Sim: Lava Jato usa Mantega para desnacionalizar petroquímica! (e o D.E. acerta mais uma, hein?)

Lava Jato rompeu pacto secreto com a Banca. Foi pra cima de Guido Mantega para forçar Bradesco e demais a aceitar perder garantia do empréstimo multi-bilionário à Odebrecht: a Braskem.
Ou seja, é a Lava Jato mais uma vez operando para os EUA para desnacionalizar um setor inteiro da economia brasileira: a petroquímica.
Previmos o movimento ainda em 22 de agosto. Chega a ser transparente quase. E é por isso que o D.E., infelizmente, não erra uma.

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Uma Breve História da Banca – As Transformações

Por todo século XIX, acompanhando a expansão inglesa, a banca dominou a economia. Porém as antigas 13 colônias do norte da América, independentes desde 1783, cresciam, incorporavam novos territórios, pelas armas e pelo dinheiro, e colocavam o Estado para suportar os custos e as perdas da industrialização.  Chegavam ao fim do século XIX avançando sobre as colônias asiáticas dos impérios europeus.
A queda da banca não está necessariamente associada ao encolhimento do Império Britânico, mas o acompanha, em grande medida, Os citados historiadores Cain & Hopkins consideram a chamada Crise Baring, de 1890, um ponto de inflexão. Não deixe de ler, compartilhar e debater.

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Morte na Amazônia brasileira antes da emissão do CO2

Sobrevoar a floresta e ver clareiras é assustador até para uma criança que vê terra seca no meio do verde. Sempre foi, porque fui uma criança assustada com isso há mais de 30 anos. Passear num barco em qualquer afluente do rio Amazonas e ver a madeira rolando aos montes puxada por barcos menores. Madeira de quem, pra quem, derrubada por quem a que custo? No barco de passeio, a pobreza, não a simplicidade, (a miséria mesmo) se mostra.
Na mãe que carrega crianças nuas e descalças, a criança praticando a mendicância, na prostituição perceptível, no alcoolismo como fuga, histórias trágicas contadas. Fome não é elemento cultural. Leia este vívido ensaio.

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USA: ganhar no Quintal o que perde no mundo

Há décadas os USA são incapazes de grandes empreendimentos internacionais, capazes de oferecer, mesmo para retirar ainda mais, como o plano Marshall que enquadrou a sociedade européia aos desígnios estadunidense. Exerce a diplomacia do bastão sem a cenoura, para enquadrar aliados e tributários na operação de desorganização das economias e sociedades chinesas e russas. Ofensiva que se serve de choques militares localizados terceirizados e, se necessário, diretos. O que pode levar a confronto mundial. A crise se instala no governo e enfraquece o próprio golpe. Generais, empresários, banqueiros apenas esperam que seja aprovado o arrasamento do sistema público e privado de pensões. O movimento social voltou às ruas, com vontade, revelando decisão de luta. Não deixe de ler mais uma análise de Maestri no Duplo Expresso.

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Manual “secreto”: como a internet levou – e mantém – Bolsonaro no poder

A palavra chave aqui é desorientação e sobrecarga cognitiva. A sobrecarga se deve às característica da moderna sociedade da informação e seus múltiplos estímulos comunicacionais. A cesura se dá não propriamente pela ocultação definitiva de conteúdos relevantes mas por um bombardeio de saturação à atenção do indivíduo com conteúdos irrelevantes/ manipuladores. Some a isso um Bolsonaro “mitando” em contraponto a uma esquerda “lacrando” nas redes sociais em temas morais, a coleta, o processamento e o uso de big data para sequestrar — e moldar — o “debate” político e você tem parte da receita de bolo que explica o Brasil atual. E que nos possibilita pensar uma reação.

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Lava Jato rompe “pactos secretos” e prepara grande armação. Para cima de quem?

Em suma: vem aí uma grande armação em Curitiba.
Palavras-chave: “Braskem”, “pastas secretas” – retroativas (!) – com nomes de “recebedores de propina” (sic), Guido Mantega – alguém ao mesmo tempo “do PT” mas também “ex-Ministro da Fazenda” (bancos/ compra de informação privilegiada).
Há, portanto, dois alvos potenciais bastante óbvios: PT (Lula?) e bancos.
Haverá outros?
Quais nomes entrarão, retroativamente!, nas tais “pastas secretas” (sic)?
Armação da grossa, minha gente!

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“Bin Laden” de Niterói: uma hipótese… híbrida!

