João de Athayde – Turim nos passos de Gramsci

Como quem viaja entre o passado e o presente, mas de olho no futuro, Athayde faz também um paralelo entre o pensamento de Gramsci sobre a política e a relação de classes (retratados nos Escritos Políticos daqueles dez anos) e o contexto político brasileiro da atualidade.

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SamaathayDE – Driblando a democracia

Três recortes das participações da dobradinha Sama* + João de Athayde** no Duplo Expresso épico da sexta-feira 02 de novembro de 2018, onde a dupla começou debatendo sobre o documentário “Fake America Great Again” (Driblando a democracia), mas depois seguiu discutindo as consequências do uso de metadados e nossas informações para quem deseja manipular a forma como vemos a realidade.

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Painel (ilustríssimo) debate consequências de Bolsonaro

No último domingo, ao vivo durante a apuração da votação no segundo turno da “eleição” (?) presidencial, os apresentadores do Duplo Expresso Wellington Calasans, Romulus Maya e Carlos Krebs receberam para debate – no calor dos acontecimentos – o cientista político Felipe Quintas, a socióloga Thaís Moya, a comentarista de assuntos jurídicos Maria Eduarda Freire, o antropólogo João de Athayde, o artista visual e ativista Sama, o politólogo e analista internacional Eduardo Jorge Vior, a arquiteta Patrícia Vauquier, o advogado Samuel Gomes e o convidado especial Senador Roberto Requião.

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Duplo Expresso 2/nov/2018

Destaques:
– O politólogo e analista internacional Eduardo Jorge Vior comenta: “Para onde vai a política internacional do Brasil? – Relacionamento Brasil – China e Brasil – Argentina”
– O artista visual e ativista Sama e o antropólogo João de Athayde falam sobre: “O filme ‘Driblando a Democracia’ e as utilizações do artístico na luta pela hegemonia”
– Romulus Maya e Carlos Krebs fazem a análise da conjuntura política.

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Debate: documentário “Driblando a democracia” (com Steve Bannon)

Por sugestão do nosso comentarista João de Athayde, amanhã no Duplo Expresso discutiremos o documentário “Driblando a Democracia”, do canal franco-alemão “Arte”, tratando da eleição de Trump, Cambridge Analytica e Steve Bannon. Tudo isso, como sabemos, levado a novos extremos com a eleição de Jair Bolsonaro.

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Duplo Expresso de Domingo 28/out/2018

Destaque:
– Wellington Calasans, Romulus Maya, Carlos Krebs, o cientista político Felipe Quintas, a socióloga Thaís Moya, a comentarista de assuntos jurídicos Maria Eduarda Freire, o antropólogo João de Athayde, o artista visual e ativista Sama, o politólogo e analista internacional Eduardo Jorge Vior, a arquiteta Patrícia Vauquier, o advogado Samuel Gomes e o convidado especial Senador Roberto Requião debatem sobre o resultado das eleições 2018.

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Duplo Expresso 26/out/2018

Destaques:
– O politólogo e analista internacional Eduardo Jorge Vior fala sobre as implicações internacionais do (muito possível) triunfo de Bolsonaro.
– O artista visual e ativista Sama e o antropólogo João de Athayde comentam: “Os novos Meninos do Brasil”
– Romulus Maya e Carlos Krebs fazem a análise da conjuntura política.

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Na minha terra tem palmeiras onde canta o eu sabia já

Os olhos do observador distante inspiram o antropólogo João de Athayde a ousar a composição de uma nova Canção do Exílio. Neste texto é estabelecido um paralelo entre os seus sentimentos – na condição de brasileiro residente no exterior – e a poesia romântica “Canção do Exílio” de Gonçalves Dias, escrita em 1843. No entanto, se com Gonçalves Dias houve uma clara demonstração de exaltação aos sentimentos nacionalistas, temos na intervenção de Athayde uma ácida crítica ao complexo de vira-latas que caracteriza o atual cenário político brasileiro.

