Aprenda tudo sobre “macrocriminalidade”. Palestrantes com experiência prática

Sabemos todos que palestras e seminários têm sido usados para a lavagem de dinheiro. Eu gostaria muito que apenas pela via da ironia fosse possível fazer o povo brasileiro despertar sobre os riscos que essas figuras nefastas causam ao nosso país e ao povo brasileiro. A Lava Jato e alguns tentáculos do Ministério Público e da Polícia Federal formam hoje o maior esquema de corrupção do mundo.

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Fiasco em Caracas: a pegadinha de Putin & Maduro nos EUA

– Pepe Escobar confirma a pegadinha que Putin e Maduro deram nos EUA: “No alvo (o texto). A inteligência da Rússia tinha tudo mapeado. Confirmado por algumas das minhas melhores fontes no GRU. Vocês estão fazendo um puta trabalho (no Duplo Expresso)”.
– Poxa, os EUA acharam que só eles sabiam brincar de Guerra Híbrida?

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Duplo Expresso 30/abr/2019

O Programa Duplo Expresso desta terça-feira, 30/04, conta com os seguintes destaques:
– O PhD em Economia e Presidente do Centro de Estudos Latino Americanos Nildo Ouriques apresenta: “Costa Rica: paraíso centroamericano?”
– A doutora em Sociologia Thais Moya fala sobre: “Os ’não ditos’ de Lula”
– O doutor em Antropologia Piero Lairner comenta “os últimos disparos na guerra híbrida”
Romulus Maya e Carlos Krebs fazem a análise da conjuntura política.

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A entrevista (e a verdade): Lula entrega-se pela segunda vez. E o Brasil?

– Diante da ausência geral de colhões, vamos lá nós do Duplo Expresso ficarmos “mal na foto”. De novo. Verdades inconvenientes. Ainda que impopulares.
– Sim, este texto é uma porrada. Não só para ler mas também para escrever, acreditem. Serve apenas para quem ousa enfrentar, na medida do possível, os seus vieses cognitivos. Realidade obriga. E o tempo urge.
– A pergunta – e a resposta – mais relevantes de toda a entrevista, garanto, é aquela em que Lula, feito refém, diz temer pelos seus filhos.
Pano rápido.

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Extra! – Haddad ganha as eleições! (na Espanha…)

Ao chegar à liderança de um PSOE humilhado nas urnas, Pedro Sánchez falava que “não é político mas sim professor universitário” (!). Chega à liderança do Partido Socialista Obreiro Espanhol na onda de demonização da política, surfando-a. E também depois, é claro, da queima geral da cúpula do partido, que traiu as suas bases e afundou o país na austeridade no governo Zapatero (poodle da Troika).
Conclusão: nessa “rave” comemorativa de hoje da esquerda (festiva) brasileira – que está, no geral, matando cachorro a grito -, fica patente mais uma vez a ignorância sobre temas internacionais.

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Bolsonaro e Guedes enganam caminhoneiros e tentam o desmonte sem freio com todos os brasileiros na boleia

Os caminhoneiros que tanto reclamaram (com razão) da postura pelega de sindicatos e centrais sindicais, agora são enganados pelos “representantes” (seja lá o que isso possa ser) que vendem como “excelente negociação” uma armadilha para enganar trouxa: tabela do frete vinculada ao preço do óleo diesel.

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99%, UNÍ-VOS! É o Filho Pródigo

José Carlos de Assis saúda o ingresso de André Lara Resende no rol dos economistas progressistas. Ou será que ALR fica com um pé no desenvolvimentismo e outro amarrado ao contracionismo? Ou seja, na conveniente posição de independência-em-cima-do-muro? A longa tradição de economistas fiscal-monetaristas servindo de vassalos aos interesses de banqueiros estaria sendo quebrada? Teria ALR percebido agora aquilo que o autor já preconizava há vinte anos? Leiam e entendam um pouco mais sobre as vantagens da aplicação das “finanças funcionais”, ao invés de uma política austera e contracionista subserviente apenas aos rentistas da dívida pública.

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Debate: Desconstruir Bolsonaro é politizar o cidadão enganado

Dentro da minha proposta de promover o debate, fiz as devidas provocações numa entrevista que considero útil para este propósito, respeitando o contraditório, para que possamos ampliar este debate tão necessário sobre a política do nosso país. A filósofa Marcia Cavalcante fala neste vídeo sobre o dicionário “Desbolsonário de bolso”. São 50 páginas que tentam desconstruir os verbetes recentes que ocupam o tempo das pessoas com insanidades que ganharam força inicialmente nas redes sociais, mas depois ocuparam todos os espaços de debate.