Poderia se tratar de um novo “Adélio”, traído no desfecho final, para — desta vez — queimar o arquivo. Afinal, outro “maluco” (apenas) “internado perpetuamente” pelo Judiciário — nesse caso — pegaria mal…
Sendo verdadeiro ou não o incidente, há uma grande operação de comunicação sendo tocada em cima, com direito a grade de programação sendo derrubada pela manhã em canais de TV.
Fosse o caso de conspiração, poderia se tratar não de um “sombra” (pária da comunidade de segurança) queimado — o sequestrador supostamente trabalhava como vigilante — , mas até mesmo de um P2 fazendo uma encenação.
Impressionam as “coincidências”.
Mas, para além disso, as contradições: flagramos a Globo mudando de versão. Com prints!
Confira.

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Bomba: fraude na “Lei de abuso de autoridade”! — é a guerra híbrida, estúpido!

Poxa, ninguém tem tutano suficiente para ter desconfiado quando o próprio PSL, o partido de Bolsonaro (!), deu o quórum necessário para a votação (em vez de obstruir!), minha gente?! 
O que é que há? 
Já estão colocando LSD na água de todos os brasileiros, Jesus?! 
Dureza, hein? 

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Volta dos militares: a carta – não na manga – mas no coturno

Um ótimo livro está na praça. Trata-se de “Carta no Coturno”, de André Ortega e Pedro Marin. Lançado muito recentemente, e escrito no calor da hora, é um conjunto de ensaios, intuições e pesquisas que não tem paralelo organizado em uma só tacada. Tudo junto, forma um diagnóstico – que não dá para ser resumido, pois é profundo. Mas sem querer dar um spoiler, basta seguir o próprio subtítulo para ver qual é o horizonte que ele aponta: a volta do “partido fardado” no Brasil.

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Prepare-se: o que os militares farão com a Lei Antiterrorismo na mão

Um cidadão entra em uma lista de Whatsapp “esquerdopata”, para conversar e articular politicamente com outras pessoas no que se refere à desgraça do governo federal.
Pergunta: esse ato de entrar em lista de descontentes com a demolição da soberania e da viabilidade nacionais é um ato normal de um cidadão consciente, preocupado com o futuro do país?
Ou “ato preparatório de terrorismo contra o governo e as instituições de segurança”?
Você pode ter a sua opinião a esse respeito…
Perfeitamente irrelevante!
A que importa — por instrumentalizar o poder de polícia do Estado — é a dos Sergio Moro (JF), Dallagnol (MPF) e Igor Romário (PF) da vida.
(e dos Generais por trás desses)
Empoderou-os, com essa lei absurdamente aberta, com a melhor das intenções?
Problema seu.
De boas intenções o inferno está cheio.
E é para lá que você vai com a lei da dupla Dilma/ Cardozo, agora já nas mãos dos Generais e seus operadores na Juristocracia.

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Exclusivo: como “toda Brasília” é, realmente, hackeada (bem longe de “Araraquara”…)

Analista de cibersegurança detona farsa do “hacker de Araraquara”. E conta como, com toda a probabilidade, a elite do poder em Brasília — e alhures — é monitorada usando os seus próprios smartphones.
Sabe quem tem a tecnologia e, inclusive, explora a mesma comercialmente?
Os EUA!
Chocado?
Nem tanto, certo?
— Qual a possibilidade de uma ação conforme vem sendo descrita pela imprensa (nenhuma!);
— Qual a linha do tempo dos eventos;
— Quais as narrativas alternativas e as contradições;
— O que é SS7 — a rede atacada;
— Algumas especulações baseadas em experiências anteriores e técnicas de invasão comprovadamente eficazes a respeito do que pode — realmente — ter ocorrido;
— Teoria — e prática — da conspiração;
— O objetivo: o “Patriot Act” Tabajara (PL 2.418/2019);
— Uma última palavra sobre “hackers”, “crackers” e (in-) segurança de redes: o verdadeiro inimigo.