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Duplo Expresso 12/out/2018

Destaques:
– O antropólogo João de Athayde comenta: “Na minha terra tem palmeiras onde canta o ‘eu sabia já'”
– O politólogo e analista internacional Eduardo Jorge Vior comenta: “As implicações internacionais da eleição brasileira”
– O artista visual e ativista Sama fala sobre: “Ruídos de linguagem”
– Wellington Calasans e Romulus Maya fazem a análise da conjuntura política.

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Duplo Expresso 31/ago/2018

Destaques:
– O politólogo e analista internacional Eduardo Jorge Vior comenta: “”A luta entre a liderança do FMI e Trump pelo controle sobre a Argentina”
– O antropólogo João de Athayde fala sobre: “Neoliberalismo versus solidariedade nos tempos da mídia”
– Romulus Maya e Carlos Krebs fazem a análise da conjuntura política.

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Duplo Expresso 3/ago/2018

Destaques:
– O antropólogo João de Athayde comenta: “Evidências de Demônios nas Costas Brasileiras”
– O politólogo e analista internacional Eduardo J. Vior fala sobre: “Somos alvo de uma disputa entre norte-americanos e europeus”
– A Economista, doutora em Políticas Públicas e mestre em Planejamento e Desenvolvimento Econômico Ceci Juruá comenta: “Dívida pública: quem paga a conta”
– Wellington Calasans e Romulus Maya fazem a análise da conjuntura política.

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Duplo Expresso 27/jul/2018

Destaques:
– O antropólogo João de Athayde comenta: “Demonologia – A ciência que o Brasil explica”
– O politólogo e analista internacional Eduardo J. Vior fala sobre: “A reunião dos BRICS na África do Sul”
– A Economista, doutora em Políticas Públicas e mestre em Planejamento e Desenvolvimento Econômico Ceci Juruá comenta: “Dívida pública: quem paga a conta?”
– Wellington Calasans e Romulus Maya fazem a análise da conjuntura política.

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O juiz Bretas cometeu o pior dos erros: dar a palavra a Lula

O antropólogo João de Athayde, comentarista do Duplo Expresso, comenta a dignidade como Lula reapareceu publicamente. Athayde, que também é pesquisador sobre o Continente Africano, destaca o papel de Lula como “líder mundial” e a boa relação com os países africanos. Confira o vídeo.

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Duplo Expresso 25/mai/2018

Destaques:
– O politólogo e analista internacional argentino Eduardo Jorge Vior comenta: “O 25 de Maio e seus reflexos para a Argentina e região”
– O antropólogo João de Athayde fala sobre: “A Turim de Nietzsche e Gramsci e o Brasil atual”
– O advogado Rubens Rodrigues Francisco comenta: “A guerra híbrida e o ‘caminhoneiro’ de Troia”
– Wellington Calasans e Romulus Maya fazem a análise da conjuntura política.

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Duplo Expresso 11/mai/2018

Destaques:
– O politólogo e analista internacional argentino, Eduardo J. Vior, doutor em Ciências Sociais na Alemanha e doutor em Sociologia pela Universidade do Paraná, comenta: “A crise na Argentina”
– O antropólogo João de Athayde fala sobre: “Reflexões sobre a escravidão nos 130 anos da abolição”
– O advogado Rubens Rodrigues Francisco comenta: “É de batalhas que se vive a vida. Tente outra vez”
– Wellington Calasans e Romulus Maya fazem a análise da conjuntura política.

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Duplo Expresso 4/mai/2018

Destaques:
– O advogado Rubens Rodrigues Francisco comenta: “Advocacia surreal: ‘O Crime do Padre Amaro’ – para além da literatura realista”.
– O antropólogo João de Athayde fala sobre: ““Rainha Nzinga, Palmares e um mar de resistência”
– Wellington Calasans e Romulus Maya fazem a análise da conjuntura política.

