“Kompromat”: sexo, crime, dinheiro, chantagem – o explosivo submundo da disputa pelo PT

O termo “Kompromat” refere-se ao jargão da inteligência russa, de uso já universalizado, para denotar operações de coleta de informações comprometedoras sobre determinado indivíduo para utilização em chantagem e manipulação, tipicamente com finalidades políticas. E não seria muito diferente no relato abaixo. A diferença é que sai de cena a fria Rússia dos romances de espionagem e entra, no seu lugar, a grande São Paulo. E o calor da disputa pela Presidência do PT, maior partido de oposição no Brasil, a ser decidida em apenas quatro semanas, no congresso nacional do partido.
O relato do “kompromaPT”, e o acerto subsequente, foi apurado e checado com (i) fontes no Sindicato dos Metalúrgicos do ABC, onde o caso é de amplo conhecimento; (ii) dirigente da CNB, a tendência de Lula, onde também é bastante conhecido; e (iii) fontes na Segurança Pública do Estado de São Paulo.

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Na trave! Como Glauber Braga – e D.E. – adiaram fechamento do regime

Trabalho conjunto do Duplo Expresso com o Deputado Glauber Braga já constitui — concretamente — obstáculo ao “Patriot Act” Tabajara e ao fechamento — clandestino — do regime no Brasil.
Foi Glauber quem forçou, nesta semana, a retirada de pauta de uma das suas pernas mais terríveis, o PL 1595/2019, do Deputado Major Vitor Hugo — treinado a vida toda no Exército para operações de “inteligência” (arapongagem). E controle.
Se não houvesse Duplo Expresso tinha passado. Sem ninguém saber. Simples assim.
Não sabe quem é Vitor Hugo, o homem que o Exército colocou, cuidadosamente, como líder do Governo na Câmara?
Pois segue a ficha completa. Bem como seus — terríveis — planos para o Brasil.

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A estrutura da ditadura digital brasileira

Nós do Duplo Expresso, essa nova corrente e movimento nacional popular e digital, chamamos às organizações e militantes que gritam contra o fascismo e se pronunciam com vigor frente a cada besteira pronunciada por Bolsonaro e seus próceres, que se juntem a nós, no combate a estes ataques que materializam um regime de exceção através de dispositivos de tecnologia digital.

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Crime e sua relação complementar com as atividades estatais – elementos históricos

Quando se considera a existência de ação e coordenação de setores de inteligência (obtenção de dados, investigação, avaliação de cenários e soluções) de outros países, ou de organizações internacionais, a colaborar com negócios ilícitos em nossa região, sobretudo em um cenário de submissão de nossa soberania e fragilização institucional no mesmo tempo em que se observa o avanço de facções criminosas como o PCC e o Comando Vermelho (por todo o país e sub região continental), há que se considerar que o narcotráfico regulado pelo Estado já foi, no passado, ferramenta utilizada pelo Reino Unido para equilibrar sua balança comercial frente a China. Em 1839 e entre 1856 e 1860, foi estabelecida uma política com duplo efeito e que fazia utilização do narcotráfico como ferramenta geopolítica de guerra para provocar tensões internas sem o controle dos governos, e ao mesmo tempo como ferramenta de pressão política e de comércio exterior.
Neste ensaio trataremos sobre o narcotráfico e sua relação complementar (inclusive oficialmente em alguns casos) com as atividades estatais , como também, casos históricos em que ele foi parte do manejo de ações de guerra econômica.

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Trump: O Impeachment Faz de Conta e a Briga de Foice no Coração do Império

O grande cavalo de batalha da oposição democrata tem sido a jamais comprovada intervenção da Rússia de Putin nas eleições estadunidenses de 2016, sobretudo através do fornecimento de informações, via WikiLeaks, para o candidato republicano – os e-mails privados de Hillary; a sabotagem da campanha de Bernie Sanders pelo partido democrata, etc. As investigações sobre a intervenção arrastaram-se procurando sangrar Trump e sua imobilizar e determinar sua administração. John Brennan, o ex-diretor da CIA em 2013-17, durante a administração democrata e começos da republicana, acusou Trump de bordejar a traição, quando da coletiva de imprensa concedida em Helsinque, após reunião privada com Putin, em 16 de julho de 2018.
Leia, compartilhe, necessitamos tratar desse tema.