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A importância da regulação do preço do óleo diesel

É fundamental que haja uma regulação de preços de derivados básicos no País. Não faz sentido que, no caso dos derivados produzidos com óleo extraído no Brasil, a Petrobras pratique ou receba com base em preços de paridade de importação, como ocorre no caso do óleo diesel.

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Exclusivo: Governo age – ocultamente – pela demissão de Paulo Guedes (olho na “Guerra Híbrida”!)

– Muitos festejaram a acachapante “derrota” do governo com a aprovação da PEC que estabelece o orçamento impositivo na Câmara dos Deputados – sob Rodrigo Maia. Nunca se ouviu falar de tamanha “derrota” de um governo. Ainda mais com menos de três meses de ascensão ao poder. Até mesmo Dilma, no vale da impopularidade, na votação do impeachment teve lá por volta de 100 deputados. Pois Bolsonaro tem hoje apenas 3 (depois dobrados para 6)? 49 deputados do seu partido, o PSL, que votaram a favor da PEC – incluindo o “Bolso-filho 03”! -, estariam na oposição? Ou há algo mais aí?
– O fato – e aqui a informação exclusiva que sustenta este texto – é que o governo não mexeu uma palha para impedir a aprovação do orçamento impositivo – “pauta bomba” – na Câmara. Da mesma forma, nada está a fazer para impedir uma nova “derrota”, desta vez no Senado.

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Lava Jato, Máfia, Corrupção e Judiciário – Parte II

Leonel Brizola dizia que as práticas políticas da “oposição” com os “governos militares” geraram um mar de cumplicidades.Estamos mais uma vez submersos, quase afogados, sem poder respirar, nesta globalizante pressão ideológica e financeira desde 1990.

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Lava Jato, Máfia, Corrupção e Judiciário – Parte I

A corrupção é o sinal de Estado fraco. O que é Estado fraco? Aquele que a elite que o dirige está comprometida com a manutenção do “status quo”, com o imobilismo – econômico, social, cultural -, no caso brasileiro, com manutenção da escravidão e com o modelo exportador de produtos primários, contra a industrialização.

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Reflexões sobre Transporte Espacial no Brasil

Quaisquer considerações quanto ao emprego de satélites no âmbito do governo sempre impuseram as necessárias cautelas. No que se refere a lançadores nacionais, além da indisponibilidade dos referidos equipamentos, a médio e longo prazo, são óbices rotineiros a carência de recursos e pessoal especializado.

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Duplo Expresso 21/mar/2019

Para assistir, curtir as páginas e compartilhar, temos no Programa Duplo Expresso desta quinta-feira, 21/03, os seguintes destaques:
– O escritor, sociólogo e analista internacional Lejeune Mirhan fala sobre: “Quando as elites dividiram o mundo – Parte final: Os tratados de Versailles, San Remo, Sévres e Lausanne”
– O Embaixador Samuel Pinheiro Guimarães comenta a atualidade política do Brasil e do mundo.
– O politólogo e analista internacional Eduardo J. Vior fala sobre: “O que aconteceria com o Brasil se Macri não chegar à eleição de outubro?”
– Romulus Maya e Carlos Krebs fazem a análise da conjuntura política.

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Bolsonaro, OMC, OCDE e o fim do Brasil: tirem essa gente do Executivo urgente!

– Os EUA sacaram a sede por validação – principalmente em nível internacional – que acomete Bolsonaro e aproveitaram para meter uma faca – histórica!
– É o fim de uma política externa na área do comércio – referência em nível internacional – de décadas, que perpassou militares, redemocratização, FHC e Lula. Ou seja, de Estado!
– A pior elite do mundo – míope -, a “industrial” (existe?) e a agrária, talvez ainda não conheça as consequências de sair do Sistema Geral de Preferências (restrito a países em desenvolvimento) para as nossas exportações. É muito pior que “embaixada em Jerusalém”!
– “Perde-perde”: se o Brasil já pode adotar o que julgar ser conveniente na qualidade de observador da OCDE, para que dar as calças para entrar na mesma? A não ser que o objetivo seja, justamente, deixar certos orifícios já devidamente expostos… perpetuamente, no caso (“lock-in effect”).

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O povo brasileiro não é pacífico, ele é pacificado

O povo brasileiro não é pacífico, ele foi é pacificado; pacificado pelo medo, amedrontou-se de bandidos, de vermelhos, de seus próprios preconceitos, dos humores do mercado, do desemprego e das nuvens despoéticas de puro gás lacrimogênio. Pacificado pela repressão policialesca e juristocrática, pacificado pelas ilusões narrativas e midiáticas. Pacificado pelo desvio de foco ocultando na fumaça as questões de poder verdadeiras, de classe e de soberania.

