Zé Dirceu: memórias da amargura

O texto privilegia a descrição minuciosa dos fatos, no espaço e tempo em que ocorreram, sobretudo da vida interna petista. Peca, fortemente, pela falta de avaliação dos sentidos profundos dos sucessos vividos e protagonizados. Trata-se de espécie de história política do PT, bastante árida para os não enfronhados nos grupos, tendências, lideranças, etc. em eternas disputas. Sobretudo falta dimensão histórica nesse texto sempre instigante e informativo.

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Quem impediu Lula de ir para Embaixada?

Filho feio não tem pai, não é mesmo?

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“Estrategistas” (sic) de calça arriada: Lula em prisão perpétua – depois de derrotado. Garcia? Asilado!

O tamanho da cara de pau daqueles que se juntaram para tentar erradicar o Duplo Expresso tempos atrás não cansa de surpreender. Na melhor tradição orwelliana/ stalinista, tentam agora apagar da foto certos indivíduos e ideias, para que eles mesmos não fiquem tão mal no retrato. Os “tiozões”, mais uma vez, denunciam um certo gap geracional. E mostram não terem compreendido, ainda, a era digital.
– Ora, a internet não esquece. E nem perdoa!
#prints

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Análise: “Frente Democrática” – entre o sonho e a realidade

Desperdiçar apoios, bem como gestos de aparente “magnanimidade”, “desprendimento” e “respeito ao povo e à democracia” não é bom para um governo prestes a enfrentar tantas dificuldades. Especialmente porque atender o Nordeste, e seus governadores vermelhos, é relativamente muito barato em termos orçamentários. Além disso, será que o novo governo vai desperdiçar também uma chance de dividir sua oposição?

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“E Bolsonaro ganhou”: como João Paulo II – e Ratzinger – pariram Malafaia e Macedo

“Quer entender o que aconteceu na chamada “ascensão evangélica” nos últimos 20 anos e como retornar o diálogo de esquerda com evangélicos? Em alguns minutos farei um esboço breve.”
Publicamos, a seguir, mais uma importante reflexão proposta por um expressonauta. Desta vez, um que assina “Filósofo da Colina”. E que reage à segunda parte do Duplo Expresso da última terça-feira (“nerd”). Nela, a sociólogo Thais Moya discorreu sobre o tema “Evangélicos: o que são, de onde vieram, o que querem e para onde vão nos levar”.

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Como a pequeno-burguesia petista jogou os militares – e o Brasil – no colo dos EUA

O “expressonauta” O.G.M. é acadêmico de exatas que conhece o PT desde o seu nascimento. E que vem observando, desde então, as implicações políticas da tensão ideológica existente entre, de um lado, os elementos sindicais do partido – capitaneados por Lula, é claro – e, do outro, os pequeno-burgueses. A seguir, ele explica como o desequilíbrio nessa soma de vetores a partir do governo Dilma seria DETERMINANTE para o fim, de fato, do Estado nacional brasileiro (a partir de 2016).
Partindo dos comentários do antropólogo Piero Leirner sobre o posicionamento dos militares brasileiros na quadra atual, OGM faz um belo apanhado de como a moralidade pequeno-burguesa de boa parte do PT – e da esquerda brasileira em geral –, bem como a sua proximidade (inclusive pecuniária) com a China, contribuiu de forma decisiva para o estranhamento dos militares com relação ao partido. E mais: também com relação aos próprios chineses.

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A estreia do articulista Henrique Matthiesen, novo colunista do Duplo Expresso

Nada é mais importante, para a cúpula do partido da estrela, do que o seu projeto hegemônico e sua soberba com as forças progressistas.
Messiânicos, conjecturam ser uma organização casta, portadora da salvação nacional e da verdade absoluta no campo da esquerda.
Cobram, inadvertidamente, o que são incapazes de praticar; afinal, para alguns iluminados do ABC, eles são as gêneses da história, a reencarnação da virtude, e desta forma, aqueles que não entendem isso são condenados à rotulação de traidores e indignos de coexistir no debate nacional

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Painel (ilustríssimo) debate consequências de Bolsonaro

No último domingo, ao vivo durante a apuração da votação no segundo turno da “eleição” (?) presidencial, os apresentadores do Duplo Expresso Wellington Calasans, Romulus Maya e Carlos Krebs receberam para debate – no calor dos acontecimentos – o cientista político Felipe Quintas, a socióloga Thaís Moya, a comentarista de assuntos jurídicos Maria Eduarda Freire, o antropólogo João de Athayde, o artista visual e ativista Sama, o politólogo e analista internacional Eduardo Jorge Vior, a arquiteta Patrícia Vauquier, o advogado Samuel Gomes e o convidado especial Senador Roberto Requião.

