A classe média, o sequestro ideológico e o cativeiro midiático

No Brasil, um dos principais obstáculos à melhoria de condições de vida da maioria esmagadora da população é a classe média tradicional. Aquela que nasce com um bilhete premiado na loteria da vida, mas não hesita um segundo sequer em afirmar que tudo o que conquistou foi fruto do próprio esforço, que nada lhe veio de graça.

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O Memorando, os Generais e o Acobertamento de Assassinatos por parte dos EUA

Março de 1973. O recém empossado presidente Geisel recebe três generais assessores que lhe informam sobre a execução sumária de 104 pessoas no Centro de Informações do Exército – CIE durante o governo Médici. Depois, o grupo pede autorização para continuar com esses assassinatos no governo que iniciava. Geisel mostra desconforto e pede um tempo para responder. No dia seguinte, Geisel sinaliza a Figueiredo para seguir adiante, mas com duas condições: (1) Que “apenas subversivos perigosos” deveriam ser executados. (2) Que o CIE não mataria ninguém sem que o próprio Figueiredo – representando o Planalto –, aprovasse, analisando caso a caso.

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Churchill, a luta contra o inimigo maior e uma cláusula pétrea

Em meio à Segunda Guerra Mundial, Winston Churchill, então Primeiro Ministro do Reino Unido, não hesitou um instante em apoiar Stalin e a União Soviética, quando a Rússia foi invadida pela Alemanha, durante a Operação Barbarossa.

Churchill, é bom lembrar, tinha verdadeira ojeriza ao comunismo. Algo reiterado no discurso transmitido pela BBC, em 22 de junho de 1941, no qual informava à população britânica da invasão alemã e explicava os motivos que o levaram a apoiar a Rússia:
“Não há ninguém que tenha sido um oponente mais constante do comunismo do que tenho sido nos últimos vinte e cinco anos. Não negarei uma palavra sequer do que disse a respeito disso. Mas tudo isso vira pó ante o espetáculo que agora se descortina.”[1]

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Um Golpe bem britânico – e outro bem brasileiro

“A Very British Coup” (Um Golpe Bem Britânico) de Chris Mullin, um ex-político inglês do Partido Trabalhista, foi originalmente publicado em 1982. Mais tarde, o livro foi transformado numa minissérie homônima, inicialmente transmitida pelo canal inglês Channel 4, em 1988. Além de ter sido exibida em mais de 30 países, a minissérie foi premiadíssima, conquistando alguns prêmios BAFTA e um Emmy.

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