Genocídio tupiniquim e o comportamento de indiferença e anestesia 

Época da eliminação. É possível pensar que passamos por um tempo assim: tempo de precariedade material, simbólica e nas relações humanas, seria melhor para entender o tema. Tratemos desse tema delicado para evitar que seus vestígios agora presentes se convertam em uma triste tragédia. Neste artigo apresenta-se a noção de genocídio como técnica social de construção, destruição e reorganização das relações sociais como base para o domínio político e para a constituição de novas formas de hegemonia e de organização do espaço de trabalho.
Não deixe de ler, debater e compartilhar.

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(Des)caminhos da crítica autonomista ao marxismo

Neste artigo, a autora analisa a corrente autonomista, que existiu no Brasil, ao longo da década de 1980, e tinha o objetivo de revisar o marxismo, especialmente na revista Desvios. Esta revisão crítica se deu a propósito do que, à época, ficou conhecido como a emergência de “novos” movimentos sociais. Dentre os principais participantes desta corrente, destacavam-se o sociólogo Eder Sader e a filósofa Marilena Chauí, cujas formulações, no período, serão privilegiadas aqui.
(Des)caminhos da crítica autonomista ao marxismo é a segunda parte do artigo, aqui publicado pelo Duplo Expresso. Não deixe de ler para entender as limitações atuais da esquerda partidária.

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A década de “novos” movimentos sociais no Brasil

Neste artigo, a autora analisa a corrente autonomista, que existiu no Brasil, ao longo da década de 1980, e tinha o objetivo de revisar o marxismo, especialmente na revista Desvios. Esta revisão crítica se deu a propósito do que, à época, ficou conhecido como a emergência de “novos” movimentos sociais. Dentre os principais participantes desta corrente, destacavam-se o sociólogo Eder Sader e a filósofa Marilena Chauí, cujas formulações, no período, serão privilegiadas aqui (primeira parte).
Leia, debata, compartilhe em todas suas redes pessoais.

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Progressismo Brasileiro: Notas Preparatórias para uma Necessária Polêmica #1

Há inimigos e há adversários. Se os dois são analiticamente diferentes, ambos devem ser combatidos. Às vezes com a mesma agressividade. Às vezes ao mesmo tempo. Porque, como dizia um velho ex-seminarista, por entre seu largo bigode: “não me importa o que você diz de si mesmo ou o que os outros dizem de você; me importa o que você FAZ.”. E, no final das contas, pode ser que inimigos e adversários estejam, num dado momento histórico, contribuindo para a mesma catástrofe.
Quer conhecer mais sobre este debate? Leia, compartilhe. O texto acompanha video de debate sobre a questão de segurança Pública, o Duplo Expresso quer construir uma plataforma de soluções para com um coletivo forte, com qualidade critica e tolerância interna combater a Guerra Híbrida e dar uma opção de luta para o Brasil.

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Sim: Lava Jato usa Mantega para desnacionalizar petroquímica! (e o D.E. acerta mais uma, hein?)

Lava Jato rompeu pacto secreto com a Banca. Foi pra cima de Guido Mantega para forçar Bradesco e demais a aceitar perder garantia do empréstimo multi-bilionário à Odebrecht: a Braskem.
Ou seja, é a Lava Jato mais uma vez operando para os EUA para desnacionalizar um setor inteiro da economia brasileira: a petroquímica.
Previmos o movimento ainda em 22 de agosto. Chega a ser transparente quase. E é por isso que o D.E., infelizmente, não erra uma.

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“Vista preto”, hoje, mesmo. Afinal, a “esquerda” teve morte cerebral!

A maior derrota da esquerda nestes 8 meses e pouco de Bolsonaro – e Generais – no poder é contribuir, de forma indispensável, para que esses continuem alimentando nas suas bases – sobretudo militares e forças auxiliares – a ideia de que eles são os nacionalistas e a esquerda, anti-nacional. O último episódio, em que UNE e PT chamam seus membros a saírem de preto hoje, 7 de setembro, a Data Nacional, é exatamente o tipo de simbologia que Bolsonaro e Generais usam para reforçar ainda mais o vínculo com a sua base. Fica o simbólico e sai de cena o concreto: Alcântara, Petrobras, Pré-sal, Eletrobras, Correios, Embraer. 7 de setembro: mais nacionalismo popular, menos lacração.