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“Print-bomba”: Haddad tinha áudio incriminando Bolsonaro no Caixa 2 do WhatsApp. Cadê?

Conforme prometido na semana passada, caso Fernando Haddad e o seu staff decidissem proceder à traição – final – a Lula, ao Brasil e aos seus pobres, o Duplo Expresso não silenciaria. Como vimos dizendo desde o dia 19 de outubro, tanto a Folha de S. Paulo como a campanha de Fernando Haddad tinham em sua posse o batom na cueca de Bolsonaro. Ou seja, o áudio em que o (suposto) “Presidente-eleito” pede, de viva voz, a empresários que pagassem – com caixa 2 – pela contratação do envio de mensagens em massa pelo WhatsApp.
“Print-bomba”: na semana passada, exasperados, indagamos de representante da campanha de Fernando Haddad com quem mantivemos contato sobre por que não publicavam o áudio-bomba. A conversa abaixo, via WhatsApp – Ah, a ironia! –, deu-se na semana passada. Ou seja, a poucos dias da votação.

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Aberto o alistamento de nacionalistas – A chave do recomeço

A vitória de Bolsonaro é a vitória da Guerra Híbrida imposta ao Brasil e aos brasileiros. Desde o final da Guerra Fria os colapsos das democracias ocorrem não mais com as figuras dos soldados e generais, mas através de governos eleitos. O caso do Brasil é ainda mais emblemático: ao prenderem Lula sem crime, os piratas do petróleo e a banca internacional escolheram não apenas o próprio candidato (que acabou como vencedor), mas também o adversário que traiu Lula e inicia o processo de destruição do maior partido do Brasil, o PT.

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Guerra híbrida: como Bolsonaro enganou Haddad ontem (de novo!)

Piero Leirner, antropólogo e professor da UFSCar, vem advertindo, há tempos, que a tática de comunicação empregada pelo staff militar que circunda Jair Bolsonaro é, ela também, militar. Mais que isso, advinda dos manuais de guerra de terceira e quarta gerações (assimétrica e híbrida, respectivamente). E que, portanto, não obedece à lógica das campanhas de marketing político tradicionais. Embora a campanha de Fernando Haddad o tenha procurado para se aconselhar, certamente a lição segue não tendo sido aprendida até aqui. Como resultado ontem, mais uma vez, o staff do ex-Prefeito caiu em uma pegadinha preparada pelos – militares – do outro lado.
Eis o resumo das lições a tirar do episódio – se é que ainda há tempo para isso – reunidas por Leirner, seguida de vídeo com o resumo do episódio apresentado por Romulus Maya.

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Acabou: Rosa Weber diplomou Bolsonaro ontem, que seguiu para festa na Paulista

O último domingo será considerado o ritual de passagem para o Regime Bolsonaro. A coletiva de imprensa das supostas “instituições”, acocoradas, com representantes do TSE, OEA, Polícia Federal, MPF, e Governo Federal – por de Raul Jungmann e do General Ecthegoyen – representou a diplomação de fato do ex-Capitão.
Nela ficou clara a tentativa de imposição de uma realidade paralela chancelada pelo “é o que afirmamos, cale a boca e ponto final”. Linha argumentativa explícita na fala firme do General Ecthegoyen de que “dia 29 teremos um presidente de todos” legítimo e isso é incontestável, “ponto final”.
Em síntese, a “coletiva sobre fake news” do TSE ontem foi, ela sim, a grande fake news! A tônica, geral, das falas foi o reenfoque do tema “fake news”. Ocultou-se o sofisticado e caro esquema empregado, clandestina e ilegalmente, em favor de Bolsonaro. E sua consequência jurídico-políticas óbvia: nulidade da “eleição” (sic).

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“ZapGate”: Folha – e Haddad – enterram áudio que detona Bolsonaro. Por quê?

