Duplo Expresso 19/fev/2019

Para assistir, curtir as páginas e compartilhar, temos no Programa Duplo Expresso desta terça-feira, 19/02, os seguintes destaques:
– O PhD em Economia e presidente do Instituto de Nildo Ouriques comenta: “Crise e eleições no Equador”
– A socióloga Thais Moya fala sobre: “Criminalização da LGBTfobia pelo STF: Uma mordida doce em fruto envenenado”
– Romulus Maya e Carlos Krebs fazem a análise da conjuntura política.

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PRECISA-SE OPOSIÇÃO | Introdução e a Nação sob o Império Português

Pedro Pinho inicia aqui outra trilogia de artigos, agora explorando a grande questão aberta após a deflagração do governo Bolsonaro: Quem é oposição no Brasil hoje? Assumindo que não tem intenção de oferecer nenhuma resposta fácil ou imediata, o autor posiciona-se sobre os aspectos históricos para indicar-nos quem é/está Governo e quem é/tem o Poder. Entendendo isso, poderemos deixar a armadilha do ideário “prafrentex” e seguir para a implementação de um modelo real de luta social. Quem sabe assim as transformações nacionais e políticas finalmente ocorram, não?

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Duplo Expresso 18/fev/2019

Para assistir, curtir as páginas e compartilhar, temos no Programa Duplo Expresso desta segunda-feira, 18/02, os seguintes destaques:
– A ativista política, blogueira e escritora Cibele Laura comentando: “A influência dos think tanks neoliberais elegendo políticos de todas as matizes. Eles seriam tão diferentes assim?”
– Romulus Maya e Carlos Krebs fazem a análise da conjuntura política.

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Duplo Expresso 12/fev/2019

Para assistir, curtir as páginas e compartilhar, temos no Programa Duplo Expresso desta terça-feira, 12/02, os seguintes destaques:
– O presidente do Instituto de Estudos Latino-Americanos da UFSC Nildo Ouriques comenta: “El Salvador – Da guerrilha à luta democrática”
– A socióloga Thais Moya fala sobre: “Como será a nova esquerda? – Parte 2: Apontamentos e reflexões sobre a história da esquerda brasileira”
– A ativista política, blogueira e escritora Cibele Laura Oliveira e a coordenadora nacional da Auditoria Cidadã da Dívida Maria Lúcia Fattorelli comentam: “A agenda do Banco Mundial e do FMI. A origem da debitocracia, da perda de direitos e das reformas neoliberais”

– Wellington Calasans e Romulus Maya fazem a análise da conjuntura política.

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“Brasil” (?) unido: “esquerda” e direita acertam entrega do filé do Pré-sal

É muito triste ver os governadores do Nordeste, supostamente nacionalistas e de esquerda, cobrarem a aprovação do PLC 78, que permite que a Petrobras venda o que recebeu praticamente de graça da União (o que a Petrobrás pagou é o que ela vai deixar de pagar de participação especial), transferir as melhores áreas do Pré-Sal para estrangeiras, licitar essas áreas com baixíssimo excedente mínimo em óleo da União, acabar com a licitações públicas no Pré-Sal, etc. Tudo em troca de esmolas.

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Falso dilema ambiental – Uma luz sobre essa questão central (atualização)

Apresentamos uma atualização com mapas que amplificam o teor do debate aqui apresentado. Está colocado ao final. • • •

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Duplo Expresso 11/fev/2019

Para assistir, curtir as páginas e compartilhar, temos no Programa Duplo Expresso desta segunda-feira, 11/02, os seguintes destaques:
– O cientista político Felipe Quintas comenta: “Social-democracia e desenvolvimento nacional: uma sintonia possível”

– Wellington Calasans e Romulus Maya fazem a análise da conjuntura política.

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Os novos escravos de ganho: A servidão financeira que assola o país

No Brasil, a escravidão acabou oficialmente em 13 de maio de 1888, com a promulgação da Lei Áurea. Porém, 115 anos depois, em 29 de maio de 2003, com a exclusão de um único parágrafo da Constituição, criaram-se as condições para a volta legalizada da servidão. Os lucros bilionários dos bancos, que batem recordes trimestre atrás de trimestre, ano após ano, são obtidos às custas da desgraça de milhões de brasileiros. Somos nós, tal como os escravos de ganho do passado, que nos vemos obrigados a trabalhar para saciar o apetite incessante e cada vez mais voraz desses senhores desumanos e inflexíveis.

