UE caiu na armadilha de Washington, para a guerra comercial anti-China


Embora muitos na União Europeia (UE) tenham respirado aliviados ante o aparente sucesso das recentes conversações sobre tarifas comerciais entre Juncker, presidente da Comissão da UE, e o governo Trump, na realidade parece que Washington conseguiu arrastar ardilosamente a UE, especialmente a Alemanha, a fechar a porta contra qualquer possível colaboração com a China para o desenvolvimento comercial e econômico.
Apesar de haver problemas com a política econômica da China, os recentes desenvolvimentos sugerem que se criou algum consenso na UE para dar as costas aos monumentais potenciais do espaço econômico eurasiano com centro na China, a favor de uma aliança com EUA e com o Japão – ambos países hostis ao desenvolvimento da China. É desdobramento que pode ferir gravemente o desenvolvimento da economia da UE.

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A Reorganização do Estado Brasileiro (Parte IV)

Em conhecida e respeitada obra: “Cidadania, Classe Social e Status” (Zahar) o sociólogo britânico Thomas H. Marshall (1893-1981) divide cidadania pelos “direitos conquistados”: os civis – a liberdade em face do Estado, no século XVIII –, os políticos – a participação na formação e decisão do Estado, no século XIX, com o voto – e os sociais – que chegam com as reivindicações do século XX, principalmente após a vitória comunista em 1918. Mas peca pela ausência da compreensão sistêmica. A soma de direitos conquistados não forma o todo do direito cidadão.

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Colapso da lira turca atravessará o Mediterrâneo

No instante em que Erdogan deu-se conta de que entrara como bode expiatório na narrativa do fracasso de EUA e Israel na Síria, pôs-se a procurar rota de fuga. Na procura, acabou chegando ao lado errado da política exterior dos EUA.


A Turquia é a joia da coroa da OTAN. É a segunda maior força em solo da OTAN. Controla o acesso ao Mar Negro e à Terra do Meio do mundo. 


E Erdogan quer unir-se aos (B)RICS. Comprar petróleo iraniano, gás russo, poder nuclear e defesas antimísseis.


Tudo isso é não-não-e-não.


Por isso os EUA estão empurrando a Turquia para a hiperinflação.



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Regime Temer perde a lanterna nas profundezas do pré-sal, mas a luz ainda existe

A Lei nº 12.276/2010 autorizou a União a ceder onerosamente à Petrobras o exercício das atividades de pesquisa e lavra de petróleo e gás natural em áreas não concedidas localizadas no Pré-sal. A estatal tem a titularidade dos volumes de petróleo e gás cedidos pela União, sendo o exercício das atividades de pesquisa e lavra realizado apenas pela Petrobras, por sua exclusiva conta e risco, nos termos do Contrato de Cessão Onerosa.
O Projeto de Lei – PL nº 8.939, de 2017, de autoria do Deputado José Carlos Aleluia, que deu origem ao PLC nº 78, de 2018, em tramitação no Senado Federal, modifica a Lei nº 12.276/2010 e permite que a Petrobras negocie e transfira a titularidade desse Contrato, desde que seja preservada uma participação de, no mínimo, 30%.

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Avaliação do primeiro debate da Band

Fiquei impressionado com a pobreza do debate. Isso só fez destoar a ausência forçada e ilegal do ex-presidente Lula. A lei eleitoral obriga que haja igualdade entre os candidatos na cobertura da imprensa e nos debates que ela promove.
Não podemos nem culpar os candidatos pela miséria do debate, porque essa pobreza é culpa da limitação do modelo escolhido pela Band. Um minuto e pouco para responder e 45 segundos para réplica e tréplica é tempo insuficiente para desenvolver qualquer ideia, por mais simples que seja.
O máximo que se consegue fazer é obrigar os candidatos a repetir frases decoradas e preparadas pelos seus marqueteiros para caber em uma janela de poucos segundos.