Folha e Haddad enterraram o áudio-bomba. O batom na cueca de Bolsonaro. Assim, dão tempo para que:
(i) Judiciário, mais especificamente o TSE;
(ii) a grande mídia, em especial Globo e Folha de S. Paulo – mas também a “GloBosfera (dita) progressista”; e
(iii) as duas candidaturas que disputam o segundo turno, Bolsonaro e Haddad, chegassem à formatação final do “grande acordo nacional, com Supremo, com tudo”. Afinal, como já antecipava Jucá “os Generais garantem”.
Farsa grotesca!
– Bom voto no domingo que vem, caros patos!
Amarelos ou vermelhos, fica a gosto do freguês.

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Dilema da esquerda em 2018: entre encontrar o seu rumo e a derrota total

A construção da “frente democrática” liderada pela candidatura de Fernando Haddad se mostra como a capitulação do PT diante das pressões para se tornar uma espécie de New Labour dos trópicos e adotar uma agenda “social-liberal”, em essência a mesma adotada desde 2015 por pressão do despotismo corporativo e que conduziu o país a essa situação de medo generalizado.
É preciso que haja a defesa intransigente do projeto nacional-popular, associada à denúncia da candidatura de Jair Bolsonaro como a continuidade do projeto neoliberal (e não “fascista”) de entrega total do país, iniciado na redemocratização e aprofundado com o PSDB no governo FHC.
Ainda que a candidatura de Fernando Haddad não logre ser vitoriosa, se assim proceder, dará o rumo e a direção que hoje faltam à esquerda, atordoada pelo medo semeado pelos grupos interessados em ter direita e esquerda na sua mão, como dois lados da mesma moeda.

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“Day After” – Lamber as feridas e reconstruir a esquerda

Para mudarmos o cenário pós-eleitoral, o famoso Day After, devemos recomeçar (zerar) a esquerda. Eliminando da nossa lista os infiltrados, dando prioridade aos assuntos que verdadeiramente importam e com a consciência de que faremos isso para os nossos filhos e netos, pois o Brasil das próximas décadas está condenado a ser um país de quinta categoria. À luta!

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Bomba: Dória desmente Globo e revela que médico de Bolsonaro trata câncer

Já está batido começar post repetindo nosso slogan, “Duplo Expresso – a verdade chega primeiro”, não é verdade?
Mas o que fazer quando, rotineiramente, vemos que antecipamos em semanas, quando não em meses, as cartas de que os atores do jogo político acabam por lançar mão na rodada da vez?
Mais: Luiz Moreira e o pedido de anulação da eleição (fraudada!)

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Haddad e Joaquim Barbosa: visita da saúde? Ou a volta do Ceifador?, por Luiz Moreira

A transformação de Joaquim Barbosa de algoz do PT a responsável pela política jurídica de eventual governo Haddad é verdadeira alquimia, que merece profunda reflexão, pois se sua atuação interditou quadros históricos do PT e possibilitou criminalizar a política, parece inquestionável que trouxe benefícios vários a outras figuras.
Ainda voltarei a essa questão, mas após o segundo turno.

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Proposta política, marketing eleitoral e o Brasil pós-eleitoral

Páginas na internet que se apresentam como “de esquerda” estão perdidas. Não sabem como tratar de um “Haddad Tucano” e um “Bolsonaro Comunista”. Esquecem que numa eleição fake a lógica é não ter lógica. Falam da “importância de derrotar o fascismo”, mas batem firme em Ciro Gomes que, segundo todas as pesquisas, seria uma garantia de vitória contra Bolsonaro. Isso apenas mostra que a luta de muitos é pelas “oportunidades de uma eventual vitória”.

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A marca “Haddad” e a busca pelo sucesso: “não é Bolsonaro” ou “é Lula (e além!)”?

A campanha de Haddad parece seguir script escrito para ela pelos marqueteiros de… Bolsonaro (!)
A nova aposta, em “Haddad não é Bolsonaro”, significa desistir de mostrar “quem é o melhor”, para focar no “quem é o pior”.
A posição que trouxe Haddad até aqui é: “Haddad é Lula”, “o Brasil feliz de novo”. O fato de essa posição não ter levado ainda a uma posição majoritária não significa nem que ela venha a ser necessariamente bem-sucedida nem que não será. A grande questão é que essa posição não pode ser alterada sem grandes custos e grandes perdas no curto prazo. Se cuspir no prato que está comendo, ou seja, se mudar muito de posição, os eleitores que lhe rejeitam continuarão rejeitando, os indecisos tendem a ter mais dúvidas e seus eleitores podem diminuir a motivação em fazer campanha.
Perder com honra pode muitas vezes ser melhor do que ganhar com desonra. Mas certamente é melhor do que o pior dos mundos: perder com desonra.

