Lula sabia de tudo! Quem interrompeu aquele projeto?

Diante da inquestionável necessidade de trazer aquela fala para a atual situação em que está o ex-presidente, proponho aqui, através de perguntas, trocar impressões com o nosso público e tentar compreender o que houve. O ideal seria perguntar diretamente ao ex-presidente Lula, nessa época, faltando um ano para terminar seu segundo mandato, sobre o que ele já sabia nessa época em relação aos “Piratas do Pré –sal” (nome que ele supostamente dá a países que estariam interessados em nos tirar essa riqueza, ele fala em tom de brincadeira)?

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Análise: os (des-) caminhos da esquerda em 2019 e a avenida aberta para Bolsonaro

Não interessa a Bolsonaro ou a quem o levou ao poder uma “Noite de São Bartolomeu”, um expurgo do PT. Basta a inviabilização em eleição majoritária. O antipetismo é hoje um piso político – e eleitoral – dos maiores, senão o maior. Para que abrir mão disso, zerando o jogo? E permitindo a formação de uma nova oposição, sem rejeição tão alta? Em política não há vácuo…
Bolsonaro – e os que o levaram até lá – e o PT (o “sem voto”, de SP) tendem a continuar se escolhendo reciprocamente como adversários político-midiáticos, tentando impedir o surgimento – ou pelo menos a clarificação – da verdadeira polarização atual, no Brasil e no mundo: soberanismo nacionalista (de esquerda ou de direita) vs. Globalismo financista do (zero vírgula) 1% transnacional contra o 99,9% – global. Terão sucesso Bolsonaro e “PT sem voto” nesse mascaramento – a dois – da realidade histórica?
O problema da direção do PT (sem voto) é querer fazer do partido o substituto do PSDB como sucursal Clintoniana no Brasil;
A centro-esquerda como um todo ainda está em fase de negação e coloca-se, do ponto de vista histórico, no campo reacionário, dos que querem fazer voltar o ponteiro do relógio da história (para o ciclo 1988-2012).

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Mourão, a meritocracia tamanho família e a herança escravocrata

Mourão engana os incautos. Se tivesse um pouco de honestidade intelectual, falaria com mais propriedade que a nossa verdadeira herança é escravocrata. Foi essa a herança que moldou as nossas instituições, origem do ódio ao pobre. O mais grave no discurso retrógrado do ex-general, e vice-presidente, Mourão é a total incoerência entre aquilo que discursa sobre a meritocracia e a completa ausência de autocrítica neste caso do próprio filho.

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Vamos cantar para “espantar os males” da política

Você está preparado pra receber tudo calado?
Este é o preço: “Quem não ouve conselho, ouve: coitado”
É o que resta pela sua omissão
Fingiu lutar, mas agiu como um perfeito alienado
Agora é jurar amor pela pátria que resta
Como se estivesse num presídio, vida dura de condenado
Vai ter liberdade de assistir Faustão
E ainda dizer que está “antenado”

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A infame Lava Jato agora como política penal

O juiz “combatente do crime” é a expressão máxima desse autoritarismo contínuo. A “Justiça Policial” brasileira se assemelha à justiça da Alemanha Nazista, onde os juízes nazistas declaravam que seriam “duros com o crime” e que “os prisioneiros não estariam em situação melhor que os desempregados alemães”. Ora, se o juiz existe para prender é prescindível a existência da figura do próprio juiz, basta a polícia. A subordinação do processo penal a esfera política do poder punitivo é a instauração do Estado Policial que vitima todos os dias a população pobre brasileira nos nossos presídios ilegais, população esta, que nunca conheceu o processo como proteção da cidadania contra o arbítrio Estatal, garantido na Constituição.

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Bolsonaro – Entre o mito e a realidade (Parte I)

Bolsonaro acreditou ser possível se sustentar nos 58% de votos para tentar dominar as rédeas da situação, mas as coisas não são simples para quem, como é o caso de Bolsonaro, para se eleger vendeu a alma a dois demônios, Paulo Guedes (o “Chicago boys”, ultraliberal) e à ala militar entreguista, ultraliberal representada pelo seu vice, ex-General, Mourão. Mourão, inclusive, afirmou em recente entrevista que estaria montando um “Dream Team”, com pessoas de diversas áreas, economia, diplomacia, etc. Seriam talvez os “Brazilian Boys”. No Chile sabemos como tudo terminou. No Brasil pode ser muito pior.

