Liberdade de Lula não é uma moda é uma luta por justiça e pelo resgate da política

De nada vai adiantar a estratégia de “jogar perfume em peixe podre”, como tem sido feito desde o famigerado “mensalão”. É preciso denunciar os abusos, o estupro à democracia e às leis. É preciso dar nome aos bois, incomodar e tirar a paz de cada um e de todos que usam as instituições para a prática de crimes.

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STF: quem é quem na derrota que Gleisi – e Lula – impuseram à Lava Jato

Gleisi foi absolvida da acusação de caixa 2 eleitoral pelo placar, apertado, de 3×2. Um voto apenas de diferença. Acreditem: de Gilmar Mendes!
Na semana passada, quando as perspectivas eram desfavoráveis, silêncio eloquente gritava. No site do PT, depois de (longas) 12h, apenas o discurso de Roberto Requião em defesa de Gleisi. Mais “inusitado” ainda, repercutido – em vez de por políticos da sigla – apenas pelo Ministro Marco Aurélio Mello.
Onde? No Plenário do STF. Em plena sessão. Claramente visando a persuadir seus pares a não subirem mais um degrau na escalada do arbítrio. Medida extrema tomada, obviamente, por necessidade.
Dessa forma, o Duplo Expresso celebra esta importante vitória de Gleisi – e de Lula – na certeza de que, em vez de arrefecer seus ânimos, em verdade fortalecerá ainda mais a determinação de ambos de lutar para derrotar o Golpe. Já em 2018. Porque o Brasil tem pressa.

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A hora de evitar o caos e a falência completa das instituições

Sob ordens dos invasores estrangeiros, o cenário real é de um presidente ladrão, Câmara e Congresso ocupados por uma maioria corrupta e vendilhona, um poder judiciário parcial e que rasga a Constituição todos os dias. Como receber ordens desses poderes quando todos sabem se não é ao Brasil e aos brasileiros que estão a servir? Se na Ditadura de 1964 houve o uso excessivo da força, no atual regime o papel dos militares poderá ser reduzido ao de um porteiro de prostíbulo.

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Duplo Expresso 19/jun/2018

Destaques:
– O professor universitário e comentarista de política internacional na imprensa angolana Paulo Gamba comenta: “A ONU, os Estados Unidos e a separação das famílias imigrantes”
– O Doutor em Economia Gustavo Galvão comenta: “Por que a Noruega e a Rússia se beneficiam do seu petróleo e o Brasil entrega de graça?”
– O especialista em Minas e Energia, PhD em Engenharia na área do petróleo, Paulo César Ribeiro Lima fala sobre: “Pré-sal: aproveitando Copa, Câmara pode doar 20 bilhões de barris às petroleiras estrangeiras”
– Wellington Calasans e Romulus Maya fazem a análise da conjuntura política.

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Alerta: “Plano B” e STF tramam cassação de Gleisi amanhã

O disparo dos arsenais do Golpe vai sendo feito, sucessivamente, conforme a necessidade:
(1) Não ganharam em 2014?
Destituíram a Presidente eleita.
(2) A campanha judicial-midiática não inviabilizou Lula eleitoralmente, conforme o planejado?
Cassam-se os seus direitos políticos.
E aí chegamos ao novo degrau:
(3) Não conseguiram dobrar Lula e fazê-lo entrar “no esquema” nem com o seu encarceramento?
Certificam-se de que, abatendo todas as demais opções, não terão como não impor – ao próprio – o nome a ser indicado como “o candidato do Lula” (sic).
E é aí que entra a Senadora Gleisi Hoffmann. Por tratar-se de “decisão colegiada”, eventual condenação de Gleisi no STF amanhã cassaria os seus direitos políticos por força da Lei da Ficha Limpa. Numa tacada só (i) derrubam uma rival à “unção” – contratada – do “Plano B”; e (ii) deixam Gleisi à mercê das violências jurídicas perpetradas por Sergio Moro.
Conveniente: dessa maneira, a parcialidade do STF, que livrou Aécio e Serra, não ficaria evidenciada. “O problema é o Moro”, sabe…

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Jornalismo resiste na sucateada EBC – Notícia ruim é o “prato de todos os dias”

Em uma rápida visita na página www.ebc.com.br você percebe que o Brasil está desgovernado. Isso é dito pelos jornalistas de maneira elegante e rigorosamente fiel aos acontecimentos. Não há notícia boa a ser divulgada, mas notícia ruim também é notícia.