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Duplo Expresso 13/abr/2018

Destaques:
– O advogado Rubens Rodrigues Francisco comenta: “Depois do fim”.
– O antropólogo, doutorando em Antropologia Social e Cultural no Institutos dos Mundos Africanos, João de Athayde fala sobre: “A revolta orgânica contra o arbítrio – fundamentos da autoridade e insubordinação”.
– Wellington Calasans e Romulus Maya fazem a análise da conjuntura política.

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Duplo Expresso 6/abr/2018

Destaques:
– A professora de Filosofia da Unifor e membro do do Instituto Latino Americano de Estudos sobre Política, Direito e Democracia, Sandra Helena Souza comenta: “Procuramos liberais democratas no Brasil. Recompensamos com um país soberano”.
– O antropólogo e doutorando em Antropologia Social e Cultural no Instituto dos Mundos Africanos, João de Athayde fala sobre: “O complexo de vira-lata e o entreguismo”.
– Wellington Calasans e Romulus Maya fazem a análise da conjuntura política.

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Tensão entre Generais e “empreendedores” de Bolsonaro? – a semana em análise

No Brasil atual, os insights do antropólogo Piero Leirner, professor da UFSCar, tornaram-se incontornáveis para quem quer decifrar o subtexto do noticiário político, especialmente quando esse tangencia a lógica e o ethos militares. Aliás, não apenas para quem está dentro do Brasil, como atesta citação do analista de política internacional Pepe Escobar, em artigo seu recente.
Por isso, além de termos Leirner comentando no Duplo Expresso de Domingo logo mais, juntamente com o jurista Luiz Moreira, reunimos a seguir alguns apontamentos do antropólogo diante das ações – e reações – nesta primeira semana pós-resultado eleitoral.

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O Brasil que traiu a si mesmo

Uma trova contundente contra a auto-mutilação da democracia brasileira. O desnudamento sem vergonha da vitória de entreguistas, capazes de lançar nossa nação ao jugo de um mercado que diz que a classe mérdia é algo muito maior do que aquilo que ela jamais será. Traidores de todos nós, na verdade. Outra vez, a vergonha é nossa…

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Making of: como Haddad – e o Golpe – deram o bote em Lula e nas bases do PT

O Duplo Expresso avisou…
(há 6 meses!)
Nossa primeira publicação – e, sem muita surpresa, da internet brasileira – alertando para as movimentações de uma conspiração para impor o Plano B “de fora para dentro” do PT foi publicado em 3/fev/2018. Naquele texto, curto, relatávamos o que ouvíramos de fontes bem situadas na direção do partido.
Três semanas depois, trazíamos análise mais elaborada das movimentações. E, no final do novo artigo, mostrávamos a farsa que tentava repetir uma tragédia: um subprojeto de Emmanuel Macron tupiniquim, mesmo que sem a articulação e o talento – inegáveis – do original.
Tratamos, dias depois, do futuro (distópico) de um PT – já sem Lula – sob Haddad. Publicaríamos, então, “‘Meninos, eu vi’: síntese Macron/ Hollande, Haddad matará PT como dupla matou PS”.
Parabéns, conspiradores do Plano B (e do Golpe). Ou, como se diz em francês, chapeau!
Ah, como é dura a síndrome de Cassandra…

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Evidências de Demônios nas Costas Brasileiras

Nesta sequência do texto da semana passada (Demonologia – A ciência que o Brasil explica e exemplifica), tratarei de aspectos da Etnodemonologia, a ciência dos demônios longínquos. Como o título desta subdisciplina foi dado por Europeus, trata-se, claro, da ciência dos demônios longínquos da Europa e… próximos do Brasil, caros meus.
A demonologia ganhou uma preponderância especial na área dos conhecimentos durante o período do renascimento e das grandes navegações. Jean Delumeau, em O Medo No Ocidente, fala do mar como “O Império do Diabo” e menciona os “diabos naufragadores” de embarcações que se aproximavam da costa.

