Os novos escravos de ganho: A servidão financeira que assola o país

No Brasil, a escravidão acabou oficialmente em 13 de maio de 1888, com a promulgação da Lei Áurea. Porém, 115 anos depois, em 29 de maio de 2003, com a exclusão de um único parágrafo da Constituição, criaram-se as condições para a volta legalizada da servidão. Os lucros bilionários dos bancos, que batem recordes trimestre atrás de trimestre, ano após ano, são obtidos às custas da desgraça de milhões de brasileiros. Somos nós, tal como os escravos de ganho do passado, que nos vemos obrigados a trabalhar para saciar o apetite incessante e cada vez mais voraz desses senhores desumanos e inflexíveis.

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Rompimento de Barragens no Brasil

Possivelmente o rompimento da barragem do Córrego do Feijão, localizada em Brumadinho (MG), seja aquele com o maior número de mortes até hoje no setor da mineração mundial. Os desastres de Mariana e, agora, Brumadinho, mostram a face mais perversa do descaso das autoridades públicas e dos agentes privados, gerando a perda de vidas humanas, a destruição de ecossistemas, o soterramento de comunidades e unidades operacionais e a desorganização social e econômica da região e do Brasil. Esses desastres trazem a público a discussão sobre a segurança das barragens no País. Mas, infelizmente, foca-se mais no jogo de interesses políticos do que no natural campo do domínio técnico e científico. O responsável pelo debate ser dessa forma tem nome e sobrenome composto: empresa privada transnacional.

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DSP – A opção de voltar ao poder pela via democrática

Quando quiseres falar da política moderna na Guiné Bissau, há um nome incontornável: Domingos Simões Pereira. Um politico jovem e bastante popular que já ocupou cargos de topo naquele país, tal como primeiro-ministro, e actualmente é o presidente do partido que já foi liderado pela “lenda” Amilcar Cabral que neste dia 20 é lembrado pelos 45 anos da sua morte por assassinato.

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Congo Democrático – “É melhor Jair se acostumando”

Neste vídeo, Paulo Gamba comenta o resultado das eleições no Congo Democrático. Antes que você pense que esse assunto não lhe diz respeito, recomendamos que avalie bem se o Brasil está mais parecido com os países nórdicos, como a nossa “esquerda” insiste em querer debater, ou se caminha a passos largos para ser um novo Congo.

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Lula sabia de tudo! Quem interrompeu aquele projeto?

Diante da inquestionável necessidade de trazer aquela fala para a atual situação em que está o ex-presidente, proponho aqui, através de perguntas, trocar impressões com o nosso público e tentar compreender o que houve. O ideal seria perguntar diretamente ao ex-presidente Lula, nessa época, faltando um ano para terminar seu segundo mandato, sobre o que ele já sabia nessa época em relação aos “Piratas do Pré –sal” (nome que ele supostamente dá a países que estariam interessados em nos tirar essa riqueza, ele fala em tom de brincadeira)?

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Vamos cantar para “espantar os males” da política

Você está preparado pra receber tudo calado?
Este é o preço: “Quem não ouve conselho, ouve: coitado”
É o que resta pela sua omissão
Fingiu lutar, mas agiu como um perfeito alienado
Agora é jurar amor pela pátria que resta
Como se estivesse num presídio, vida dura de condenado
Vai ter liberdade de assistir Faustão
E ainda dizer que está “antenado”

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O elo entre Eduardo Cunha, Paulo Pimenta, Wadih Damous e Luis Nassif: xeque do Duplo Expresso

