Preparando o Estado para soberania – uma perspectiva histórica

O desmonte que os aparatos estatais nacional-desenvolvimentistas e sociais sofrem hoje reflete o projeto político de desnacionalização dos centros decisórios do país e de aviltamento das condições de vida da população, em favor da financeirização subordinada aos eixos mundiais de acumulação.
Resgatar o Estado das oligarquias colonizadas e colocá-lo a serviço da Nação brasileira, em favor da sociedade como um todo, foi a tarefa que a Revolução de 1930 e a Era Vargas empreenderam e que cumpre retomar para que o Brasil possa realizar a sua vocação de se tornar a Roma Tropical.

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Geisel e o Golpe da Banca | Parte 3 de 3

Pedro Pinho fecha esta série apontando que não foi apenas a busca pela soberania científica e tecnólogica que precipitou um golpe interno na linha sucessória presidencial dentro regime militar em 1979. Pesou também o interesse do sistema financeiro contra as medidas de construção da cidadania, algo nunca apresentado como contraponto por aqueles que se debruçam sobre esse período da história do país, seja com o viés crítico aos “ditos linha dura”, seja pela visão dos “tidos liberais”.

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Geisel e o Golpe da Banca | Parte 2 de 3

Neste segundo artigo da série, Pedro Pinho relaciona ações promovidas pelo governo de Ernesto Geisel com ênfase na política externa e cultural, bem como no desenvolvimento econômico e tecnológico. Ao questionar sobre a realidade de nossa democracia, o autor aponta questões para que possamos refletir o quanto as causas identitárias (fechadas em si) favorecem o jogo neoliberal, bem como a singularidade com a qual o espectro dito mais progressista de nossa sociedade simplifica os governos militares.

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Geisel e o Golpe da Banca | Parte 1 de 3

Do ponto de vista econômico-desenvolvimentista, Pedro Pinho abre uma nova série de artigos onde descreve o que seria primeiro grande golpe do sistema financista internacional contra o nacionalismo brasileiro: a sucessão de Geisel. Foi ali que a Banca conseguiu conduzir-nos em uma direção oposta aquela que poderia alçar-nos a uma condição de potência internacional. A precarização induzida do Estado Nacional – nunca magro o suficiente para a estética neoliberal – continua a impor um quadro de anorexia social aos brasileiros.

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Bolsonaro nos Manuais da Escola Superior de Guerra

A Paz Social é um dos objetivos fundamentais para qualquer nação. Significa a justiça e a garantia das necessidades mínimas para cada um dos cidadãos e para vida em comum. A Democracia é para ESG um objetivo em contínuo aprimoramento. Mas com a participação da sociedade, com a garantia dos Direitos Fundamentais do Homem, e com a responsabilidade de governantes e governados.

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Utopia Brasileira

O Brasil não fez revolução alguma, jamais. Não se revoltou para conquistar a independência política. Nem para tirar da escravidão cerca de metade da sua população. Nem para implantar a industrialização burguesa. É incrível que alguém tenha medo da revolução socialista. É irônico, mas constitui uma das tragédias brasileiras: inimigos inexistentes.

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O Eterno Carnaval – Os Poderes Comandando as Farsas

Além do habitual diversionismo, esta Operação, que muito corretamente deverá ficar para a história como “Nos braços do Tio Sam”, também está expondo uma briga de quadrilhas por dinheiro e poder (ou também correrá sexo, para a trinca mágica das motivações?). Como escrevi recentemente, estamos procurando a oposição.E a contrarreforma da previdência, de interesse unicamente bancário, talvez tenha um aumento de custo no Congresso renovado.

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A mentira e a escravidão, os males do Brasil são

A enorme dificuldade em defender o consórcio dos interesses, reunidos para conquistar o Governo do Brasil, e a absoluta ausência de planos, projetos, programas que possibilitem solucionar os verdadeiros problemas nacionais, obrigam esta diversificada aglomeração, o “Governo Bolsonaro”, a se apegar nos discursos eleitoreiros e a construir fantasmas, perseguir inimigos que nem existem. Vamos tratar de  verdadeiros e grandes problemas nacionais.

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Lava Jato, Máfia, Corrupção e Judiciário – Parte II

Leonel Brizola dizia que as práticas políticas da “oposição” com os “governos militares” geraram um mar de cumplicidades.Estamos mais uma vez submersos, quase afogados, sem poder respirar, nesta globalizante pressão ideológica e financeira desde 1990.

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Lava Jato, Máfia, Corrupção e Judiciário – Parte I

A corrupção é o sinal de Estado fraco. O que é Estado fraco? Aquele que a elite que o dirige está comprometida com a manutenção do “status quo”, com o imobilismo – econômico, social, cultural -, no caso brasileiro, com manutenção da escravidão e com o modelo exportador de produtos primários, contra a industrialização.

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A Árvore Cheia da Jabutis

Vivemos, como no Império, a farsa do Poder. Uma família que vivia faustamente às custas do povo que a aplaudia. Hoje somos uma nação escrava, votando e apoiando o opressor. Com o descaramento que borda o cinismo, ouvimos que o País exige a “reforma da previdência” que nos levará, daqui a 15/20 anos, a encontrar o nirvana. Eu retruco, estatizem o sistema financeiro e, em um ano, o Brasil estará crescendo como nunca.