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Mandarins do Serviço Público: o dia em que Confúcio, sem querer, inventou Moro e Dallagnol

Como na China imperial, aqueles oriundos dos extratos sociais privilegiados obviamente têm acesso à melhor educação desde a pré-escola aos cursos universitários. E podem, terminada a graduação nas melhores instituições de ensino, passar anos sem trabalhar. Ora, os concursos para a Magistratura ou para o Ministério Público Federal significam, em média, três a quatro anos de investimento e esforço, pagando cursos e livros e viajando pelo Brasil, em busca dos editais abertos.
Fator extra de empoderamento: o Golpe de 2016. Hoje, como em qualquer Estado fascista, o Direito é o que os golpistas dizem que é o Direito. E, nesse curioso golpe, que não foi perfilhado e que foi incapaz de produzir líderes, eles, os novos mandarins, deixaram os bastidores e ocuparam o vácuo deixado. É uma República juristocrática de Mandarins.

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“Camisa da CBF vermelha”: militontos vestem Cavalo de Tróia e Golpe agradece

A tal “camisa da CBF vermelha” – não sendo resultado de infiltração – é o maior “presente involuntário”/ tiro no pé dado ao Golpe pela esquerda neste ano.
Sim, “de boas intenções o inferno está cheio”… mas ver profissionais da política/ militância impulsionando tal estupidez é de cortar os pulsos.
“Ah, então você quer que eu vista a camisa da CBF, tal qual um manifestoche?”
Não… vista-se como quiser. Eu, por exemplo, verei os jogos à paisana.
Mas – por favor – não ajude o Golpe a fazer o brasileiro engolir o desmonte que – ele! – promove do Brasil mesmerizando-o com o fantasma da tal “bolivarianização” do “Foro de São Paulo” fruto do “comunismo INTERNACIONAL” que quer “mudar nossa bandeirazzZZZzzzZzZZzzz…” .
Quem ataca o Brasil são eles – e não nós! Pois vamos vestir a carapuça? Passar recibo de “antinacionais”? Dureza!

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Para não dizer que não falei da Copa – Somos todos alienados! Aceita que dói menos

Será mesmo que amamos tanto o futebol? Seria isso apenas um vício? É possível sair da imensa bolha de alienação da Copa? Será que você vai sobreviver se o Brasil for eliminado? Estas perguntas foram feitas a mim mesmo quando lembrei das Copas que assisti, desde a infância. Foi assim que lembrei da propaganda do Batom Garoto.

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A transferência de Lula. Ou a síndrome do petista convencido

A previsão é livre. Mas só o psicótico tem certeza sobre tudo. A certeza, quando não há base sólida para ela, trava o diálogo com aqueles que têm dúvidas, impede de ouvir e, pior, inibe ou desvia o foco da ação. Faz bem sustentar uma certa ignorância.

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Como Vargas e Lula derrotaram o entreguismo – Parte 2 de MDB e “governabilidade”

O modelo de dinâmica político-eleitoral (um) partido trabalhista vs. (um) partido conservador, baseado exclusivamente no conflito (institucional) de (apenas duas!) classes (pós-industrialização), não é universal como querem fazer crer os europeus e a sociologia da USP.
Vargas criou o “PMDB” – na verdade, o PSD – para organizar as oligarquias e feudos políticos regionais em prol do desenvolvimento. O PSD foi sua principal base política nos Estados menos desenvolvidos e no Parlamento. JK, o sucessor escolhido por Vargas, era do PSD. O PSD formou a base do MDB. Não por acaso, foi do PSD que vieram Tancredo Neves e Ulysses Guimarães, os maiores nomes do MDB.
Graças ao PSD, Vargas conseguiu dividir a oligarquia e trazer a maior parte dela para o progresso e o desenvolvimento em aliança com seu partido trabalhista, que não tinha chances nos Estados onde não havia trabalhador sindicalizado mas voto de cabresto.

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Regime mira em Gleisi para acertar Lula. Restou o grito!

O STF comanda um judiciário viciado em praticar crimes. A completa parcialidade e o apreço pelo papel de sabujo do mercado financeiro desmoralizam a cada dia esta ditadura da toga que já não se envergonha de assim ser identificada. Não foi suficiente o arbítrio de prender Lula sem crime, agora querem calar quem foi eleita por Lula para ser a sua voz fora do Guantánamo de Curitiba: Gleisi Hoffmann.