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Game-over: técnicos destroem a farsa de Moro com o seu “Arara-hacker”

Algo está muito errado quando nenhum veículo brasileiro (fora o Duplo Expresso), seja ele de direita ou de “esquerda”, sai a campo para apurar, de forma independente, se a “estória” contada pela dupla Sergio Moro/ “Arara-hacker” faz sentido do ponto de vista estritamente técnico. Foi valendo-nos justamente dos aspectos técnicos que cravamos, ainda na quarta-feira, que aquilo tudo se tratava de uma grande farsa. Pois eis que temos de contar com uma voz do neocolonialismo europeu, o El País, para finalmente encontrar estampada nas páginas de um jornal a visão — totalmente cética — dos profissionais da área e dos pesquisadores de nossas melhores universidades.
Ali, ninguém dá 10 centavos pela novela de Gloria Perez, digo, de Sergio Moro, transmitida no horário nobre da Globo nesta semana.
“Algo está muito errado”, disse eu ali em cima?
Que nada: está é muito certo, ora!
É a “guerra híbrida”, estúpido!
Com direito Manuela Davila e tudo…
“Boa” notícia, contudo, sobre nossa denúncia (antes isolada) acerca da iminência do fechamento do regime com o “Patriot Act” tabajara: já fomos plagiados, digo, “divulgados”, por Luis Nassif…

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Exclusivo: a “deportação” de Glenn Greenwald e o “Patriot Act” tabajara

Jornalistas, deputados, ativistas… todo mundo caiu na fake news, plantada por Sergio Moro, de “deportação” (sic) iminente de Glenn Greenwald. Enquanto isso, providencialmente, nenhum desses fala sobre o projeto de “Patriot Act” tabajara, em tramitação na Câmara dos Deputados. O PL 2.418/2019 legaliza o monitoramento – em tempo real – pelo Exército de todas as conversas mantidas no Brasil por meio de aplicativos de troca instantânea de mensagens (emails, Whatsapp, Facebook, Instagram, Twitter, aplicativos para encontros amorosos…).
Sobre mais esse furo do Duplo Expresso, e a sua vinculação a Glenn Greenwald, diz Pepe Escobar: “vocês DETONARAM desmontando toda a farsa. Existe alguma outra desconstrução a esse nível no Brasil? O ‘limited hangout’ só poderia levar a um ‘Patriot Act’. Acertaram na mosca!”

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Exclusivo: Moro – e Greenwald – enterram “hacker”. E com destruição de “provas”!

O texto abaixo reflete, mais uma vez, postagens feitas há pouco por mim no twitter. Muitas novidades, no dia em que:
(i) Glenn Greenwald “assumiu” affair com o “hacker de Taubaté” (?!). Apenas para — meia hora depois! — (tentar) voltar atrás;
Notar: depois do que relevamos ontem, refutando – tecnica e inapelavelmente – a “narrativa” do “hacker de Araraquara”, Glenn empalmar tal “dubiedade”, tendendo discursivamente na verdade à confirmação (!) é, sim, sem tirar nem por, mentir. Pior: junto com Sergio Moro.
(ii) Moro, ciente dos furos na “estória” que vem apresentando desde terça-feira, corre para — segure-se na cadeira, leitor! — DESTRUIR (assumidamente!) todas as “provas”.
Confira, ainda, a série de C.Q.D.s coletados pelas “Cassandras” do D.E. em mais esta “rodada”.
Mas, muito mais importante do que isso, conheça o que provavelmente vem por aí: o fechamento — clandestino — do Regime.
Palavra de quem, até aqui, (infelizmente!) não tem errado uma…

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Bomba: desmontando a farsa do #HackerDeTaubaté!

O texto abaixo reflete postagens feitas há pouco por mim no twitter. Contém abreviaturas e termos técnicos. A despeito do jargão, o importante é o emprego da lógica para identificar as várias contradições na narrativa da Polícia Federal, apresentada pelo setorista da Globo para tecnologia, devidamente registradas nos diversos prints. Resgatamos posicionamentos desde o início de junho até aqui, reunindo os principais furos. Como costumamos dizer, aqui no Duplo Expresso, “nosso mal é ter memória”. Bem, na verdade, “mal” para eles, não é mesmo?

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É a China, estúpido! Bloqueio do milho brasileiro ao Irã confirma nosso novo papel geopolítico: “alavanca da fome” eurasiana

Eis a chave para compreender o bloqueio — de fato — do navio carregado de milho destinado ao Irã no Porto de Paranaguá, na costa brasileira.
Mais um C.Q.D. para este Duplo Expresso. Dos mais relevantes, diria eu na qualidade de editor do site.
Claramente, o alvo da ação no Brasil, para além do imediato, o Irã, é também a própria China, devidamente “avisada”.
É jogo de cachorro grande. O Brasil — “país”-continente que teria de criar sustento para 210 milhões de almas — tornou-se não mais que a “alavanca da fome”, do Deep State americano, mirando a Eurasia.
Bom, também alavanca da própria fome: 210 milhões de bocas, afinal…