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Paulo Pimenta enfia faca nas costas de Lula (e Gleisi). Avisamos, não?

Confirmação de algo que o D.E. antecipou mais de 4 meses atrás: um dos principais cooptados pelo Golpe dentro do PT, o criminoso Paulo Pimenta (segundo relato do seu próprio primo, seu ex-“laranja”) tenta ser o “tertius” entre Gleisi Hoffmann, a candidata de Lula, e Paulo Teixeira, o candidato — i.e., o candidato nominal (mais para corta-luz) — do PT Jurídico, na disputa pela Presidência do partido. Caro petista, é Gleisi ou sai vazado!

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Pepe Escobar – sem censura: Lula, Amazônia e guerra híbrida

Romulus Maya e Piero Leirner recebem Pepe Escobar, digerindo o saldo da sua recente visita ao Brasil: Lula, Amazônia… é guerra híbrida, minha gente!
Imperdível.

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Preparando o Estado para soberania – uma perspectiva histórica

O desmonte que os aparatos estatais nacional-desenvolvimentistas e sociais sofrem hoje reflete o projeto político de desnacionalização dos centros decisórios do país e de aviltamento das condições de vida da população, em favor da financeirização subordinada aos eixos mundiais de acumulação.
Resgatar o Estado das oligarquias colonizadas e colocá-lo a serviço da Nação brasileira, em favor da sociedade como um todo, foi a tarefa que a Revolução de 1930 e a Era Vargas empreenderam e que cumpre retomar para que o Brasil possa realizar a sua vocação de se tornar a Roma Tropical.

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Suicídio de Vargas: 65 anos. Foi-se ele. Inimigos estão aqui! – Live especial 24/ago/2019

Destaques:
Romulus Maya recebe o jornalista Beto Almeida, que comenta o aniversário, hoje (24 de agosto), do suicídio de Getúlio Vargas: 65 anos. Com depoimento de José Augusto Ribeiro, autor da biografia definitiva do maior estadista que o Brasil já teve.
Sim, História… mas mais atual do que nunca no Brasil de 2019.
Naquele dia 24 de agosto de 1954 foi-se Getúlio. Seus inimigos, contudo, então repelidos por uma década com aquele gesto dramático, ficaram.
Pior: estão, hoje, no poder!

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Manual “secreto”: como a internet levou – e mantém – Bolsonaro no poder

A palavra chave aqui é desorientação e sobrecarga cognitiva. A sobrecarga se deve às característica da moderna sociedade da informação e seus múltiplos estímulos comunicacionais. A cesura se dá não propriamente pela ocultação definitiva de conteúdos relevantes mas por um bombardeio de saturação à atenção do indivíduo com conteúdos irrelevantes/ manipuladores. Some a isso um Bolsonaro “mitando” em contraponto a uma esquerda “lacrando” nas redes sociais em temas morais, a coleta, o processamento e o uso de big data para sequestrar — e moldar — o “debate” político e você tem parte da receita de bolo que explica o Brasil atual. E que nos possibilita pensar uma reação.

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Lava Jato rompe “pactos secretos” e prepara grande armação. Para cima de quem?

Em suma: vem aí uma grande armação em Curitiba.
Palavras-chave: “Braskem”, “pastas secretas” – retroativas (!) – com nomes de “recebedores de propina” (sic), Guido Mantega – alguém ao mesmo tempo “do PT” mas também “ex-Ministro da Fazenda” (bancos/ compra de informação privilegiada).
Há, portanto, dois alvos potenciais bastante óbvios: PT (Lula?) e bancos.
Haverá outros?
Quais nomes entrarão, retroativamente!, nas tais “pastas secretas” (sic)?
Armação da grossa, minha gente!

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Bomba: fraude na “Lei de abuso de autoridade”! — é a guerra híbrida, estúpido!

