150 anos da destruição do estado-nação paraguaio pelo exército brasileiro

A união do Império do Brasil e da Argentina liberal-unitária levaram o Paraguai a uma guerra que não poderia vencer. Quando as tropas da Tríplice Aliança invadiram o país, em inícios de 1866, conheceram uma oposição inesperada, heróica e incondicional lutada sobretudo pela população rural, logo traída pelas classes dominantes. Não houve rendição. O exército paraguaio combateu praticamente até a extinção.
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Solidariedade Incondicional com a República Democrática da Coréia

Sob a desculpa de dissociarem-se com o governo encabeçado por por Kim Jong-Un, esquerdista como Marcelo Freixo, David Miranda, Sâmia Bomfim, Fernanda Melchionna, Luciana Genro aderem à campanha imperialista e neo-colonialista pela destruição da RDC. Posam de vestais ultra-democratas para bajular o eleitorado de classe média e média-alta. No passado, essa“esquerda faz de conta” apoiou os fundamentalistas islâmicos no Afeganistão; a restauração capitalista na URSS, na Iugoslávia, nos Estados operários do Leste Europeu, etc., propondo lhe serem desagradáveis os seus líderes e regimes autoritário e burocráticos.

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Pisa e Paraisópolis: Vitrines da Surda Guerra de Classes no Brasil

Não haverá solução para a triste Pátria, cantada em cores idílicas, por Olavo Bilac, em 1904, enquanto os moradores, trabalhadores, estudantes, etc. das periferias, das favelas, das escolas públicas, das fábricas, das fazendas, dos quartéis etc., não tomarem seus destinos em suas mãos, deixando de lado os falsos profetas que falam em seu nome, mesmo os oriundos de suas filas.

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Lula, o Petismo e a Natureza do Escorpião Esperto

Em Recife, ao lado de Haddad, que reconheceu como seu candidato em 2018 -e certamente em 2022-, propôs que a passada luta por “Lula Livre” seja substituída pelo apoio ao reconhecimento de sua inocência. Agora, anuncia-se que pretende “dialogar” com os generais e com Rodrigo Maia, o chefe golpista no Parlamento.

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Exclusivo: tudo sobre a armação na embaixada da Venezuela – D.E. 14/nov/2019

Destaques:
(i) Romulus Maya faz a análise da conjuntura política.
(ii) O historiador Mario Maestri comenta: “Lula sai da prisão e, em liberdade, grita forte … ‘Fica Bolsonaro'”.
(iii) A socióloga Angelica Lovatto comenta: “Hereges e renegados no pensamento brasileiro: a iracúndia de Darcy Ribeiro”.

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AI 5: Gritam “Olha o Lobo” enquanto ele já papa as ovelhinhas!

A ameaça de Eduardo Bolsonaro de um novo AI 5 contra eventual avanço da resistência popular no Brasil motivou protestos indignados mesmo de segmentos prá lá de suspeitos, como o STF, generais, Rede Globo, a Joice do PSL e por aí vai. Como é praxe, a oposição parlamentar avançou a proposta faz-de-conta da cassação do deputado federal golpista.
Leia, critique, compartilhe.

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Heleno pego ontem! Mais: verdade sobre leilão do Pré-sal – D.E. 7/nov/2019

Destaques:
(i) Romulus Maya faz a análise da conjuntura política, hoje com (i) General Heleno pego de calça curta e ainda (ii) a verdade sobre o “fracasso” do leilão do Pré-sal.
(ii) O cientista político Eduardo Jorge Vior comenta, direto de Buenos Aires: “O continente na hora do ‘progressismo'”.
(iii) O historiador Mario Maestri comenta: “AI 5: Gritam ‘Olha o Lobo’ enquanto ele já papa as ovelhas”.
(iv) “Caos Soberano”, especialista em tecnologia e cibersegurança, comenta o artigo — seminal — que acaba de publicar no D.E.: Como o neoliberalismo destruiu a economia norte-americana (parte 2)

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“Porteiro”: a pegadinha, os otários (e os malandros) – D.E. 31/out/2019

Destaques:
(i) Romulus Maya faz a análise da conjuntura política.
(ii) O historiador Mario Maestri comenta: “Salvini, Lega, Fratelli d´Italia: avança o perigo neo-fascista real na Itália”.
(iii) A socióloga Angélica Lovatto faz uma homenagem ao cientista político Wanderley Guilherme dos Santos, que morreu na madrugada do último sábado. E conclui a crítica ao quarteto hegemônico paulista com: “Teoria do autoritarismo: superação político-teórica necessária”.

