Democracia e Ditaduras No Cardápio Eleitoral

No Brasil, já fragilizado pelas ações do Governo Temer e pelas ações parlamentares e da própria Dilma Rousseff, em seu segundo e incompleto mandato, com reservas em dólares estadunidenses, que deverão ser desvalorizadas no curso da crise, com qualquer dos dois grupos no comando da Nação, só poderá naufragar. Antevejo ondas de desempregados e saques e violência urbana aumentando. Uma insegurança de toda ordem: pessoal, patrimonial, jurídica, econômica e social. Pois, como ficou óbvio, nenhum dos litigantes no campo do Bolsonário tem projeto para a Pátria Brasileira.

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Brasil no Mundo Também Não É Pauta Eleitoral

A infelicidade brasileira é a elite que se acostumou pelos 400 anos de escravismo legal e pelo tempo restante, desde seu descobrimento, pelo escravismo não oficial, a não respeitar os pobres e, dentre estes, os negros. No País em que a maioria absoluta da população é formada de negros e mestiços de negros e de índios.

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Samuel Gomes: Decálogo do Brasileiro Nacionalista

Após a sua participação no programa Duplo Expresso (31/10), o advogado e assessor parlamentar, comentarista da nossa página, Samuel Gomes, elencou os “dez mandamentos” para que possamos enfrentar os anunciados “tempos difíceis”. A palavra de ordem é “nacionalismo”. O debate sobre este ou aquele espectro da política e as bandeiras identitárias ficam relegados ao segundo plano, pois a hora é de salvarmos o país e lutarmos por democracia. Confira os dez pontos sugeridos por Samuel Gomes.

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A importância do refino de petróleo no cenário mundial

As atividades de refino e logística não são importantes apenas para o Brasil e para a Petrobras; elas são fundamentais para todos os países e para as grandes empresas petrolíferas, privadas ou estatais, como a ExxonMobil, Shell, Rosneft e CNPC.
Nos Estados Unidos e China, a capacidade de refino de petróleo é muito superior à capacidade de produção. Na Rússia, segundo maior exportador de petróleo do mundo, a capacidade de refino é duas vezes maior que o consumo. No Brasil, a capacidade de refino é inferior tanto à capacidade de produção de óleo equivalente quanto ao consumo.

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O petróleo no Brasil e a importância do refino para a Petrobras

Desde a sua criação, a história da Petrobras foi marcada por dificuldades, mas também por perseverança e sucesso. Ao iniciar suas atividades, a empresa dependia, quase que exclusivamente, da importação de materiais, equipamentos, serviços e recursos humanos especializados. Não havia no Brasil grande experiência na indústria petrolífera. A dependência externa em um setor estratégico era, assim, um fator crítico. Mas a dificuldade serviria como desafio.

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“Day After” – Lamber as feridas e reconstruir a esquerda

Para mudarmos o cenário pós-eleitoral, o famoso Day After, devemos recomeçar (zerar) a esquerda. Eliminando da nossa lista os infiltrados, dando prioridade aos assuntos que verdadeiramente importam e com a consciência de que faremos isso para os nossos filhos e netos, pois o Brasil das próximas décadas está condenado a ser um país de quinta categoria. À luta!

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Bolsonaro é fascista?

A sociedade brasileira experimenta um passeio pelo inferno de Dante neste segundo turno eleitoral. Será que a corrida presidencial promoverá um bilhete premiado ao… purgatório? Ou teremos que arder por um longo período até reerguermos a democracia. Neste artigo, o economista Carlos Paiva explica quão clara é a questão política atual: um plebiscito forçado entre o “volta-não-volta-PT”. E parece que sequer o PT entendeu isso ainda.

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Duplo Expresso na Escandinávia

Duplo Expresso nos Países Nórdicos: O Economista e Professor de Economia, Ladislau Dowbor, a nossa comentarista de assuntos jurídicos Maria Eduarda Freire e o convidado Edgard Antunes Dias Batista ampliaram o nosso alcance e a manutenção do compromisso de apresentar uma realidade diferente daquela enviada pelas agências de notícias.