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Belas monstruosidades: elementos para uma contraofensiva progressista # 1

Esconder a realidade das pessoas só faz com que elas estejam despreparadas para enfrentar os eventuais desafios que venham a surgir. Imensa parte do nosso problema de incapacidade de luta efetiva vem de que a esquerda hoje é uma esquerda institucionalista, lacradora, cheirosa e no pom-pom, dominada por um bando de universitário classe média branca social-banana que arrota palavras de ordem e conclusões sofisticadíssimas, mas na hora do “vamo-ver” deixa o povão tomar na tarraqueta sozinho. O campo progressista de luta ou engrossa o couro ou não terá qualquer chance de vencer. Como diria minha mãe: se não quer brincar não desce pro playground.

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Banestado – Requião dá nome aos bois: acobertamento é obra conjunta PSDB–”PT Jurídico”–Moro

Roberto Requião, que poucos sabem ser a origem da denúncia que resultou na descoberta do maior escândalo de corrupção e evasão de divisas de todos os tempos — o caso “Banestado” (e não a “Lava Jato”!) –, manda a real, da Tribuna do Senado: enterro é obra conjunta PSDB–“PT Jurídico”–Moro. Mais: depoimento histórico do delegado responsável — mandado para a Sibéria pelo “PT Jurídico”, para salvar tucanos (e a Globo).

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Dossiê: por que Moro teme delação de Eduardo Cunha – live especial

Por que Moro teme delação de Eduardo Cunha — o dossiê. Dada uma série de rabos presos — inter-cruzados — ultrapassando linhas tanto partidárias como entre os Poderes da República, trata-se de tema que segue sendo tratado com exclusividade pelo Duplo Expresso. E não é de hoje: estamos de olho nisso desde meados de 2017. Razão pela qual, aliás, vimos desde lá sofrendo pesados ataques. Em síntese, #Banestado e #DarioMesser sempre foram a principal chave para desconstruir Sergio Moro. Algo utilizado pelo notório Eduardo Cunha, o rei dos dossiês, para chegar aos termos de uma “paz armada” com o “juiz ladrão”. Ou pacto mafioso, se preferir: um rabo prende o outro; uma mão lava a outra.

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O onírico “2022”: europeus acabam com Brasil muito antes disso

Não é à toa que os países em desenvolvimento há muito dizem em negociações comerciais que, enquanto os americanos são a “águia careca”, os europeus são os “hipopótamos”: fofinhos de olhar, mas na verdade mais fatais ainda.

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Folha vs. Intercept: novo “cavalo de Troia” deixa Dallagnol bem na foto (de novo!)

Hoje sai novo estalinho – em vez da sempre prometida “bomba”. Pior: estalinho esse que, ainda por cima sai (mais uma vez), pela culatra!

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Exclusivo: “Greenwald preso”, Moro na CIA e Mourão sincerão — chega o “golpe no golpe”?

E a viagem de Moro aos EUA (há muito agendada!)? Como entra nisso tudo?
“Moro foi lá pegar as informações da inteligência americana (CIA, NSA) a respeito, para que pudesse chegar às digitais de cada membro da “quadrilha”. Em voltando, prenderia Glenn Greenwald e apreenderia os computadores. Onde, aliás, haveria novas digitais ‘russas'”.
Chega o “Golpe no Golpe”: imaginemos, diante disso, que os tais “hackers russos” façam, “em retaliação”, um ataque massivo à infraestrutura brasileira (energia e comunicações), com apoio entusiasmado (adesão?) da “esquerda” brasileira, revoltada com a “prisão” de Greenwald. Ou seja, Estado e população “atacados de fora e de dentro” ao mesmo tempo, no mais completo “caos” (devidamente fabricado).
Chega, diante disso, a “solução de ordem”: o Executivo recebe poderes de emergência delegados, especialmente no tocante a comunicações e combate a “ameaças cibernéticas”. Sai um…

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Greenwald (& Veja) — a pegadinha do Golpe: D.E. aposta sozinho e quebra a banca!

“De qualquer forma, agradeço pela confirmação de que o @duploexpresso sempre esteve certo. Não só com relação a Glenn Greenwald ser um ‘cavalo de Tróia’ dos EUA (‘limited hangout’) como também com relação à extensão da cooptação na ‘esquerda’ — especialmente a parlamentar — pelo Golpe. Todos se oferecendo para serem o ‘MDB’ dessa nova ditadura, não declarada!”

