Falso dilema ambiental e indigenista ameaça o país

É preciso evitar a falsa polarização entre, de um lado, o ambientalismo/ indigenismo de santuário, defendido por ong’s financiadas por Estados e corporações imperialistas e que procura estabelecer reservas imensas justamente em áreas repletas de recursos estratégicos (minérios, água, etc.) e, de outro, a exploração selvagem e inconsequente da terra e das pessoas por oligarcas locais. Não há, na prática, oposição entre essas posições. Ambas convergem para a desestatização e o não-desenvolvimento de imensas parcelas do território (sobretudo no Norte e Centro-Oeste) e, portanto, para a miséria de sua população, o esvaziamento demográfico, o contrabando e a privatização de riquezas nacionais, a degradação ambiental, o separatismo com base no fomento a identitarismos étnicos, e a fragmentação territorial.

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Depois das Seis

Os humanos têm uma estranha sensação da certeza, mesmo sem saber exatamente de onde vem ou para onde vão. Sempre têm uma no coldre pronta para sacar. Mas, qual é a minha certeza absoluta? É que, apesar de passados 50 anos, as impressões de uma época de criança ainda povoam minha mente. Algo como uma fronteira ainda desconhecida do passado. Então eis que abro essa caixa para vocês. Quando menino, costumava brincar na rede sozinho e, ao fechar meus olhos, enxergava uma grande onda de energia, que enchia todos os lados. Parecia imagem de TV analógica quando sai do ar, mas só via isso com os olhos fechados.

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Duplo Expresso 17/jan/2019

Para assistir, curtir as páginas e compartilhar, temos no Programa Duplo Expresso desta quinta-feira, 17/01, os seguintes destaques:
– O sociólogo, escritor e analista internacional Lejeune Mirhan comenta: “Arábia Saudita, protetorado estadunidense no Oriente Médio”
– O Embaixador Samuel Pinheiro Guimarães comenta a atualidade política do Brasil e do mundo.
– Wellington Calasans e Romulus Maya fazem a análise da conjuntura política.

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Duplo Expresso 15/jan/2019

Para assistir, curtir as páginas e compartilhar, temos no Programa Duplo Expresso desta terça-feira, 15/01, os seguintes destaques:
– A arquiteta e PhD em Administração de Empresas Patrícia Vauquier comenta: “Coletes Amarelos além da teoria: a conspiração real”
– Wellington Calasans e Romulus Maya fazem a análise da conjuntura política.

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Congo Democrático – “É melhor Jair se acostumando”

Neste vídeo, Paulo Gamba comenta o resultado das eleições no Congo Democrático. Antes que você pense que esse assunto não lhe diz respeito, recomendamos que avalie bem se o Brasil está mais parecido com os países nórdicos, como a nossa “esquerda” insiste em querer debater, ou se caminha a passos largos para ser um novo Congo.

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“Gente como a gente”: como capitão fracassado virou “mito” popular

É patente que há uma produção com evidente intento de potencializar uma aparente faceta “gente como a gente” de Bolsonaro. Entender esse fenômeno é necessário pois o atual presidente tem ocupado o vácuo de liderança carismática, que cresce a cada dia que Lula passa isolado na prisão. Não se trata, obviamente, de uma simples substituição, até porque estão alocados como antagonistas no cenário político, o que torna a questão ainda mais intrigante, tendo em vista que uma parcela considerável de eleitores que votaria em Lula, até meados de setembro, ajudou eleger seu opositor quarenta e poucos dias depois.

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O Brasil na Contramão das Políticas de Segurança Pública do Mundo – Uma bomba de retardo que irá explodir no colo da sociedade

Os principais entraves para uma política de segurança pública verdadeiramente eficaz no país são provenientes de uma mídia monopolista que desinforma e incita permanentemente o ódio aberto aos marginalizados, legislações equivocadas, como a lei antidrogas, e uma cultura jurídica antiliberal e encarceradora. Podemos perceber essa ineficiência através do discurso do recém empossado ministro da Justiça e Segurança Pública, ex-juiz Sérgio Moro, no qual ele fala sobre tornar lei a prisão em segunda instância, instituir o plea bargain, que foi a principal causa do encarceramento em massa nos EUA, pregando também o fim da progressão de regime para membros do que ele chama “organizações criminosas”, destituição de direitos das pessoas presas, entre outras.