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Requião denuncia “politização das denúncias do Ministério Público contra Gleisi”

Não há moralidade em um sistema judiciário que faz da licença hermenêutica a lei, que acusa, processa e condena segundo a visão de mundo dos juízes, segundo simpatias ou antipatias, segundo o direito e os interesses de outros países a que se vincularam e prestam vassalagem.

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Caminhoneiros, Lula e o fim de Temer – Parte 1 de “MDB e governabilidade”

Ciro Gomes disse que, se eleito, iria “destruir o MDB”. Não há dúvidas de que isso seja uma hipocrisia demagógica. Não vê contradição em, ao mesmo tempo, procurar apoio do PP e do DEM, partidos mais à direita do que o MDB, que votam mais afinados com o governo Temer do que seu próprio partido. E ambos com problemas maiores com a Lava-Jato. Ele busca pegar carona na mídia, que elegeu seu novo “sindicato dos ladrões”, depois do PT. Nesse caso, Ciro, Bolsonaro, Alckmin e os generais que gostam de Twitter estão com discursos parecidos. Todos eles pegando carona no diversionismo de culpar o MDB por tudo o que acontece no país e desviar a atenção da destruição da economia, dos direitos, da democracia e da incrível popularidade do maior preso político do país.
“Destruir o MDB”, na verdade, será só um teatro que não muda nada. Vão pegar Temer e mais uns três e o resto do partido vai mudar de legenda indo para o partido do novo Presidente e seus aliados mais próximos.

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Luiz Moreira e a receita para o resgate da política

Devemos resgatar a política e a soberania popular. A política não pode ser substituída pela justiça, pois cidadão não vota em juizes e desembargadores. A soberania popular jamais poderá ser negligenciada em um estado que se pretenda democrático. O que temos assistido é uma adaptação das leis para que a política seja esvaziada e dê lugar ao perigoso regime da toga.

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Tensão máxima – rompimento da corda definirá se teremos eleições em 2018

Pesquisas de opinião pública são hoje apenas um atestado de reprovação da justiça, emitido pelo povo. É dramática a situação daqueles que lutam pelo Brasil Colônia. De um lado, a total ausência de um candidato capaz de ser visto como viável para uma disputa eleitoral. Do outro lado, a sombra de um Lula vivíssimo que, mesmo preso (político), é a única esperança de um Brasil soberano para a maioria esmagadora dos brasileiros.

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Atenção: antes (apenas) desprezado, Bolsonaro passa a ser visto como fantoche potencial pelo establishment

“Folgávamos” todos na certeza de que, quando o jogo efetivamente começasse, Bolsonaro – já tendo cumprido o seu propósito de acirrar o antipetismo – seria desmontado pelo establishment. Tal qual boi rufião (estéril), usado para excitar a vaca, deixando-a em ponto de bala, seria descartado na hora H, para dar lugar à fertilização pelo touro de predileção do dono. Ou seja, o PSDB.
Bem, esse era, de fato, o plano dos aprendizes de feiticeiro. Quer dizer, o “Plano A” dos mesmos. No entanto, dada a resiliência política de Lula, casada com a inviabilidade eleitoral do programa econômico do Golpe, um “Plano B”, de “B’ufão”, deixa de ser algo inimaginável.
Portanto, chegou a hora de pararmos de subestimar Bolsonaro. Ele em si pode não passar mesmo de um bufão. Mas é justamente essa posição que permite que uma série de agentes estejam vendo nele um fantoche em potencial: (i) Lavajateiros do MPF, PF e Judiciário; (ii) o tal “mercado”; e ainda (iii) os militares.

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Lula x Bretas – um clássico exemplo de desvio de foco

É inacreditável que o ex-presidente Lula, um estadista, que saiu do governo com 87% de aprovação, primeiro lugar nas pesquisas para presidente do Brasil, tenha sido usado como desvio de foco pelos braços do judiciário e mídia hegemônica na guerra híbrida. Lula foi estrategicamente escolhido a participar de uma farsa, com atores de quinta categoria, onde o despreparo e a pequenez dos “magistrados” foi mais uma vez escancarada, mas que ocupou – pela presença de Lula – todas as manchetes da imprensa brasileira no mesmo momento em que mais uma fatia do nosso petróleo era roubada.