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Novos Alvos da Banca: Militares, Magistrados e Promotores

Vivemos a guerra híbrida do sistema financeiro internacional contra a humanidade. Os argumentos são envolvidos nas mais atraentes embalagens e se apresentam sempre a favor da banca, como abrevio este sistema demolidor.Pelas redes sociais foi divulgada a seguinte tabela de valores médios de aposentadorias, onde logo encontramos inconsistências, incoerências, além da anônima autoria. É o fake da banca em ação. Com que propósito?

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99%, UNÍ-VOS! – Lara Resende mudou? Hummm…

Helio Silveira e Rogerio Lessa retomam o alerta: os 99% precisam entender o que esconde-se no discurso austericida dos 1%. Não se deixem enganar pelo mundo limpinho e cheiroso que os liberaris prometem ao afirmarem que um Estado-Mínimo será o máximo para as vidas de vocês. Isso, na melhor das hipóteses, é um sofisma indefensável. Mas, nunca é tarde para a conversão de um pecador… Neste texto, é abordada e discutida a revisão de Lara Resende sobre o austericídio nacional do qual foi um dos mentores: o Plano Real de 1994.

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Guaidó: Presidente dele mesmo? Faltou povo, sobrou mídia

Não à toa, a grande mídia – pelo mundo – muito se esforçou para tentar ludibriar o público com enquadramentos fechados, no intuito de convencer que havia uma multidão à espera de Guaidó, no seu retorno. Justaposição de imagens, porém, desmonta toda a farsa.
Parece que as aventuras de Guaidó, patrocinadas pelo imperialismo norte-americano, que quase incendiaram as relações entre Venezuela, Colombia e Brasil, no último dia 23, revelaram para população venezuelana que o rapaz não passa de um fantoche nas mãos do Tio Sam.

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PRECISA-SE OPOSIÇÃO | Nação sob o Poder de um Sistema e Conclusão

Pedro Pinho conclui a trilogia de artigos onde explora a questão-chave a quem espera um contraponto ao modelo anunciado de governo: Quem é oposição no Brasil hoje? Esta parte final desenvolve a visão de que o Estado brasileiro deixou de ser manipulado por outros Estados Nacionais e foi tomado de assalto. Usando como armas a dívida e a corrupção, agora quem dá as cartas é o sistema financeiro internacional. Prometendo o sol da “liberdade”, a Banca esconde as trevas da escravidão dentro de nossa sociedade de classes. Onde encontrar um farol de Oposição para guia-nos à luz do dia?

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PRECISA-SE OPOSIÇÃO | Nação sob Poderes Nacionais Estrangeiros

Pedro Pinho dá sequência à trilogia de artigos que explora a questão-chave aberta com a posse do governo Bolsonaro: Quem é oposição no Brasil hoje? Após a introdução tratando do período colonial, neste artigo o autor apresenta os vínculos do Brasil-Império, passa pela Velha República e alcança a Era Vargas mostrando o movimento pendular brasileiro desde a esfera de influência britânica até a aproximação com o império estadunidense. Novamente, o foco está na compreensão entre o controle (Poder) e o executor deste (Governo), e a apresentação dos tópicos nacionalistas capazes de oferecer um contraponto à dominacão externa: soberania, cidadania, segurança e justiça.

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Uma Reflexão sobre a Energia como Política Pública

Esse artigo faz parte da série de questões que foram explicitadas pelos Coletes Amarelos na França. O estopim da manifestação foi justamente o aumento de um imposto sobre a energia. A problemática apresentada pelos dois documentários franceses é a mesma encontrada no contexto brasileiro: Especificamente sobre a questão da perda da soberania com a privatização da energia. Assim, esse artigo apresenta uma discussão sobre a importância do setor energético de qualquer país, seja a França ou o Brasil.

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PRECISA-SE OPOSIÇÃO | Introdução e a Nação sob o Império Português

Pedro Pinho inicia aqui outra trilogia de artigos, agora explorando a grande questão aberta após a deflagração do governo Bolsonaro: Quem é oposição no Brasil hoje? Assumindo que não tem intenção de oferecer nenhuma resposta fácil ou imediata, o autor posiciona-se sobre os aspectos históricos para indicar-nos quem é/está Governo e quem é/tem o Poder. Entendendo isso, poderemos deixar a armadilha do ideário “prafrentex” e seguir para a implementação de um modelo real de luta social. Quem sabe assim as transformações nacionais e políticas finalmente ocorram, não?