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Exclusivo: o organograma do “Evangelistão do Pó” — do PCC a Bolsonaro

Desde junho, os — bem informados — gringos já tiraram da Bovespa mais de R$ 24 bilhões, enquanto jogadas mantêm artificialmente as cotações, como a brutal diferenças no tamanho do giro financeiro na desova (grande) e na recompra (bem menor). O que faz o cotação que forma o índice Bovespa é o preço de compra e de venda da ação. E não o volume que muda de mãos. Fácil, assim, mascarar a desova, com a manutenção dos preços (por ora). Fora isso, o desvio da classe média da renda fixa para a variável — com auxílio das “Betina da Empiricus” no Youtube — ajuda a manter esse “recorde de pontos da Bovespa” — enquanto os gringos vão, discretamente, embora. O problema é quando a música parar de tocar… aí as sardinhas, fritas, mais uma vez terão feito a festa dos tubarões.

Da frigideira para as chamas — É interessante considerar que as organizações criminosas mais poderosas na América Latina possuem organização complexa e descentralizada setorialmente, formalmente similar a operações de guerras não convencionais. O PCC, por exemplo, possui diferentes ‘sintonias’ (setores) descentralizados na execução (dos gravatas, de comunicação, de tráfico nas bocas, de logística), mas que respondem a um comando central verticalizado. É também bastante surpreendente verificar que nesse mesmo ano, o JP Morgan se viu implicado em uma situação bastante constrangedora: um flagrante de tráfico de drogas em um navio de sua propriedade. De “apenas” 1 bilhão de dólares em cocaína: 18 toneladas. Curiosamente, com poucos dias de diferença, deu-se a interceptação de droga dentro da comitiva presidencial de Bolsonaro, quando essa passava por território espanhol.

Tais elementos encontram relevância à medida em que se considere que um Estado fragilizado, como o brasileiro neste momento, pode gerar riscos de degeneração e infiltração de atividades fora de seu escopo normativo e constitucional, inclusive incorporando o crime organizado para fazer funcionar sua própria estrutura (legal e ilegal). Abaixo, gráfico detalha as dinâmicas de ações criminógenas incorporadas a atividades do sistema financeiro. Essa atuação dinamiza-se à medida em que o Estado se faça fragilizado em sua ação fiscalizadora. No cenário atual de crise institucional no país, e de vários indícios de fortalecimento e unificação de setores do crime organizado no Brasil, principalmente PCC e Comando Vermelho, parece ser mais que necessário que todos tenham entendimento desse processo.

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Sim: Lava Jato usa Mantega para desnacionalizar petroquímica! (e o D.E. acerta mais uma, hein?)

Lava Jato rompeu pacto secreto com a Banca. Foi pra cima de Guido Mantega para forçar Bradesco e demais a aceitar perder garantia do empréstimo multi-bilionário à Odebrecht: a Braskem.
Ou seja, é a Lava Jato mais uma vez operando para os EUA para desnacionalizar um setor inteiro da economia brasileira: a petroquímica.
Previmos o movimento ainda em 22 de agosto. Chega a ser transparente quase. E é por isso que o D.E., infelizmente, não erra uma.

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Uma Breve História da Banca – As Transformações

Por todo século XIX, acompanhando a expansão inglesa, a banca dominou a economia. Porém as antigas 13 colônias do norte da América, independentes desde 1783, cresciam, incorporavam novos territórios, pelas armas e pelo dinheiro, e colocavam o Estado para suportar os custos e as perdas da industrialização.  Chegavam ao fim do século XIX avançando sobre as colônias asiáticas dos impérios europeus.
A queda da banca não está necessariamente associada ao encolhimento do Império Britânico, mas o acompanha, em grande medida, Os citados historiadores Cain & Hopkins consideram a chamada Crise Baring, de 1890, um ponto de inflexão. Não deixe de ler, compartilhar e debater.

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“Vista preto”, hoje, mesmo. Afinal, a “esquerda” teve morte cerebral!

