Churchill, a luta contra o inimigo maior e uma cláusula pétrea

Em meio à Segunda Guerra Mundial, Winston Churchill, então Primeiro Ministro do Reino Unido, não hesitou um instante em apoiar Stalin e a União Soviética, quando a Rússia foi invadida pela Alemanha, durante a Operação Barbarossa.

Churchill, é bom lembrar, tinha verdadeira ojeriza ao comunismo. Algo reiterado no discurso transmitido pela BBC, em 22 de junho de 1941, no qual informava à população britânica da invasão alemã e explicava os motivos que o levaram a apoiar a Rússia:
“Não há ninguém que tenha sido um oponente mais constante do comunismo do que tenho sido nos últimos vinte e cinco anos. Não negarei uma palavra sequer do que disse a respeito disso. Mas tudo isso vira pó ante o espetáculo que agora se descortina.”[1]

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Um Golpe bem britânico – e outro bem brasileiro

“A Very British Coup” (Um Golpe Bem Britânico) de Chris Mullin, um ex-político inglês do Partido Trabalhista, foi originalmente publicado em 1982. Mais tarde, o livro foi transformado numa minissérie homônima, inicialmente transmitida pelo canal inglês Channel 4, em 1988. Além de ter sido exibida em mais de 30 países, a minissérie foi premiadíssima, conquistando alguns prêmios BAFTA e um Emmy.

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