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Duplo Expresso 7/jun/2018

Destaques:
– O Embaixador Samuel Pinheiro Guimarães comenta a atualidade política do Brasil e do mundo.
– O sociólogo, escritor e analista internacional Lejeune Mirhan comenta: “O papel da Turquia na geopolítica mundial”
– A jornalista Niobe Cunha fala sobre: “O Brasil da Bossa Nova ao Heavy Metal furioso”
– O professor e ex-diretor da Petrobras Ildo Sauer e o advogado Samuel Gomes falam sobre a 4ª Rodada de leilão do Pré-sal.
– Wellington Calasans e Romulus Maya fazem a análise da conjuntura política.

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Geopolítica da greve dos caminhoneiros e dos alimentos

A greve dos caminhoneiros acabou ou está acabando. Não conseguiu exatamente o que queria, a fixação de um preço baixo para o diesel e a fixação de um preço mínimo para os fretes. É inegável, porém, que foi altamente vitoriosa. O preço do diesel cairá um pouco e ficará mais estável com as promessas do governo de reajustar no máximo uma vez por mês. Houve também algumas outras pequenas concessões por parte do governo. Mas a grande vitória foi a demonstração de força política dos caminhoneiros. No futuro, suas reivindicações serão ouvidas com muita atenção por qualquer governo, pois ficou demonstrado que podem colocar o país de joelhos.

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Liberalismo: “fake news” ou “bad news”?

O Estado, por ter a prerrogativa de captador de rendas, emissor de meio circulante, além de indutor e criador de rendas pela sua capacidade de investir ou induzir investimentos, é sempre eficaz no longo prazo e fundamental na solução dos riscos sistêmicos. É conhecida sua atuação anticíclica nas crises capitalistas, sendo exemplos expressivos “a queima de café” por Vargas e o “New Deal” de Roosevelt.
Na crise de 2008, a intervenção do Estado – resgatando da quebra em série os grandes bancos privados – salva o mundo do colapso financeiro especulativo. Ou seja, mais uma vez o Estado (“mínimo”?), como em 1929, intervém, reduzindo a tese do liberalismo/neoliberalismo, novamente, a uma “fake news”.

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“Bolsa desaba e dólar dispara” – como Globonews e CBN criaram o “coxinha”

Você lembrará deste texto quando vir um “coxinha” analfabeto político (e econômico) arrancando os cabelos hoje porque “o dólar disparou” e “a bolsa desabou” depois do anúncio da demissão de Pedro Parente.
É impressionante como essas rádios de noticia 24h são “para yuppies”: todas têm “colunista de vinhos”; “investimentos no mercado financeiro”; “alta gastronomia”; “viagens”; “empreendedorismo e startups”; “fitness” (sim: em inglês!); “comportamento (descolado)”; etc. Não é à toa que a classe média brasileira – ouvindo isso 24h por dia (no carro, na sala de espera do dentista, no táxi…) – passou a se achar “empreendedor”, “investidor”, “sofisticado”. “Muito diferente do povão, né… fala sério!”
O que eles não veem é que não valem o que eles pensam que valem “em dólar”. O valor deles é diretamente proporcional ao da economia brasileira. Eles não são “tradable”. Não podem ser exportados: só o Brasil os compra “pelo valor de face”.

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Paulo César Ribeiro Lima – “A saída de Pedro Parente é um fato muito importante para o país”

Paulo César Ribeiro Lima é uma das maiores autoridades em Minas e Energia da América do Sul. Além deste vídeo, em que comenta a queda de Pedro Parente, você pode ler diversos textos deste nosso comentarista, aqui mesmo na nossa página.

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Brasil na guerra híbrida: entrevista com o cientista político Manoel J. Souza Neto

Wellington Calasans e Romulus Maya entrevistaram o cientista político e escritor Manoel J. de Souza Neto, pesquisador dedicado a assunto que tem sido muito citado ultimamente: guerra híbrida. Na entrevista, Manoel diz como identificou o início dos “ataques” que culminaram no caos institucional que estamos vivendo neste momento.