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Imprensa russa repercute suspeitas sobre Dilma levantadas pelo Duplo Expresso

“É curioso que, além das fotos oficiais que constam do site da Duma, o (site de extrema-direita) “O Antagonista” tenha também publicado outra foto, adicional, de Dilma e Gleisi, passeando perto do Kremlin, foto essa alegadamente tirada por um “turista brasileiro” que casualmente estaria passando pela Praça Vermelha naquela hora. Tal fato despertou a suspeita razoável no site Duplo Expresso de que toda a viagem pode ter sido uma grande armação, e que Dilma teria ido a Moscou para que, depois da publicação do The Intercept, o Partido dos Trabalhadores pudesse ser acusado de conspirar com o Governo russo e de solicitar ataques de hackers desse país contra o Governo brasileiro”.

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Exclusivo – como Dilma e os militares ultrapassaram a linha (no pré – e pós! – Golpe)

Não basta dizer que há antipetismo nas Forças Armadas, é preciso entender como esse viés ganhou “materialidade” e galvanizou o apoio dos militares ao projeto do Golpe.
Há, aí, uma boa pista para que se entenda por que, do ponto de vista militar, não se trata necessariamente de “entreguismo” o que ora está acontecendo (sob Temer e Bolsonaro) — mesmo que se discorde, frontalmente, dessa sua “interpretação” da realidade.

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Entre pombos e pavões – A “ameaça Russa” e o caso do jornalismo dourado

Enquanto a “mídia progressista” brasileira tapa os olhos, bocas e ouvidos sobre as ligações internacionalmente conhecidas entre o The Intercept e as organizações Pierre Omidyar, dizendo inclusive que essas ligações são “teorias da conspiração”, a “extrema e nova direita alternativa” aposta exatamente na ligação entre Omidyar e suas operações de desestabilização governamentais pelo mundo. Para essa direita, Omidyar é quem promove os grandes flancos de “guerra cultural” no mundo nos últimos anos. A ironia desse ponto é que essa “contra-informação” levantada pelas redes dessa direita midiática atrela as intervenções culturais das organizações Omidyar aos Russos! Sendo que, na verdade, as corporações Omidyar operam em conjunto com inúmeras instâncias da inteligência e contra inteligência norte americana (CIA, NSA, FBI).

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Pepe Escobar: “VazaJato” se transforma no Russiagate 2.0

“Como tenho discutido com alguns de meus principais interlocutores brasileiros, como o antropólogo craque Piero Leirner, que sabe em detalhes como os militares pensam, e o advogado internacionalista baseado na Suíça e consultor da ONU, Romulus Maya, o Deep State americano assume a posição de articulador da ascensão direta das Forças Armadas brasileiras ao poder, assim como os seus fiadores. Assim sendo, caso essas não sigam o roteiro ao pé da letra – ou seja, relações comerciais limitadas com a China; e isolamento da Rússia – o Deep State pode trazer o pêndulo de volta a qualquer momento”.

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Explosivo: a viagem – secreta – de Dilma à Rússia, em meio à “#VazaJato”!

Este é, sem sombra de dúvida, o momento mais grave em que eu, Romulus Maya, me dirijo a você, leitor, na qualidade de editor do Duplo Expresso.
Tivemos acesso, no meio desta semana, à informação — de alto potencial explosivo — de que Dilma Rousseff acaba de fazer uma visita — secreta! — à Rússia, há cerca de dez dias.
Sim, é isso mesmo: a ex-Presidente da República — pelo PT… — esteve secretamente em Moscou entre os dias 4 e 5 de junho. Ou seja, “casualmente” 5 dias antes de Glenn Greenwald publicar a bomba semiótica “#VazaJato”. E, com ela, sequestrar o noticiário político — à esquerda e à direita — no Brasil, com repercussões para além de nossas fronteiras.
Prepare-se para grandes surpresas. E circunstâncias muito suspeitas.

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Duplo Expresso de Domingo 16/jun/2019

Para assistir, curtir as páginas e compartilhar, temos no Programa Duplo Expresso de Domingo, 16/jun/2019, os seguintes destaques:
O constitucionalista Luiz Moreira, ex conselheiro do CNMP, e o Professor de Direito Econômico da USP Gilberto Bercovici debatem a atualidade política e jurídica do Brasil.
Apresentação: Romulus Maya, especialista em direito internacional econômico.

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