Poxa, ninguém tem tutano suficiente para ter desconfiado quando o próprio PSL, o partido de Bolsonaro (!), deu o quórum necessário para a votação (em vez de obstruir!), minha gente?! 
O que é que há? 
Já estão colocando LSD na água de todos os brasileiros, Jesus?! 
Dureza, hein? 

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Haddad: a última pá de cal no PT

Os colaboracionistas infiltrados na oposição se comportarão do mesmo modo quando das reformas fiscal e política. Esperam retornar a uma maior integração à administração do Estado, seja ele qual for, e ao aumento das benesses correspondentes, é lógico, após o ataque geral do grande capital vergar os trabalhadores, despir de real poder as instâncias política, aniquilar a nação.
As próximas eleições devem servir para denunciar os responsáveis pelas terríveis condições de vida da população e lembrar que, sem abatê-los, não há salvação, mesmo parcial, para os ofendidos. Deve ser momento para chamar e organizar a luta contra o segundo governo golpista e a ordem ditatorial em construção, nas escolas, fábricas, associações, campos e quartéis. Deve ser o momento de organização das forças populares, em torno de um programa concreto, que tenha como mira sua emancipação social e política, no aqui, no agora, no após.

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Exclusivo: como “toda Brasília” é, realmente, hackeada (bem longe de “Araraquara”…)

Analista de cibersegurança detona farsa do “hacker de Araraquara”. E conta como, com toda a probabilidade, a elite do poder em Brasília — e alhures — é monitorada usando os seus próprios smartphones.
Sabe quem tem a tecnologia e, inclusive, explora a mesma comercialmente?
Os EUA!
Chocado?
Nem tanto, certo?
— Qual a possibilidade de uma ação conforme vem sendo descrita pela imprensa (nenhuma!);
— Qual a linha do tempo dos eventos;
— Quais as narrativas alternativas e as contradições;
— O que é SS7 — a rede atacada;
— Algumas especulações baseadas em experiências anteriores e técnicas de invasão comprovadamente eficazes a respeito do que pode — realmente — ter ocorrido;
— Teoria — e prática — da conspiração;
— O objetivo: o “Patriot Act” Tabajara (PL 2.418/2019);
— Uma última palavra sobre “hackers”, “crackers” e (in-) segurança de redes: o verdadeiro inimigo.

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Game-over: técnicos destroem a farsa de Moro com o seu “Arara-hacker”

Algo está muito errado quando nenhum veículo brasileiro (fora o Duplo Expresso), seja ele de direita ou de “esquerda”, sai a campo para apurar, de forma independente, se a “estória” contada pela dupla Sergio Moro/ “Arara-hacker” faz sentido do ponto de vista estritamente técnico. Foi valendo-nos justamente dos aspectos técnicos que cravamos, ainda na quarta-feira, que aquilo tudo se tratava de uma grande farsa. Pois eis que temos de contar com uma voz do neocolonialismo europeu, o El País, para finalmente encontrar estampada nas páginas de um jornal a visão — totalmente cética — dos profissionais da área e dos pesquisadores de nossas melhores universidades.
Ali, ninguém dá 10 centavos pela novela de Gloria Perez, digo, de Sergio Moro, transmitida no horário nobre da Globo nesta semana.
“Algo está muito errado”, disse eu ali em cima?
Que nada: está é muito certo, ora!
É a “guerra híbrida”, estúpido!
Com direito Manuela Davila e tudo…
“Boa” notícia, contudo, sobre nossa denúncia (antes isolada) acerca da iminência do fechamento do regime com o “Patriot Act” tabajara: já fomos plagiados, digo, “divulgados”, por Luis Nassif…

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Exclusivo: a “deportação” de Glenn Greenwald e o “Patriot Act” tabajara

Jornalistas, deputados, ativistas… todo mundo caiu na fake news, plantada por Sergio Moro, de “deportação” (sic) iminente de Glenn Greenwald. Enquanto isso, providencialmente, nenhum desses fala sobre o projeto de “Patriot Act” tabajara, em tramitação na Câmara dos Deputados. O PL 2.418/2019 legaliza o monitoramento – em tempo real – pelo Exército de todas as conversas mantidas no Brasil por meio de aplicativos de troca instantânea de mensagens (emails, Whatsapp, Facebook, Instagram, Twitter, aplicativos para encontros amorosos…).
Sobre mais esse furo do Duplo Expresso, e a sua vinculação a Glenn Greenwald, diz Pepe Escobar: “vocês DETONARAM desmontando toda a farsa. Existe alguma outra desconstrução a esse nível no Brasil? O ‘limited hangout’ só poderia levar a um ‘Patriot Act’. Acertaram na mosca!”