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A Reorganização do Estado Brasileiro (Parte III)

Como deve ter ficado evidente, o Brasil só considerará poder aquele oriundo do voto livre dos brasileiros. Também será entregue ao voto, por plebiscitos e referendos, a definição de políticas de Estado, as alterações constitucionais e a solução de controvérsias envolvendo os poderes e as instituições nacionais.

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Entrega do Pré-sal e redução de danos – Emendas ao PLC 78/2018

O comentarista de Minas e Energia do Duplo Expresso, Paulo César Ribeiro Lima (Paulão), apresentou no programa de hoje destaques elaborados por ele e pelo nosso comentarista de economia Gustavo Galvão, tentando conter os danos do PLC 78/2018 que entrega o filé mignon do pré-sal.
Além dos destaques, assista ao vídeo com o comentário no Duplo Expresso de hoje.

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“Direito ao Ponto” de volta para segunda temporada. Maria Eduarda Freire retoma o debate sobre a ditadura da toga

É com muita alegria que o Duplo Expresso inicia a segunda série de vídeos com Maria Eduarda Freire e o seu espaço “Direito ao Ponto”.
O vídeo que marca este retorno, trata – com mais detalhes – de um assunto que já foi tema de um texto da própria Maria Eduarda, publicado na sexta-feira.
O caráter fascista de certas células do poder judiciário e a forma desrespeitosa e desumana como Lula foi tratado por Raquel Dodge mereceram total atenção e uma crítica ácida da nossa comentarista.

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Até um cego vê quem é Bolsonaro

O quadro semanal “Até um cego vê!”, apresentado por Leonardo Lobo, reafirma o que temos dito sobre na nossa página sobre o programa Roda Viva e também sobre o comportamento de certos setores da esquerda.
Primeiro que o Roda Viva tem audiência ínfima e ganha mais repercussão por conta dos comentários dos “especialistas em tudo” nas redes sociais. Segundo porque algumas alas da esquerda ocupa muito o tempo com o entretenimento da direita. Comentar Bolsonaro, por exemplo, pode ser um desses elementos de dispersão.

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Comícios – Amigos de Lula Livre: vamos organizar comícios pedindo Libertação de Lula?

O imbróglio do dia 08/07 consolidou a muitos, em especial, aos duvidosos, a percepção da perseguição e prisão política de Lula! Internacionalmente isto já é um fato real!
Para os mais nacionalistas, é clara situação de “lawfare”. Semelhante ao ocorrido em Honduras/Paraguai só para lembrar casos recentes.
Percebe-se pelos índices crescentes de Lula nas pesquisas, a inclusão de novos indignados mesmo daqueles que ainda tinham dúvidas da culpabilidade de Lula. Pelas pesquisas Lula já ganharia no 1° turno, então estamos falando em maioria.

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Vamos às praças com as nossas “Rádios-Falantes e Rebeldes” para Lula livre e Presidente!

Che Guevara, quando fundou a “Radio Rebelde”, foi quem primeiro teve essa ideia, mas usando um equipamento de rádio-amador e do alto da Sierra Maestra. Diga que foi ele então o autor da ideia: Ernesto Guevara de La Serna. Foi ele o autor intelectual dessa ideia.

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IV Congresso do PSUV ocorre em meio a conjuntura decisiva para Revolução Bolivariana

Depois de uma semana marcada por datas bastante simbólicas para o povo venezuelano e latinoamericano, tais como os aniversários de Simon Bolívar (24) e Hugo Chávez (28) e as comemorações do Dia Nacional da Rebeldia Cubana (26), teve início o IV Congresso do PSUV, realizado entre os dias 28 e 30 de julho.
O congresso se desenvolveu numa conjuntura bastante difícil e decisiva para o PSUV. Mesmo concentrando praticamente todo o poder político do país, seja através da presidência da república, da hegemonia na Assembleia Nacional Constituinte, da concentração da maioria das prefeituras e governos estaduais do país, o governo ainda não foi capaz de diminuir os impactos da guerra econômica e resolver as dificuldades produtivas do país.