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Planos dos presidenciáveis na área de energia

As últimas gestões provocaram grave crise setorial, com judicialização causada por decisões arbitrárias, sucateamento da Eletrobras e subsidiárias, conflitos de interesses, ineficiências na geração, excessivos encargos tributários e influência política. Além de tudo isso, o setor é extremamente centralizado e dependente de ações e decisões do governo. É preciso um choque liberal no setor.

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Os Camaleões Estão no Poder

Nenhuma pesquisa social é necessária para que saibamos serem os pobres a maioria da sociedade. Podemos ter pobres com melhores condições de vida (países nórdicos no século XXI) e outros sem qualquer meio de subsistência, dependentes da vontade de outras pessoas, mas, qualquer limite que se estabeleça, a parte inferior da quantificação será algumas vezes maior do que a superior.
Para manutenção desta situação, os poderes, não os governos que são uma espécie de gerentes, empregados do dono, promovem toda sorte de ilusões, crenças, fantasias, mistificações para que a minoria mantenha sua situação poderosa e confortável distante daquela maioria.

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99%, UNÍ-VOS! IV – Nem a escassez, nem o excesso, mas o exato!

Há um discurso repetido dia e noite pelo 1% através de sua voz – a mídia corporativa: “O país não pode gastar além daquilo que possui; temos que pensar no orçamento da Nação como quem trata o orçamento doméstico.” Não! Aceitar isso é praticar um autericídio contra a possibilidade de diminuirmos nossas desigualdades através de um ciclo virtuoso. Precisamos conscientizar-nos que só as práticas desenvolvimentistas, com a presença de um Estado Funcional, levarão nossa Sociedade a servir-se da Economia, e não o modelo atual, onde a Economia nos faz de gato e sapato. Vamos fazer uma aposta? Devolvam-nos o BNDES/PETROBRAS/PRÉ-SAL e vejam se não seguiremos como um foguete rumo ao pleno emprego, cidadania e bem-estar social!

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A questão nacional não entrou na questão eleitoral

Desde o momento que o capitalismo financeiro, que denomino banca, dominou o mundo capitalista, novas prioridades passaram a definir a luta dos povos por suas independências. E, como é óbvio, este novo poder dominante criou novos mitos, novas questões para desviar desta luta seus principais conteúdos, quais sejam as ações nacionais pela soberania e pela cidadania.
Ter colônia de escravos, e no mínimo número necessário para produzir seus lucros, é o objetivo da banca.

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99%, UNÍ-VOS! III – Os Dez Anos da Crise de 2008

Não se deixe levar pelas sucessivas mensagens veiculadas na mídia corporativa sobre a nobreza do austerícidio praticado pelo Ocidente. Isso serve apenas para que nós – os 99% – continuemos a engordar aquele 1% sob um discurso de que o baixo crescimento é parte de um “novo normal  secular” depois de passados dez anos da crise global de 2008. Nada disso! Vamos romper essas ideias olhando o formato de desenvolvimento impulsionado e conduzido pela mão estatal no Oriente, e como isso tem produzido resultados muito mais relevantes do que aqueles observados nos meridianos de cá da esfera terrestre.

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Eletrobrás: que o próximo Presidente reveja o desmonte

Na última quinta-feira foi realizado o leilão, sem base legal, que visava a vender 71 participações da Eletrobrás em Sociedades de Propósito Específicos. No entanto, nem todas foram vendidas. Como o edital do leilão não atendeu aos procedimentos previstos na Lei nº 9.491/1997, deve ser considerado ilegal. Foi obtido apenas R$ 1,3 bilhão dos R$ 3,1 bilhões pretendidos no leilão. O leilão foi marcado pela baixa concorrência. Em apenas dois houve disputa entre os interessados. Os demais foram negociados ao preço mínimo estabelecido pelo edital.
Que o próximo Presidente da República reveja o programa de desinvestimentos da Eletrobrás.

