Teatro e cortina de fumaça: tem até falso “fogo amigo” para esconder a entrega do pré-sal

Enquanto liberais fingem debater Reforma da Previdência e até a Lava Jato volta ao centro do desvio de foco, o petróleo segue como a verdade escondida do verdadeiro debate.
Em mais um texto, Piero Leirner desnuda o conjunto de farsas que ocupa os noticiários e impedem que os brasileiros saibam o que realmente acontece contra o próprio país

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Nacionalismo é o caminho da unidade nacional e reconstrução pós-guerra híbrida

O elo para acabar com a estratégia do entretenimento da “direita” e da “esquerda”, aquela bobagem da “civilização contra a barbárie”, é o nacionalismo. O eleitor arrependido de Bolsonaro ou o militante de esquerda que está cansado das micaretas e cirandas precisam dialogar sem intermediários. Precisamos construir um autêntico movimento nacionalista (sem xenofobia), capaz de colocar o Brasil dos (e para os) Brasileiros acima de todos os outros interesses. Temos um país rico e estamos a testemunhar uma rendição que inclui as Forças Armadas na condição vergonhosa de “porteiro de puteiro”. Precisamos resgatar o Brasil e construir uma sociedade consciente das suas responsabilidades em relação ao próprio futuro e ao futuro do nosso país.

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Duplo Expresso 02/abr/2019

Para assistir, curtir as páginas e compartilhar, temos no Programa Duplo Expresso desta terça-feira, 02/04, os seguintes destaques:
– A socióloga Thais Moya comenta: “1964: Para além dos militares, o golpe também foi planejado pela elite empresarial”
– O antropólogo Piero Leirner fala sobre: “Alguns pontos sobre a leitura militar da história”
– Romulus Maya e Carlos Krebs fazem a análise da conjuntura política.

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Exclusivo: Governo age – ocultamente – pela demissão de Paulo Guedes (olho na “Guerra Híbrida”!)

– Muitos festejaram a acachapante “derrota” do governo com a aprovação da PEC que estabelece o orçamento impositivo na Câmara dos Deputados – sob Rodrigo Maia. Nunca se ouviu falar de tamanha “derrota” de um governo. Ainda mais com menos de três meses de ascensão ao poder. Até mesmo Dilma, no vale da impopularidade, na votação do impeachment teve lá por volta de 100 deputados. Pois Bolsonaro tem hoje apenas 3 (depois dobrados para 6)? 49 deputados do seu partido, o PSL, que votaram a favor da PEC – incluindo o “Bolso-filho 03”! -, estariam na oposição? Ou há algo mais aí?
– O fato – e aqui a informação exclusiva que sustenta este texto – é que o governo não mexeu uma palha para impedir a aprovação do orçamento impositivo – “pauta bomba” – na Câmara. Da mesma forma, nada está a fazer para impedir uma nova “derrota”, desta vez no Senado.

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Duplo Expresso 19/mar/2019

Para assistir, curtir as páginas e compartilhar, temos no Programa Duplo Expresso desta terça-feira, 19/03, os seguintes destaques:
– O PhD em Economia e presidente do Centro de Estudos Latino Americanos Nildo Ouriques comenta: “Uruguai: uma análise crítica dos governos Mujica e seu legado”
– O antropólogo Piero Leirner comenta: “Cronologia da Guerra Híbrida no Brasil: o problema militar”
– Romulus Maya e Carlos Krebs fazem a análise da conjuntura política.

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Duplo Expresso 26/fev/2019

Para assistir, curtir as páginas e compartilhar, temos no programa Duplo Expresso desta terça-feira, 26/02, os seguintes destaques:
– O presidente do Instituto de Estudos Latino Americanos Nildo Ouriques comenta: “Breve histórico das intervenções gringas na América Latina”
– A socióloga Thais Moya fala sobre: “Como será a nova esquerda? – Parte 3: A relação histórica entre militares e a agenda socialista”
– Romulus Maya e Carlos Krebs fazem a análise da conjuntura política.

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Duplo Expresso de Domingo 24/fev/2019

Para assistir, curtir as páginas e compartilhar, temos no Programa Duplo Expresso deste domingo, 24/02, o seguinte destaque:
– Romulus Maya, Carlos Krebs, o jurista Luiz Moreira e o antropólogo Piero Leirner analisam a escalada das tensões nas fronteiras venezuelanas e a guerra de versões sobre o que é, o que seria e o que deveria ser por lá…

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Revolução democrática para vencermos a guerra híbrida

Os primeiros efeitos visíveis da guerra híbrida contra o Brasil, com maior intensidade dos ataques nos últimos quinze anos, nos permitem refletir sobre os caminhos a seguir. Como os objetivos maiores dos piratas das nossas riquezas ainda não estão consumados na sua totalidade, mas já sabemos quem são eles e o que querem, chega o momento de convocarmos os brasileiros (dentro e fora do país) e também cidadãos com empatia com o nosso povo e preocupados com os rumos da nação para que possamos vencer esta guerra.