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Carta a Haddad

Desejo-te honestamente sorte, força, coragem, sensatez e coerência para que, dessa vez, consiga ser Lula, não para vencer “o coiso e o mau fascista”, mas para derrotar nosso real inimigo: o Golpe, que, inclusive, forjou meticulosamente seu adversário com intuito de destruir seu partido e os direitos sociais do povo brasileiro.

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Segundo turno: traidor tem redenção? Pode des-trair? Ou só dis-trair?

Antecedente – o trágico 7 de abril em que, contando com indispensável traição, o Golpe nos tirou Lula: “TODO TRAIDOR UM DIA SERÁ TRAÍDO” – TABACO. Ou melhor, do ator Osmar Prado para Lula, em bate-bola nada espontâneo.
Traidor tem redenção? Pode des-trair? Ou só dis-trair? – o resumo do massacre “eleitoral” (sic). E de nossas perspectivas no segundo turno.
Mais: o papel do whatsapp nesta nossa guerra híbrida.
E o fim: se Haddad casar com Globo/ “Mercado”, Bolsonaro abocanha Nordeste (e as periferias das áreas metropolitanas do Centro-Sul).

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A Reconstrução da Esquerda: O Único Caminho

Ao abandonar Lula para salvar o STF do vexame na ONU, o PT Jurídico (Apud Luiz Moreira) corroeu por dentro o pouco que restava da esquerda no Brasil.
A luta para refazer a esquerda será muito dura! O primeiro passo será dar oportunidade aos novos nomes. É preciso renovar os quadros e modernizar o discurso, alinhando-o com a prática.
Afastar aqueles que foram e são coniventes com os superpoderes da justiça e que contribuíram para a perda da soberania popular.

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Rejeição a Haddad provoca debandada pró-Ciro e “racha” do PT na reta final

A impossibilidade de transferir votos de Lula para Haddad e o crescimento do número de pobres de direita, eleitores de Bolsonaro, na população pobre nos permite afirmar que sem Lula o pobre migra o seu voto. Dessa forma, Bolsonaro, mesmo escondido para não abrir a boca e botar tudo a perder, é visto como alguém que assumirá a pauta moralista e conservadora.

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A barganha do PT com a Finança e os EUA: foi-se o projeto nacional?

A seguir, republicamos texto seminal que saiu aqui no Duplo Expresso em fevereiro deste ano, sob o título “Golpe do Judiciário e invasão americana: por que o PT não dá nome aos bois?”. Sete meses depois nos ajuda a compreender melhor a barganha que o “PT jurídico” e seu expoente Fernando Haddad tentam fechar com a Finança transnacional e o Deep State americano, abdicando definitivamente de um projeto nacional para o Brasil. Projeto ao qual, como se vê, o Partido dos Trabalhadores, dadas as suas contradições ideológicas internas, nunca chegou a ser aferrado. O texto foi elaborado por observador privilegiado, e qualificado, da política nacional. Um economista desenvolvimentista sênior que trabalhou no Governo Lula. Mesmo que se discorde das teses que apresenta, são um excelente ponto de partida para o “que fazer?” de 2018 – e, principalmente, além.
No fim, as (sempre) sábias palavras do Embaixador Samuel Pinheiro Guimarães, na sua participação semanal no Programa Duplo Expresso.
Mene mene tekel upharsim: estava escrito na parede. E teve profeta que avisou.

