A versão 2.0 de “Brasil, ame-o ou deixe-o”. Brasileiro querer ir embora é notícia nacional, EBC

Ao manifestarem o desejo de fuga – numa versão 2.0, mas espontânea, do “Brasil, ame-o ou deixe-o” – estas pessoas revelam que para elas o problema não é tirar Temer, o problema é Lula não ter morrido. Alimentadas pelo ódio, sequer percebem que são os pobres, principalmente de espírito. Sequer percebem que irão levar esta pobreza na bagagem para qualquer destino escolhido.

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“Telecatch”: defesa de Lula é para valer? Ou simulação circense?

A nós do Duplo Expresso em nada “surpreende” ou causa “estranhamento” o jogo ensaiado entre o TRF-4 e o Min. Fachin. E ainda, possivelmente, com OUTROS membros da Segunda Turma do (com) STF (com tudo). Esses receberam “de graça” um álibi para, mais uma vez, não garantirem a liberdade de Lula. I.e., novamente, depois daquele julgamento de habeas corpus em que se cassou a liminar que o mantinha em liberdade e permitiu-se a sua prisão, apenas virando o (sempre frágil) voto de Rosa Weber.
“Revoltados”, alguns Ministros despejaram bastante retórica contra aquele “absurdo”, “inconstitucional”, não foi? No entanto, nenhum deles parou tudo aquilo com um singelo pedido de vista, sabe… ¬¬
O que, sim, surpreende é a defesa de Lula, cosmopolita e viajada, seguir desempenhando o seu papel nesse… script.
Por que não levou ao processo a oitiva secreta de Tacla Durán na Espanha?
Por que não vem à Suíça pedir acesso às provas, negado por Sergio Moro?
Telecatch? Resta determinar até onde se estende, no mundo jurídico, o “colorido” “circo” de “combates simulados” – “contra” a Lava Jato – com “resultado pré-determinado”. Este, sim, sempre contrário aos interesses de Lula.
Os milhões de brasileiros engajados – genuinamente – na libertação do ex-Presidente aguardam a resposta.

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Liberdade de Lula não é uma moda; é uma luta por justiça e pelo resgate da política

De nada vai adiantar a estratégia de “jogar perfume em peixe podre”, como tem sido feito desde o famigerado “mensalão”. É preciso denunciar os abusos, o estupro à democracia e às leis. É preciso dar nome aos bois, incomodar e tirar a paz de cada um e de todos que usam as instituições para a prática de crimes.

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Deputados confirmam ódio ao Brasil

O especialista em Minas e Energia, PhD em Engenharia na área do petróleo, Paulo César Ribeiro Lima em um comentário especial nesta semana falou sobre o “Pré-sal: Golpe consegue ser mais entreguista que FHC”.
É chocante saber que políticos brasileiros estão totalmente desconectados dos interesses do próprio país e do povo brasileiro. A entrega de vinte bilhões de barris de petróleo, três vezes a reserva da Noruega, é um crime lesa-pátria que precisa ser evitado. Sim! Ainda há chance de barramos no senado.

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A fézinha do voto – TSE, Jogo do Bicho e a ética dos contraventores

O que joga, sem trocadilho, contra o TSE neste momento é a constatação de que a credibilidade do Jogo do Bicho decorre da crença que as pessoas depositam nele. No caso do sistema eleitoral brasileiro, a despeito da legalidade a ele atribuída, os cidadãos não confiam mais em algo rejeitado em todo o mundo e que não pode ser submetido a uma auditoria, tal qual o papelzinho do Jogo do Bicho.

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Emb. Samuel Pinheiro: é preciso ler manifesto de Lula

O Emb. Samuel Pinheiro Guimarães, patrono do Duplo Expresso, recomendou em seu comentário semanal, nesta manhã, que republicássemos o manifesto de lançamento da candidatura de Lula à Presidência da República. O Embaixador avalia que o documento é de grande importância, sendo essa justamente a razão pela qual foi escondido pelo Cartel Midiático brasileiro. Ontem, o perfil de Lula no Facebook retomou o manifesto, levando ao ar vídeo em que brasileiros de diversas partes do país alternam-se para dar voz ao Presidente que as elites tentam, infrutiferamente, calar.

