A ressaca da Copa, o “complexo de vira-lata” e as Eleições 2018

O que a ressaca da Copa, o “complexo de vira lata” e as eleições 2018 têm em comum? A resposta está em você. Ela é um teste para que você mesmo possa medir o seu grau de alienação ou capacidade de resistência ao massacre midiático que um receptor, vítima do monopólio da comunicação social, está exposto diariamente.
Agora, vivemos aquele momento onde o espólio da ressaca pela “derrota do Brasil” tem sido disputado a tapas por esta mesma mídia hegemônica que ajuda a criar no imaginário do cidadão brasileiro uma série de conceitos, sentimentos e emoções no bojo de uma estrutura que controla e usa esses sentimentos e emoções para atender aos próprios interesses e conveniências.

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Globo/ CBF: por que brasileiros bons – na Europa – sofrem blecaute na Copa

Algo há de errado quando o mundo passa a contar como variável chave para o resultado uma alegada “vulnerabilidade psicológica” de atletas – de elite – brasileiros em partidas decisivas da Copa do Mundo. O que diferenciaria o tipo de pressão sobre os jogadores brasileiros na Copa e nos campeonatos europeus, onde eles não sofrem “blecautes”?
Desde a – esquisitíssima – “derrota” de 3×0 para a França na final da Copa do Mundo de 1998 – ou seja, há exatos 20 anos – há grande desconfiança, para dizer o mínimo, sobre os bastidores da escalação do time brasileiro. Bem como sobre o real objetivo estratégico da equipe nessas competições: ganhar ou perder?
(i.e., “perder” na hora “certa”! – $$$)
Certo estava o jornalista do The Guardian que, dia atrás, confidenciou no Twitter que, por razões alheias ao país e mesmo aos atletas (mas por causa dos inconvenientes “colegas” da Globo!), torcia pela eliminação do “Brasil” (i.e., da Globo) da Copa.
Aliás, ele fez mais do que apenas “torcer”, no caso… trata-se justamente de quem escreveu (para a Bélgica…) o manual sobre como derrotar – aquele… – “Brasil”. Ou seja, a (seleção da) Globo!
E nós, hein? Quando é que vamos, finalmente, eliminar a Globo – mas do Brasil?

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Globo tenta anular militares nacionalistas contra o desmonte neoliberal de Tio Sam

A Globo, porta voz do império americano, faz qualquer coisa para desgastar militares nacionalistas contrários ao desmonte neoliberal que o governo Temer, fantoche de Washington, promove de forma acelerada.
De repente, a família Marinho se empenha desesperadamente em criminalizar, especialmente o governo Geisel(1974-1979), que incomodou muito os Estados Unidos, com seu nacionalismo econômico.

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