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América Latina Insurrecta Encurrala o Brasil Liberal

É um exagero dizer que a América Latina insurrecta encurrale o Brasil liberal. Mas é forte, sim, a pressão das atuais lutas populares no continente sobre o golpismo brasileiro.  Já nos últimos tempos, havia indícios de viragem dos ventos que começava a alimentar a rebeldia popular ao sul do rio Grande. A primeira lufada forte antiliberal foi a vitória, em junho de 2018, do oposicionista moderado López Obrador, nas eleições presidenciais do México.
Mais um texto de Mário Maestri, não deixe de ler.

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“Ocupação híbrida”: o passo da luta no quadro atual – D.E. 24/out/2019

Destaques:
(i) Romulus Maya faz a análise da conjuntura política.
(ii) O cientista político Eduardo Jorge Vior comenta a reorientação geopolítica da Argentina na provável volta do Peronismo ao poder.
(iii) O historiador Mario Maestri comenta: “América Latina Insurrecta Encurrala Brasil Liberal”
(iv) O advogado e comunicólogo Luiz Ferreira Jr. comenta o passo da luta no quadro atual, local e global, à luz do debate com Pepe Escobar e Piero Leirner na última terça-feira e as informações sobre o “Patriot Act” tabajara levantadas no D.E. de Domingo. “Que fazer?”

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Hong Kong e Taiwan: O Pecado Mortal do Partido Comunista Chinês

O movimento “democrático” de Hong Kong passou a exigir a manutenção dos privilégios que a comunidade local goza, segundo o tratado “um país, dois sistemas”,  e a eleição direta do governo. O que significa, nos fatos, a independência. Em torno de 3,4 dos sete milhões de habitantes de Hong Kong mantém a nacionalidade inglesa. Os manifestantes passaram a reivindicar diante das embaixadas da Inglaterra e dos USA que aquelas nações “libertem” a cidade. Surgiram lideranças e organizações claramente secessionistas.
Não deixe de ler e compartilhar.

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Confirmado: o preço dos deputados vendidos – D.E. 17/out/2019

Destaques:
(i) Romulus Maya faz a análise da conjuntura política.
(ii) O historiador Mario Maestri comenta: “Hong Kong & Taiwan: A Direção Chinesa Choca o Ovo da Serpente Imperialista”.
(iii) A socióloga Angelica Lovatto comenta: “FHC e a teoria da dependência associada: um engodo teórico-político a ser superado”.

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A China, Hong Kong e a esquerda de que a direita gosta

A direção do PSOL, partido que se propõe à esquerda do PT, emitiu declaração de apoio irrestrito às mobilizações “democráticas” em Hong Kong contra o governo chinês. Militante do partido protestou, com razão, contra uma declaração que jamais foi discutida no partido e defendeu, sem razão, as maravilhas do atual socialismo chinês, construído com a exploração capitalista de sua população, aumentando assim a confusão sobre o tema.
Mais uma crítica cortante de Mário Maestri, não deixe de ler e compartilhar.

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Áudio do caixa 2 de Bolsonaro: D.E. estava certo! – D.E. 10/out/2019

Destaques:
(i) Romulus Maya faz a análise da conjuntura política.
(ii) O historiador Mario Maestri comenta: “A China, Hong Kong e a esquerda como a direita gosta”.
(iii) A socióloga Angelica Lovatto comenta: “Colapso do populismo ou revolução brasileira? Para uma crítica das teorias hegemônicas paulistas”.

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Trump: O Impeachment Faz de Conta e a Briga de Foice no Coração do Império

O grande cavalo de batalha da oposição democrata tem sido a jamais comprovada intervenção da Rússia de Putin nas eleições estadunidenses de 2016, sobretudo através do fornecimento de informações, via WikiLeaks, para o candidato republicano – os e-mails privados de Hillary; a sabotagem da campanha de Bernie Sanders pelo partido democrata, etc. As investigações sobre a intervenção arrastaram-se procurando sangrar Trump e sua imobilizar e determinar sua administração. John Brennan, o ex-diretor da CIA em 2013-17, durante a administração democrata e começos da republicana, acusou Trump de bordejar a traição, quando da coletiva de imprensa concedida em Helsinque, após reunião privada com Putin, em 16 de julho de 2018.
Leia, compartilhe, necessitamos tratar desse tema.

