Evidências de Demônios nas Costas Brasileiras

Nesta sequência do texto da semana passada (Demonologia – A ciência que o Brasil explica e exemplifica), tratarei de aspectos da Etnodemonologia, a ciência dos demônios longínquos. Como o título desta subdisciplina foi dado por Europeus, trata-se, claro, da ciência dos demônios longínquos da Europa e… próximos do Brasil, caros meus.
A demonologia ganhou uma preponderância especial na área dos conhecimentos durante o período do renascimento e das grandes navegações. Jean Delumeau, em O Medo No Ocidente, fala do mar como “O Império do Diabo” e menciona os “diabos naufragadores” de embarcações que se aproximavam da costa.

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Duplo Expresso 3/ago/2018

Destaques:
– O antropólogo João de Athayde comenta: “Evidências de Demônios nas Costas Brasileiras”
– O politólogo e analista internacional Eduardo J. Vior fala sobre: “Somos alvo de uma disputa entre norte-americanos e europeus”
– A Economista, doutora em Políticas Públicas e mestre em Planejamento e Desenvolvimento Econômico Ceci Juruá comenta: “Dívida pública: quem paga a conta”
– Wellington Calasans e Romulus Maya fazem a análise da conjuntura política.

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Demonologia – A ciência que o Brasil explica e exemplifica

Demonologia é disciplina velha, anterior a física newtoniana e o racionalismo cartesiano : persas já tratavam do assunto nas priscas eras da Antiguidade. A sabedoria milenar do Zoroastrismo ensina que a ociosidade, a « mãe da vergonha », invoca os demônios da fome, os demônios da sede, os demônios da sujeição, os demônios da doença e demônio da miséria. Contra eles, principal a arma é o trabalho agrícola. Mas a ociosidade no século XXI é… o diabo ressurgente do desemprego!

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Duplo Expresso 27/jul/2018

Destaques:
– O antropólogo João de Athayde comenta: “Demonologia – A ciência que o Brasil explica”
– O politólogo e analista internacional Eduardo J. Vior fala sobre: “A reunião dos BRICS na África do Sul”
– A Economista, doutora em Políticas Públicas e mestre em Planejamento e Desenvolvimento Econômico Ceci Juruá comenta: “Dívida pública: quem paga a conta?”
– Wellington Calasans e Romulus Maya fazem a análise da conjuntura política.

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Duplo Expresso 20/jul/2018

Destaques:
– O antropólogo João Athayde comenta: “Vitória na Copa, Identidade e Imigração na França”
– O politólogo e analista internacional Eduardo J. Vior fala sobre: “A reunião dos ministros da Economia do G-20 em Buenos Aires”
– A Economista, doutora em Políticas Públicas e mestre em Planejamento e Desenvolvimento Econômico Ceci Juruá comenta: “A importância do domínio energético para a soberania nacional?”
– Wellington Calasans e Romulus Maya fazem a análise da conjuntura política.

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Lula x Bretas – um clássico exemplo de desvio de foco

É inacreditável que o ex-presidente Lula, um estadista, que saiu do governo com 87% de aprovação, primeiro lugar nas pesquisas para presidente do Brasil, tenha sido usado como desvio de foco pelos braços do judiciário e mídia hegemônica na guerra híbrida. Lula foi estrategicamente escolhido a participar de uma farsa, com atores de quinta categoria, onde o despreparo e a pequenez dos “magistrados” foi mais uma vez escancarada, mas que ocupou – pela presença de Lula – todas as manchetes da imprensa brasileira no mesmo momento em que mais uma fatia do nosso petróleo era roubada.

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O juiz Bretas cometeu o pior dos erros: dar a palavra a Lula

O antropólogo João de Athayde, comentarista do Duplo Expresso, comenta a dignidade como Lula reapareceu publicamente. Athayde, que também é pesquisador sobre o Continente Africano, destaca o papel de Lula como “líder mundial” e a boa relação com os países africanos. Confira o vídeo.

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Duplo Expresso 25/mai/2018

Destaques:
– O politólogo e analista internacional argentino Eduardo Jorge Vior comenta: “O 25 de Maio e seus reflexos para a Argentina e região”
– O antropólogo João de Athayde fala sobre: “A Turim de Nietzsche e Gramsci e o Brasil atual”
– O advogado Rubens Rodrigues Francisco comenta: “A guerra híbrida e o ‘caminhoneiro’ de Troia”
– Wellington Calasans e Romulus Maya fazem a análise da conjuntura política.

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João de Athayde – Turim nos passos de Gramsci

Como quem viaja entre o passado e o presente, mas de olho no futuro, Athayde faz também um paralelo entre o pensamento de Gramsci sobre a política e a relação de classes (retratados nos Escritos Políticos daqueles dez anos) e o contexto político brasileiro da atualidade.

