Falso dilema ambiental – Uma luz sobre essa questão central (atualização)

Apresentamos uma atualização com mapas que amplificam o teor do debate aqui apresentado. Está colocado ao final. • • •

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Duplo Expresso 11/fev/2019

Para assistir, curtir as páginas e compartilhar, temos no Programa Duplo Expresso desta segunda-feira, 11/02, os seguintes destaques:
– O cientista político Felipe Quintas comenta: “Social-democracia e desenvolvimento nacional: uma sintonia possível”

– Wellington Calasans e Romulus Maya fazem a análise da conjuntura política.

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Duplo Expresso 04/fev/2019

Para assistir, curtir as páginas e compartilhar, temos no Programa Duplo Expresso desta segunda-feira, 04/02, os seguintes destaques:
– O cientista político Felipe Quintas comenta: “Venezuela: uma questão latino-americana”

– Wellington Calasans e Romulus Maya fazem a análise da conjuntura política.

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Duplo Expresso 28/jan/2019

Para assistir, curtir as páginas e compartilhar, temos no Programa Duplo Expresso desta segunda-feira, 28/01, os seguintes destaques:
– A geógrafa, Dra em Biogeografia especializada em Manejo de Unidades de Conservação e licenciamento ambiental de grandes obras Kátia Mazzei fala sobre: “Brumadinho: Brasil jogado na lama”
– O cientista político Felipe Quitas cometa: “Entre o Brasil Grande e o Brazil Colônia: contradições do governo Bolsonaro”

– Wellington Calasans e Romulus Maya fazem a análise da conjuntura política.

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Falso dilema ambiental – Uma luz sobre essa questão central

Este artigo é a abertura de um debate. A partir de um comentário/texto publicado pelo Duplo Expresso há alguns dias, a doutora em Biogeografia (USP) e pesquisadora do Instituto de Botânica de São Paulo – Katia Mazzei – sentiu-se compelida a propor uma réplica. Com isso, iniciou-se uma discussão sobre a questão apresentada pelo cientista político Felipe Quintas do “falso dilema ambiental e infigenista”. Qual a melhor resposta para a sustentabilidade dos ricos biomas nacionais? Como transformar a abundante riqueza em fonte de desenvolvimento para o nosso país?

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Duplo Expresso 21/jan/2019

Para assistir, curtir as páginas e compartilhar, temos no Programa Duplo Expresso desta segunda-feira, 21/01, os seguintes destaques:
– A arquiteta PhD em Administração de Empresas Patrícia Vauquier comenta: “Novos sistemas de gestão de… pessoas?”
– O cientista político Felipe Quintas fala sobre: “A ‘caixa-preta’ do BNDES: mito e realidade”

– Wellington Calasans e Romulus Maya fazem a análise da conjuntura política.

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Falso dilema ambiental e indigenista ameaça o país

É preciso evitar a falsa polarização entre, de um lado, o ambientalismo/ indigenismo de santuário, defendido por ong’s financiadas por Estados e corporações imperialistas e que procura estabelecer reservas imensas justamente em áreas repletas de recursos estratégicos (minérios, água, etc.) e, de outro, a exploração selvagem e inconsequente da terra e das pessoas por oligarcas locais. Não há, na prática, oposição entre essas posições. Ambas convergem para a desestatização e o não-desenvolvimento de imensas parcelas do território (sobretudo no Norte e Centro-Oeste) e, portanto, para a miséria de sua população, o esvaziamento demográfico, o contrabando e a privatização de riquezas nacionais, a degradação ambiental, o separatismo com base no fomento a identitarismos étnicos, e a fragmentação territorial.

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Análise: os (des-) caminhos da esquerda em 2019 e a avenida aberta para Bolsonaro

Não interessa a Bolsonaro ou a quem o levou ao poder uma “Noite de São Bartolomeu”, um expurgo do PT. Basta a inviabilização em eleição majoritária. O antipetismo é hoje um piso político – e eleitoral – dos maiores, senão o maior. Para que abrir mão disso, zerando o jogo? E permitindo a formação de uma nova oposição, sem rejeição tão alta? Em política não há vácuo…
Bolsonaro – e os que o levaram até lá – e o PT (o “sem voto”, de SP) tendem a continuar se escolhendo reciprocamente como adversários político-midiáticos, tentando impedir o surgimento – ou pelo menos a clarificação – da verdadeira polarização atual, no Brasil e no mundo: soberanismo nacionalista (de esquerda ou de direita) vs. Globalismo financista do (zero vírgula) 1% transnacional contra o 99,9% – global. Terão sucesso Bolsonaro e “PT sem voto” nesse mascaramento – a dois – da realidade histórica?
O problema da direção do PT (sem voto) é querer fazer do partido o substituto do PSDB como sucursal Clintoniana no Brasil;
A centro-esquerda como um todo ainda está em fase de negação e coloca-se, do ponto de vista histórico, no campo reacionário, dos que querem fazer voltar o ponteiro do relógio da história (para o ciclo 1988-2012).