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Ministro Dias Toffoli – Uma alma subordinada ao senhor da vez

Qual a indagação que os dirigentes e ex-integrantes dos governos petistas poderão fazer quanto ao atual comportamento do ministro Tofolli? Esta alma subordinada ao senhor da vez é o fruto de uma escolha sob crescente pressão do próprio PT para ocupar com “gente aliada” a Corte que julgaria o “Escândalo do Mensalão”. Fruto que nasce dessa semente só poderia dar nisso…

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O “socialismo” do Brasil e a “Revolução Azul e Rosa”

Enquanto estudo publicado no início do ano passado pela organização não-governamental britânica Oxfam mostra que cinco bilionários brasileiros concentram patrimônio equivalente à renda da metade mais pobre da população do Brasil, Bolsonaro e “Progressistas” debatem um socialismo que não passa de mais um tapa na cara dos brasileiros.

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Bolsorão Temer Rousseff da Silva – O Frankenstein brasileiro que “toca o terror” contra o povo

Quando falamos sobre terrorismo, devemos lembrar que o PT no governo Dilma também deixou mais um presente para Jair Bolsonaro e seu governo civil-militar: apesar do Brasil já contar com instrumentos legais para punir atos terroristas, o governo Dilma sancionou em 2016 a Lei Antiterrorismo na esteira da realização das Olimpíadas no país. O objetivo original era supostamente conter os Black Blocs presentes em diversas manifestações na época.

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Mourão, o pigmeu tupiniquim com complexo de Deus

Mourão (Morurinho) é um gigante para falar de quem tem como refém, mas é do próprio tamanho (um pigmeu) quando não fala da corrupção dos bancos, dos juros, da sonegação de impostos ou da auditoria cidadã da dívida. No sentido oposto, tenta convencer de que tudo de ruim está no Estado. O mesmo Estado que deu e dá aos militares brasileiros uma condição que poucos militares do planeta possuem. Para fazer o quê? Entregar as nossas riquezas e escravizar o nosso povo?

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Terra Sem Lei – Juiz do STF é massacrado porque ousou respeitar a Constituição

A decisão de Marco Aurélio Mello sequer poderia ter sido questionada. Mas estamos no Brasil. Nesse país todo absurdo é tratado com naturalidade. O simples cumprimento da Constituição é motivo de reunião especial das Forças Armadas, entrevista coletiva da Força Tarefa – Lava Jato, de horas de blá blá blá de especialistas em banalização da justiça e da Constituição, etc.

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Guerra híbrida no Brasil é a novidade de 1940

Como exemplos de movimentos típicos de uma guerra híbrida na América do Sul e no Brasil podemos citar: inflação, crise cambial, dívida pública, dominação dos meios de comunicação, desnacionalização dos meios que constituem condições gerais da produção de mercadorias, lobbies atuantes no Congresso Nacional e nas assembleias regionais. E muitos outros.

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O fim há muito desejado do Ministério do Trabalho

Com Bolsonaro extinguindo o Ministério do Trabalho e realizando um projeto oligárquico de longa data, avança-se ainda mais no processo de demolição da Era Vargas e de restauração da República Velha em uma versão ainda mais financeirizada. Não à toa, boa parte das funções do ministério extinto passará ao Ministério da Economia e ao da Justiça. Qualquer desvio será tratado no âmbito do Ministério da Justiça, ou seja, como questão de lei e de ordem. Em suma, a questão social volta a ser um caso de polícia, e Washington Luís, Raymundo Faoro e FHC, através de Bolsonaro, vingam-se de Getúlio Vargas. Bem vindos de volta à modernidade subdesenvolvida em estado puro.

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Zé Dirceu: memórias da amargura

O texto privilegia a descrição minuciosa dos fatos, no espaço e tempo em que ocorreram, sobretudo da vida interna petista. Peca, fortemente, pela falta de avaliação dos sentidos profundos dos sucessos vividos e protagonizados. Trata-se de espécie de história política do PT, bastante árida para os não enfronhados nos grupos, tendências, lideranças, etc. em eternas disputas. Sobretudo falta dimensão histórica nesse texto sempre instigante e informativo.

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Quem impediu Lula de ir para Embaixada?

Filho feio não tem pai, não é mesmo?