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Direita ou Esquerda – Para a banca tanto faz…

São tempos de par ou ímpar, segundo Pedro Pinho. Herege ou religioso. Romano ou bárbaro. Católico ou protestante. Comunista ou capitalista. Por todos os tempos, o Poder sempre procurou simplificar as diversidades de qualquer natureza, em especial as ideológicas ou as que o pudessem enfrentar (ou apenas assumir) suas diferenciações. Uma carga com as polaridades do tipo: nós ou eles.

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A Farsa da Previdência e Outras Fraudes da Banca

A partir dos anos 1970 entrou na pauta das academias e das instruções, inclusive militares, a ideologia neoliberal. As comunicações de massa passaram a divulgar, de modo sempre favorável, o denominado “mercado”. As notícias restringiam-se apenas ao “mercado financeiro”, e aos indicadores que favorecessem as demandas vinculadas a este, como se fossem as principais referências para a avaliação do Brasil. O Estado, por outro lado, era ineficiente e corrupto. Jamais associou o corruptor – a Banca – aos corrompidos. Os corruptores ficaram restritos a alguns poucos empresários que atuavam na industrialização do País. Todos sabemos que a Banca se opõe à industrialização.

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Rompimento de Barragens no Brasil

Possivelmente o rompimento da barragem do Córrego do Feijão, localizada em Brumadinho (MG), seja aquele com o maior número de mortes até hoje no setor da mineração mundial. Os desastres de Mariana e, agora, Brumadinho, mostram a face mais perversa do descaso das autoridades públicas e dos agentes privados, gerando a perda de vidas humanas, a destruição de ecossistemas, o soterramento de comunidades e unidades operacionais e a desorganização social e econômica da região e do Brasil. Esses desastres trazem a público a discussão sobre a segurança das barragens no País. Mas, infelizmente, foca-se mais no jogo de interesses políticos do que no natural campo do domínio técnico e científico. O responsável pelo debate ser dessa forma tem nome e sobrenome composto: empresa privada transnacional.

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“O que a Venezuela aprendeu, o povo não esquecerá”

Nesta entrevista (traduzida pelo Coletivo Vila Mandinga), o ativista dos direitos humanos Antônio Plessmann fala sobre a construção do protagonismo popular levada a efeito com a ascensão de Chávez. Para ele, um dos grandes legados foi a transformação dos pobres em agentes políticos. O socialismo venezuelano tratou de incutir política e civismo nas massas, tornando o povo a base de sustentação do país.
Como exemplo, ele cita que, a partir de 2014, enquanto a Direita concentrou-se nos problemas estruturais dentro da classe política e na encenação de protestos violentos, Maduro promoveu a capilarização da política através do acesso à alimentação pelos Comitês Locais de Abastecimento e Produção – CLAPs.

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Falso dilema ambiental – Uma luz sobre essa questão central

Este artigo é a abertura de um debate. A partir de um comentário/texto publicado pelo Duplo Expresso há alguns dias, a doutora em Biogeografia (USP) e pesquisadora do Instituto de Botânica de São Paulo – Katia Mazzei – sentiu-se compelida a propor uma réplica. Com isso, iniciou-se uma discussão sobre a questão apresentada pelo cientista político Felipe Quintas do “falso dilema ambiental e infigenista”. Qual a melhor resposta para a sustentabilidade dos ricos biomas nacionais? Como transformar a abundante riqueza em fonte de desenvolvimento para o nosso país?

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China desafia o sistema da Vestfália

Lanxin definiu as Novas Rotas da Seda, ou Iniciativa Cinturão e Estrada, como uma avenida rumo a um ‘mundo pós-vestfaliano’, no sentido de uma verdadeira integração geoeconômica da Eurásia levada a cabo por nações asiáticas. Essa é a razão chave pela qual Washington, que foi agente da implantação, em 1945, das regras internacionais ainda vigentes, tanto teme a Iniciativa Cinturão e Estrada (ICE).