A maior derrota da esquerda nestes 8 meses e pouco de Bolsonaro – e Generais – no poder é contribuir, de forma indispensável, para que esses continuem alimentando nas suas bases – sobretudo militares e forças auxiliares – a ideia de que eles são os nacionalistas e a esquerda, anti-nacional. O último episódio, em que UNE e PT chamam seus membros a saírem de preto hoje, 7 de setembro, a Data Nacional, é exatamente o tipo de simbologia que Bolsonaro e Generais usam para reforçar ainda mais o vínculo com a sua base. Fica o simbólico e sai de cena o concreto: Alcântara, Petrobras, Pré-sal, Eletrobras, Correios, Embraer. 7 de setembro: mais nacionalismo popular, menos lacração.

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Pepe Escobar – sem censura: Lula, Amazônia e guerra híbrida

Romulus Maya e Piero Leirner recebem Pepe Escobar, digerindo o saldo da sua recente visita ao Brasil: Lula, Amazônia… é guerra híbrida, minha gente!
Imperdível.

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Manual “secreto”: como a internet levou – e mantém – Bolsonaro no poder

A palavra chave aqui é desorientação e sobrecarga cognitiva. A sobrecarga se deve às característica da moderna sociedade da informação e seus múltiplos estímulos comunicacionais. A cesura se dá não propriamente pela ocultação definitiva de conteúdos relevantes mas por um bombardeio de saturação à atenção do indivíduo com conteúdos irrelevantes/ manipuladores. Some a isso um Bolsonaro “mitando” em contraponto a uma esquerda “lacrando” nas redes sociais em temas morais, a coleta, o processamento e o uso de big data para sequestrar — e moldar — o “debate” político e você tem parte da receita de bolo que explica o Brasil atual. E que nos possibilita pensar uma reação.

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“Bin Laden” de Niterói: uma hipótese… híbrida!

Poderia se tratar de um novo “Adélio”, traído no desfecho final, para — desta vez — queimar o arquivo. Afinal, outro “maluco” (apenas) “internado perpetuamente” pelo Judiciário — nesse caso — pegaria mal…
Sendo verdadeiro ou não o incidente, há uma grande operação de comunicação sendo tocada em cima, com direito a grade de programação sendo derrubada pela manhã em canais de TV.
Fosse o caso de conspiração, poderia se tratar não de um “sombra” (pária da comunidade de segurança) queimado — o sequestrador supostamente trabalhava como vigilante — , mas até mesmo de um P2 fazendo uma encenação.
Impressionam as “coincidências”.
Mas, para além disso, as contradições: flagramos a Globo mudando de versão. Com prints!
Confira.

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Vodu de Bolsonaro para fechar o Regime: “Lei Cancellier” (Conclusão)

Nesta segunda parte, o Professor de Direito Penal e Processo Penal Fernando Nogueira Martins Jr. explica, passo a passo, como os contrabandos na redação daquilo que deveria ser a “Lei de Abuso de Autoridade” lograram fazer com que o seu texto final valesse menos que… o papel em que está escrito! Em particular, as “contribuições” dos notórios Randolfe Rodrigues & Simone Tebet (lobistas-reféns da Lava Jato no Senado), bem como as do também notório Aécio Neves (outro refém da Juristocracia), para dentro dos Artigos 1o e 3o. Indo além, Nogueira Martins demonstra como a mutação do texto e o seu “exótico” processo de tramitação nas duas Casas do Congresso — bem como a sua pronta apropriação, político-midiática, pelos binômios direita/ “esquerda” (?) e PIG/ PIGuinho vermelho — levam à conclusão de que estamos diante da mais perfeita tradução do conceito de “guerra híbrida” no campo do Direito. Imperdível!

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O vodu de Bolsonaro para fechar o Regime: “Lei Cancellier” (Parte 1)

O dia em que (o craque) Renan Calheiros mostrou à República — e a Lula — seus colhões, digo, mostrou como um HOMEM — de Estado, no caso — responde a golpe do Judiciário. Infelizmente — para o ex-Presidente e também para o Brasil — no meio do caminho tinha um (emasculador) “PT Jurídico”…

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Bomba: fraude na “Lei de abuso de autoridade”! — é a guerra híbrida, estúpido!