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Klimahouse 2019

O Klimahouse Expo é um evento de 4 dias, entre 23 e 26 de janeiro de 2019 no Messe Bozen em Bolzano, Itália – uma cidade bilíngue no coração do Sul do Tirol e da Europa Central. Trata-se de um evento voltado ao setor da remediação[1] e eficiência energética na construção, funcionando como uma plataforma para promoção de produtos e serviços com este enfoque. É uma oportunidade imperdível aos interessados nas tendências e inovações neste setor.
Esta é a principal feira italiana de construções mais sustentáveis, e a edição deste ano oferecerá um programa de informações abrangentes, incluindo dois congressos – Smart Cities e Smart Materials & Smart Buildings –, workshops e visitas guiadas a prédios energeticamente eficientes.

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Análise: os (des-) caminhos da esquerda em 2019 e a avenida aberta para Bolsonaro

Não interessa a Bolsonaro ou a quem o levou ao poder uma “Noite de São Bartolomeu”, um expurgo do PT. Basta a inviabilização em eleição majoritária. O antipetismo é hoje um piso político – e eleitoral – dos maiores, senão o maior. Para que abrir mão disso, zerando o jogo? E permitindo a formação de uma nova oposição, sem rejeição tão alta? Em política não há vácuo…
Bolsonaro – e os que o levaram até lá – e o PT (o “sem voto”, de SP) tendem a continuar se escolhendo reciprocamente como adversários político-midiáticos, tentando impedir o surgimento – ou pelo menos a clarificação – da verdadeira polarização atual, no Brasil e no mundo: soberanismo nacionalista (de esquerda ou de direita) vs. Globalismo financista do (zero vírgula) 1% transnacional contra o 99,9% – global. Terão sucesso Bolsonaro e “PT sem voto” nesse mascaramento – a dois – da realidade histórica?
O problema da direção do PT (sem voto) é querer fazer do partido o substituto do PSDB como sucursal Clintoniana no Brasil;
A centro-esquerda como um todo ainda está em fase de negação e coloca-se, do ponto de vista histórico, no campo reacionário, dos que querem fazer voltar o ponteiro do relógio da história (para o ciclo 1988-2012).

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Vamos cantar para “espantar os males” da política

Você está preparado pra receber tudo calado?
Este é o preço: “Quem não ouve conselho, ouve: coitado”
É o que resta pela sua omissão
Fingiu lutar, mas agiu como um perfeito alienado
Agora é jurar amor pela pátria que resta
Como se estivesse num presídio, vida dura de condenado
Vai ter liberdade de assistir Faustão
E ainda dizer que está “antenado”

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A crise brasileira se aprofunda

Em sua coluna em Tiempo Argentino, Eduardo Jorge Vior apresenta uma opinião bem clara sobre os primeiros passos de Jair Bolsonaro como presidente brasileiro: apesar de acenar com um país mais moderno e liberal, conduz a população na direção do nosso primeiro período pós Império – a República Oligárquica. Esprimido entre tecnocratas ultra-liberais, pastores evangélicos pró-Israel e militares conservadores, há um conflito expresso entre o discurso que pretende e o realismo possível.