– Tudo começou quando, no final de 2017, Wellington Calasans e Romulus Maya abordaram com bastante ceticismo um pequeno “artigo” de Luis Nassif publicado com toda a discrição (sem qualquer destaque em seu site) em que esse reforçava algo que ambos os apresentadores sabiam – e provaram (com documentos e imagens) – ser mentira: Eduardo Cunha estaria, naquele momento, “preso” em Curitiba. Mais que isso, “humilhado e ofendido”, não mandaria mais nada na política brasileira (segundo Nassif!).
– Foi justamente diante de pressões – vindas de onde menos esperávamos! – para que não mais abordássemos o tema da “prisão” (fake) de Eduardo Cunha – e também o “Caixinha unificado suprapartidário da ALERJ” – que Wellington Calasans e Romulus Maya, um par de semanas depois, criaram página própria: este Duplo Expresso. Com total independência e ausência de rabo preso.
– E, nessa mesma pegada, que venha 2019! Estamos todos juntos, na mesma trincheira. E já sabemos quem, nela, está na realidade trabalhando para o outro lado. Pelo menos para isso valeu 2018, não é mesmo?

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Documento da ONU sepulta Luis Nassif: o caso Duplo Expresso/ Romulus Maya

– Agora é de papel passado: Luis Nassif é o rei das fake news no Brasil. E quem é que diz isso? “Apenas” a ONU!
– Ao longo de meses o Duplo Expresso foi a Genebra, Lisboa e Luanda para desmontar uma das mais vis tentativas de assassinato de reputação da história do jornalismo brasileiro na era digital: aquela dirigida por Luis Nassif – a mando de Paulo Pimenta – contra Romulus Maya, editor do Duplo Expresso.
– Começamos pelo final, apoteótico: o pronunciamento, por escrito, de funcionário das Nações Unidas em Genebra encarregado de comunicação e relações exteriores chamando Luis Nassif do que ele é, um mentiroso, caluniador.
– Na sequência rememoramos como chegamos até aqui. E contextualizamos o episódio Luis Nassif/ Romulo Brillo – nome de batismo por trás do pseudônimo “Romulus Maya” – no roteiro que nos levará, em breve, ao ano 4 do Golpe no Brasil.
– Aprenda, Luis Nassif: dossiê se faz com documento. Se for da ONU, melhor ainda!

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PT garantirá que caso Queiroz não dê em nada. Insólito? Entenda

Ei, você que está compartilhando as tags #OndeEstáQueiroz e #FalaQueiroz:
-Cuidado porque, daqui a pouco, quem chega é a *Elisângela*!
Não sabe quem é?
Pois é.
Informe-se.
Assessora na ALERJ – do PT.
Movimentou 22 vezes mais: R$ 26,5 milhões!
*
Em suma: o caso “Queiroz” não dará em nada.
Isso porque não pode dar em nada.
E quem vai garantir que não dará em nada é, entre todos os outros, o próprio PT.

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Feliz Navidad

Encerramos nossa primeira temporada internética desejando a todos os expressonautas um feliz Natal e um próspero Ano-Novo.
Sabemos que 2018 deixou em todos um gosto amargo na boca e nas urnas… Que isso fique apenas na memória. Que todos os atos-falhos, os falsos sorrisos, as mentiras expostas, as traições consentidas (e as sem sentido) fiquem para trás. Vamos olhar o futuro com a certeza de conhecermos melhor o inimigo, os aliados reais e a nós mesmos. Enquanto isso, vamos soltar nossos mariachis mexendo as maracas, os quadris e os neurônios!

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Os bancos substituem estados e municípios. É a farra da securitização!

Esse esquema joga no lixo a Lei de Responsabilidade Fiscal e todas as regras de finanças públicas do país, pois envolve:

a) contratação ilegal de dívida pública;
b) comprometimento do Estado com elevadíssimas garantias públicas e até indenizações;
c) desvio de recurso público: dinheiro pago por contribuintes será desviado durante o seu percurso pela rede bancária e não chegará ao orçamento público.
É tão infame que mascara até o conceito de “Securitização de Créditos”, porque quando bancos fazem securitização, eles se livram dos créditos de difícil de cobrança e entregam para pequenas financeiras cobrarem. No caso desse projeto, a Fazenda pública é que continuará cobrando os tributos, mas entregará o valor arrecadado para investidores privilegiados.
Por isso é imprescindível contatar deputados e deputadas para REJEITAR O PLP 459/2017