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“Estrategistas” (sic) de calça arriada: Lula em prisão perpétua – depois de derrotado. Garcia? Asilado!

O tamanho da cara de pau daqueles que se juntaram para tentar erradicar o Duplo Expresso tempos atrás não cansa de surpreender. Na melhor tradição orwelliana/ stalinista, tentam agora apagar da foto certos indivíduos e ideias, para que eles mesmos não fiquem tão mal no retrato. Os “tiozões”, mais uma vez, denunciam um certo gap geracional. E mostram não terem compreendido, ainda, a era digital.
– Ora, a internet não esquece. E nem perdoa!
#prints

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#LulaVivo – por que devemos seguir lutando pelo “cara”

Tenho plena consciência das melhoras sociais e econômicas que testemunhei na sociedade como um todo durante o período de governo dos presidentes Lula e Dilma. Também sei que mais de 60% da população brasileira pensa como eu e queria o presidente Lula de volta em 2018. E por isso temos que lutar pela vida e pela libertação do presidente Lula, pois é ele quem representa os anseios de todos nós, brasileiros.

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O Mercado Precisa Explicar

O mercado criou empresas de investimento, poderosos fundos de aplicação, coletando desde fortunas de famílias, lucro de traficantes, subornos de dirigentes privados e públicos, salários de magistrados e barnabés, e, se for possível, as esmolas caridosamente dadas, para estes trilionários, em dólares, fundos de investimentos.

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Samuel Gomes: Decálogo do Brasileiro Nacionalista

Após a sua participação no programa Duplo Expresso (31/10), o advogado e assessor parlamentar, comentarista da nossa página, Samuel Gomes, elencou os “dez mandamentos” para que possamos enfrentar os anunciados “tempos difíceis”. A palavra de ordem é “nacionalismo”. O debate sobre este ou aquele espectro da política e as bandeiras identitárias ficam relegados ao segundo plano, pois a hora é de salvarmos o país e lutarmos por democracia. Confira os dez pontos sugeridos por Samuel Gomes.

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“Day After” – Lamber as feridas e reconstruir a esquerda

Para mudarmos o cenário pós-eleitoral, o famoso Day After, devemos recomeçar (zerar) a esquerda. Eliminando da nossa lista os infiltrados, dando prioridade aos assuntos que verdadeiramente importam e com a consciência de que faremos isso para os nossos filhos e netos, pois o Brasil das próximas décadas está condenado a ser um país de quinta categoria. À luta!

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Proposta política, marketing eleitoral e o Brasil pós-eleitoral

Páginas na internet que se apresentam como “de esquerda” estão perdidas. Não sabem como tratar de um “Haddad Tucano” e um “Bolsonaro Comunista”. Esquecem que numa eleição fake a lógica é não ter lógica. Falam da “importância de derrotar o fascismo”, mas batem firme em Ciro Gomes que, segundo todas as pesquisas, seria uma garantia de vitória contra Bolsonaro. Isso apenas mostra que a luta de muitos é pelas “oportunidades de uma eventual vitória”.

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Dissonância Cognitiva

A psicologia social é uma disciplina que estuda as relações e os processos da vida social sob a perspectiva das relações entre o individual e o coletivo. A disciplina é desenvolvida com o objetivo de se contrapor aos comportamentalistas que entendem que o comportamento social é uma resposta aos estímulos externos somente. a psicologia social argumenta que há uma interação entre os estímulos externos e o entendimento individual desses estímulos externos, a forma como cada um interpreta a realidade é individual.

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“São muitos os senhores que podem entrar na concorrência por uma alma subordinada”

Duplo Expresso, almas rebeldes, que condensam o espírito dos subversivos, como aqueles do “Círculo Petrachévski” que faziam oposição ao severo regime militar e burocrático do czar Nicolau I e que se reuniam às sextas-feiras para discutir as grandes questões libertárias, dedicadas a libertar o campesinato russo da escravidão e fundar uma nova Era de Justiça Social na Rússia. Mas, assim como eles, o Duplo Expresso, deixou a pretensão de “melhorar” o mundo nos sonhos infantis.

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A barganha do PT com a Finança e os EUA: foi-se o projeto nacional?