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Mourão e a revelação do enigmático “Grande Acordo Nacional”

É revoltante que tentem viabilizar como estadista um candidato a Pinochet (com direito a Paulo Guedes e “Brazilian Boys’’) que recentemente afirmou que “Uma Constituição não precisa ser feita por eleitos pelo povo”. O, ainda, vice de Jair Bolsonaro disse que a elaboração da última Constituição brasileira, de 1988, por parlamentares eleitos, “foi um erro”, e defendeu que a nova Carta deveria ser criada por “grandes juristas e constitucionalistas”. Democracia sem povo? É isso que significa ser um estadista?

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Democracia ou Sequestro do Poder?

Começo aqui uma série de quatro artigos onde abordarei um conjunto de temas que vêm sendo omitidos, ou mesmo tratados como teorias da conspiração pela mídia corporativa, mas que estão sendo, pouco a pouco, revelados pelo movimento francês dos Gilets Jaunes (Coletes Amarelos). Este primeiro artigo traz os principais temas trazidos à tona pelo movimento. Destes, merecem destaque: a destruição dos sistemas de fornecimento de energia e transporte em prol do capital financeiro internacional, a ciência econômica atual a serviço da banca, a nova organização do trabalho e a terceirização.

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Petrobras afronta grosseiramente decisão cautelar do ministro do STF Ricardo Lewandowski

Estão em andamento na Petrobras 32 projetos de privatização e desinvestimentos com base na “Nova Sistemática” de desinvestimentos da estatal determinada pelo Tribunal de Contas da União – TCU. Ainda em 2018, decisão cautelar proferida pelo ministro Ricardo Lewandowski determinou que não estão dispensadas de licitação as vendas de ações que representem a perda do controle acionário por parte do Estado. Parece que a atual gestão da Petrobras entende que STF seja apenas um… Subalterno Tribunal Federal. A vontade das Contas prevalecerá sobre o cumprimento da Lei?

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Direitos usados para vender shampoo

O Deus-Mercado, onipresente que é, apresenta-se das mais diversas formas. Às vezes, vem coberto sob o manto da invisibilidade que nos permite apenas sentir o peso de sua mão. Mas em outras, chega de forma mais sorrateira, mimetizando lutas por direitos da contemporaneidade, aproveitando cada “nicho”, cumprindo seu papel divino: Estar em todos os lugares e não estar em nenhum.

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Poder, Governo, Informação | Parte 3 de 3

Pedro Pinho conclui a série de artigos tratando da tríade poder, governo e informação, analisando o último vértice: a riqueza na aplicação das teorias da informação. Citando diversos autores que pesquisaram e apresentaram seus trabalhos a respeito dos conceitos e usos da comunicação, ele mostra como o sistema financeiro internacional – a banca – anteviu com clareza o uso desta força como ferramenta de dominação para suas regras e intenções. Se a banca em si não é capaz de “fazer cultura”, é ela quem detém o controle sobre os meios de comunicação de massa que lhe referendam. A partir daí, sempre ficou mais fácil estender o domínio pela economia, política – o psicossocial dos povos – e dentro dos governos a partir da última década do século XX.

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Duplo Expresso 18/jan/2019

Para assistir, curtir as páginas e compartilhar, temos no Programa Duplo Expresso desta sexta-feira, 18/01, os seguintes destaques:
– O antropólogo João de Athayde comenta: “A visão dos Coletes Amarelos, segundo Étienne Chouard”
– O artista visual e ativista Sama fala sobre: “As falcatruas do mercado sob a ótica do cinema”
– O economista, palestrante e escritor Eduardo Moreira comenta: “O mercado e o canto da sereia”
– Wellington Calasans e Romulus Maya fazem a análise da conjuntura política.

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Poder, Governo, Informação | Parte 2 de 3

Pedro Pinho dá sequência à série de artigos tratando da tríade tácita entre a ordem, a mão e a fala da ilusão. Neste segundo, ele trata do Governo. Tomando por base os governos militares que assaltaram o país a partir de 1964, ele mostra como a estrutura de poder do Estado nacional foi levada do capitalismo industrial para o sistema financeiro internacional – a banca. O combate a eventuais “surtos” de industrialização no Brasil sempre foram combatidos por nossos colonizadores, impedindo que nosso desenvolvimento desse suporte à construção da soberania nacional, à construção da cidadania e as seguranças que abrangem a pessoa, suas posses e seus direitos.

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A Sagrada Ordem Social Brasileira

Doutrinariamente definiu-se que as diferenças sociais não são provocadas por ações políticas ou fruto da luta de classes, mas um ordenamento social sagrado, onde não se deve contestar; afinal “eu nasci assim; eu cresci assim; eu sou mesmo assim; vou ser sempre assim”.