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Reservas Internacionais e seu uso no Pré-Sal

O Fundo Monetário Internacional – FMI define, na sexta edição do Balance of Payments Manual, de 2013, que os ativos de reserva são os ativos externos que estão disponíveis e são controlados pelas autoridades monetárias para cumprir o financiamento do Balanço de Pagamentos, a intervenção no mercado de câmbio para afetar a taxa de câmbio e outros propósitos relacionados, como a manutenção da confiança na moeda e na economia e servir de base para empréstimos externos.
Esses ativos, denominados reservas, são formados por meio de compras de divisas pelos bancos centrais no mercado de câmbio junto a bancos comerciais. Os bancos comerciais compram, por exemplo, dólares americanos junto a exportadores ou investidores e os revendem aos bancos centrais.

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A Reorganização do Estado Brasileiro (Parte II)

Coerente com a democracia, apenas serão poderes do Estado aqueles advindos da vontade popular, da expressa manifestação do voto do povo. Teremos então estes  dois poderes: o executivo e o legislativo, ambos com todos seus membros escolhidos, cada um, sem exceção, pelo voto do cidadão. Presidentes, prefeitos, vices, coordenadores, senadores e suplentes, todos só atingirão este poder pelo voto direto dado a cada um, individualmente.

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Mídia e Justiça – O Gozo dos Fascistas

O promotor de Justiça, André Guilherme de Freitas, na manhã de terça feira (24) realizou uma inspeção no presidio Bangu 8, indo direito para a cela do ex-governador Sérgio Cabral. Ao ingressar na ala, determinou: “Detentos, todos de cabeça baixa e de frente para a parede”, Sérgio Cabral argumentou que a atitude do promotor era desproporcional, e esse promotor, ao ser contestado, mandou que o enviassem para uma solitária, em um exemplo claro de ilegalidade e abuso de autoridade.
Para ilustrar mais um exemplo do arbítrio midiático-judicial, o ex-senador Luiz Estevão, também foi colocado em uma solitária por dez dias no presídio da Papuda no Distrito Federal, em janeiro do ano passado, após a polícia civil encontrar uma cafeteira e chocolate na cela em que estava.

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Carta Aberta da Comunidade Árabe-Brasileira

A comunidade árabe-brasileira, composta por todos(as) os(as) brasileiros(as) de origem árabe, fora surpreendida ao tomar conhecimento de veiculação em órgão de comunicação nacional acerca de um encontro entre a mesma e o deputado federal Jair Messias Bolsonaro, um dos anunciados pré-candidatos à Presidência da República, o qual ocorreria em Foz do Iguaçu no próximo dia 28.
Entretanto, há contradições que tornam este hipotético encontro carecedor de elementos de realidade. Leia a seguir algumas considerações.

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A Reorganização do Estado Brasileiro (Parte I)

Proponho que se discuta a nova organização do Estado Nacional Brasileiro. Ou seja, que a Constituição que vier a ser aprovada pelo povo contemple um Brasil diferente, com nova estrutura organizacional, com nova repartição de poder e com objetivos nacionais específicos que impeçam qualquer governo de alienar bens nacionais, naturais ou resultado do esforço produtivo e do desenvolvimento tecnológico, com a pífia razão da necessidade de caixa ou outra de igual jaez.

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Uma Ponte para o Futuro na Era da Pós-Verdade: uma análise sob a ótica do desenvolvimento econômico – Parte V

Que fique claro, extremamente claro, que fortes interesses externos e seus aliados internos, entenderam que a “Ponte do nosso Presente” consolidada em 2009, seria o caminho para a consolidação definitiva do Desenvolvimento Nacional Soberano! Ou seja, o que muitos brasileiros não perceberam: que a Petrobras (desenvolvendo o Pré-sal, soluciona nossa histórica dependência de divisas) e o BNDES (financiando, em moeda nacional, nosso desenvolvimento interno) um em cada lado da Ponte do nosso Presente, garantem a nossa Autonomia!