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Duplo Expresso 21/jun/2018

Destaques:
– O Embaixador Samuel Pinheiro Guimarães comenta a atualidade política do Brasil e do mundo.
– O sociólogo, escritor e analista internacional Lejeune Mirhan comenta: “Sionismo como projeto neocolonial da Palestina”
– A jornalista Niobe Cunha fala sobre: “Prestidigitação: a arte de iludir”
– A Economista, doutora em Políticas Públicas e mestre em Planejamento e Desenvolvimento Econômico Ceci Juruá comenta: “Quem impede as hidrovias de fluirem no Brasil?”
– O especialista em Minas e Energia, PhD em Engenharia na área do petróleo, Paulo César Ribeiro Lima fala sobre: “Pré-sal: Golpe consegue ser mais entreguista que FHC”
– Wellington Calasans e Romulus Maya fazem a análise da conjuntura política.

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Prestidigitação: A Arte de Iludir

Enquanto festejamos a Gleisi Hoffman inocentada em um processo farsesco e absurdo, passarinhos assoviam nos ouvidos para olharmos para os lados: o que está acontecendo enquanto me encanto com esses lenços coloridos e atraentes saindo das mangas? O que o mestre embusteiro (e não o artista ilusionista) prepara como próxima atração? É preciso treinar o olhar. Quando novos mágicos surgem, propondo uma renovação no elenco e na forma de se trabalhar é preciso estar esperto. Falsos artistas andam propondo o “fim da corrupção” como plataforma de novos partidos. “Senhor, mas como é essa mágica?” “Não posso entregar o meu segredo”. E assim se encerra a discussão sobre plataformas políticas.

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STF: quem é quem na derrota que Gleisi – e Lula – impuseram à Lava Jato

Gleisi foi absolvida da acusação de caixa 2 eleitoral pelo placar, apertado, de 3×2. Um voto apenas de diferença. Acreditem: de Gilmar Mendes!
Na semana passada, quando as perspectivas eram desfavoráveis, silêncio eloquente gritava. No site do PT, depois de (longas) 12h, apenas o discurso de Roberto Requião em defesa de Gleisi. Mais “inusitado” ainda, repercutido – em vez de por políticos da sigla – apenas pelo Ministro Marco Aurélio Mello.
Onde? No Plenário do STF. Em plena sessão. Claramente visando a persuadir seus pares a não subirem mais um degrau na escalada do arbítrio. Medida extrema tomada, obviamente, por necessidade.
Dessa forma, o Duplo Expresso celebra esta importante vitória de Gleisi – e de Lula – na certeza de que, em vez de arrefecer seus ânimos, em verdade fortalecerá ainda mais a determinação de ambos de lutar para derrotar o Golpe. Já em 2018. Porque o Brasil tem pressa.

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A hora de evitar o caos e a falência completa das instituições

Sob ordens dos invasores estrangeiros, o cenário real é de um presidente ladrão, Câmara e Congresso ocupados por uma maioria corrupta e vendilhona, um poder judiciário parcial e que rasga a Constituição todos os dias. Como receber ordens desses poderes quando todos sabem se não é ao Brasil e aos brasileiros que estão a servir? Se na Ditadura de 1964 houve o uso excessivo da força, no atual regime o papel dos militares poderá ser reduzido ao de um porteiro de prostíbulo.

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Sócio da quadrilha Lava Jato arma contra Gleisi para pegar Lula

Nesta terça-feira a presidenta do PT, senadora Gleisi Hoffmann será julgada por esta farsa criminosa montada pela quadrilha de Curitiba que tomou de assalto o Brasil. Por detrás desta farsa são escondidos esquemas milionários, uma verdadeira indústria da delação premiada, já denunciada por um ministro do STF, Gilmar Mendes.

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Alerta: “Plano B” e STF tramam cassação de Gleisi amanhã