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Demonologia – A ciência que o Brasil explica e exemplifica

Demonologia é disciplina velha, anterior a física newtoniana e o racionalismo cartesiano : persas já tratavam do assunto nas priscas eras da Antiguidade. A sabedoria milenar do Zoroastrismo ensina que a ociosidade, a « mãe da vergonha », invoca os demônios da fome, os demônios da sede, os demônios da sujeição, os demônios da doença e demônio da miséria. Contra eles, principal a arma é o trabalho agrícola. Mas a ociosidade no século XXI é… o diabo ressurgente do desemprego!

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Lula x Bretas – um clássico exemplo de desvio de foco

É inacreditável que o ex-presidente Lula, um estadista, que saiu do governo com 87% de aprovação, primeiro lugar nas pesquisas para presidente do Brasil, tenha sido usado como desvio de foco pelos braços do judiciário e mídia hegemônica na guerra híbrida. Lula foi estrategicamente escolhido a participar de uma farsa, com atores de quinta categoria, onde o despreparo e a pequenez dos “magistrados” foi mais uma vez escancarada, mas que ocupou – pela presença de Lula – todas as manchetes da imprensa brasileira no mesmo momento em que mais uma fatia do nosso petróleo era roubada.

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Por Lula, Provitimas e Duplo Expresso vão ao STF

Como vocês já sabem, fiz duas peças de “Amicus Curiae” em favor do Lula. Uma no TRF4 e outra no STF. De “amigo” dessa corte, a peça só tem o nome. Não tem jeito mais fácil de fazer inimigos no Judiciário do que expor a corrupção e sujeira que lá há. Mas o que eu queria com isso? Descubra lendo o texto. Mas seja rápido; o tempo não para…

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O retorno à antiga Idade Moderna II – Angola: A Rainha Nzinga e a Resistência

O retorno à antiga Idade Moderna segue. Por um lado, querem empurrar o Brasil para os tempos-sem-direitos de antes da queda da Bastilha, e por outro, certos temas sobre a Idade Moderna (1453-1789) estão muito em dia. Mas a história do Brasil não tem fundo só europeu e mesmo que o atual ministério deseducativo no poder não tenha a isso nenhuma afeição, insistimos em trazer Brasil e África para o centro da discussão.
Nzinga não era abolicionista, idéia que não existia naquele momento e contexto local, parte de sua luta era efetivamente pelo controle de rotas de comércio de escravos. Ela foi uma rainha resistente contra a expansão portuguesa e contra o fato que os povos liderados por ela fossem escravizados e enviados para o Brasil.

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Lula é o Negro do Brasil

“É negro revoltado? É negro atrevido? Então chicote nele, e no pelourinho!” Também coloque os outros negros e pobres trabalhadores e a população em geral em torno, para assistir a punição exemplar a quem ousar querer afrontar o sistema que os oprime e os mantêm na ignorância.
E o povão lá em baixo, vendo as chibatadas, tremendo e temendo ser o próximo – então é melhor ficar quieto – e ao mesmo tempo ir se acostumando a tomar gosto em ver o sangue jorrar, porque esse é o circo gratuito que te oferecem, o fantástico que te é imposto.

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De retorno à antiga Idade Moderna e o contemporâneo retorno aos tempos antigos

Sebastianismo é crer na volta redentora de um líder que foi dado por desaparecido.
Defender um Lula livre e concorrendo à presidência em eleições transparentes, é consciência política e resistência, não sebastianismo, posto que Lula é vivo, provou que fez e que poderá fazer ainda mais. “Sebastianizar” a figura de Lula é o que a Globo tenta perpetrar, tentando transformar em mero mito folclórico, a força e o carisma de um líder popular que é uma real possibilidade de mudança.

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