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O estanho “sincericídio” (sic) de Bolsonaro – e a esquerda “bobinha”

Bolsonaro, estranhamente, “deixou escapar” que o General Vilas Boas “tem responsabilidade por ele estar ali”. Ora, Bolsonaro sabe que o General não teria como desmentir.
E a parte da esquerda ingênua/ mal-intencionada resolve dar crédito, pelo valor de face, a Bolsonaro como fonte confiável, “historiográfica”, não mais que de repente. Quando convém, some o discurso de “fake news”, “ele fala qualquer coisa”, “diz e depois desdiz”.
No entanto, tal “inconfidência” (sic) não bate com nenhuma das informações prévias acerca da relação entre ambos. Na verdade, parece que Bolsonaro quis vender pra dentro das Forças Armadas (FFAA) – e também para fora – que ele foi uma escolha da – e operacionalizada pela – instituição Exército. E não por um grupo dentro dele (que de qualquer forma não foi impedido de agir mesmo). Quis se ungir “unanimidade”.
Interessante notar que tal leitura não deixa de convir para alguns: reforça a narrativa “nós vs. eles” entre esquerda e FFAA. O que beneficia Bolsonaro, permitindo que ele siga mascarando medidas realmente antinacionais com um discurso falsamente dicotômico, mofado, vindo da Guerra Fria/ Regime Militar. Note-se que isso não deixa de fortalecer o discurso da ala da esquerda anti-FFAA, seus antípodas necessários.

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O Saco de Pedras

Você nunca procurou saber onde está realmente? E por que coisas estranhas acontecem ao seu redor? Onde nós estamos? As coisas existem mesmo ou tudo não passa de uma ilusão? Seriam um simulacro de algo distante? Algo tipo o que acontece no filme “Matrix”? A história que conto aqui para vocês não é uma de ficção de terror como costumo fazer nos meus quadrinhos. Para minha alegria atual (e meu pavor em outra época), aconteceu de verdade. Tão real quanto o som que sai do teclado desse notebook. Afinal, o que é o real? Pode algo se desmaterializar ou sumir na sua frente? Alguns amigos não acreditam em Deus, espíritos, outras dimensões, mundo invisível. Problema deles! Eu não tenho motivos para duvidar.

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Íntegra da entrevista de Piero Leirner ao Le Monde Diplomatique Brasil

A série de perguntas a seguir realizou-se no âmbito de uma reportagem maior do Le Monde Diplomatique Brasil para uma matéria na edição de dezembro, que trata da já não-tão-nova-assim estratégia do “firehose of falsehood”, ou “mangueira de falsidades”. Expressão que foi consagrada para, de grosso modo, tratar desse fenômeno de campanhas eleitorais baseadas em fakes, etc. Além dos pontos próximos e distantes entre “firehosing” e “guerra híbrida”, Piero Leirner discorre sobre os modelos de comunicação de Trump e Bolsonaro, da futura institucionalização dos discursos dissonantes da cúpula bolsonarista, no uso do WhatsApp e sobre a eventual falência desse modelo caso o governo brasileiro não apresente os resultados esperados.

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Duplo Expresso Canino

Em tempos de tanto vira-latismo na política brasileira, o Duplo Expresso chegou mostrando os dentes. Wellington Cão-lasans e Romulus Chiuamaya passaram o ano inteiro de 2018 ouvindo atentamente o que se latia por aí e, principalmente, ainda muito mais atentos aquilo que não era latido… Não foi por falta de técnica, carisma e conhecimento que nossa esquerda a-destra-da deixou passar voando por cima de suas cabeças orelhudas o filé mignon para romper com o atual regime: Lulau da Silvau! Ao invés de protegê-lo em uma casinha estrangeira dentro de Brasília, como uivavam esses dois, o PTj convenceu a todos que seria mais legal enviá-lo ao canil de Kurityba. Aí, depois de uma campanha política fracassada, vamos todos lamber feridas e revezar corridas atrás dos próprios rabos e das rodas de tanques…

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99%, UNÍ-VOS! V – Onde se lê…