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Sama entrevista Guilherme Boulos

Sob a lente de Luísa Sequeira, Guilherme Boulos gentilmente concedeu uma entrevista a Sama no evento “Alerta Brasil: Democracia Ameaçada”, um par de conferências organizadas pelo Bloco de Esquerda. Na qualidade de líder do Movimento dos Trabalhadores sem Teto (MTST) e ex-candidato à presidência do Brasil pelo Partido Socialismo e Liberdade (PSOL), ele expôs suas ideias e apresentou a situação política – pós campanha eleitoral e pré novo ciclo dentro do atual regime – nas cidades de Lisboa e Porto (POR), neste sábado (15/dez2018).

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A importância estratégica do refino para o Brasil e para a Petrobras

Imaginar o Brasil com uma política de preços de combustíveis ditada por um “mercado perfeito”, no mesmo formato de preços praticado no setor dos combustíveis dos Estados Unidos, é um atentado a nossa inteligência. Lá existe uma quantidade enorme de empresas competindo entre produção, refino, distribuição e comercialização. Sem contar que há uma outra pequena diferença entre lá e cá: nós não imprimimos dólares na Casa da Moeda… Como seria possível transportar esse “mercado perfeito” para a realidade brasileira? Se comecássemos agora, neste instante, a investir na criação e empreendedorismo de novas companhias petrolíferas locais, talvez em 100 anos estivéssemos capazes de deixar que o mercado regulasse os valores aplicados. O problema é que o petróleo não durará tanto tempo (e talvez nem o Brasil)…

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O xeque de Cuba em Bolsonaro: A crise do Mais Médicos ameaça a agenda golpista

A partir do cancelamento da participação de Cuba no Programa Mais Médicos, desenvolve-se um caminho reflexivo por meio das problemáticas que levaram tanto a criação do programa, quanto ao desfecho citado. A reflexão intenta-se uma meta-análise por meio da constatação do contexto da guerra híbrida imposta ao Brasil e das suas táticas; por fim, propõe uma resistência que se liberta da condição reativa às emergências elaboradas pela agenda golpista que tem assolado os diretos sociais, políticos e civis dos brasileiros.

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Desnacionalizada! – como a Vale (ex-CVRD) se tornou uma empresa estrangeira

O especialista em Minas e Energia, PhD em Engenharia na área do petróleo, Paulo César Ribeiro Lima apresenta sua visão sobre o processo de desnacionalização da Companhia Vale do Rio Doce. O “discurso oficial” justifica a migração das ações da empresa para o Novo Mercado (Brasil, Bolsa, Balcão) como a adoção de um conjunto de regras societárias, e de governança, além da divulgação de políticas e existência de mecanismos de transparência, fiscalização e controle. Na verdade, o que está em jogo é a perda do poder de veto do Estado brasileiro sobre ela, bem como transformá-la – convenientemente – em uma sociedade sem controle definido. Será que isso interessaria aos brasileiros?

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EUA/ Lava-Jato: depois da carne, soja brasileira – e China – são o alvo da guerra econômica

A guerra comercial entre China e Estados Unidos pode trazer consequências catastróficas ao agronegócio brasileiro. Exportando grãos diretamente para a China, sem passar pelas tradings americanas, a Amaggi – a única super trading brasileira de soja – vem inadvertidamente e indiretamente atrapalhando os movimentos estratégicos de chantagem econômica dos EUA contra os chineses. A equação para entender a situação é bem simples: Brasil e EUA são concorrentes nas exportações de produtos agropecuários para o gigante asiático, e a mera ameaça de corte do fornecimento de soja à China colocaria essa hiperpotência asiática, com o seu quase 1.4 bilhão de habitantes, de joelhos.
Isto é, caso não houvesse a alternativa de substituir as importações que antes vinham dos EUA pelas do Brasil. E é exatamente para esse fim que trabalha o Deep State americano e os seus operativos locais no Judiciário e na mídia brasileiros.