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Caso Benalla – o que realmente está em jogo

Desde o começo do mandato, Emmanuel Macron mudou o discurso que ele adotava durante a campanha: destaque para horizontalidade, democracia, atenção às opiniões divergentes. Passou diretamente à ação: fim a abertura ao diálogo e imposição da sua vontade, como um verdadeiro monarca absolutista.
O presidencialismo francês é muito diferente do brasileiro que está na constituição! (O atual “presidencialismo” brasileiro é segundo o senador Romero Jucá: uma suruba com executivo, legislativo e judiciário). O executivo tem poderes sobre o legislativo que impedem um impeachment, como o que aconteceu no Brasil. Aqui na França é o presidente da república quem escolhe o presidente do parlamento. As eleições legislativas são feitas logo após a eleição presidencial, o que geralmente dá maioria ao partido do presidente.

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O árabe foi idioma oficial do Estado de Israel por 70 anos, dois meses e cinco dias. Dia 19/7/2018, deixou de ser

Não há razão prática para a mudança e, de fato, a “Lei do Estado Nacional Judeu,” que aboliu o árabe como idioma oficial, garante basicamente que o árabe conservará todas as vantagens de idioma oficial, apesar de o título ter-lhe sido usurpado.
Assim sendo, por que alterar o status quo do idioma árabe nos últimos mais de 70 anos? Porque, como muitas vezes acontece, o que a lei diz e o fato de ela dizer são mais importantes do que o que a lei faz.
Pode-se considerar a Lei do Estado Nacional Judeu a partir de dois pontos de vista. Há a mensagem que a lei envia aos judeus: uma afirmação positiva de Israel como o estado-nação judeu; como pátria dos judeus; como estado dos judeus; uma mensagem nacionalista de autoafirmação que diz ‘esse país é de vocês, judeus, e só de vocês’.

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Tudo para as empresas do setor elétrico a serem privatizadas; para as estatais, nada!

Estão em tramitação no Congresso Nacional, dois projetos de lei relacionados à privatização da Centrais Elétricas S.A. – Eletrobras e suas distribuidoras: Boa Vista Energia S.A. – Boa Vista, da Companhia Energética de Alagoas – Ceal, da Companhia Energética do Piauí – Cepisa, da Centrais Elétricas de Rondônia S.A. – Ceron, da Amazonas Distribuidora de Energia S.A. – Amazonas Energia e Companhia de Eletricidade do Acre S.A. – Eletroacre.
A desestatização será executada na modalidade de aumento do capital social mediante subscrição pública de ações ordinárias. O aumento de capital social poderá ser acompanhado de oferta pública secundária de ações de propriedade da União ou de empresa por ela controlada, direta ou indiretamente.

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Viva! Há nacionalistas nas Forças Armadas!

Entre outras coisas, leia: Levando em conta o imperativo de preservar e ampliar a autonomia tecnológica da indústria militar, a única solução possível seria exigir da Boeing que mantenha no Brasil todas as atividades de P&D e manutenção da sua futura filial. E o principal: exigir que as tecnologias duais sejam patenteadas no Brasil sob propriedade da Embraer Defesa & Segurança. O Memorando acena com a concessão “licenças recíprocas de propriedade intelectual”, mas esta é uma garantia muito frágil, visto que tais contratos estariam sujeitos à ingerência do ‘Bureau of Political-Military Affairs’ do Departamento de Estado dos EUA.