O disparo dos arsenais do Golpe vai sendo feito, sucessivamente, conforme a necessidade:
(1) Não ganharam em 2014?
Destituíram a Presidente eleita.
(2) A campanha judicial-midiática não inviabilizou Lula eleitoralmente, conforme o planejado?
Cassam-se os seus direitos políticos.
E aí chegamos ao novo degrau:
(3) Não conseguiram dobrar Lula e fazê-lo entrar “no esquema” nem com o seu encarceramento?
Certificam-se de que, abatendo todas as demais opções, não terão como não impor – ao próprio – o nome a ser indicado como “o candidato do Lula” (sic).
E é aí que entra a Senadora Gleisi Hoffmann. Por tratar-se de “decisão colegiada”, eventual condenação de Gleisi no STF amanhã cassaria os seus direitos políticos por força da Lei da Ficha Limpa. Numa tacada só (i) derrubam uma rival à “unção” – contratada – do “Plano B”; e (ii) deixam Gleisi à mercê das violências jurídicas perpetradas por Sergio Moro.
Conveniente: dessa maneira, a parcialidade do STF, que livrou Aécio e Serra, não ficaria evidenciada. “O problema é o Moro”, sabe…

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Jornalismo resiste na sucateada EBC – Notícia ruim é o “prato de todos os dias”

Em uma rápida visita na página www.ebc.com.br você percebe que o Brasil está desgovernado. Isso é dito pelos jornalistas de maneira elegante e rigorosamente fiel aos acontecimentos. Não há notícia boa a ser divulgada, mas notícia ruim também é notícia.

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“Pré-sal: aproveitando Copa, Câmara pode doar 20 bilhões de barris às petroleiras estrangeiras”

A Lei nº 12.276/2010 autorizou a União a ceder onerosamente à Petrobras o exercício das atividades de pesquisa e lavra de petróleo e gás natural em áreas não concedidas localizadas no Pré-sal. A estatal tem a titularidade dos volumes de petróleo e gás cedidos pela União e o exercício das atividades de pesquisa e lavra será realizado apenas pela Petrobras, por sua exclusiva conta e risco.

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Mandarins do Serviço Público: o dia em que Confúcio, sem querer, inventou Moro e Dallagnol

Como na China imperial, aqueles oriundos dos extratos sociais privilegiados obviamente têm acesso à melhor educação desde a pré-escola aos cursos universitários. E podem, terminada a graduação nas melhores instituições de ensino, passar anos sem trabalhar. Ora, os concursos para a Magistratura ou para o Ministério Público Federal significam, em média, três a quatro anos de investimento e esforço, pagando cursos e livros e viajando pelo Brasil, em busca dos editais abertos.
Fator extra de empoderamento: o Golpe de 2016. Hoje, como em qualquer Estado fascista, o Direito é o que os golpistas dizem que é o Direito. E, nesse curioso golpe, que não foi perfilhado e que foi incapaz de produzir líderes, eles, os novos mandarins, deixaram os bastidores e ocuparam o vácuo deixado. É uma República juristocrática de Mandarins.

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“Camisa da CBF vermelha”: militontos vestem Cavalo de Tróia e Golpe agradece

A tal “camisa da CBF vermelha” – não sendo resultado de infiltração – é o maior “presente involuntário”/ tiro no pé dado ao Golpe pela esquerda neste ano.
Sim, “de boas intenções o inferno está cheio”… mas ver profissionais da política/ militância impulsionando tal estupidez é de cortar os pulsos.
“Ah, então você quer que eu vista a camisa da CBF, tal qual um manifestoche?”
Não… vista-se como quiser. Eu, por exemplo, verei os jogos à paisana.
Mas – por favor – não ajude o Golpe a fazer o brasileiro engolir o desmonte que – ele! – promove do Brasil mesmerizando-o com o fantasma da tal “bolivarianização” do “Foro de São Paulo” fruto do “comunismo INTERNACIONAL” que quer “mudar nossa bandeirazzZZZzzzZzZZzzz…” .
Quem ataca o Brasil são eles – e não nós! Pois vamos vestir a carapuça? Passar recibo de “antinacionais”? Dureza!

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Até um cego vê! #4 – Temer persegue as pessoas com deficiência

O atual regime em curso no Brasil, através do Ministério da Educação (MEC), agora diz que vai alterar a Política Nacional de Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva (PNEEPEI). O que isso significa? Que será exatamente a perspectiva inclusiva a ser excluída.
Com lugar de fala, Leonardo Lobo mostra que “até um cego vê” que esta é mais uma ação antidemocrática. É mais um golpe contra os brasileiros, desta vez contra aqueles que mais precisam de apoio do Estado.

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Para não dizer que não falei da Copa – Somos todos alienados! Aceita que dói menos

Será mesmo que amamos tanto o futebol? Seria isso apenas um vício? É possível sair da imensa bolha de alienação da Copa? Será que você vai sobreviver se o Brasil for eliminado? Estas perguntas foram feitas a mim mesmo quando lembrei das Copas que assisti, desde a infância. Foi assim que lembrei da propaganda do Batom Garoto.