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Duplo Expresso 11/mai/2018

Destaques:
– O politólogo e analista internacional argentino, Eduardo J. Vior, doutor em Ciências Sociais na Alemanha e doutor em Sociologia pela Universidade do Paraná, comenta: “A crise na Argentina”
– O antropólogo João de Athayde fala sobre: “Reflexões sobre a escravidão nos 130 anos da abolição”
– O advogado Rubens Rodrigues Francisco comenta: “É de batalhas que se vive a vida. Tente outra vez”
– Wellington Calasans e Romulus Maya fazem a análise da conjuntura política.

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O retorno à antiga Idade Moderna II – Angola: A Rainha Nzinga e a Resistência

O retorno à antiga Idade Moderna segue. Por um lado, querem empurrar o Brasil para os tempos-sem-direitos de antes da queda da Bastilha, e por outro, certos temas sobre a Idade Moderna (1453-1789) estão muito em dia. Mas a história do Brasil não tem fundo só europeu e mesmo que o atual ministério deseducativo no poder não tenha a isso nenhuma afeição, insistimos em trazer Brasil e África para o centro da discussão.
Nzinga não era abolicionista, idéia que não existia naquele momento e contexto local, parte de sua luta era efetivamente pelo controle de rotas de comércio de escravos. Ela foi uma rainha resistente contra a expansão portuguesa e contra o fato que os povos liderados por ela fossem escravizados e enviados para o Brasil.

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Duplo Expresso 4/mai/2018

Destaques:
– O advogado Rubens Rodrigues Francisco comenta: “Advocacia surreal: ‘O Crime do Padre Amaro’ – para além da literatura realista”.
– O antropólogo João de Athayde fala sobre: ““Rainha Nzinga, Palmares e um mar de resistência”
– Wellington Calasans e Romulus Maya fazem a análise da conjuntura política.

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Lula é o Negro do Brasil

“É negro revoltado? É negro atrevido? Então chicote nele, e no pelourinho!” Também coloque os outros negros e pobres trabalhadores e a população em geral em torno, para assistir a punição exemplar a quem ousar querer afrontar o sistema que os oprime e os mantêm na ignorância.
E o povão lá em baixo, vendo as chibatadas, tremendo e temendo ser o próximo – então é melhor ficar quieto – e ao mesmo tempo ir se acostumando a tomar gosto em ver o sangue jorrar, porque esse é o circo gratuito que te oferecem, o fantástico que te é imposto.

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De retorno à antiga Idade Moderna e o contemporâneo retorno aos tempos antigos

Sebastianismo é crer na volta redentora de um líder que foi dado por desaparecido.
Defender um Lula livre e concorrendo à presidência em eleições transparentes, é consciência política e resistência, não sebastianismo, posto que Lula é vivo, provou que fez e que poderá fazer ainda mais. “Sebastianizar” a figura de Lula é o que a Globo tenta perpetrar, tentando transformar em mero mito folclórico, a força e o carisma de um líder popular que é uma real possibilidade de mudança.

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Duplo Expresso 20/abr/2018

Destaques:
– O antropólogo, doutorando em Antropologia Social e Cultural no Instituto “As perspectivas para as minorias e movimentos sociais caso o golpe prossiga”.
– O advogado Rubens Rodrigues Francisco comenta: “Sabedoria do povo grita: ‘Juiz ladrão”.
– Wellington Calasans e Romulus Maya fazem a análise da conjuntura política.

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Duplo Expresso 13/abr/2018

Destaques:
– O advogado Rubens Rodrigues Francisco comenta: “Depois do fim”.
– O antropólogo, doutorando em Antropologia Social e Cultural no Institutos dos Mundos Africanos, João de Athayde fala sobre: “A revolta orgânica contra o arbítrio – fundamentos da autoridade e insubordinação”.
– Wellington Calasans e Romulus Maya fazem a análise da conjuntura política.

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Duplo Expresso 6/abr/2018

Destaques:
– A professora de Filosofia da Unifor e membro do do Instituto Latino Americano de Estudos sobre Política, Direito e Democracia, Sandra Helena Souza comenta: “Procuramos liberais democratas no Brasil. Recompensamos com um país soberano”.
– O antropólogo e doutorando em Antropologia Social e Cultural no Instituto dos Mundos Africanos, João de Athayde fala sobre: “O complexo de vira-lata e o entreguismo”.
– Wellington Calasans e Romulus Maya fazem a análise da conjuntura política.

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“Divide et impera” – Divide e conquista

Não se sabe ao certo se ele usou a expressão, mas sabe-se que ele a colocou em prática, explorando a divisão entre as cidades-estados gregas até levá-las à derrota. De lá prá cá, muitos outros governantes utilizaram e praticaram a estratégia do “Divide e conquista”.

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