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Lava Jato no STF: a sacanagem (e o CQD) – D.E. 3/out/2019

Destaques:
(i) Romulus Maya faz a análise da conjuntura política.
(ii) Alejandro Acosta, editor do jornal Gazeta Revolucionária, explica por que não testemunhamos até aqui as mais que necessárias greves.
(iii) O historiador Mario Maestri comenta: “Trump: O impeachment faz de conta e a briga de foice no coração do Império”.
(iv) A socióloga Angelica Lovatto comenta: “Crítica à teoria do autonomismo de Eder Sader: qual a alternativa para a classe trabalhadora?”.

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A carta de Lula, a versão do 247, a correção do PCO e os vinte e três porquinhos

Entretanto, a carta de Lula da Silva do dia 12 de agosto e a proposta-interpretação de Mauro Lopes de abrir as portas da cidadela oposicionista já de muralhas instáveis foram coroadas por um enorme cereja, como todo o bolo que se preze. Para surpresa geral da nação e perplexidade dos ainda inocentes, no dia 14, quarta-feira, a MP denominada cinicamente de “Liberdade Econômica”, que propunha o fim do descanso dominical do trabalhador e a proteção do registro do ponto, entre outras barbaridades, foi aprovada pelos golpistas, na Câmara, em forma arrasadora, por 345 votos a favor e 76 contra. Dos 56 deputados do PT, apenas 33 votaram contra e 23 outros apoiaram a medida, se abstendo, por ausência. Um indiscutível sinal de boa vontade para com o Centrão, para com os golpistas, para com os generais vende-pátrias! E até agora não se escutaram sequer os muxoxos formais do PDT, para as arquibancadas, pela adesão de Tábata Amaral a praticamente todas as votações históricas contra os trabalhadores e a população.
Não deixe de ler mais um ensaio de crítica cortante de Mário Maestri.

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Bolsonaro foi à ONU, mas falaram o Olavo e os Evangélicos

No Brasil, país onde a população pratica ampla transigência em relação à religião, mudando de uma para outra sem grandes problemas, as religiões afro-brasileiras são o único credo religioso discriminado e objeto de perseguição. Elas são atacadas, sem punição, por setores pentecostais, uma das principais bases de apoio do bolsonarismo.
A fala do segundo presidente golpista destacou a perseguição sobretudo aos cristãos, retomando visões e propostas da extrema direita cristã estadunidense, que apoia Trump e financiou sua campanha.
Mais uma vez, elogiou indiretamente a ação e a excelência do exército nacional nas chamadas missões de paz da ONU. A mais recente e famosa deles é certamente o controle militar da população haitiana por fartas tropas brasileiras, a pedido dos USA. Durante essa operação, o general Heleno foi removido do comando, pois acusado de promover massacre em favela daquele país. Destacou os Estados Unidos, Israel, Chile, a Argentina de Macri, a quem fez um aceno, como parceiros internacionais. Terminou citando a Bíblia, proferindo preleção geral sobre o credo olavista-evangélico, agradecendo a “todos pela graça e glória de Deus!”

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Janaína, Freixo e o Copacabana Palace

Na celebração do natalício, botando dinheiro pela janela, Freixo viveu, fugazmente, um dos sonhos de sua vida. Ou seja, o de, nas suas palavras, “frequentar os espaços de elite”. Certamente pensou em um convívio mais intenso e mais longo, no futuro, com esses “espaços da elite”, ao promover o tête-à-tête indecoroso com a Janaína Paschoal. A noite de luxo no Hotel Copacabana Palace mostrou também como são diversos os seus objetos do desejos e os de enorme parte da população carioca, que sonha poder comprar um botijão de gás por mês.
Leia mais o texto e compartilhe para gerar debate.

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Prepare-se – D.E. 26/set/2019

Destaques:
(i) Romulus Maya faz a análise da conjuntura política.
(ii) Direto de Buenos Aires, o analista internacional Eduardo Jorge Vior comenta: “a politica externa do futuro governo argentino, o Grupo de Lima, o TIAR, a crise venezuelano-colombiana, e o possível ‘impeachment’ a Trump”.
(iii) O historiador Mario Maestri lança a sua navalha, afiadíssima, sobre a política brasileira.
(iv) A socióloga Angélica Lovatto comenta: “Introdução crítica ao quarteto teórico da hegemonia paulista: é possível superá-lo?”.

