Brasil x EUA: divergências nos acordos climáticos globais

A Europa, mas também o Japão, aparentemente, os maiores defensores desses acordos, têm grandes superávits no comércio com o exterior, inclusive contra os países mais pobres. Alguém realmente acha que eles terão interesse e poderão se beneficiar de uma guerra tarifária iniciada pela tentativa de impor tarifas alfandegárias ambientais?
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Preparando o Estado para Soberania – Brasil no Mundo

A industrialização exigiria a demonstração deste conhecimento, a formação de capacitação, a emancipação e o orgulho de ser o mestiço brasileiro, o afrodescendente, este povo tolerante, sem ódio e hospitaleiro. E formaria o mercado onde seria o usuário destas exportações aviltadas pelo câmbio imposto pelo comprador. Através da industrialização, o Brasil estaria sentado à mesa das decisões mundiais, pela riqueza humana, que esta elite não é capaz de mostrar, a não se por mínimas exceções.

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Energia: ponto cego nas Ciências Sociais

Contudo, a energia, fundamento do trabalho, permaneceu, por algum motivo, distante das preocupações do pensamento social, econômico e político. Enquanto as “ciências duras”, em particular a Física, detiveram-se meticulosamente no estudo desse fenômeno, obviamente sem realçar suas consequências sociais e políticas devido ao seu campo de especialização, as Ciências Sociais (incluindo a Ciência Econômica) a ignoraram solenemente, mesmo que boa parte delas tenha erigido o trabalho como fator explicativo de primeira ordem.
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Bolívia: tudo sobre o golpe. Mais: repercussão para o Brasil (e Lula) – D.E. 11/nov/2019

Destaques:
Romulus Maya, o cientista político Felipe Quintas e Alejandro Acosta, editor da “Gazeta Revolucionária”, comentam o golpe de Estado na Bolívia, bem como as suas consequências para o Brasil, em que Lula está solto mas não “livre”.

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Preparando o Estado para Soberania – A crítica sociológica

Sociedade centrada no mercado, assim o mestre Guerreiro Ramos qualifica aquela surgida na Era Moderna, que perdura ainda hoje.
Sociedade regulada por princípios formais e abstratos, como mercado, competição e indivíduo, alheios aos aspectos substantivos da vida comum, como a subsistência e a comunhão. Tais princípios são derivados da auto-representação das classes mercantis e especulativas e institucionalizados através das suas dominações políticas, portanto incapazes de assegurar a consistência dos vínculos de solidariedade sem os quais nenhuma sociedade se mantém e perdura.

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O plano “Evangelistão do Pó” (fardado!) – D.E. 4/nov/2019

Destaques:
(i) Romulus Maya faz a análise da conjuntura política.
(ii) O cientista político Felipe Quintas comenta “”Em Busca da História Perdida” – o esquecimento e avacalhação da história do Brasil”.
(iii) O advogado e comunicólogo Luiz Ferreira Jr. comenta o plano “Evangelistão do Pó”, tocado pelos Generais do GSI, Ministério da Justiça e seus novos associados: PCC e Comando Vermelho (!), conforme revelado pelo D.E. no artigo: ““Cui Bono” (finalmente): quem matou Marielle? E por quê?”.

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Argentina: o caminho? – D.E. 28/out/2019

Destaques:
(i) Romulus Maya faz a análise da conjuntura política.
(ii) O cientista político Felipe Quintas comenta eleições em Argentina e Uruguai e o contexto sul-americano.
(iii) O advogado e comunicólogo Luiz Ferreira Jr. comenta, direto da Argentina, a volta por cima do kirchnerismo, nacional e popular.

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O fechamento do(s) regime(s) e as Américas em chamas – D.E. 21/out/2019

Destaques:
(i) Romulus Maya faz a análise da conjuntura política.
(ii) O cientista político Felipe Quintas comenta: “A Bolívia desenvolvimentista de Evo Morales e o óbvio ululante”.
(iii) Alejandro Acosta, editor da “Gazeta Revolucionária”, acompanha atentamente as movimentações no Chile — e outras convulsões no Continente –, trazendo relato diferente do que aquele visto por aí…

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Preparando o Estado para Soberania – As Informações

O mais relevante fator que surge no mundo, para a sociedade humana, após a II Grande Guerra, é a apropriação da informação. Esta se desdobra em dois conjuntos: o meio físico da mensagem e os conteúdos destas mensagens. O entendimento da importância da informação pelo poder financeiro e sua capacidade para operacionalizá-la o tornará capaz de dominar e até destruir o poder produtivo, industrial, no século XX.
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Preparando o Estado para Soberania – História de Terror do Século XXI