A seguir, republicamos texto seminal que saiu aqui no Duplo Expresso em fevereiro deste ano, sob o título “Golpe do Judiciário e invasão americana: por que o PT não dá nome aos bois?”. Sete meses depois nos ajuda a compreender melhor a barganha que o “PT jurídico” e seu expoente Fernando Haddad tentam fechar com a Finança transnacional e o Deep State americano, abdicando definitivamente de um projeto nacional para o Brasil. Projeto ao qual, como se vê, o Partido dos Trabalhadores, dadas as suas contradições ideológicas internas, nunca chegou a ser aferrado. O texto foi elaborado por observador privilegiado, e qualificado, da política nacional. Um economista desenvolvimentista sênior que trabalhou no Governo Lula. Mesmo que se discorde das teses que apresenta, são um excelente ponto de partida para o “que fazer?” de 2018 – e, principalmente, além.
No fim, as (sempre) sábias palavras do Embaixador Samuel Pinheiro Guimarães, na sua participação semanal no Programa Duplo Expresso.
Mene mene tekel upharsim: estava escrito na parede. E teve profeta que avisou.

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A raposa que nos falta em 2018: como Getúlio, malandro, passou todos para trás

Em um dos cenários para o futuro imediato do Brasil possíveis traçados usamos como referência a grande trapaça de que Vargas se valeu para poder estar em posição de dar o bote na República Velha em 1930. Contudo, fatos anteriores à etapa “nacional” de Vargas, ainda no RS, dão conta, igualmente, da capacidade que tinha de sublimar as pulsões oriundas da vaidade e do ego, permitindo que “camuflasse” a sua genialidade de todos. E assim, por não darem muito por ele, ficou livre para se acercar. E armar os seus botes, todos eles fatais.

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“Civilização contra a barbárie”: a versão 13.0 do Golpe

Índice:
(I). “Civilização contra a barbárie”: a versão 13.0 do Golpe
(II). Desfechos possíveis para o “Golpe 13.0”
(III). Como a “Mensagem ao Partido”/ “PT Jurídico” tomou a sigla de Lula; e o que isso prenuncia de um governo Haddad
(IV). Como evitar o golpe militar já depois do Carnaval
(V). Resumo audiovisual

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Haddad negou Lula pela terceira vez

As mentiras contadas para viabilizar a candidatura Haddad são exemplos claros de aberrações políticas, um estelionato. Primeiro disseram que Haddad seria um poste e que renunciaria e convocaria novas eleições para que Lula voltasse ao poder (a teoria Perón/Cámpora que alguns “intelectuais” chegaram a anunciar). Depois disseram que Lula seria o chefe da Casa civil, que seria um conselheiro do governo, que iria cumprir missões no exterior, depois que iriam indulta-lo e por fim que Lula desistiu do indulto e acredita que será libertado pela justiça já que está sendo vítima de um erro judicial. Não demora e vão dizer que Lula odeia o povo e que sempre sonhou em viver preso e isolado.

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Sequestrados pelos “donos do Brasil”, Haddad e Bolsonaro disputam posto de melhor refém

A famosa “governabilidade” não dependerá mais do apoio de partidos ou acordos obscuros nos gabinetes. Na verdade, quanto mais as forças até recentemente antagônicas da política dialogarem, mais excluído o povo irá se sentir e a consequência disso é que o “fantasma Lula” seguirá assustando. Lula preso e o povo sem esperança são dois ingredientes mortais para qualquer governo que seja consolidado a partir da farsa eleitoral 2018.

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Haddad no JN – O que ele realmente fez e a imprensa “de esquerda” não viu

Haddad não esperou nem o Galo cantar três vezes para negar Lula pela segunda vez. 1° “O problema do Lula não é político. É jurídico”; Agora, no JN, a 2° “Eu, Haddad nunca falei em conspiração. É um ERRO JUDICIÁRIO”. Faltou falar que a ONU está errada e que “as instituições estão funcionando normalmente”.  A terceira veremos a qualquer momento. Ele vai seguir abrindo a boca, ou não. E esse bilhete? Foi Lula mesmo? Perguntar não ofende.

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As duas faces do Exército

E vendo a entrega de bens naturais insubstituíveis, que não podem ser repostos, como o petróleo, o nióbio, terras raras e outros minérios, e bens construídos com os investimentos e a competência brasileira, como a Embraer, a base de lançamento de foguetes em Alcântara (Maranhão), a tecnologia de ponta em produção marítima de petróleo, o Exército prefere se manifestar politicamente para impedir o ex-Presidente Lula de sair da prisão, de ser candidato à Presidência.

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