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Duplo Expresso 13/fev/2019

Para assistir, curtir as páginas e compartilhar, temos no Programa Duplo Expresso desta quarta-feira, 13/02, os seguintes destaques:
– A arquiteta PhD em Administração de Empresas Patrícia Vauquier comenta: “Como a financeirização da economia degrada a organização do trabalho”
– O especialista em Minas e Energia, PhD em Engenharia na área do petróleo Paulo César Ribeiro Lima fala sobre: “As elevadas margens de distribuição e revenda de combustíveis no Brasil”

– Wellington Calasans e Romulus Maya fazem a análise da conjuntura política.

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Direita ou Esquerda – Para a banca tanto faz…

São tempos de par ou ímpar, segundo Pedro Pinho. Herege ou religioso. Romano ou bárbaro. Católico ou protestante. Comunista ou capitalista. Por todos os tempos, o Poder sempre procurou simplificar as diversidades de qualquer natureza, em especial as ideológicas ou as que o pudessem enfrentar (ou apenas assumir) suas diferenciações. Uma carga com as polaridades do tipo: nós ou eles.

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Mourão e a revelação do enigmático “Grande Acordo Nacional”

É revoltante que tentem viabilizar como estadista um candidato a Pinochet (com direito a Paulo Guedes e “Brazilian Boys’’) que recentemente afirmou que “Uma Constituição não precisa ser feita por eleitos pelo povo”. O, ainda, vice de Jair Bolsonaro disse que a elaboração da última Constituição brasileira, de 1988, por parlamentares eleitos, “foi um erro”, e defendeu que a nova Carta deveria ser criada por “grandes juristas e constitucionalistas”. Democracia sem povo? É isso que significa ser um estadista?

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Poder, Governo, Informação | Parte 3 de 3

Pedro Pinho conclui a série de artigos tratando da tríade poder, governo e informação, analisando o último vértice: a riqueza na aplicação das teorias da informação. Citando diversos autores que pesquisaram e apresentaram seus trabalhos a respeito dos conceitos e usos da comunicação, ele mostra como o sistema financeiro internacional – a banca – anteviu com clareza o uso desta força como ferramenta de dominação para suas regras e intenções. Se a banca em si não é capaz de “fazer cultura”, é ela quem detém o controle sobre os meios de comunicação de massa que lhe referendam. A partir daí, sempre ficou mais fácil estender o domínio pela economia, política – o psicossocial dos povos – e dentro dos governos a partir da última década do século XX.

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Falso dilema ambiental e indigenista ameaça o país

É preciso evitar a falsa polarização entre, de um lado, o ambientalismo/ indigenismo de santuário, defendido por ong’s financiadas por Estados e corporações imperialistas e que procura estabelecer reservas imensas justamente em áreas repletas de recursos estratégicos (minérios, água, etc.) e, de outro, a exploração selvagem e inconsequente da terra e das pessoas por oligarcas locais. Não há, na prática, oposição entre essas posições. Ambas convergem para a desestatização e o não-desenvolvimento de imensas parcelas do território (sobretudo no Norte e Centro-Oeste) e, portanto, para a miséria de sua população, o esvaziamento demográfico, o contrabando e a privatização de riquezas nacionais, a degradação ambiental, o separatismo com base no fomento a identitarismos étnicos, e a fragmentação territorial.

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Poder, Governo, Informação | Parte 2 de 3

Pedro Pinho dá sequência à série de artigos tratando da tríade tácita entre a ordem, a mão e a fala da ilusão. Neste segundo, ele trata do Governo. Tomando por base os governos militares que assaltaram o país a partir de 1964, ele mostra como a estrutura de poder do Estado nacional foi levada do capitalismo industrial para o sistema financeiro internacional – a banca. O combate a eventuais “surtos” de industrialização no Brasil sempre foram combatidos por nossos colonizadores, impedindo que nosso desenvolvimento desse suporte à construção da soberania nacional, à construção da cidadania e as seguranças que abrangem a pessoa, suas posses e seus direitos.

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O Brasil na Contramão das Políticas de Segurança Pública do Mundo – Uma bomba de retardo que irá explodir no colo da sociedade

Os principais entraves para uma política de segurança pública verdadeiramente eficaz no país são provenientes de uma mídia monopolista que desinforma e incita permanentemente o ódio aberto aos marginalizados, legislações equivocadas, como a lei antidrogas, e uma cultura jurídica antiliberal e encarceradora. Podemos perceber essa ineficiência através do discurso do recém empossado ministro da Justiça e Segurança Pública, ex-juiz Sérgio Moro, no qual ele fala sobre tornar lei a prisão em segunda instância, instituir o plea bargain, que foi a principal causa do encarceramento em massa nos EUA, pregando também o fim da progressão de regime para membros do que ele chama “organizações criminosas”, destituição de direitos das pessoas presas, entre outras.

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