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Exclusivo: Moro – e Greenwald – enterram “hacker”. E com destruição de “provas”!

O texto abaixo reflete, mais uma vez, postagens feitas há pouco por mim no twitter. Muitas novidades, no dia em que:
(i) Glenn Greenwald “assumiu” affair com o “hacker de Taubaté” (?!). Apenas para — meia hora depois! — (tentar) voltar atrás;
Notar: depois do que relevamos ontem, refutando – tecnica e inapelavelmente – a “narrativa” do “hacker de Araraquara”, Glenn empalmar tal “dubiedade”, tendendo discursivamente na verdade à confirmação (!) é, sim, sem tirar nem por, mentir. Pior: junto com Sergio Moro.
(ii) Moro, ciente dos furos na “estória” que vem apresentando desde terça-feira, corre para — segure-se na cadeira, leitor! — DESTRUIR (assumidamente!) todas as “provas”.
Confira, ainda, a série de C.Q.D.s coletados pelas “Cassandras” do D.E. em mais esta “rodada”.
Mas, muito mais importante do que isso, conheça o que provavelmente vem por aí: o fechamento — clandestino — do Regime.
Palavra de quem, até aqui, (infelizmente!) não tem errado uma…

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Belas monstruosidades: elementos para uma contraofensiva progressista # 1

Esconder a realidade das pessoas só faz com que elas estejam despreparadas para enfrentar os eventuais desafios que venham a surgir. Imensa parte do nosso problema de incapacidade de luta efetiva vem de que a esquerda hoje é uma esquerda institucionalista, lacradora, cheirosa e no pom-pom, dominada por um bando de universitário classe média branca social-banana que arrota palavras de ordem e conclusões sofisticadíssimas, mas na hora do “vamo-ver” deixa o povão tomar na tarraqueta sozinho. O campo progressista de luta ou engrossa o couro ou não terá qualquer chance de vencer. Como diria minha mãe: se não quer brincar não desce pro playground.

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Banestado – Requião dá nome aos bois: acobertamento é obra conjunta PSDB–”PT Jurídico”–Moro

Roberto Requião, que poucos sabem ser a origem da denúncia que resultou na descoberta do maior escândalo de corrupção e evasão de divisas de todos os tempos — o caso “Banestado” (e não a “Lava Jato”!) –, manda a real, da Tribuna do Senado: enterro é obra conjunta PSDB–“PT Jurídico”–Moro. Mais: depoimento histórico do delegado responsável — mandado para a Sibéria pelo “PT Jurídico”, para salvar tucanos (e a Globo).

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Dossiê: por que Moro teme delação de Eduardo Cunha – live especial

Por que Moro teme delação de Eduardo Cunha — o dossiê. Dada uma série de rabos presos — inter-cruzados — ultrapassando linhas tanto partidárias como entre os Poderes da República, trata-se de tema que segue sendo tratado com exclusividade pelo Duplo Expresso. E não é de hoje: estamos de olho nisso desde meados de 2017. Razão pela qual, aliás, vimos desde lá sofrendo pesados ataques. Em síntese, #Banestado e #DarioMesser sempre foram a principal chave para desconstruir Sergio Moro. Algo utilizado pelo notório Eduardo Cunha, o rei dos dossiês, para chegar aos termos de uma “paz armada” com o “juiz ladrão”. Ou pacto mafioso, se preferir: um rabo prende o outro; uma mão lava a outra.

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Folha vs. Intercept: novo “cavalo de Troia” deixa Dallagnol bem na foto (de novo!)

Hoje sai novo estalinho – em vez da sempre prometida “bomba”. Pior: estalinho esse que, ainda por cima sai (mais uma vez), pela culatra!