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Novos Alvos da Banca: Militares, Magistrados e Promotores

Vivemos a guerra híbrida do sistema financeiro internacional contra a humanidade. Os argumentos são envolvidos nas mais atraentes embalagens e se apresentam sempre a favor da banca, como abrevio este sistema demolidor.Pelas redes sociais foi divulgada a seguinte tabela de valores médios de aposentadorias, onde logo encontramos inconsistências, incoerências, além da anônima autoria. É o fake da banca em ação. Com que propósito?

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PRECISA-SE OPOSIÇÃO | Nação sob o Poder de um Sistema e Conclusão

Pedro Pinho conclui a trilogia de artigos onde explora a questão-chave a quem espera um contraponto ao modelo anunciado de governo: Quem é oposição no Brasil hoje? Esta parte final desenvolve a visão de que o Estado brasileiro deixou de ser manipulado por outros Estados Nacionais e foi tomado de assalto. Usando como armas a dívida e a corrupção, agora quem dá as cartas é o sistema financeiro internacional. Prometendo o sol da “liberdade”, a Banca esconde as trevas da escravidão dentro de nossa sociedade de classes. Onde encontrar um farol de Oposição para guia-nos à luz do dia?

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PRECISA-SE OPOSIÇÃO | Nação sob Poderes Nacionais Estrangeiros

Pedro Pinho dá sequência à trilogia de artigos que explora a questão-chave aberta com a posse do governo Bolsonaro: Quem é oposição no Brasil hoje? Após a introdução tratando do período colonial, neste artigo o autor apresenta os vínculos do Brasil-Império, passa pela Velha República e alcança a Era Vargas mostrando o movimento pendular brasileiro desde a esfera de influência britânica até a aproximação com o império estadunidense. Novamente, o foco está na compreensão entre o controle (Poder) e o executor deste (Governo), e a apresentação dos tópicos nacionalistas capazes de oferecer um contraponto à dominacão externa: soberania, cidadania, segurança e justiça.

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PRECISA-SE OPOSIÇÃO | Introdução e a Nação sob o Império Português

Pedro Pinho inicia aqui outra trilogia de artigos, agora explorando a grande questão aberta após a deflagração do governo Bolsonaro: Quem é oposição no Brasil hoje? Assumindo que não tem intenção de oferecer nenhuma resposta fácil ou imediata, o autor posiciona-se sobre os aspectos históricos para indicar-nos quem é/está Governo e quem é/tem o Poder. Entendendo isso, poderemos deixar a armadilha do ideário “prafrentex” e seguir para a implementação de um modelo real de luta social. Quem sabe assim as transformações nacionais e políticas finalmente ocorram, não?

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Direita ou Esquerda – Para a banca tanto faz…

São tempos de par ou ímpar, segundo Pedro Pinho. Herege ou religioso. Romano ou bárbaro. Católico ou protestante. Comunista ou capitalista. Por todos os tempos, o Poder sempre procurou simplificar as diversidades de qualquer natureza, em especial as ideológicas ou as que o pudessem enfrentar (ou apenas assumir) suas diferenciações. Uma carga com as polaridades do tipo: nós ou eles.

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A Farsa da Previdência e Outras Fraudes da Banca

A partir dos anos 1970 entrou na pauta das academias e das instruções, inclusive militares, a ideologia neoliberal. As comunicações de massa passaram a divulgar, de modo sempre favorável, o denominado “mercado”. As notícias restringiam-se apenas ao “mercado financeiro”, e aos indicadores que favorecessem as demandas vinculadas a este, como se fossem as principais referências para a avaliação do Brasil. O Estado, por outro lado, era ineficiente e corrupto. Jamais associou o corruptor – a Banca – aos corrompidos. Os corruptores ficaram restritos a alguns poucos empresários que atuavam na industrialização do País. Todos sabemos que a Banca se opõe à industrialização.

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Poder, Governo, Informação | Parte 3 de 3

Pedro Pinho conclui a série de artigos tratando da tríade poder, governo e informação, analisando o último vértice: a riqueza na aplicação das teorias da informação. Citando diversos autores que pesquisaram e apresentaram seus trabalhos a respeito dos conceitos e usos da comunicação, ele mostra como o sistema financeiro internacional – a banca – anteviu com clareza o uso desta força como ferramenta de dominação para suas regras e intenções. Se a banca em si não é capaz de “fazer cultura”, é ela quem detém o controle sobre os meios de comunicação de massa que lhe referendam. A partir daí, sempre ficou mais fácil estender o domínio pela economia, política – o psicossocial dos povos – e dentro dos governos a partir da última década do século XX.

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A Constituição que deve ser queimada

Hoje a Constituição serve apenas para garantir elevados salários de um poder sem voto e sem qualquer responsabilidade pelo País: o judiciário. E que se coloca acima do legislativo e do executivo, por mais ignóbeis que sejam, mas que tem a legitimidade do voto.