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A grande disputa geopolítica do século XXI: mobilidade, meio ambiente e inteligência artificial – Parte 9

A grande depressão dos anos 30 só foi superada pela Segunda Guerra Mundial que, ao destruir grande volume de capital, restabelecer as bases de cooperação econômica no ocidente e criar um enorme conjunto de novas tecnologias preparou o terreno para uma reconstrução que viabilizou o crescimento contínuo por 25 anos.
Felizmente o mundo hoje não tem mais a mesma propensão à guerra. Esperamos ao menos…
A solução da crise então passa por um aumento constante dos gastos e déficit público ou por uma revolução tecnológica radical que destrua boa parte da capacidade produtiva mundial e abra espaço para um grande volume de investimentos privados.

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Uma Ponte para o Futuro na Era da Pós-Verdade: uma análise sob a ótica do desenvolvimento econômico – Parte IV

Assistimos, então, desde 2015, e mais fortemente após a vitória dos liberais, a “pós-verdade” ou o discurso ortodoxo do “Estado Inchado” provocando ineficiências econômicas. Paradoxalmente a insatisfação de parte da população contra a presidente Dilma é quando ela coloca um Ministro da Fazenda “austero”, vindo do setor financeiro, com a promessa de “sanear a desordem das contas públicas”, e administra um receituário ortodoxo que provoca desemprego & inflação!

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O Geógrafo Errante – Uma crônica sobre o Existir

Existia um certo geógrafo que estudava muito. Ele era o mais renomado e brilhante geógrafo de sua época. Da sua escrivaninha de mogno ocre e rodeado por uma muralha de livros, o geógrafo conhecia detalhadamente cada vegetação, cada clima, os oceanos, os rios, os mares, as rochas, as montanhas, os desertos, as cidades… Através de páginas e mais páginas, muitas delas amareladas e toldadas por poeira e mofo, algumas mais que outras, por certo, sacudidas por muitas leituras, ele conheceu o planeta inteiro!

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A grande disputa geopolítica do século XXI: mobilidade, meio ambiente e inteligência artificial – Parte 8: Guerra ambiental e crise: China, Ocidente e Brasil

Disputas geopolíticas, desemprego, baixos salários e estagnação fazem com que os governos optem pela adoção de políticas protecionistas.
Se isso acontecer, haverá uma segunda onda de crise, porque poucos países podem substituir rapidamente suas importações e o protecionismo implicará em aumento de preços e redução global da produção. Em termos globais, o protecionismo pode ajudar muito pouco na recuperação, porque o que um país ganha em superávit comercial é o que o outro perde.
As únicas formas do mundo se manter em crescimento são aumentando ainda mais o déficit público ou uma revolução tecnológica radical que deprecie imediatamente boa parte da capacidade produtiva no planeta.

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Os Hitlers já estão entre nós!

Falar de fascismo é falar sobre o aspecto humano da liberdade e sobre a conjuntura histórica-social que favorece a renuncia individual à liberdade e a assunção do caráter autoritário, pois ao contrário do que muitos pensam, o fascismo não é uma patologia dentro de um corpo social saudável, nem muito menos, um momento de loucura em um contexto de sanidade, mas uma característica própria da condição humana à espreita de todo indivíduo saudável.

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A irresponsável venda da EMBRAER

A venda do controle acionário (81% das ações) da EMBRAER à gigante americana Boeing é um tremendo Crime de Lesa Pátria e Alta Traição.
Jamais, Estados Unidos, França, Inglaterra ou Rússia permitiriam tal golpe: a entrega de empresas estratégicas de alta tecnologia, na sensível área de defesa, na mão de empresas estrangeiras.
Lamento profundamente, pois no Brasil atual falta patriotismo, falta visão de Estado, faltam noções rudimentares de soberania; sobra entreguismo e corrupção.

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Uma Ponte para o Futuro na Era da Pós-Verdade: uma análise sob a ótica do desenvolvimento econômico – Parte III

Desde 1983 – ano do default e do acordo com o FMI -, raríssimas vezes ocorreram Déficits Públicos Primários, exceto em alguns poucos anos e em 35 anos o Estado é superavitário na média e em termos líquidos.

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