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O agronegócio da China – O frango vai devorar a águia (e o pato amarelo)

Faca no pescoço do agronegócio: os chineses estão dispostos a continuar importando proteína animal do Brasil, mas sinalizam, com o aumento de 38% das tarifas de importação sobre produto nacional, disposição política favorável a Lula livre, aliado da China, na disputa eleitoral.
Na prática, portanto, a geopolítica global, hoje colocando em polos opostos China-Russia, de um lado, e Estados Unidos, de outro, passou a influenciar a sucessão presidencial brasileira.

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A transferência de Lula. Ou a síndrome do petista convencido

A previsão é livre. Mas só o psicótico tem certeza sobre tudo. A certeza, quando não há base sólida para ela, trava o diálogo com aqueles que têm dúvidas, impede de ouvir e, pior, inibe ou desvia o foco da ação. Faz bem sustentar uma certa ignorância.

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Como Vargas e Lula derrotaram o entreguismo – Parte 2 de MDB e “governabilidade”

O modelo de dinâmica político-eleitoral (um) partido trabalhista vs. (um) partido conservador, baseado exclusivamente no conflito (institucional) de (apenas duas!) classes (pós-industrialização), não é universal como querem fazer crer os europeus e a sociologia da USP.
Vargas criou o “PMDB” – na verdade, o PSD – para organizar as oligarquias e feudos políticos regionais em prol do desenvolvimento. O PSD foi sua principal base política nos Estados menos desenvolvidos e no Parlamento. JK, o sucessor escolhido por Vargas, era do PSD. O PSD formou a base do MDB. Não por acaso, foi do PSD que vieram Tancredo Neves e Ulysses Guimarães, os maiores nomes do MDB.
Graças ao PSD, Vargas conseguiu dividir a oligarquia e trazer a maior parte dela para o progresso e o desenvolvimento em aliança com seu partido trabalhista, que não tinha chances nos Estados onde não havia trabalhador sindicalizado mas voto de cabresto.

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Requião denuncia “politização das denúncias do Ministério Público contra Gleisi”

Não há moralidade em um sistema judiciário que faz da licença hermenêutica a lei, que acusa, processa e condena segundo a visão de mundo dos juízes, segundo simpatias ou antipatias, segundo o direito e os interesses de outros países a que se vincularam e prestam vassalagem.

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Vodu judicial e “meta-cidadania”: urge fazer greve e manifestação pelo direito de fazer… greve e manifestação!

Mais uma vez estamos diante dos mesmos (aprendizes de) feiticeiros vestidos de preto (togas), com sortilégios pronunciados em uma língua morta (latim) e seus “assustadores” bonecos de vodu (decisões judiciais ilegais).
Os alvos da vez: caminhoneiros, petroleiros e o PT/ CUT. Se esses últimos derem fé (FÉ!) ao “poder” (?) dos bruxos nesta rodada (2018), terão suas espinhas dorsais quebradas. E, assim, não poderão sequer voltar para novas disputas.
Perguntem aos mineiros do norte da Inglaterra – onde o desemprego PERPÉTUO passa de pai para filho já há 3 gerações! – o que foi que Margareth Thatcher fez com eles.
Que poder – real – tem um Ministro do STF para impor uma multa de mais de meio bilhão a transportadores grevistas? Se eles pararem novamente, vai ele fazer hora extra como motoboy e entregar combustível e víveres Brasil afora?
Na ausência de Lei, que é certa, apenas a FÉ (má-fé?) “pode” (?) conferir tal “poder” – manifestamente arbitrário – a “juizecos”.
Novamente: é vodu judicial!