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Mourão e a revelação do enigmático “Grande Acordo Nacional”

É revoltante que tentem viabilizar como estadista um candidato a Pinochet (com direito a Paulo Guedes e “Brazilian Boys’’) que recentemente afirmou que “Uma Constituição não precisa ser feita por eleitos pelo povo”. O, ainda, vice de Jair Bolsonaro disse que a elaboração da última Constituição brasileira, de 1988, por parlamentares eleitos, “foi um erro”, e defendeu que a nova Carta deveria ser criada por “grandes juristas e constitucionalistas”. Democracia sem povo? É isso que significa ser um estadista?

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A Sagrada Ordem Social Brasileira

Doutrinariamente definiu-se que as diferenças sociais não são provocadas por ações políticas ou fruto da luta de classes, mas um ordenamento social sagrado, onde não se deve contestar; afinal “eu nasci assim; eu cresci assim; eu sou mesmo assim; vou ser sempre assim”.

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Lula sabia de tudo! Quem interrompeu aquele projeto?

Diante da inquestionável necessidade de trazer aquela fala para a atual situação em que está o ex-presidente, proponho aqui, através de perguntas, trocar impressões com o nosso público e tentar compreender o que houve. O ideal seria perguntar diretamente ao ex-presidente Lula, nessa época, faltando um ano para terminar seu segundo mandato, sobre o que ele já sabia nessa época em relação aos “Piratas do Pré –sal” (nome que ele supostamente dá a países que estariam interessados em nos tirar essa riqueza, ele fala em tom de brincadeira)?

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Bolsonaro faz com mentiras a “doutrinação” que o PT evitou fazer com verdades para “controlar facilmente a boiada”

Aqueles que hoje criticam Bolsonaro por utilizar as redes sociais para a propagação de “Fake News” devem fazer uma autocrítica. Se houver honestidade na própria crítica, verão que a “doutrinação” que Bolsonaro faz hoje com mentiras, o PT deixou de fazer “com verdades”, pois apostou na alienação política das pessoas como uma ferramenta de “manutenção e controle da boiada vermelha”.

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Mourão, a meritocracia tamanho família e a herança escravocrata

Mourão engana os incautos. Se tivesse um pouco de honestidade intelectual, falaria com mais propriedade que a nossa verdadeira herança é escravocrata. Foi essa a herança que moldou as nossas instituições, origem do ódio ao pobre. O mais grave no discurso retrógrado do ex-general, e vice-presidente, Mourão é a total incoerência entre aquilo que discursa sobre a meritocracia e a completa ausência de autocrítica neste caso do próprio filho.

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Bolsonaro – Entre o mito e a realidade (Parte I)

Bolsonaro acreditou ser possível se sustentar nos 58% de votos para tentar dominar as rédeas da situação, mas as coisas não são simples para quem, como é o caso de Bolsonaro, para se eleger vendeu a alma a dois demônios, Paulo Guedes (o “Chicago boys”, ultraliberal) e à ala militar entreguista, ultraliberal representada pelo seu vice, ex-General, Mourão. Mourão, inclusive, afirmou em recente entrevista que estaria montando um “Dream Team”, com pessoas de diversas áreas, economia, diplomacia, etc. Seriam talvez os “Brazilian Boys”. No Chile sabemos como tudo terminou. No Brasil pode ser muito pior.

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O estanho “sincericídio” (sic) de Bolsonaro – e a esquerda “bobinha”

Bolsonaro, estranhamente, “deixou escapar” que o General Vilas Boas “tem responsabilidade por ele estar ali”. Ora, Bolsonaro sabe que o General não teria como desmentir.
E a parte da esquerda ingênua/ mal-intencionada resolve dar crédito, pelo valor de face, a Bolsonaro como fonte confiável, “historiográfica”, não mais que de repente. Quando convém, some o discurso de “fake news”, “ele fala qualquer coisa”, “diz e depois desdiz”.
No entanto, tal “inconfidência” (sic) não bate com nenhuma das informações prévias acerca da relação entre ambos. Na verdade, parece que Bolsonaro quis vender pra dentro das Forças Armadas (FFAA) – e também para fora – que ele foi uma escolha da – e operacionalizada pela – instituição Exército. E não por um grupo dentro dele (que de qualquer forma não foi impedido de agir mesmo). Quis se ungir “unanimidade”.
Interessante notar que tal leitura não deixa de convir para alguns: reforça a narrativa “nós vs. eles” entre esquerda e FFAA. O que beneficia Bolsonaro, permitindo que ele siga mascarando medidas realmente antinacionais com um discurso falsamente dicotômico, mofado, vindo da Guerra Fria/ Regime Militar. Note-se que isso não deixa de fortalecer o discurso da ala da esquerda anti-FFAA, seus antípodas necessários.