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Pré-sal: nem mercado acreditou no nível do entreguismo do Regime Temer

Já foram realizadas cinco rodadas de licitações no Pré-Sal, sob o regime de partilha de produção. A última, na sexta-feira passada. A exemplo do que ocorreu em rodadas anteriores, o “mercado” corrigiu parcialmente, por meio de elevados ágios em determinados blocos, os baixíssimos excedentes em óleo para a União exigidos pelo Regime Temer. Mais uma vez, os resultados evidenciaram a falta de compromisso com o País.
Essa “correção” feita pelo “mercado” não pôde ocorrer, contudo, em relação aos baixos índices de conteúdo local, o que impede o desenvolvimento correspondente na indústria nacional.

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A barganha do PT com a Finança e os EUA: foi-se o projeto nacional?

A seguir, republicamos texto seminal que saiu aqui no Duplo Expresso em fevereiro deste ano, sob o título “Golpe do Judiciário e invasão americana: por que o PT não dá nome aos bois?”. Sete meses depois nos ajuda a compreender melhor a barganha que o “PT jurídico” e seu expoente Fernando Haddad tentam fechar com a Finança transnacional e o Deep State americano, abdicando definitivamente de um projeto nacional para o Brasil. Projeto ao qual, como se vê, o Partido dos Trabalhadores, dadas as suas contradições ideológicas internas, nunca chegou a ser aferrado. O texto foi elaborado por observador privilegiado, e qualificado, da política nacional. Um economista desenvolvimentista sênior que trabalhou no Governo Lula. Mesmo que se discorde das teses que apresenta, são um excelente ponto de partida para o “que fazer?” de 2018 – e, principalmente, além.
No fim, as (sempre) sábias palavras do Embaixador Samuel Pinheiro Guimarães, na sua participação semanal no Programa Duplo Expresso.
Mene mene tekel upharsim: estava escrito na parede. E teve profeta que avisou.

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“Civilização contra a barbárie”: a versão 13.0 do Golpe

Índice:
(I). “Civilização contra a barbárie”: a versão 13.0 do Golpe
(II). Desfechos possíveis para o “Golpe 13.0”
(III). Como a “Mensagem ao Partido”/ “PT Jurídico” tomou a sigla de Lula; e o que isso prenuncia de um governo Haddad
(IV). Como evitar o golpe militar já depois do Carnaval
(V). Resumo audiovisual

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Privatizações nas Centrais Elétricas Brasileiras – Eletrobras

O Programa de Desinvestimento do Sistema Eletrobras – PDSE tem como objetivo propor a alienação de ativos e abordar os pontos necessários para que o processo de desinvestimento seja implementado.
A sua finalidade é desenvolver o processo de alienação de ativos, apresentar as metas de desinvestimento, os segmentos prioritários da operação, a oportunidade e a conveniência da alienação de ativos, suas razões, seu escopo e o arcabouço legal que ampara a atividade de desinvestimento de ativos.
O foco da estratégia do desinvestimento, segundo o PDSE, é a redução da relação entre dívida líquida e Ebitda.¹ Essa relação representa a geração de caixa versus o total da dívida a ser paga. Quanto maior a relação, mais endividada está a empresa.

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Finança joga Bolsonaro ao mar – e nós avisamos!

Aos poucos vão se somando novos indícios de que a hipótese levantada pelo Duplo Expresso há uma semana pode estar mesmo se concretizando: o (zero vírgula) 1% global, que patrocinou junto com o Deep State americano o Golpe no Brasil, não quer Bolsonaro na presidência.
Mas quem ele quer?
E quer Bolsonaro onde?
As duas matérias dedicadas ao tema na revista The Economist ajudam a responder essas perguntas.
Houve muito provavelmente algum grau de coordenação entre a revista, dos Rothschild, e a campanha de Haddad. Possivelmente essa última fora informada antes de que a matéria jogando Bolsonaro ao mar seria publicada. Inclusive sobre o conteúdo da mesma, opondo (ultra) “liberalismo” e protofascismo. Isso porque…