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Haddad é a última pá de cal no PT

Atualmente, há quarenta anos daquele Ano Vermelho, os capas-pretas petistas pedem a cabeça de Gleisi Hoffman, propondo elevar o acadêmico Fernando Haddad à presidência do PT no congresso de novembro. Os mastodontes petistas – Washington Quaquá, Jaques Wagner, Tarso Genro – reclamam que a deputada federal fala sobretudo para a militância petista, procurando alianças com os partidos ditos – com boa vontade – de esquerda e centro-esquerda – PC do B, PSOL, PDT, Rede. Os sectários de Haddad sonham com alianças que perscrutem os extremos mais obscuros do arco-íris eleitoral e social. A pressa para conquistar o controle do aparato partidário se deve às eleições municipais de outubro de 2020. Gleise tem por ela sobretudo Lula da Silva, o ás petista, cada vez mais fora do baralho. O MST anda encolhido. A Articulação de Esquerda, que ninguém sabe onde se meteu.
Não há salvação fora da luta dura para derrubar o governo e o regime em consolidação. Para tal, a vanguarda e o movimento social devem passar por cima das políticas colaboracionistas e seus dirigentes. Trata-se de luta de longo fôlego, em que é necessário plantar agora para colher nessa e nas próximas safras. Os parlamentares e burocratas petista e associados vão seguir empurrando com a barriga a luta contra conclusão da destruição da Previdência. Para salvarem a cara, farão algumas mobilizações, sem muito alarde e organização. E para garantirem suas biografias e carreiras, farão discursos furibundos e inócuos no parlamento, rebatidos aos milhares em posts na internet. A caravana golpista seguirá tranquila, enquanto os gordos parlamentares oposicionistas se manterão ladrando em uníssono.
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Trump recua no Irã

Durante o G20, o general Heleno, ministro-chefe do poderoso Gabinete de Segurança Institucional da Presidência declarou que o Brasil não tem “inimizade” ou “rivalidade” com o Irã e que a política externa brasileira é pragmática. Sem aviso prévio, em 19 de julho, a Petrobras negou-se a vender combustível a dois navios iranianos atracados, desde inícios de junho, no porto de Paranaguá. O Brasil vende sobretudo grandes quantidades de milho, de soja e de carne e compra principalmente uréia do Irã.
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USA -China: a guerra está próxima?

Analistas internacionais propõem comumente o confronto USA versus China como choque de duas super-nações, com os mesmos objetivos, mas de regimes políticos opostos. As contradições se agudizariam devido à incapacidade-resistência da direção chinesa de abraçar práticas liberal-globalizadas gerais, na economia e na política. Criticam um dirigismo que sequer aboliu os planos quinquenais [o 13º abrange 2016-20]. Em geral, não se ressalta a essência distinta entre esse confronto e aquele que opôs, após a II Guerra, os USA e a URSS, país de economia planificada e nacionalizada, rico em matérias primas. URSS que jamais disputou mercados com os USA e perseguiu a impossível convivência entre ordens econômico-sociais em oposição visceral, já que o modo de produção capitalista necessita, por sua natureza, expandir suas fronteiras econômicas, sobretudo em sua fase imperialista.
Neste artigo Maestri apresenta um mapa geral do cenário global que pensa encontrar resolução nos próximos anos, não deixe de ler, compartilhar, debater em diversas redes sociais.

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Vivemos sob uma Democracia ou uma Ordem Autoritária em Construção?

A característica central de ordem ditatorial é a manutenção da população à margem da gestão política da sociedade, mesmo relativa, obedecendo às necessidades e exigências das classes proprietárias nacionais ou mundiais. As formas institucionais para impor a separação da população da participação no jogo político e reprimir sua organização são diversas e variam segundo a época e o momento. Durante o século 19 e começos do século 20, governos oligárquicos ou capitalistas foram mantidos, sem a necessidade da intervenção militar, através sobretudo do voto censitário, no qual apenas os ricos votavam nos ainda mais ricos. Foi o caso das grandes nações européias, antes da imposição do voto universal e o direito de organização pelos trabalhadores, e mesmo do Brasil, no Segundo Império e na República Velha.
Uma ditadura institucional que já é discutida nos seus detalhes e será consolidada através de reformas tributária, política, orçamentaria, judicial e por aí vai, que deixarão o mundo do trabalho e o país nas mãos do grande capital globalizado e do imperialismo, através de seus operadores locais – a grande mídia; a Justiça, a Polícia, o Congresso, as Forças Armadas, todos já sob controle do imperialismo e corrompidos até a medula dos ossos. Realidade consolidada pelo destruição de qualquer espaço de legalidade real e pela naturalização da lei do cão do grande capital na gestão da sociedade.
Leia, compartilhe, denuncie. A democracia brasileira depende de nós.