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Exclusivo: “Greenwald preso”, Moro na CIA e Mourão sincerão — chega o “golpe no golpe”?

E a viagem de Moro aos EUA (há muito agendada!)? Como entra nisso tudo?
“Moro foi lá pegar as informações da inteligência americana (CIA, NSA) a respeito, para que pudesse chegar às digitais de cada membro da “quadrilha”. Em voltando, prenderia Glenn Greenwald e apreenderia os computadores. Onde, aliás, haveria novas digitais ‘russas'”.
Chega o “Golpe no Golpe”: imaginemos, diante disso, que os tais “hackers russos” façam, “em retaliação”, um ataque massivo à infraestrutura brasileira (energia e comunicações), com apoio entusiasmado (adesão?) da “esquerda” brasileira, revoltada com a “prisão” de Greenwald. Ou seja, Estado e população “atacados de fora e de dentro” ao mesmo tempo, no mais completo “caos” (devidamente fabricado).
Chega, diante disso, a “solução de ordem”: o Executivo recebe poderes de emergência delegados, especialmente no tocante a comunicações e combate a “ameaças cibernéticas”. Sai um…

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Greenwald (& Veja) — a pegadinha do Golpe: D.E. aposta sozinho e quebra a banca!

“De qualquer forma, agradeço pela confirmação de que o @duploexpresso sempre esteve certo. Não só com relação a Glenn Greenwald ser um ‘cavalo de Tróia’ dos EUA (‘limited hangout’) como também com relação à extensão da cooptação na ‘esquerda’ — especialmente a parlamentar — pelo Golpe. Todos se oferecendo para serem o ‘MDB’ dessa nova ditadura, não declarada!”

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Exclusivo – como Dilma e os militares ultrapassaram a linha (no pré – e pós! – Golpe)

Não basta dizer que há antipetismo nas Forças Armadas, é preciso entender como esse viés ganhou “materialidade” e galvanizou o apoio dos militares ao projeto do Golpe.
Há, aí, uma boa pista para que se entenda por que, do ponto de vista militar, não se trata necessariamente de “entreguismo” o que ora está acontecendo (sob Temer e Bolsonaro) — mesmo que se discorde, frontalmente, dessa sua “interpretação” da realidade.

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Entre pombos e pavões – A “ameaça Russa” e o caso do jornalismo dourado

Enquanto a “mídia progressista” brasileira tapa os olhos, bocas e ouvidos sobre as ligações internacionalmente conhecidas entre o The Intercept e as organizações Pierre Omidyar, dizendo inclusive que essas ligações são “teorias da conspiração”, a “extrema e nova direita alternativa” aposta exatamente na ligação entre Omidyar e suas operações de desestabilização governamentais pelo mundo. Para essa direita, Omidyar é quem promove os grandes flancos de “guerra cultural” no mundo nos últimos anos. A ironia desse ponto é que essa “contra-informação” levantada pelas redes dessa direita midiática atrela as intervenções culturais das organizações Omidyar aos Russos! Sendo que, na verdade, as corporações Omidyar operam em conjunto com inúmeras instâncias da inteligência e contra inteligência norte americana (CIA, NSA, FBI).

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Explosivo: a viagem – secreta – de Dilma à Rússia, em meio à “#VazaJato”!

Este é, sem sombra de dúvida, o momento mais grave em que eu, Romulus Maya, me dirijo a você, leitor, na qualidade de editor do Duplo Expresso.
Tivemos acesso, no meio desta semana, à informação — de alto potencial explosivo — de que Dilma Rousseff acaba de fazer uma visita — secreta! — à Rússia, há cerca de dez dias.
Sim, é isso mesmo: a ex-Presidente da República — pelo PT… — esteve secretamente em Moscou entre os dias 4 e 5 de junho. Ou seja, “casualmente” 5 dias antes de Glenn Greenwald publicar a bomba semiótica “#VazaJato”. E, com ela, sequestrar o noticiário político — à esquerda e à direita — no Brasil, com repercussões para além de nossas fronteiras.
Prepare-se para grandes surpresas. E circunstâncias muito suspeitas.

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