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A esquerda capenga precisa correr para não perder o povo de vista. Lula já tem a muleta MDB

Onde entra o MDB nisso? Ora, Lula, mesmo preso, é visto pela maioria esmagadora (nunca é demais lembrar que nos votos válidos teria mais de 65% se as eleições fossem hoje) como o único político capaz de tirar o Brasil do caos em que está. O apoio aos militares é uma comparação com o Brasil com Temer e não o Brasil de Lula, os militares sabem disso. Por isso, não vão entrar em mais uma roubada, alimentada pela insanidade fascista. O MDB não vai dar um tiro no escuro.

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Alerta: Carmen Lúcia é resposta do Golpe para queda de Temer

Por incrível que pareça, a queda de Temer – se caísse sozinho – seria pior para a resistência democrática do que a sua manutenção com o seu atual estado de debilidade. Dessa forma, a luta tem que ser contra o Golpe, como um todo. Com especial ênfase no seu programa econômico, financista e entreguista. Programa esse cuja aplicação levou a, entre outras coisas, a atual conflagração com os caminhoneiros.
A “fulanização” da crise na pessoa de Temer pode levar o comando transnacional do Golpe a, caso as coisas piorem ainda mais, simplesmente apertar o botão “ejetar”. E manda-lo para os ares. Mas, aí, quem de fato cairia de paraquedas seria Carmen Lúcia. E na Presidência da República! Isso significaria que o Judiciário e a Globo assumiriam o comando do país diretamente, sem sequer a mediação da ala direita da política – muitas vezes, para nosso benefício, disruptiva, com seguidos curtos-circuitos (vide “JBS” e a prisão dos “operadores” de Temer, p.e.).
Notem: essa ala direita – ao contrário do comando transnacional do Golpe – vai, ela também, precisar de votos – da “plebe” – em outubro próximo.
Em suma, é “abaixo o Golpe”/ “Brasil soberano”/ “Lula livre”. E não “Fora, (só) Temer”!

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Urgente: Greve dos Professores!

Os professores não podem perder tempo. A greve dos motoristas deve começar a perder a força na segunda-feira, porque os motoristas precisam trabalhar para sustentar suas famílias e o Brasil precisa comer. Se os professores já se mobilizarem hoje para grandes manifestações na segunda, o Golpe não resistirá.

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Caminhão de intervenções: a geleia ideológica dos caminhoneiros e os militares

O discurso mais à direita, de caminhoneiros clamando por “intervenção militar”, vem de áreas com grande contingente do Exército, acompanhado de um conjunto de institutos e associações que juntam principalmente professores, advogados e militares dessa Força. Note-se que a Marinha e a Aeronáutica não andam distribuindo tuítes à vontade por aí, como faz o Comandante do Exército. Não é difícil perceber por que a capilaridade que isso tudo gera vai de encontro e passa a andar de mãos dadas com o setor Agro – e agora com a adesão do setor Trans. Aliás, hoje não há dois setores mais dependentes um do outro que esses.
Essas coincidências se casam com uma noção ancestral de que, enfim, o Estado deve se resumir à segurança. “Contra os impostos altos e a roubalheira”. Trata-se de trocar a ideia de que o Estado possui o monopólio da violência legítima pela ideia de que o monopólio da violência legítima possui o Estado!
Às favas com a ideia de um domínio nacional sobre a cadeia do Petróleo, da Engenharia Pesada, da Energia, do Setor Nuclear, etc. Basta – apenas – descer o pau em “comunista” (sic). E, é claro, cobrar pouco dos ricos pelo serviço.

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O papel da jurisdição constitucional na consolidação do Brasil como colônia dos EUA

No governo, o petismo jurídico tratou de consolidar essa dominação, com a promulgação de legislações que culminaram com a prisão do Presidente Lula.
Desse modo, estão equivocadas tanto as considerações que pleiteiam o retorno ao constitucionalismo inaugurado em 1988, quanto os que propugnam, com as operações existentes com o golpe à Dilma Rousseff, pela existência de estado de exceção.

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Greve quase espontânea paralisa a economia brasileira

Para grande surpresa dos meios políticos brasileiros, a primeira greve geral bem sucedida, desde os governos reacionários e tucanos dos anos 1990, é uma greve quase espontânea, por adesão e solidariedade inconsciente, porém objetiva dos trabalhadores.
Objetiva solidariedade – todos ganham muito pouco, renda não suficiente para sustentar uma família, péssimas condições de trabalho, total insegurança em matéria de assistência à saúde do trabalhador e sua família.

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