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O fim há muito desejado do Ministério do Trabalho

Com Bolsonaro extinguindo o Ministério do Trabalho e realizando um projeto oligárquico de longa data, avança-se ainda mais no processo de demolição da Era Vargas e de restauração da República Velha em uma versão ainda mais financeirizada. Não à toa, boa parte das funções do ministério extinto passará ao Ministério da Economia e ao da Justiça. Qualquer desvio será tratado no âmbito do Ministério da Justiça, ou seja, como questão de lei e de ordem. Em suma, a questão social volta a ser um caso de polícia, e Washington Luís, Raymundo Faoro e FHC, através de Bolsonaro, vingam-se de Getúlio Vargas. Bem vindos de volta à modernidade subdesenvolvida em estado puro.

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López Obrador, a retomada do nacionalismo popular no México e a esquerda latino-americana

A vitória de López Obrador (popularmente AMLO) no México significa o retorno de um governo de matiz nacional-popular após mais de três décadas. Essa vitória assume grande importância para a América Latina pois é um contraponto à onda de direita no continente.
Coincidência ou não (em política e ainda mais internacional é muito difícil haver coincidências), a “frente progressista internacional” abertamente anti-nacionalista do senador democrata estadunidense Bernie Sanders, ocorrendo paralela à posse de AMLO, ofuscou esse momento importante, centralizando a atenção de parte da esquerda brasileira mais em Nova Iorque, sede da espoliação imperialista, do que na Cidade do México, onde está uma parceria bem mais interessante aos nossos propósitos. Estará a esquerda brasileira pronta para retomar a construção nacional do seu país em bases soberanas, a partir de uma visão realista da geopolítica e da posição periférica do Brasil no mundo?

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Duplo Expresso 11/dez/2018

Destaques:
– O cientista político Felipe Quintas comenta: “O fim há muito desejado do Ministério do Trabalho”
– A socióloga Thais Moya fala sobre: “70 anos da Declaração dos Direitos Humanos: Origens, demandas e desafios”

– Wellington Calasans e Romulus Maya fazem a análise da conjuntura política.

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Duplo Expresso 04/dez/2018

Destaques:
– O cientista político Felipe Quinta comenta: “López Obrador, a retomada do nacionalismo popular no México e a esquerda latino-americana”
– A socióloga Thaís Moya fala sobre: “Pobres e negros limpam o chão enquanto herdeiros se formam bacharéis: a destruição do projeto lulista de Ensino Superior Público e Popular”

– Wellington Calasans e Romulus Maya fazem a análise da conjuntura política.

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Populismo (“sujo e pardo”) vs. social-democracia (“cheirosa e europeia”): o vira-latismo na análise política

Segue, abaixo, o resumo escrito do comentário desta semana do cientista político Felipe Quintas no Programa Duplo Expresso, com o tema “Populismo e social-democracia: o que esses rótulos escondem?”. O início da fala de Quintas já está marcado na janela de vídeo abaixo, bastando clicar play para inicia-la.

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Duplo Expresso 27/nov/2018

Destaques:
– O cientista político Felipe Quintas comenta: “Populismo e social-democracia: o que esses rótulos escondem?”
– A socióloga Thais Moya fala sobre: “Pobres e negros limpam o chão enquanto herdeiros se formam bacharéis: a destruição do projeto lulista de Ensino Superior Público e Popular”
– Wellington Calasans e Romulus Maya fazem a análise da conjuntura política.

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Desenvolvimento e soberania: uma relação necessária

Segue o resumo do comentário desta semana do cientista político Felipe Quintas no Programa Duplo Expresso, com o tema “Desenvolvimento e soberania: uma relação necessária”. O início da fala de Quintas já está marcado na janela de vídeo, bastando clicar play para inicia-la.

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Duplo Expresso 20/nov/2018

Destaques:
– O cientista político Felipe Quintas comenta: “Desenvolvimento e soberania: uma relação necessária”
– A socióloga Thais Moya fala sobre: “O xeque de Cuba em Bolsonaro: Crise do Mais Médicos ameaça agenda golpista”
– Wellington Calasans e Romulus Maya fazem a análise da conjuntura política.