O texto em questão baseia-se no recente programa do Duplo Expresso em que Wellington Calasans relembra a luta dos islandeses em 2008! Apesar de ser um país relativamente pequeno e com uma população diminuta, a Islândia deu um magnânimo exemplo de consciência cidadã, mostrando a importância da luta por ideais. Por isso o esforço efetivo dos 1% em esquecê-la e apagá-la da memória mundial. Pois então, lembra-se mais uma vez que essa série “99%, UNÍ-VOS!” tem como metodologia o DESENVOLVIMENTISMO. O mesmo que está por trás do “Cinturão da Seda” que tanto tem assustado o enfraquecido “hegemon liberal”. Infelizmente, esta fera anciã ainda mantém garras afiadas e poder destrutivo…

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Terra Sem Lei – Juiz do STF é massacrado porque ousou respeitar a Constituição

A decisão de Marco Aurélio Mello sequer poderia ter sido questionada. Mas estamos no Brasil. Nesse país todo absurdo é tratado com naturalidade. O simples cumprimento da Constituição é motivo de reunião especial das Forças Armadas, entrevista coletiva da Força Tarefa – Lava Jato, de horas de blá blá blá de especialistas em banalização da justiça e da Constituição, etc.

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Nildo Ouriques fala sobre México e López Obrador

López Obrador foi eleito pelo Movimento Regeneración Nacional – Morena com uma carga avassaladora de votos. Ele assume o país postulando o essencial: “Não roubar! Não mentir! Não trair!”. Depois de suplantar duas gigantescas fraudes eleitorais, ele ascende ao poder sempre encabeçando o protesto popular. Sempre à frente, exercendo o que há de mais verdadeiro na Democracia: a capacidade de condução da vontade de uma sociedade através da criatividade, imaginação e tenacidade do seu povo. Que México será esse que apresenta um líder lastreado pela história e que afirma que o país viverá seu quarto grande ciclo transformador?

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Mais um roubo na PETROBRAS

O comentarista do Duplo Expresso, Samuel Gomes, estreia na parceria entre a nossa página e o canal no YouTube “Tatoo no toco”. Produzir conteúdos e ampliar o alcance é o único caminho para que possamos reduzir o impacto da Fake News e pós-verdade na internet. Assista e compartilhe!

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Sama entrevista Guilherme Boulos

Sob a lente de Luísa Sequeira, Guilherme Boulos gentilmente concedeu uma entrevista a Sama no evento “Alerta Brasil: Democracia Ameaçada”, um par de conferências organizadas pelo Bloco de Esquerda. Na qualidade de líder do Movimento dos Trabalhadores sem Teto (MTST) e ex-candidato à presidência do Brasil pelo Partido Socialismo e Liberdade (PSOL), ele expôs suas ideias e apresentou a situação política – pós campanha eleitoral e pré novo ciclo dentro do atual regime – nas cidades de Lisboa e Porto (POR), neste sábado (15/dez2018).

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O fim há muito desejado do Ministério do Trabalho

Com Bolsonaro extinguindo o Ministério do Trabalho e realizando um projeto oligárquico de longa data, avança-se ainda mais no processo de demolição da Era Vargas e de restauração da República Velha em uma versão ainda mais financeirizada. Não à toa, boa parte das funções do ministério extinto passará ao Ministério da Economia e ao da Justiça. Qualquer desvio será tratado no âmbito do Ministério da Justiça, ou seja, como questão de lei e de ordem. Em suma, a questão social volta a ser um caso de polícia, e Washington Luís, Raymundo Faoro e FHC, através de Bolsonaro, vingam-se de Getúlio Vargas. Bem vindos de volta à modernidade subdesenvolvida em estado puro.

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López Obrador, a retomada do nacionalismo popular no México e a esquerda latino-americana

A vitória de López Obrador (popularmente AMLO) no México significa o retorno de um governo de matiz nacional-popular após mais de três décadas. Essa vitória assume grande importância para a América Latina pois é um contraponto à onda de direita no continente.
Coincidência ou não (em política e ainda mais internacional é muito difícil haver coincidências), a “frente progressista internacional” abertamente anti-nacionalista do senador democrata estadunidense Bernie Sanders, ocorrendo paralela à posse de AMLO, ofuscou esse momento importante, centralizando a atenção de parte da esquerda brasileira mais em Nova Iorque, sede da espoliação imperialista, do que na Cidade do México, onde está uma parceria bem mais interessante aos nossos propósitos. Estará a esquerda brasileira pronta para retomar a construção nacional do seu país em bases soberanas, a partir de uma visão realista da geopolítica e da posição periférica do Brasil no mundo?