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99%, UNÍ-VOS! II – O setor financeiro quer os recursos da Previdência (Parte III de III)

Este é o encerramento da série “99%, UNÍ-VOS II”. os autores questionam a tese vendida pelo Mercado que somente o investimento em fundos de capitalização privados garantirão o sucesso da previdência… pública. Será que o sistema financeiro não quer apenas mais uma polpuda fatia dos recursos públicos para transformar os direitos garantidos em (qui)mera expectativas de direito? Leia e permaneça atento ao cardápio que os candidatos estão oferecendo nestas eleições presidenciais, porque ou viveremos sob o domínio do medo imposto por um teto de gastos que atende os interesses do 1%, ou retomaremos o projeto de desenvolvimento nacional para levar ao poder os 99%. Escolha!

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99%, UNÍ-VOS! II – Não temos dinheiro para investir (Parte II de III)

Se é tão fácil fazer investimento público, por que o governo não o faz? Porque ele está há 35 anos dominado pela lógica liberal (desde o acordo com o FMI) de perseguir o equilíbrio fiscal e, ao consolidar o “rentismo” desnecessário, os 1% que dominam as finanças e o Governo não querem altas taxas de crescimento. Uma Economia crescendo forte desfaz-se da dívida pública e do “rentismo”, e isso tiraria o poder político e o ganha-pão seguro dos 1%! Não?

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Mais uma Observação sobre a MP 838/2018

O especialista em Minas e Energia, PhD em Engenharia na área do petróleo, Paulo César Ribeiro Lima faz mais uma breve observação sobre a Medida Provisória 838/2018. Ele toma por base uma uma nota divulgada na mídia corporativa sobre a política de subvenção dos preços do diesel no país e mostra o tamanho do saque ao bolso do dono do petróleo brasileiro: o povo!

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Sequestrados pelos “donos do Brasil”, Haddad e Bolsonaro disputam posto de melhor refém

A famosa “governabilidade” não dependerá mais do apoio de partidos ou acordos obscuros nos gabinetes. Na verdade, quanto mais as forças até recentemente antagônicas da política dialogarem, mais excluído o povo irá se sentir e a consequência disso é que o “fantasma Lula” seguirá assustando. Lula preso e o povo sem esperança são dois ingredientes mortais para qualquer governo que seja consolidado a partir da farsa eleitoral 2018.

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Cassino Brasil: por que, depois de escondido, Bolsonaro volta à mídia

Pois eis que a Finança, igualmente cortejada pelos gorilas e pelo Plano B, parece estar namorando a ideia de casar-se com ambos, adotando conformação de tal bigamia que lhe permitisse extrair os maiores retornos. E com os menores riscos. Inclusive de imagem:
– O Plano B na Presidência, tão sitiado e disposto a fazer “concessões” (mais para “convicções”) quanto Dilma Rousseff em 2015.
– Com os gorilas providencialmente fungando no seu cangote, na qualidade de chefes da oposição. E líderes, em potencial, de um novo golpe.
Note-se que esse desenho é bom para todos eles: (i) a Finança consegue o que quer; (ii) os gorilas conseguem poder – e sem responsabilidade; e (iii) o Plano B, “legitimado pelo voto”, consegue o álibi para dar seguimento à “Ponte para o Futuro” de Marcos Lisboa et al.: “se não der para eles por bem, vai ter que dar por mal: olha o golpe militar aí na esquina, gente!”. Ainda, com a caneta na mão, o Plano B terá facilidade para cooptar a ala fisiológica do PT (abstêmica desde 2016), bem como a “Blogosfera (dita) progressista”. Ambas seriam encarregadas de amansar – e passar vaselina – nas bases.
O fantasma Bolsonaro/ Mourão seria, assim, o pé de cabra com que o Plano B – e a Finança – manteriam o Brasil arrombado. Note-se que ambos já se escolheram, reciprocamente, como “adversários” (aspas). Estão, na verdade, mais para duas faces da mesma… moeda.

