Bidimbo! – Sistemas de Escrita Africanos

Este texto é um furto. Na verdade, um assalto consentido, uma vez que o professor Spírito Santo permitiu esta transposição de seu blog para cá, no Duplo Expresso. Trata-se de um pequeno tesouro. Um baú de letras, símbolos e alfabetos alforriados. Um resgate sobre uma fração da imensa história africana que costuma chegar ao outro lado do Atlântico com muito pouco fôlego.

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Geopolítica no Séc. XX: a civilização do automóvel (a gasolina!)

O fordismo, dominado pelos EUA, inventou produção e adoção em massa a custo acessível de um conjunto de tecnologias derivadas da primeira fase da revolução industrial. Estamos falando dos eletrodomésticos, o rádio, o cinema, a televisão, o automóvel e a super-urbanização, o domínio do setor terciário e, consequentemente, a libertação da mulher e a consequente ampliação da força de trabalho voltada para produção de excedente. A grande luta das políticas de desenvolvimento do século XX foi a autonomia sobre a indústria petrolífera e automobilística.

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De retorno à antiga Idade Moderna e o contemporâneo retorno aos tempos antigos

Sebastianismo é crer na volta redentora de um líder que foi dado por desaparecido.
Defender um Lula livre e concorrendo à presidência em eleições transparentes, é consciência política e resistência, não sebastianismo, posto que Lula é vivo, provou que fez e que poderá fazer ainda mais. “Sebastianizar” a figura de Lula é o que a Globo tenta perpetrar, tentando transformar em mero mito folclórico, a força e o carisma de um líder popular que é uma real possibilidade de mudança.

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“Lula precisa morrer” – e só o salvando sobreviveremos

Gostemos ou não disso, Lula é o líder – incontornável – da resistência anti-imperialista nesta geração. É, portanto, preciso que também ele lute contra a auto-doutrinação e aceite a verdade: o único Davi esculpido em mármore de Carrara pelo mestre Michelangelo é aquele 1 em 100 que…venceu. Afinal, a História é escrita – mal ou bem, pouco importa – pelos vencedores.

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“Divide et impera” – Divide e conquista

Não se sabe ao certo se ele usou a expressão, mas sabe-se que ele a colocou em prática, explorando a divisão entre as cidades-estados gregas até levá-las à derrota. De lá prá cá, muitos outros governantes utilizaram e praticaram a estratégia do “Divide e conquista”.

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De Getúlio a Lula – O trabalhismo que constrói a Nação

A história vai juntando suas peças essenciais e vai traçando sua teia. Tal como Fidel Castro resgatou dialeticamente José Marti e Hugo Chávez recuperou historicamente a Simon Bolívar, o gesto de Lula vai recuperando o Fio da História, com Vargas, Jango e Brizola, cabendo às novas gerações a imprescindível construção da mais que sagrada unidade popular. Seja qual for a forma em que ela se materialize.

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