Poxa, ninguém tem tutano suficiente para ter desconfiado quando o próprio PSL, o partido de Bolsonaro (!), deu o quórum necessário para a votação (em vez de obstruir!), minha gente?! 
O que é que há? 
Já estão colocando LSD na água de todos os brasileiros, Jesus?! 
Dureza, hein? 

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O “golpe militar”, o “sincericídio” — plantado — de Toffoli e o General tarado

Sobre a entrevista do Presidente do STF à Veja. Incrível que as “análises” limitem-se ou a reproduzir o texto ou, quando muito, sintetizar o seu conteúdo, comprando-o – e, mais importante, vendendo-o – pelo valor de face.
“Toffoli, Rodrigo Maia e Davi Alcolumbre evitaram tanques nas ruas em abril! Estamos à beira do golpe militar mesmo, Jesus!”
Sei…
Tem coisa melhor do que dar golpe militar…
– … sem mesmo dar?
É nesse registro que se encaixa também a farsa da “transferência de Lula para o Presídio de Tremembé”.
Palavras-Chave: caos controlado; abordagem indireta; espectro total; aproximações sucessivas; dissonância cognitiva; viés de confirmação.

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Volta dos militares: a carta – não na manga – mas no coturno

Um ótimo livro está na praça. Trata-se de “Carta no Coturno”, de André Ortega e Pedro Marin. Lançado muito recentemente, e escrito no calor da hora, é um conjunto de ensaios, intuições e pesquisas que não tem paralelo organizado em uma só tacada. Tudo junto, forma um diagnóstico – que não dá para ser resumido, pois é profundo. Mas sem querer dar um spoiler, basta seguir o próprio subtítulo para ver qual é o horizonte que ele aponta: a volta do “partido fardado” no Brasil.

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Exclusivo: como “toda Brasília” é, realmente, hackeada (bem longe de “Araraquara”…)

Analista de cibersegurança detona farsa do “hacker de Araraquara”. E conta como, com toda a probabilidade, a elite do poder em Brasília — e alhures — é monitorada usando os seus próprios smartphones.
Sabe quem tem a tecnologia e, inclusive, explora a mesma comercialmente?
Os EUA!
Chocado?
Nem tanto, certo?
— Qual a possibilidade de uma ação conforme vem sendo descrita pela imprensa (nenhuma!);
— Qual a linha do tempo dos eventos;
— Quais as narrativas alternativas e as contradições;
— O que é SS7 — a rede atacada;
— Algumas especulações baseadas em experiências anteriores e técnicas de invasão comprovadamente eficazes a respeito do que pode — realmente — ter ocorrido;
— Teoria — e prática — da conspiração;
— O objetivo: o “Patriot Act” Tabajara (PL 2.418/2019);
— Uma última palavra sobre “hackers”, “crackers” e (in-) segurança de redes: o verdadeiro inimigo.

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Game-over: técnicos destroem a farsa de Moro com o seu “Arara-hacker”

Algo está muito errado quando nenhum veículo brasileiro (fora o Duplo Expresso), seja ele de direita ou de “esquerda”, sai a campo para apurar, de forma independente, se a “estória” contada pela dupla Sergio Moro/ “Arara-hacker” faz sentido do ponto de vista estritamente técnico. Foi valendo-nos justamente dos aspectos técnicos que cravamos, ainda na quarta-feira, que aquilo tudo se tratava de uma grande farsa. Pois eis que temos de contar com uma voz do neocolonialismo europeu, o El País, para finalmente encontrar estampada nas páginas de um jornal a visão — totalmente cética — dos profissionais da área e dos pesquisadores de nossas melhores universidades.
Ali, ninguém dá 10 centavos pela novela de Gloria Perez, digo, de Sergio Moro, transmitida no horário nobre da Globo nesta semana.
“Algo está muito errado”, disse eu ali em cima?
Que nada: está é muito certo, ora!
É a “guerra híbrida”, estúpido!
Com direito Manuela Davila e tudo…
“Boa” notícia, contudo, sobre nossa denúncia (antes isolada) acerca da iminência do fechamento do regime com o “Patriot Act” tabajara: já fomos plagiados, digo, “divulgados”, por Luis Nassif…

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