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O “socialismo” do Brasil e a “Revolução Azul e Rosa”

Enquanto estudo publicado no início do ano passado pela organização não-governamental britânica Oxfam mostra que cinco bilionários brasileiros concentram patrimônio equivalente à renda da metade mais pobre da população do Brasil, Bolsonaro e “Progressistas” debatem um socialismo que não passa de mais um tapa na cara dos brasileiros.

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Bolsorão Temer Rousseff da Silva – O Frankenstein brasileiro que “toca o terror” contra o povo

Quando falamos sobre terrorismo, devemos lembrar que o PT no governo Dilma também deixou mais um presente para Jair Bolsonaro e seu governo civil-militar: apesar do Brasil já contar com instrumentos legais para punir atos terroristas, o governo Dilma sancionou em 2016 a Lei Antiterrorismo na esteira da realização das Olimpíadas no país. O objetivo original era supostamente conter os Black Blocs presentes em diversas manifestações na época.

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Mourão, o pigmeu tupiniquim com complexo de Deus

Mourão (Morurinho) é um gigante para falar de quem tem como refém, mas é do próprio tamanho (um pigmeu) quando não fala da corrupção dos bancos, dos juros, da sonegação de impostos ou da auditoria cidadã da dívida. No sentido oposto, tenta convencer de que tudo de ruim está no Estado. O mesmo Estado que deu e dá aos militares brasileiros uma condição que poucos militares do planeta possuem. Para fazer o quê? Entregar as nossas riquezas e escravizar o nosso povo?

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Terra Sem Lei – Juiz do STF é massacrado porque ousou respeitar a Constituição

A decisão de Marco Aurélio Mello sequer poderia ter sido questionada. Mas estamos no Brasil. Nesse país todo absurdo é tratado com naturalidade. O simples cumprimento da Constituição é motivo de reunião especial das Forças Armadas, entrevista coletiva da Força Tarefa – Lava Jato, de horas de blá blá blá de especialistas em banalização da justiça e da Constituição, etc.

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Guerra “civil”: Lava Jato apunhala (clã) Bolsonaro. E os militares nisso aí?

– Hipóteses (não excludentes):
(1) Assim como Moro, Bretas quer carimbar passagem – só de ida – pra Brasília. Tribunal Superior?
(2) Mais um lance na disputa entre os segmentos do consórcio que sustenta Bolsonaro. O vazamento vem da Juristocracia. E atinge o clã Bolsonaro. Até aqui não parecia haver conflito entre esses núcleos. Há, sim, conflitos – publicizados até – entre o clã e a ala militar. Certo?
Então… a Juristocracia fez isso em coordenação com a ala militar?
– A disputa entre Mourão e os filhos – “herdeiros”, afinal – já prenuncia sucessão?
De vivo??
De “vivo”…
– Nota: são “eles” que estão nos fartos dossiês…
Mas reféns, mesmo, são o Brasil (e suas riquezas); e os brasileiros (e suas misérias).

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Ceci Juruá rejeita o entreguismo e dá aula sobre a defesa dos interesses brasileiros

Ceci Juruá fez um oportuno e cirúrgico paralelo entre a “França de Vichy” e a postura que tentam definir para o Brasil nos dias de hoje. A comentarista do Duplo Expresso rejeita o entreguismo e invoca o nacionalismo como saída para a atual crise vivida no nosso país.

Assista ao vídeo e compartilhe com os seus contatos.

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Como a pequeno-burguesia petista jogou os militares – e o Brasil – no colo dos EUA

O “expressonauta” O.G.M. é acadêmico de exatas que conhece o PT desde o seu nascimento. E que vem observando, desde então, as implicações políticas da tensão ideológica existente entre, de um lado, os elementos sindicais do partido – capitaneados por Lula, é claro – e, do outro, os pequeno-burgueses. A seguir, ele explica como o desequilíbrio nessa soma de vetores a partir do governo Dilma seria DETERMINANTE para o fim, de fato, do Estado nacional brasileiro (a partir de 2016).
Partindo dos comentários do antropólogo Piero Leirner sobre o posicionamento dos militares brasileiros na quadra atual, OGM faz um belo apanhado de como a moralidade pequeno-burguesa de boa parte do PT – e da esquerda brasileira em geral –, bem como a sua proximidade (inclusive pecuniária) com a China, contribuiu de forma decisiva para o estranhamento dos militares com relação ao partido. E mais: também com relação aos próprios chineses.

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