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A Autocracia Genocida de Witzel

No Rio de Janeiro, o governador eleito, Wilson Witzel, solicitou uma pesquisa às tropas das polícias do Estado que apresente o número de atiradores de elite a disposição para trabalhar no que ele chamou de “abate de criminosos”. Wilson Witzel pretende autorizar a policia a assassinar pessoas nas favelas que estejam portando fuzis, sem que os policiais respondam penalmente por homicídio, mas enquadrados na legítima defesa, resgatando a proposta de segurança pública feita pelo presidente eleito do Brasil, Jair Bolsonaro, que é “metralhar a favela inteira”.

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“Print-bomba”: Haddad tinha áudio incriminando Bolsonaro no Caixa 2 do WhatsApp. Cadê?

Conforme prometido na semana passada, caso Fernando Haddad e o seu staff decidissem proceder à traição – final – a Lula, ao Brasil e aos seus pobres, o Duplo Expresso não silenciaria. Como vimos dizendo desde o dia 19 de outubro, tanto a Folha de S. Paulo como a campanha de Fernando Haddad tinham em sua posse o batom na cueca de Bolsonaro. Ou seja, o áudio em que o (suposto) “Presidente-eleito” pede, de viva voz, a empresários que pagassem – com caixa 2 – pela contratação do envio de mensagens em massa pelo WhatsApp.
“Print-bomba”: na semana passada, exasperados, indagamos de representante da campanha de Fernando Haddad com quem mantivemos contato sobre por que não publicavam o áudio-bomba. A conversa abaixo, via WhatsApp – Ah, a ironia! –, deu-se na semana passada. Ou seja, a poucos dias da votação.

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Guerra híbrida: como Bolsonaro enganou Haddad ontem (de novo!)

Piero Leirner, antropólogo e professor da UFSCar, vem advertindo, há tempos, que a tática de comunicação empregada pelo staff militar que circunda Jair Bolsonaro é, ela também, militar. Mais que isso, advinda dos manuais de guerra de terceira e quarta gerações (assimétrica e híbrida, respectivamente). E que, portanto, não obedece à lógica das campanhas de marketing político tradicionais. Embora a campanha de Fernando Haddad o tenha procurado para se aconselhar, certamente a lição segue não tendo sido aprendida até aqui. Como resultado ontem, mais uma vez, o staff do ex-Prefeito caiu em uma pegadinha preparada pelos – militares – do outro lado.
Eis o resumo das lições a tirar do episódio – se é que ainda há tempo para isso – reunidas por Leirner, seguida de vídeo com o resumo do episódio apresentado por Romulus Maya.

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“ZapGate”: Folha – e Haddad – enterram áudio que detona Bolsonaro. Por quê?

Folha e Haddad enterraram o áudio-bomba. O batom na cueca de Bolsonaro. Assim, dão tempo para que:
(i) Judiciário, mais especificamente o TSE;
(ii) a grande mídia, em especial Globo e Folha de S. Paulo – mas também a “GloBosfera (dita) progressista”; e
(iii) as duas candidaturas que disputam o segundo turno, Bolsonaro e Haddad, chegassem à formatação final do “grande acordo nacional, com Supremo, com tudo”. Afinal, como já antecipava Jucá “os Generais garantem”.
Farsa grotesca!
– Bom voto no domingo que vem, caros patos!
Amarelos ou vermelhos, fica a gosto do freguês.

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O fascismo é uma cadela que está sempre no cio

Não se trata de ficar chocado com o futuro que se avizinha, mas sim em entender o porque do passado vir lamber novamente nosso presente. Somente assim estaremos preparados. Na marcha da tradição, família e propriedade no século XXI não vemos mais as senhorinhas de tailleurs, terninhos ou vestidos de chita estampados e tiozões de pulover com chapéu panamá. Em 2018, o figurino de ambos os gêneros é modelo de corte único: a hipocrisia.