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2018: “A Coalizão do Caos” | A fala de Felipe Quintas

A transcricão da fala de Felipe Quintas apresenta como os financistas, as forças armadas (FFAA), a Lava-Jato e evangélicos (ou uma parte expressiva de todos esses), fazem parte dessa grande coalizão que, no final das contas, está levando o Brasil ao caos. As forças que estão no governo Bolsonaro já estavam no governo Temer, e estão aí na política desde o impeachment. E todos ou foram aliados de governos do PT, ou foram favorecidos pelos governos do PT – como no caso da Lava-Jato –, ou então começaram como aliados do governo do PT mas progressivamente, por uma série de razões, se descolaram e tornaram-se oposição a eles.

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Duplo Expresso 6/nov/2018

Destaques:
– O cientista político Felipe Quintas comenta: “A Coalizão do Caos: a articulação entre financistas, Lava-Jato, militares e evangélicos para desmontar o país”
– A socióloga Thais Moya fala sobre: “Evangélicos: o que são, de onde vieram, o que querem e para onde vão nos levar?”
– Romulus Maya e Patrícia Vauquier fazem a análise da conjuntura política.

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Painel (ilustríssimo) debate consequências de Bolsonaro

No último domingo, ao vivo durante a apuração da votação no segundo turno da “eleição” (?) presidencial, os apresentadores do Duplo Expresso Wellington Calasans, Romulus Maya e Carlos Krebs receberam para debate – no calor dos acontecimentos – o cientista político Felipe Quintas, a socióloga Thaís Moya, a comentarista de assuntos jurídicos Maria Eduarda Freire, o antropólogo João de Athayde, o artista visual e ativista Sama, o politólogo e analista internacional Eduardo Jorge Vior, a arquiteta Patrícia Vauquier, o advogado Samuel Gomes e o convidado especial Senador Roberto Requião.

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“Print-bomba”: Haddad tinha áudio incriminando Bolsonaro no Caixa 2 do WhatsApp. Cadê?

Conforme prometido na semana passada, caso Fernando Haddad e o seu staff decidissem proceder à traição – final – a Lula, ao Brasil e aos seus pobres, o Duplo Expresso não silenciaria. Como vimos dizendo desde o dia 19 de outubro, tanto a Folha de S. Paulo como a campanha de Fernando Haddad tinham em sua posse o batom na cueca de Bolsonaro. Ou seja, o áudio em que o (suposto) “Presidente-eleito” pede, de viva voz, a empresários que pagassem – com caixa 2 – pela contratação do envio de mensagens em massa pelo WhatsApp.
“Print-bomba”: na semana passada, exasperados, indagamos de representante da campanha de Fernando Haddad com quem mantivemos contato sobre por que não publicavam o áudio-bomba. A conversa abaixo, via WhatsApp – Ah, a ironia! –, deu-se na semana passada. Ou seja, a poucos dias da votação.

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Duplo Expresso de Domingo 28/out/2018

Destaque:
– Wellington Calasans, Romulus Maya, Carlos Krebs, o cientista político Felipe Quintas, a socióloga Thaís Moya, a comentarista de assuntos jurídicos Maria Eduarda Freire, o antropólogo João de Athayde, o artista visual e ativista Sama, o politólogo e analista internacional Eduardo Jorge Vior, a arquiteta Patrícia Vauquier, o advogado Samuel Gomes e o convidado especial Senador Roberto Requião debatem sobre o resultado das eleições 2018.

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2018: o que deu errado (e o que fazer)

– Dilema da esquerda em 2018: entre encontrar o seu rumo e a derrota total;
– “ZapGate”: com Bolsonaro eleito, Finança guarda prova para fazer chantagem;
– 2018: o que deu errado (e o que fazer).
3 trechos do Duplo Expresso de Domingo 21/out/2018. Com Romulus Maya, Carlos Krebs, a socióloga Thaís Moya e o cientista político Felipe Quintas.

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Dilema da esquerda em 2018: entre encontrar o seu rumo e a derrota total

A construção da “frente democrática” liderada pela candidatura de Fernando Haddad se mostra como a capitulação do PT diante das pressões para se tornar uma espécie de New Labour dos trópicos e adotar uma agenda “social-liberal”, em essência a mesma adotada desde 2015 por pressão do despotismo corporativo e que conduziu o país a essa situação de medo generalizado.
É preciso que haja a defesa intransigente do projeto nacional-popular, associada à denúncia da candidatura de Jair Bolsonaro como a continuidade do projeto neoliberal (e não “fascista”) de entrega total do país, iniciado na redemocratização e aprofundado com o PSDB no governo FHC.
Ainda que a candidatura de Fernando Haddad não logre ser vitoriosa, se assim proceder, dará o rumo e a direção que hoje faltam à esquerda, atordoada pelo medo semeado pelos grupos interessados em ter direita e esquerda na sua mão, como dois lados da mesma moeda.

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