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Exclusivo: Lula recusa encarnar cabo eleitoral “fake” e Golpe salva “PT Jurídico” calando ex-Presidente

Lula não vê como provável, no contexto do Golpe, a hipótese de Haddad vencer a “eleição”. Acreditaria, ao contrário, que o afunilamento na “reta final” da campanha haverá de revelar que Haddad teria sido usado – assim como Bolsonaro – como um cavalo paraguaio. Ambos seriam em realidade instrumentos, deliberadamente ou não, da mais escancarada fraude eleitoral da História: a “vitória” do – sem voto – Geraldo Alckmin.
Ao longo do dia de ontem passou a haver a desconfiança de que, nas entrevistas que fora autorizado a conceder, Lula não interpretaria o papel que esperavam dele: o de cabo eleitoral. Mais do que isso, o de um cabo eleitoral crédulo, estilo Poliana, apto a contribuir para o esforço – notem: “suprapartidário”! – de normalização destas “eleições 2018” (sic). O “PT jurídico” e o Golpe (i.e., a sua face mais ostensiva) passaram a temer que, ao contrário, transparecesse a ideia de que Lula não acredita em uma disputa honesta, em que o PT pudesse, de fato, sair vitorioso.
Uma entrevista de Lula com tal conteúdo – a poucos dias do pleito – seria nitroglicerina pura.
O esforço para apagar tal incêndio potencial foi, uma vez mais, “suprapartidário”. Com uma mão o “PT jurídico” deu – através do “bom policial” Ricardo Lewandowski. E, com a outra, o Golpe (i.e., a sua face mais ostensiva) tirou – com o “mau policial” Luis Fux. No final, na foto saíram bem tanto o “mocinho” como o “bandido”: de novo!

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#EuNão: manifesto contra o fascimo-chic que deu certo

Quando um movimento político se diz apartidário já é uma construção ideológica. A quem serve o movimento #elenão? O “ele” é uma fulanização que pode ser apontada a qualquer um. Dessa forma, pode ser instrumentalizado por qualquer interesse em disputa que “não” quer perder. Quem ganha com o movimento #elenão? A Rede Globo, o Mercado, e a Direita Fascista.
“PT JURÍDICO”: O FASCIMO-CHIC QUE DEU CERTO: Não é “nós” contra “ele”, mas muito de “nós”, “nele”. O terreno do fascismo já está pavimentado, o “coiso” não precisará fazer nada para que essas “coisas” continuem acontecendo. Deve ser por isso que estarão “todos” juntos, de mãos dadas, “contra” “ele”. NÃO CONTEM COMIGO. #EUNÃO

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Confirmado: caminhamos para maior fraude eleitoral de todos os tempos

Possibilidade de cenário com “empate quádruplo” – ou próximo disso, replicando primeiro turno da eleição francesa de 2017. Assim, não seriam originais em nada na operação “Macron Brasil 2018”. Nesse caso, restaria à Finança/ Globo/ Juristocracia, o triunvirato não eleito que substituiu a soberania popular, escolher qual segundo turno prefere: Haddad vs. Bolsonaro; Alckmin vs. Bolsonaro; Haddad vs. Alckmin. E o vencedor, obviamente. Em leilão reverso: quem dá mais… à Finança. Ou melhor, quem for capaz de criar as condições, no arranjo político de 2019, para que Finança extraia mais. Quem? Alckmin ou Haddad?

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Lula, a face do povo: “voltará para de onde nunca deveria ter saído”?

É com profunda tristeza e imenso estarrecimento que assisto às manifestações públicas de amigos íntimos e não tão próximos assim, às de ex-professores de graduação e pós-graduação de uma das universidades federais mais antigas do Brasil, de eleitores de esquerda, do PT. Em muitos momentos, buscava compreender os reais motivos de todos os que se dizem de esquerda e que, até há pouco tempo defendiam a liberdade de Lula, como em um passe de mágica, cegos, agarrarem-se à candidatura de Haddad como tábua de salvação. Talvez por ser doloroso demais compreender a gravidade da situação de nosso país? Ou talvez porque não consigam ter uma visão mais complexa da realidade mundial? Foram essas e tantas as perguntas que me fiz. Não deixam de ser, até certo nível, aceitáveis. Coube-me, como louca, bradar nas redes sociais: “É golpe ou não é golpe?”, “Rasgaram ou não a nossa Constituição?”. Daí, o mais perverso e cruel, entre os que me cercam, revelaram-se, nos inúmeros comentários, postagens dia a dia, e era eu quem não queria enxergar o que, de fato, está por trás da não luta por Lula. E, nesse caso especificamente, recai uma singularidade da construção histórica e sociocultural do Brasil.

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