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O imperialismo está dividido

O choque da política bolsonarista com a realidade interna e externa resultou em grandes derrotas. A atual reorientação de Trump aumenta a confusão dos aloprados no governo. O acordo do Mercosul com a União Européia, mais um passo na desindustrialização do país, é adesão ao globalismo -nesse caso- europeu, execrado por Trump. Também em Osaka, Bolsonaro abandonou a ladainha golpista contra a Venezuela e reafirmou a participação no Acordo de Paris [2015]. Deixou no Brasil o chanceler amalucado Ernesto Araújo e levou na mala o vice-chanceler, Otávio Brandelli, o queridinho do general Mourão. O conflito inter-imperialista influencia a política e a sociedade brasileiras, sem apresentar, por ele só, contribuição à solução da crise catastrófica que golpeia o país. Não há contradição entre a política Trump-protecionista, republicana, e a globalizadora, democrática. Leia o artigo completo, debata, compartilhe.

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Brasil salvo! Turma de Paulo Pimenta ganha na Mega-sena! – D.E. 19/set/2019

Destaques:
(i) Romulus Maya faz a análise da conjuntura política.
(ii) O historiador Mario Maestri comenta: “O Bolsonarismo é um balão inchado?”.
(iii) A socióloga Angelica Lovatto comenta: “Consciência ingênua ou consciência crítica? Como transformar o Brasil, segundo o filósofo Álvaro Vieira Pinto”.
(iv) O cientista político Felipe Quintas comenta: “Mathusianismo renitente”.

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USA: ganhar no Quintal o que perde no mundo

Há décadas os USA são incapazes de grandes empreendimentos internacionais, capazes de oferecer, mesmo para retirar ainda mais, como o plano Marshall que enquadrou a sociedade européia aos desígnios estadunidense. Exerce a diplomacia do bastão sem a cenoura, para enquadrar aliados e tributários na operação de desorganização das economias e sociedades chinesas e russas. Ofensiva que se serve de choques militares localizados terceirizados e, se necessário, diretos. O que pode levar a confronto mundial. A crise se instala no governo e enfraquece o próprio golpe. Generais, empresários, banqueiros apenas esperam que seja aprovado o arrasamento do sistema público e privado de pensões. O movimento social voltou às ruas, com vontade, revelando decisão de luta. Não deixe de ler mais uma análise de Maestri no Duplo Expresso.

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Lava Jato sai em socorro da mamãe: Dilma! – D.E. 12/set/2019

Destaques:
(i) Romulus Maya faz a análise da conjuntura política, hoje com ênfase no álibi plantado pela Lava Jato para Dilma Rousseff (a sua orgulhosa mamãe), depois de o Duplo Expresso detalhar na segunda-feira a sua traição a Lula. Ontem foi dia de vez um “cozidão” requentado — ubíquo — no PIG e no “PIGuinho vermelho” (olha a pinça!), com um tal “Investigações da Lava Jato miram campanhas e núcleo de confiança de Dilma”. Nada de novo. Quer dizer, para além do recibo passado: sim, incomodamos!
(ii) O analista internacional Eduardo Jorge Vior comenta, direto de Buenos Aires: “A viagem de Alberto Fernández, o candidato de Cristina Kirchner, à Espanha e a política externa do peronismo”.
(iii) O historiador Mário Maestri comenta: “Brasil, um Chile Silencioso”.
(iv) A socióloga Angelica Lovatto comenta: “Política, nacionalismo de esquerda e primeira transição”.
(v) O advogado e comunicólogo Luiz Ferreira Jr. prossegue no comentário, direto da Argentina, sobre o sucesso de mobilização e ação do peronismo (que nos mata de inveja).

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Alerta: Golpe prestes a dar o bote no PT – D.E. 5/set/2019

Destaques:
(i) Romulus Maya faz a análise da conjuntura política, hoje com destaque para a confirmação de algo que o D.E. antecipou mais de 4 meses atrás: um dos principais cooptados pelo Golpe dentro do PT, o criminoso Paulo Pimenta (segundo relato do seu próprio primo, seu ex-“laranja”) tenta ser o “tertius” entre Gleisi Hoffmann, a candidata de Lula, e Paulo Teixeira, o candidato — i.e., o candidato nominal (mais para corta-luz) — do PT Jurídico, na disputa pela Presidência do partido. Caro petista, é Gleisi ou sai vazado!
(ii) O historiador Mario Maestri comenta: “1822: a independência dos escravistas”.
(iii) A socióloga Angelica Lovatto comenta: “Nacionalismo de esquerda e emancipação política”.
(iv) O jornalista Juremir Machado, da Rádio Guaíba, comenta o exercício do seu ofício na atual conjuntura política brasileira. O advogado e comunicólogo Luiz Ferreira Jr. participa da entrevista.

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