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As duas faces do Exército

E vendo a entrega de bens naturais insubstituíveis, que não podem ser repostos, como o petróleo, o nióbio, terras raras e outros minérios, e bens construídos com os investimentos e a competência brasileira, como a Embraer, a base de lançamento de foguetes em Alcântara (Maranhão), a tecnologia de ponta em produção marítima de petróleo, o Exército prefere se manifestar politicamente para impedir o ex-Presidente Lula de sair da prisão, de ser candidato à Presidência.

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MP 838/2018 – Subvenção Econômica à Comercialização do Diesel

Em todo o mundo, se o preço do petróleo sobe no mercado, seu dono é beneficiado. Mas no caso do petróleo brasileiro – um bem da União, ou seja, do povo brasileiro – não é bem assim… Se o seu valor internacional aumenta, ele impacta negativamente os consumidores nacionais: o preço dos combustíveis praticados nas bombas de abastecimento sempre aumenta também. Entenda melhor a política de preços apresentada na MP 838/2018 e como ela afeta seu bolso e sua visão sobre a grande companhia nacional de energia. Mas calma, há solução! Existem alternativas de como poderíamos equacionar melhor essa questão.

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99%, UNÍ-VOS! II – A Previdência “quebrada” (Parte I de III)

O discurso oficialista do atual Governo repercute os interesses financistas, alegando que para o ajuste das suas contas, há necessidade de corte dos gastos públicos essenciais. O fazem como oportunidade para tentar implantar “reformas” que atingem diretamente os direitos dos assalariados, tais como: a trabalhista e a previdenciária! Medidas como estas não só alongam a crise e o desalento, como induz a perdas de direitos consolidados.
Nesse texto analisaremos um caso particular – a Previdência Social. Aproveitando a crise conjuntural, o setor financeiro avança para tentar capturar os recursos previdenciários para aplicá-los sob o regime de capitalização, em benefício próprio, ops…, corrigindo, “em benefício dos velhinhos e desvalidos”!

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Lula é o vermífugo contra os parasitas sociais

No Brasil do Regime Temer os cidadãos mais simples têm uma convicção que se mantém intacta e crescente: a vida econômica atual é resultado do parasitismo social de uma elite que degradou a política e provocou a desordem estrutural, responsável direta pela volta à mortalidade infantil, desemprego, fome, miséria e escravatura.

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Guerras comerciais dos EUA contra a China: o que realmente está em disputa

A bizarra e em ininterrupta escalada “guerra comercial” que Washington move contra os chineses nada tem a ver com equilibrar superávits comerciais. E parece que, agora, os chineses já concluíram também nessa direção. Tudo ali tem a ver com assalto frontal contra a estratégia chinesa de se autoconverter em país líder, de economia avançada, autoconfiante, em pés de igualdade, no campo da tecnologia com o ocidente e, possivelmente, ainda mais avançada. Essa é basicamente a meta da estratégia nacional econômica de Xi Jinping, Made in China: 2025.
Os EUA como superpotência mundial dominante de modo algum poderiam permitir que as coisas andassem como os chineses planejam.

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As violações do Regime Temer (Parte III) – O avanço da violência cultural

Graças à concentração da comunicação social entre famílias de brancos ricos, no Brasil sabemos menos sobre Martin Luther King do que sobre as práticas da organização racista Ku Klux Klan. Numa realidade mais “brasileira”, ignorar o percentual de afrodescendentes assassinados e presos é também uma maneira de consolidar o estereótipo a eles atribuído. É necessário, portanto, que tenhamos mais atenção quando formos avaliar a origem e o combate à violência. Como vimos na Parte II desta série, a “Segurança Pública” é parte da engrenagem de criminalização dos afrodescendentes, na sua maioria nordestinos pobres (mesmo em periferias dos grandes centro urbanos de outras regiões mais ao Sul).

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