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Caminhoneiros, Lula e o fim de Temer – Parte 1 de “MDB e governabilidade”

Ciro Gomes disse que, se eleito, iria “destruir o MDB”. Não há dúvidas de que isso seja uma hipocrisia demagógica. Não vê contradição em, ao mesmo tempo, procurar apoio do PP e do DEM, partidos mais à direita do que o MDB, que votam mais afinados com o governo Temer do que seu próprio partido. E ambos com problemas maiores com a Lava-Jato. Ele busca pegar carona na mídia, que elegeu seu novo “sindicato dos ladrões”, depois do PT. Nesse caso, Ciro, Bolsonaro, Alckmin e os generais que gostam de Twitter estão com discursos parecidos. Todos eles pegando carona no diversionismo de culpar o MDB por tudo o que acontece no país e desviar a atenção da destruição da economia, dos direitos, da democracia e da incrível popularidade do maior preso político do país.
“Destruir o MDB”, na verdade, será só um teatro que não muda nada. Vão pegar Temer e mais uns três e o resto do partido vai mudar de legenda indo para o partido do novo Presidente e seus aliados mais próximos.

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Luiz Moreira e a receita para o resgate da política

Devemos resgatar a política e a soberania popular. A política não pode ser substituída pela justiça, pois cidadão não vota em juizes e desembargadores. A soberania popular jamais poderá ser negligenciada em um estado que se pretenda democrático. O que temos assistido é uma adaptação das leis para que a política seja esvaziada e dê lugar ao perigoso regime da toga.

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Segurança Eleitoral – STF e o apego às trevas

Os Ministros do STF tentaram sufocar a fala do advogado Alberto Emanuel, desviaram para os “testes das urnas” (que também já foram provadas inseguras) e tentaram ocultar os problemas da totalização dos votos, a verdadeira “farra” que permite ao TSE a escolha, principalmente, dos deputados e vereadores. Mais uma vergonha que precisamos lutar para desfazer. Confira o vídeo.

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Maria Lúcia Fattorelli – “Está quase tudo dominado”

Com informações dos bastidores da política e muitos dados que comprovam como o brasileiro vive a trabalhar para manter os privilégios dos bancos, a coordenadora da Associação Auditoria Cidadã da Dívida, Maria Lúcia Fattorelli comentou “A quem serve o Estado brasileiro?”. A resposta parece óbvia, mas fizemos o recorte da participação desta especialista, no programa Duplo Expresso, para que você perceba que “está quase tudo dominado”, mas que ainda podemos lutar e transformar uma triste realidade de exploração do nosso povo e destruição do Estado brasileiro.

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Tensão máxima – rompimento da corda definirá se teremos eleições em 2018

Pesquisas de opinião pública são hoje apenas um atestado de reprovação da justiça, emitido pelo povo. É dramática a situação daqueles que lutam pelo Brasil Colônia. De um lado, a total ausência de um candidato capaz de ser visto como viável para uma disputa eleitoral. Do outro lado, a sombra de um Lula vivíssimo que, mesmo preso (político), é a única esperança de um Brasil soberano para a maioria esmagadora dos brasileiros.

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Atenção: antes (apenas) desprezado, Bolsonaro passa a ser visto como fantoche potencial pelo establishment

“Folgávamos” todos na certeza de que, quando o jogo efetivamente começasse, Bolsonaro – já tendo cumprido o seu propósito de acirrar o antipetismo – seria desmontado pelo establishment. Tal qual boi rufião (estéril), usado para excitar a vaca, deixando-a em ponto de bala, seria descartado na hora H, para dar lugar à fertilização pelo touro de predileção do dono. Ou seja, o PSDB.
Bem, esse era, de fato, o plano dos aprendizes de feiticeiro. Quer dizer, o “Plano A” dos mesmos. No entanto, dada a resiliência política de Lula, casada com a inviabilidade eleitoral do programa econômico do Golpe, um “Plano B”, de “B’ufão”, deixa de ser algo inimaginável.
Portanto, chegou a hora de pararmos de subestimar Bolsonaro. Ele em si pode não passar mesmo de um bufão. Mas é justamente essa posição que permite que uma série de agentes estejam vendo nele um fantoche em potencial: (i) Lavajateiros do MPF, PF e Judiciário; (ii) o tal “mercado”; e ainda (iii) os militares.

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Aspectos Políticos do Pleno Emprego (i)

As razões para a oposição dos “líderes industriais” ao pleno emprego alcançado via gastos do governo podem ser subdivididos em três categorias: (i) não gostam da interferência do governo no problema do emprego como tal; (ii) não gostam da direção dos gastos do governo (o investimento público e o consumo subsidiado); (iii) não gostam das mudanças sociais e políticas resultantes da manutenção do pleno emprego. Vamos examinar em detalhe cada uma dessas três categorias de restrições a uma política governamental expansionista.

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