99%, UNÍ-VOS! – Lara Resende mudou? Hummm…

Helio Silveira e Rogerio Lessa retomam o alerta: os 99% precisam entender o que esconde-se no discurso austericida dos 1%. Não se deixem enganar pelo mundo limpinho e cheiroso que os liberaris prometem ao afirmarem que um Estado-Mínimo será o máximo para as vidas de vocês. Isso, na melhor das hipóteses, é um sofisma indefensável. Mas, nunca é tarde para a conversão de um pecador… Neste texto, é abordada e discutida a revisão de Lara Resende sobre o austericídio nacional do qual foi um dos mentores: o Plano Real de 1994.

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99%, UNÍ-VOS! – “Déficit Fiscal há 35 anos”? Conta outra!

A mídia corporativa não perde tempo e já propaga a mesma lenga-lenga de sempre para fazer o joguinho de quem lhe compra o espaço (não o publicitário, mas o de conteúdo mesmo): Se não promovermos o ajuste fiscal agora, de forma gradual, ele virá logo ali na frente, como um tratamento de choque… O pensamento liberal tem sempre a justificativa perfeita para que o aperto do torniquete, ao invés de estancar o sangramento, provoque a drenagem do nosso fluxo econômico diretamente para os donos das cartas no sistema financeiro. No Brasil, desde o acordo com o FMI em 1983, a banca paga e recebe. Sempre em dobro, sempre em dia, sempre às custas dos 99%.

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99%, UNÍ-VOS! V – Onde se lê…

O texto em questão baseia-se no recente programa do Duplo Expresso em que Wellington Calasans relembra a luta dos islandeses em 2008! Apesar de ser um país relativamente pequeno e com uma população diminuta, a Islândia deu um magnânimo exemplo de consciência cidadã, mostrando a importância da luta por ideais. Por isso o esforço efetivo dos 1% em esquecê-la e apagá-la da memória mundial. Pois então, lembra-se mais uma vez que essa série “99%, UNÍ-VOS!” tem como metodologia o DESENVOLVIMENTISMO. O mesmo que está por trás do “Cinturão da Seda” que tanto tem assustado o enfraquecido “hegemon liberal”. Infelizmente, esta fera anciã ainda mantém garras afiadas e poder destrutivo…

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A saída da crise ao alcance da mão, Parte 2: o emprego e “o Grande Banco”

O fim da Guerra Fria com a queda do Muro de Berlim, o avanço e barateamento das telecomunicações reforçou a força política liberal agora autodenominada de “neoliberal” e se espalhou pelo mundo o avanço da gestão privada sobre os bens e serviços do Estado privatizando-os e evidentemente aumentando a concentração do capital e oligopolizando os mercados.
Mas a desregulamentação dos setores públicos e as privatizações geraram grandes fracassos empresariais e crises sequenciais até a grande de 2008.

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