Até um cego vê! #5 – Padre Antônio Vieira pensava à frente do seu tempo ou fomos nós que voltamos ao passado?

No quadro “Até um cego vê!” desta semana, Leonardo Lobo recita este poema com a propriedade de quem tem “lugar de fala”. É um alerta aos governantes, sobretudo no atual Regime Temer que, assim como na escola barroca, é caracterizado pelo contraste. No caso do Brasil, as visíveis diferenças entre os privilégios dos muito ricos e o abandono dos pobres.

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Suecos celebram o “sol da meia-noite”

Wellington Calasans foi ao povoado de Folkärna na província sueca de Dalarna, a mais tradicional nesta celebração, para ver de perto a tradição. Viu as pessoas dançando, enquanto cantavam músicas infantis tradicionais deste país nórdico.

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A fézinha do voto – TSE, Jogo do Bicho e a ética dos contraventores

O que joga, sem trocadilho, contra o TSE neste momento é a constatação de que a credibilidade do Jogo do Bicho decorre da crença que as pessoas depositam nele. No caso do sistema eleitoral brasileiro, a despeito da legalidade a ele atribuída, os cidadãos não confiam mais em algo rejeitado em todo o mundo e que não pode ser submetido a uma auditoria, tal qual o papelzinho do Jogo do Bicho.

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Programa Jogo de Damas 20/jun/18

Programa Jogo de Damas 20/jun/18
Nesta quarta-feira, 20 de junho de 2018, às 18 horas, as apresentadoras Niobe Cunha e Patrícia Vauquier conversam com a escritora Luciana Hidalgo sobre: “A produção literária em tempos de crise: criação, inspiração e transpiração. Quando a realidade supera a ficção”

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O que você precisa saber sobre o Irã

Falar do irã hoje significa falar de um país que fez uma revolução há quase 40 anos sem que o povo possa ter dado um tiro sequer. Falar do Irã hoje é falar da resistência anti-imperialista, do arco de alianças amplas formado na prática que envolve outros países como o Iraque, Síria, Líbano, a organização política Hezbolláh, os comunistas, socialistas, patriotas árabes, nasseristas e tantas outras correntes. Que vencem a guerra na atualidade. Pretendo com este pequeno artigo, falar da história mais antiga, mencionando o império de Ciro, passando pela islamização do país a partir de 632 e passar pelo golpe imperialista de 1953.

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Até um cego vê! #3 – Futebol, Globo e o povo

O comentário de Leonardo Lobo, no espaço “Até um cego vê!” desta semana, converge para a linha de denúncia de como o futebol tem sido usado para a alienação dos brasileiros e como o crime está organizado para transformar este elemento da cultura nacional em uma fonte de dinheiro ilícito.
Lobo é otimista e ousa afirmar que o brasileiro acordou. Será?
Confira o vídeo.

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Exclusivo: o Duplo Expresso entrevista Jessé Souza

O Duplo Expresso tem a honra de publicar nova entrevista – exclusiva – concedida pelo sociólogo Jessé Souza, que lança o livro “Subcidadania brasileira – para entender o país além do jeitinho brasileiro”. Mais uma vez Jessé centra a sua análise nas causas da abissal desigualdade da sociedade brasileira, constituída sob o signo da escravidão, bem como nas suas consequências. Nesse tocante, o pensador é definitivo: “nada é mais importante do que isso. O que a gente precisa saber na ciência, como na política e na vida é o que é essencial e o que é secundário. O essencial para o Brasil é ter 70 milhões (de pessoas) abaixo da linha de dignidade”.

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Programa Jogo de Damas

As apresentadoras Niobe Cunha e Patrícia Vauquier conversam com a professora doutora em História Social e coordenadora do LEÁFRICA (Laboratório de Estudos Africanos), Mônica Lima e Souza e com o antropólogo João de Athayde sobre: “A grande influência da história da África na formação da sociedade brasileira”

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João de Athayde – Turim nos passos de Gramsci

Como quem viaja entre o passado e o presente, mas de olho no futuro, Athayde faz também um paralelo entre o pensamento de Gramsci sobre a política e a relação de classes (retratados nos Escritos Políticos daqueles dez anos) e o contexto político brasileiro da atualidade.

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Assédio sexual e corrupção forçam Academia Sueca a adiar o Prêmio Nobel de Literatura de 2018

A Academia Sueca fez o comunicado na manhã desta sexta-feira, através de uma nota oficial. No documento, foi anunciado também que em 2019 o prêmio será atribuído a dois escritores. A decisão de cancelar este ano o mais prestigiado prêmio literário do planeta foi tomada após o desgaste da Academia Sueca diante da opinião pública.

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O retorno à antiga Idade Moderna II – Angola: A Rainha Nzinga e a Resistência

O retorno à antiga Idade Moderna segue. Por um lado, querem empurrar o Brasil para os tempos-sem-direitos de antes da queda da Bastilha, e por outro, certos temas sobre a Idade Moderna (1453-1789) estão muito em dia. Mas a história do Brasil não tem fundo só europeu e mesmo que o atual ministério deseducativo no poder não tenha a isso nenhuma afeição, insistimos em trazer Brasil e África para o centro da discussão.
Nzinga não era abolicionista, idéia que não existia naquele momento e contexto local, parte de sua luta era efetivamente pelo controle de rotas de comércio de escravos. Ela foi uma rainha resistente contra a expansão portuguesa e contra o fato que os povos liderados por ela fossem escravizados e enviados para o Brasil.

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