“Hoje, à medida que a falência de nosso sistema financeiro atual se torna cada vez mais aparente, um número crescente de críticos ataca o que eles chamam de “transformação de nosso sistema financeiro em uma economia de cassino”. Muitos se opõem à recente farra de especulação financeira e aos excessos de globalização para o que eles professam ser o funcionamento “normal” dos mercados financeiros e da economia. Mas eles estão errados. A especulação, os saques econômicos e a disseminação do trabalho escravo são a natureza do Império e sua representação moderna no sistema britânico de livre comércio”.
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Preparando o Estado para Soberania – Uma Questão Psicossocial: A religião

Como apontamos, igrejas neopentecostais têm mais facilidade para se tornar, com sua teologia da prosperidade e desvinculação de questões nacionais e culturais, a igreja da banca. Dando assim um refúgio espiritual, na contraprestação financeira, ao desenraizamento desta nova classe. Estas igrejas pentecostais cultuam o individualismo e o egoísmo da auto salvação pelo trabalho e por mérito exclusivamente individual, assim como defendia Adam Smith quando formalizou o liberalismo econômico.
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Preparando o Estado para a Soberania: Heróis e Ideologia nacional

Além dos pouco lembrados heróis da Independência e de lutas populares, temos os heróis do positivismo e do Varguismo. Vargas em primeiro lugar. Que herói norte-americano chegou aos pés do heroísmo de Vargas, que se matou quando tudo já estava perdido para poder dar a volta por cima e vencer, já morto, contra um aparentemente invencível ataque múltiplo oligárquico-estrangeiro sem que nenhum de seus liderados precisasse se sacrificar por ele? Que país pode se orgulhar de um herói de tamanha generosidade?
O verdadeiro arquétipo do herói moderno é latino, porque luta contra inimigos muito mais poderosos a favor dos mais fracos e se entrega mesmo de forma espontânea com toda sua alma, paixão e generosidade sem perder nada de sua humanidade tão humanamente falível… Mas admirável!
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Preparando o Estado para Soberania – Da Senhoriagem à Moeda do Facebook

O lançamento da cripto moeda do Facebook, que se chamará libra – não se confunda com a libra-esterlina a moeda inglesa que, em inglês, chama-se pound – está previsto para breve. Desde seu anúncio, há poucas semanas, esse é um dos assuntos mais discutidos nos periódicos de economia.
Uma moeda do Facebook assusta a todos, desde políticos a intelectuais, que se preocupam com a soberania dos países, a bancos, que temem um concorrente mais poderoso, e, em especial, aos reguladores do sistema monetário.
E, quando se criam moedas virtuais, fora do controle de instituições públicas e sem referências materiais, a situação da economia complica ainda mais. Neste artigo iremos comentar a moeda, desde sua cunhagem pelo senhor das terras até a que se espera de uma empresa de relacionamento virtual transnacional: Facebook.
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Preparando o Estado para Soberania – Positivismo: Crítica ao Liberalismo Oligárquico da I República

O positivismo, tal como estabelecido por Augusto Comte, preconizava a necessidade de uma reorganização da sociedade em bases científicas, industriais, altruístas e progressistas, ou seja, positivas, partindo do material intelectual e institucional acumulado nas experiências históricas. O estudo dos fenômenos sociais, considerando a relatividade e as “leis naturais invariáveis” inerentes a eles, devia servir de base para uma ação sobre a realidade, dirigida por um governo forte e centralizado, de modo a impulsionar um conjunto de transformações que favorecessem o aperfeiçoamento coletivo e, portanto, moral, das sociedades e dos seus membros. A etapa definitiva de evolução da humanidade em que isso se daria, a positiva, sucederia a metafísica, que por sua vez havia sucedido a teológica.
Não é difícil verificar a incompatibilidade da doutrina positivista, largamente difundida no Brasil entre o final do século XIX e início do XX, com a organização social e institucional existente durante a Primeira República.