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Poder, Governo, Informação | Parte 2 de 3

Pedro Pinho dá sequência à série de artigos tratando da tríade tácita entre a ordem, a mão e a fala da ilusão. Neste segundo, ele trata do Governo. Tomando por base os governos militares que assaltaram o país a partir de 1964, ele mostra como a estrutura de poder do Estado nacional foi levada do capitalismo industrial para o sistema financeiro internacional – a banca. O combate a eventuais “surtos” de industrialização no Brasil sempre foram combatidos por nossos colonizadores, impedindo que nosso desenvolvimento desse suporte à construção da soberania nacional, à construção da cidadania e as seguranças que abrangem a pessoa, suas posses e seus direitos.

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Poder, Governo, Informação | Parte 1 de 3

Pedro Pinho inicia uma pequena série de artigos tratando da tríade tácita entre quem ordena, quem faz e quem fornece a ilusão necessária para que isso funcione. Neste primeiro, ele trata do Poder – essa coisa abstrata que vende-se como algo que emana do povo, mas que, na verdade, apenas faz uso dele. Umas poucas famílias, agora em um enorme banquete corporativo autofágico, fazendo uso da população para ampliar sua dominação econômica. Sua arma? A dívida! Assim, o abstrato “mercado” alimenta a roleta de um cassino onde as fichas somos nós…

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A Petrobras e a Próxima Crise

Olhar a perspectiva histórica a partir de crises econômicas insufladas pela banca permitirá que se anteveja o que vem pela frente, no Brasil e no mundo. Pedro Augusto Pinho apresenta o atual momento como de ebulição controlada, onde distintas chaves serão acionadas conforme a conveniência econômica. Tomando como base as crises do petróleo ao longo da segunda metade do século XX, é demonstrada a passagem do poder econômico do sistema geopolítico para o sistema financeiro apátrida. O mesmo sistema sedento pelo Pré-sal e que força a inviabilização da Petrobras como player mundial na áea de energia. Agora, já finalizando a segunda década do século XXI, ele mostra os reflexos da última série de crises: consolidação do poder da banca e extensão da sua dominação ao mundo da comunicação, da política, do psicossocial e de diversos governos nacionais.

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Que bom! Sou um idiota!

Pedro Augusto Pinho explica como a “banca” faz uso de sua expertise para que todos nós, de forma voluntária e engajada, trabalhemos como verdadeiros militantes para que ela amplie a concentração de renda no mundo. Replicamos a vontade dela e ampliamos seu poder de convencimento cada vez que a alimentamos com nossos metadados. Para isso, a banca precisa apenas daquele instrumento de dominação que carregamos no bolso: o nosso próprio celular…

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O Comunismo chegou ao Brasil

Nas palavras do autor: “Este artigo é dirigido para os expressonautas. Expande a notável palestra de terça-feira, 13/11, deste genial Felipe Quintas, para a conformação da banca – a dona do Brasil.” O que se coloca na mesa é a discussão das velhas ordens internacionais travestidas como algo novo neste momento, com o incremento de que agora o que chega no Brasil de Bolsonaro é o sistema financeiro transnacional, um apátrida patrimonialista que chega dizendo “…dane-se o Estado Nacional!”

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O Mercado Precisa Explicar

O mercado criou empresas de investimento, poderosos fundos de aplicação, coletando desde fortunas de famílias, lucro de traficantes, subornos de dirigentes privados e públicos, salários de magistrados e barnabés, e, se for possível, as esmolas caridosamente dadas, para estes trilionários, em dólares, fundos de investimentos.

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Democracia e Ditaduras No Cardápio Eleitoral

No Brasil, já fragilizado pelas ações do Governo Temer e pelas ações parlamentares e da própria Dilma Rousseff, em seu segundo e incompleto mandato, com reservas em dólares estadunidenses, que deverão ser desvalorizadas no curso da crise, com qualquer dos dois grupos no comando da Nação, só poderá naufragar. Antevejo ondas de desempregados e saques e violência urbana aumentando. Uma insegurança de toda ordem: pessoal, patrimonial, jurídica, econômica e social. Pois, como ficou óbvio, nenhum dos litigantes no campo do Bolsonário tem projeto para a Pátria Brasileira.

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Brasil no Mundo Também Não É Pauta Eleitoral

A infelicidade brasileira é a elite que se acostumou pelos 400 anos de escravismo legal e pelo tempo restante, desde seu descobrimento, pelo escravismo não oficial, a não respeitar os pobres e, dentre estes, os negros. No País em que a maioria absoluta da população é formada de negros e mestiços de negros e de índios.

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O mal que ela nos faz

No recente artigo – Moinhos de Vento ou Reflexões sobre a Eleição de 7 de outubro de 2018 – referi-me ao triunfo do sistema financeiro internacional, a banca, em colocar temas irrelevantes para a discussão política nesta eleição.
Mas não aprofundei esta ação de mudar o foco e mesmo o entendimento das verdadeiras questões nacionais.
Denomino “pedagogia colonial” esta desinformação, entranhada no conhecimento e no imaginário de todos os brasileiros, ricos e pobres, populares ou da elite.

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