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Lula sabia de tudo! Quem interrompeu aquele projeto?

Diante da inquestionável necessidade de trazer aquela fala para a atual situação em que está o ex-presidente, proponho aqui, através de perguntas, trocar impressões com o nosso público e tentar compreender o que houve. O ideal seria perguntar diretamente ao ex-presidente Lula, nessa época, faltando um ano para terminar seu segundo mandato, sobre o que ele já sabia nessa época em relação aos “Piratas do Pré –sal” (nome que ele supostamente dá a países que estariam interessados em nos tirar essa riqueza, ele fala em tom de brincadeira)?

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Poder, Governo, Informação | Parte 1 de 3

Pedro Pinho inicia uma pequena série de artigos tratando da tríade tácita entre quem ordena, quem faz e quem fornece a ilusão necessária para que isso funcione. Neste primeiro, ele trata do Poder – essa coisa abstrata que vende-se como algo que emana do povo, mas que, na verdade, apenas faz uso dele. Umas poucas famílias, agora em um enorme banquete corporativo autofágico, fazendo uso da população para ampliar sua dominação econômica. Sua arma? A dívida! Assim, o abstrato “mercado” alimenta a roleta de um cassino onde as fichas somos nós…

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Bolsonaro faz com mentiras a “doutrinação” que o PT evitou fazer com verdades para “controlar facilmente a boiada”

Aqueles que hoje criticam Bolsonaro por utilizar as redes sociais para a propagação de “Fake News” devem fazer uma autocrítica. Se houver honestidade na própria crítica, verão que a “doutrinação” que Bolsonaro faz hoje com mentiras, o PT deixou de fazer “com verdades”, pois apostou na alienação política das pessoas como uma ferramenta de “manutenção e controle da boiada vermelha”.

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Mourão, a meritocracia tamanho família e a herança escravocrata

Mourão engana os incautos. Se tivesse um pouco de honestidade intelectual, falaria com mais propriedade que a nossa verdadeira herança é escravocrata. Foi essa a herança que moldou as nossas instituições, origem do ódio ao pobre. O mais grave no discurso retrógrado do ex-general, e vice-presidente, Mourão é a total incoerência entre aquilo que discursa sobre a meritocracia e a completa ausência de autocrítica neste caso do próprio filho.

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Vamos cantar para “espantar os males” da política

Você está preparado pra receber tudo calado?
Este é o preço: “Quem não ouve conselho, ouve: coitado”
É o que resta pela sua omissão
Fingiu lutar, mas agiu como um perfeito alienado
Agora é jurar amor pela pátria que resta
Como se estivesse num presídio, vida dura de condenado
Vai ter liberdade de assistir Faustão
E ainda dizer que está “antenado”

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Bolsonaro – Entre o mito e a realidade (Parte I)

Bolsonaro acreditou ser possível se sustentar nos 58% de votos para tentar dominar as rédeas da situação, mas as coisas não são simples para quem, como é o caso de Bolsonaro, para se eleger vendeu a alma a dois demônios, Paulo Guedes (o “Chicago boys”, ultraliberal) e à ala militar entreguista, ultraliberal representada pelo seu vice, ex-General, Mourão. Mourão, inclusive, afirmou em recente entrevista que estaria montando um “Dream Team”, com pessoas de diversas áreas, economia, diplomacia, etc. Seriam talvez os “Brazilian Boys”. No Chile sabemos como tudo terminou. No Brasil pode ser muito pior.

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Da toga à carapuça de político – Moro precisa explicar ao povo o que quer fazer

O ministro terá de convocar uma nova Constituinte para remover a presunção de inocência do condenado até o trânsito em julgado.  Será que o o ex-juiz – agora ministro da justiça – pretende convocar uma nova Constituinte? Moro pareceu decidido a lutar por isso, pois no seu discurso de posse também falou que “pretende-se deixar mais claro na lei, como já decidiu diversas vezes o Plenário do Supremo Tribunal Federal, que, no processo criminal, a regra deve ser a da execução da condenação criminal após o julgamento da segunda instância”. Ora, Moro! O STF não recebeu voto do povo. Pare de fingir não saber que a sua imposição é um crime, pega mal para um “ministro da justiça”.

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