, jurídica, econômica e social. Pois, como ficou óbvio, nenhum dos litigantes no campo do Bolsonário tem projeto para a Pátria Brasileira.

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Moinhos de Vento ou Reflexões sobre a Eleição de 7 de outubro de 2018

Desde que a banca, como designo o sistema financeiro internacional, assumiu o poder e mesmo antes, quando destronava o capitalismo industrial, o desmantelamento dos Estados Nacionais vem sendo um de seus objetivos. E dos mais incisivos.
Nesta e em outras ações, a banca busca colocar questões que não evidenciem seus objetivos, desconcertem os opositores, ganhem adeptos e iludam a todos. Dentre estas estão as questões que denomino transversais, pois são comuns a todas as sociedades, representam um momento da construção civilizatória.

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Os Camaleões Estão no Poder

Nenhuma pesquisa social é necessária para que saibamos serem os pobres a maioria da sociedade. Podemos ter pobres com melhores condições de vida (países nórdicos no século XXI) e outros sem qualquer meio de subsistência, dependentes da vontade de outras pessoas, mas, qualquer limite que se estabeleça, a parte inferior da quantificação será algumas vezes maior do que a superior.
Para manutenção desta situação, os poderes, não os governos que são uma espécie de gerentes, empregados do dono, promovem toda sorte de ilusões, crenças, fantasias, mistificações para que a minoria mantenha sua situação poderosa e confortável distante daquela maioria.

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A questão nacional não entrou na questão eleitoral

Desde o momento que o capitalismo financeiro, que denomino banca, dominou o mundo capitalista, novas prioridades passaram a definir a luta dos povos por suas independências. E, como é óbvio, este novo poder dominante criou novos mitos, novas questões para desviar desta luta seus principais conteúdos, quais sejam as ações nacionais pela soberania e pela cidadania.
Ter colônia de escravos, e no mínimo número necessário para produzir seus lucros, é o objetivo da banca.

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