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Duplo Expresso na Escandinávia

Duplo Expresso nos Países Nórdicos: O Economista e Professor de Economia, Ladislau Dowbor, a nossa comentarista de assuntos jurídicos Maria Eduarda Freire e o convidado Edgard Antunes Dias Batista ampliaram o nosso alcance e a manutenção do compromisso de apresentar uma realidade diferente daquela enviada pelas agências de notícias.

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Pagar o Mico

No joguinho de cartas da família, aberta as urnas, não há mais grãozinhos de feijão ou palitinhos de fósforos a serem apostados. Acabou a brincadeira! A rolha está queimada, e espera aquele que ficará com o mico na mão.
Está louca para ser impressa na testa da sua tia, na bochecha da sua mãe, na ponta do nariz do seu pai. Você permitirá isso? Dessa vez, não terão água para limpar esta mácula por pelo menos quatro anos…

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Duplo Expresso nos países nórdicos – Eleições 2018 e Defesa de Lula

A “Comunidade Duplo Expresso” (Apud Romulus Maya) conquista mais e mais espaço de divulgação das ideias e debates. Após um mês o Programa Duplo Expresso ganhou mais 5 minutos de duração (eram 10, agora 15) e além da Suécia pode ser assistido em todos os países nórdicos.
Por esta razão, os primeiros programas foram apresentados em português e com legenda em inglês, mas agora é apresentado em inglês (sem legendas). Ontem (5/10) foi ao ar às 22:15 (horário da Suécia) um programa que destacou as eleições no Brasil e a defesa de Lula.

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99%, UNÍ-VOS! IV – Nem a escassez, nem o excesso, mas o exato!

Há um discurso repetido dia e noite pelo 1% através de sua voz – a mídia corporativa: “O país não pode gastar além daquilo que possui; temos que pensar no orçamento da Nação como quem trata o orçamento doméstico.” Não! Aceitar isso é praticar um autericídio contra a possibilidade de diminuirmos nossas desigualdades através de um ciclo virtuoso. Precisamos conscientizar-nos que só as práticas desenvolvimentistas, com a presença de um Estado Funcional, levarão nossa Sociedade a servir-se da Economia, e não o modelo atual, onde a Economia nos faz de gato e sapato. Vamos fazer uma aposta? Devolvam-nos o BNDES/PETROBRAS/PRÉ-SAL e vejam se não seguiremos como um foguete rumo ao pleno emprego, cidadania e bem-estar social!

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A questão nacional não entrou na questão eleitoral

Desde o momento que o capitalismo financeiro, que denomino banca, dominou o mundo capitalista, novas prioridades passaram a definir a luta dos povos por suas independências. E, como é óbvio, este novo poder dominante criou novos mitos, novas questões para desviar desta luta seus principais conteúdos, quais sejam as ações nacionais pela soberania e pela cidadania.
Ter colônia de escravos, e no mínimo número necessário para produzir seus lucros, é o objetivo da banca.

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99%, UNÍ-VOS! III – Os Dez Anos da Crise de 2008

Não se deixe levar pelas sucessivas mensagens veiculadas na mídia corporativa sobre a nobreza do austerícidio praticado pelo Ocidente. Isso serve apenas para que nós – os 99% – continuemos a engordar aquele 1% sob um discurso de que o baixo crescimento é parte de um “novo normal  secular” depois de passados dez anos da crise global de 2008. Nada disso! Vamos romper essas ideias olhando o formato de desenvolvimento impulsionado e conduzido pela mão estatal no Oriente, e como isso tem produzido resultados muito mais relevantes do que aqueles observados nos meridianos de cá da esfera terrestre.

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Banquete de Horrores

Você que ainda assiste boquiaberto as farpas entre os membros da banca togada suprema do país, poupe espanto e saliva. Eles estão apenas fazendo jogo de cena. “Hoje você diz A para que eu diga B, e amanhã fazemos o contrário”, sempre sob o verniz da Lei. Pense assim: assistimos a sucessivos blefes que não passam de um mero “…me passe o sal, por gentileza” enquanto mordem nossa carótida.

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