Republicanos e abolicionistas inveterados, os positivistas brasileiros não tiveram força política para converter a maior parte de seus ideais em realidade quando da Proclamação da República, ainda que muitos deles fossem presentes em instituições politicamente decisivas como o Exército e tivessem apoiado e mesmo participado da instauração republicana.
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Brasil salvo! Turma de Paulo Pimenta ganha na Mega-sena! – D.E. 19/set/2019

Destaques:
(i) Romulus Maya faz a análise da conjuntura política.
(ii) O historiador Mario Maestri comenta: “O Bolsonarismo é um balão inchado?”.
(iii) A socióloga Angelica Lovatto comenta: “Consciência ingênua ou consciência crítica? Como transformar o Brasil, segundo o filósofo Álvaro Vieira Pinto”.
(iv) O cientista político Felipe Quintas comenta: “Mathusianismo renitente”.

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Gringos (do Intercept) atacam nacionalismo – D.E. 9/set/2019

Romulus Maya e Felipe Quintas fazem a análise da conjuntura política, hoje com ênfase (i) na atualidade de Miguel Arraes; e (ii) nas falácias publicadas no Intercept, de Glenn Greenwald, tributando ao “homem branco civilizador” (como Greenwald?) os grandes avanços humanitários do Brasil — esquecendo-se, convenientemente, do ônus do Imperialismo e das conquistas do nacionalismo. Ah! o “civilizador” Greenwald avisa: “Como eu disse há meses – com base na minha experiência em relatar o arquivo Snowden – algumas das revelações mais importantes com grandes vazamentos ocorrem no quarto, quinto e sexto meses (!). Tem muitas outras”. Ou seja, quer continuar com o “limited hangout” fazendo diversionismo. Você vai se deixar enredar pelo gringo?

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Brasil 2019: um desafio amazônico (com Aldo Rebelo) – D.E. 4/set/2019

Destaques:
(i) Urgente: jornalista Adécio Piran, responsável pelo furo sobre a combinação por parte de fazendeiros bolsonaristas do “Dia do Fogo”, relata as ameaças de morte de que é alvo. É preciso denunciar!
(ii) Luiz Ferreira Júnior, advogado, mestre em comunicação pela UNESP e mestre em Direitos Humanos pela Universidad de San Martín (Argentina), comenta a “tribalização” brasileira no cenário de crise amazônica: as instituições diante de lobbies e disputas internacionais, na era das redes sociais.
(iii) O ex-Ministro Aldo Rebelo, rara voz no campo progressista com interlocução nas Forças Armadas, volta a discutir Amazônia, imperialismo, Golpe, Lula e saídas. Participação do cientista político Felipe Quintas, doutorando pela UFF.

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Preparando o Estado para soberania – uma perspectiva histórica

O desmonte que os aparatos estatais nacional-desenvolvimentistas e sociais sofrem hoje reflete o projeto político de desnacionalização dos centros decisórios do país e de aviltamento das condições de vida da população, em favor da financeirização subordinada aos eixos mundiais de acumulação.
Resgatar o Estado das oligarquias colonizadas e colocá-lo a serviço da Nação brasileira, em favor da sociedade como um todo, foi a tarefa que a Revolução de 1930 e a Era Vargas empreenderam e que cumpre retomar para que o Brasil possa realizar a sua vocação de se tornar a Roma Tropical.

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Noruega: a “esquerda” mendiga e a nossa indigência – Duplo Expresso 20/ago/2019

(i) Romulus Maya faz a análise da conjuntura política, hoje com ênfase na seguinte constatação: quando a bandeira de “esquerda” é “lutar” para MENDIGAR R$ 300 milhões (note: de Reais) da Noruega — em que essa, eco-imperialista, determina a sua destinação — em vez de lutar (sem aspas) para a mesma Noruega não roubar grande parte dos US$ 20 TRILHÕES (note: de dólares) do NOSSO Pré-sal, você percebe q não temos esquerda.‬ A questão ambiental é tanto mais complexa quando notamos que Bolsonaro mais uma vez age contra o Brasil — e mesmo os seus interesses agro-exportadores — quando dá (deliberadamente?) a desculpa para sofrermos retaliações comerciais.
(ii) Felipe Quintas e a urgência e prioridades de um projeto nacional.
(iii) Rubem Gonzalez chega entrando de sola.

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Argentina será o grande teste – Duplo Expresso 12/ago/2019

Destaques:
(i) Romulus Maya faz a análise da conjuntura política, hoje com ênfase na lavada que o kirchnerismo deu em Mauricio Macri ontem na Argentina. Na quadra atual, dá para derrotar os EUA em eleição?
(ii) Felipe Quintas e “A Farsa da ‘Desdemocratização'”.
(iii) Rubem Gonzalez chega entrando de sola. 

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