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Duplo Expresso 13/dez/2018

Destaques:
– O escritor, sociólogo e analista internacional Lejeune Mirhan fala sobre: “O atual estágio da correlação de forças no mundo e a luta anti-imperialista de resistência – Parte II”
– O Embaixador Samuel Pinheiro Guimarães comenta a atualidade política do Brasil e do mundo.
– O politólogo e analista internacional Eduardo Jorge Vior fala sobre: “Brasil e a Argentina no contexto mundial”

– Romulus Maya e Carlos Krebs fazem a análise da conjuntura política.

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Duplo Expresso 12/dez/2018

Destaques:
– A arquiteta, mestra em Engenharia Civil, doutora em Administração de Empresas Patrícia Vauquier comenta: “Moleque de recados da Finança, Macron oferece migalhas aos coletes amarelos”
– O presidente do Instituto de Estudos Latino-Americanos da UFSC, doutor pela Universidade Autônoma Nacional do México – UNAM Nildo Ouriques fala sobre: “Nicarágua, tão violentamente doce!”
– O professor, advogado e mestre em Filosofia do Direito Samuel Gomes e Beto Almeida, jornalista, comentarista de Telesur e âncora do programa CONTRACORRENTE, da TV Cidade Livre de Brasília comentam: “A era Vargas e o nacionalismo revolucionário”
– Wellington Calasans e Romulus Maya fazem a análise da conjuntura política.

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Duplo Expresso 11/dez/2018

Destaques:
– O cientista político Felipe Quintas comenta: “O fim há muito desejado do Ministério do Trabalho”
– A socióloga Thais Moya fala sobre: “70 anos da Declaração dos Direitos Humanos: Origens, demandas e desafios”

– Wellington Calasans e Romulus Maya fazem a análise da conjuntura política.

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A importância estratégica do refino para o Brasil e para a Petrobras

Imaginar o Brasil com uma política de preços de combustíveis ditada por um “mercado perfeito”, no mesmo formato de preços praticado no setor dos combustíveis dos Estados Unidos, é um atentado a nossa inteligência. Lá existe uma quantidade enorme de empresas competindo entre produção, refino, distribuição e comercialização. Sem contar que há uma outra pequena diferença entre lá e cá: nós não imprimimos dólares na Casa da Moeda… Como seria possível transportar esse “mercado perfeito” para a realidade brasileira? Se comecássemos agora, neste instante, a investir na criação e empreendedorismo de novas companhias petrolíferas locais, talvez em 100 anos estivéssemos capazes de deixar que o mercado regulasse os valores aplicados. O problema é que o petróleo não durará tanto tempo (e talvez nem o Brasil)…

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Coletes Amarelos: Terceiro Ato

Os Coletes Amarelos e o contexto político francês. Este artigo apresenta a evolução do movimento e a tradução de um debate que se desenvolve na sociedade em torno da condição social, da condição ecológica, e da situação política do governo Macron face aos protestos de outras categorias que se juntaram aos Coletes Amarelos.

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Duplo Expresso 07/dez/2018

Destaques:
– O artista visual e ativista Sama comenta: “O fim da porra toda!”
– O antropólogo João de Athayde fala sobre: “Outras visões sobre os coletes amarelos na França”
– A psiquiatra, Professora aposentada da Universidade Federal de Pelotas, Dorotea Kremer comenta: “Psicologia das massas: a avenida aberta para Bolsonaro”
– Romulus Maya e Carlos Krebs fazem a análise da conjuntura política.

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